Cada vez mais mulheres empreendedoras gerem negócios: quais os desafios?

Apesar de ainda existir uma diferença significativa no mundo dos negócios, a presença de mulheres empreendedoras em cargos de liderança é cada vez mais uma realidade. E com o aproximar, todos os anos, do Dia Internacional da Mulher, as atenções ficam postas, inevitavelmente, em questões como a desigualdade de género. Mas a boa notícia é que esta realidade está a mudar. 

 

De acordo com um relatório da GEM – Global Entrepreneurship Monitor –, existem 7 mulheres em cada 10 homens empreendedores. E o número de mulheres que gerem os seus próprios negócios aumentou cerca de 3.000% desde 1972, de acordo com o “2018 State of Women-Owned Businesses Report”.

 

A área do empreendedorismo é, por si só, um grande desafio. Com a rapidez com que a tecnologia avança e impacta os negócios, a forma de consumo muda e a concorrência aumenta. Estes aspetos exigem uma maior dinâmica e melhores competências dos empreendedores e para as mulheres o cenário não é diferente.

 

Os principais desafios para mulheres empreendedoras

 

Desde a indústria do entretenimento à indústria da tecnologia, as mulheres enfrentam desafios de género em quase todos os setores.

 

Segundo um estudo da 99designs, 68% dos projetos iniciados por mulheres empreendedoras são mais viáveis, comparativamente a 48% dos projetos de homens. Ao mesmo tempo, seja devido à falta de financiamento ou de funcionários, as mulheres (49%) são mais suscetíveis a iniciarem um negócio por conta própria, como empreendedoras individuais, do que os homens (31%).

 

O mesmo estudo revela alguns dos maiores obstáculos das mulheres no mundo do empreendedorismo, em comparação com os homens:

 

  1. Financiamento

As mulheres recebem menos financiamento (15%, comparativamente a 28% nos homens). Este aspeto pode dificultar, entre outras coisas, a contratação de funcionários.

 

  1. Menos funcionários

A probabilidade das mulheres terem mais de dois funcionários é cerca de metade dos homens (32%, comparativamente a 53%).

 

  1. Gestão de negócios

As mulheres empreendedoras são mais propensas a gerir negócios a partir de casa (68%, em comparação com 48%).

 

  1. Negócios menos rentáveis

Segundo dados do Sebrae, apesar das mulheres serem 16% mais instruídas que os homens, faturam em média 22% menos.

 

  1. Género

Enquanto a maioria dos profissionais concorda que os empreendedores – independentemente do sexo – apresentam determinadas características de liderança, o preconceito subjacente de género ainda perdura. Isto significa que o mesmo comportamento e características – iniciativa, paixão e responsabilidade – podem ser interpretados de maneira diferente em homens e mulheres no local de trabalho.

 

  1. Expectativas sociais

A maioria das mulheres empreendedoras sente que deve adotar uma postura mais rígida em relação aos negócios: competitivas ou severas.

 

  1. Falta de representação nos negócios

Apesar de várias indústrias mostrarem que a tendência da força de trabalho feminina é o crescimento, setores como finanças, engenharia ou tecnologia ainda são fortemente dominados por homens.

 

Contudo, organizações como o National Girls Collaborative Project e Girls Who Code estão a trabalhar para a inclusão com a finalidade de fechar a lacuna de género nestas indústrias.

 

  1. Poder de negociação

As mulheres têm menos sucesso quando se trata de negociação salarial. A Glassdoor fez uma pesquisa sobre negociação salarial, na qual descobriu que 68% das mulheres aceitam o salário que lhe é oferecido, enquanto metade dos homens negoceia antes de aceitar a proposta. O mesmo estudo revelou que, quando as mulheres tentam negociais o seu salário inicial, o resultado é menos favorável.

 

  1. Diferentes motivações

As motivações das mulheres diferem nas dos homens no que respeita ao início de um negócio. As mulheres referem paixão e experiência na área, além de liberdade e agenda flexível. Os homens, por outro lado, referem a vontade e desejo de se tornar empreendedor.

 

Vantagens das mulheres empreendedoras nos negócios

 

O conceito do empreendedorismo começa com a noção de criar algo novo e diferente dentro de um mercado ou de uma empresa, que impulsione a inovação, criatividade e economia. E as mulheres empreendedoras representam algumas vantagens significativas no mundo empresarial:

 

Diversidade

 

Da mesma forma que os homens, as mulheres, além de colocarem em prática novas oportunidades, oferecem diversidade ao mundo dos negócios.

Desde a diversidade de género, à cultura ou idade, este aspeto promove a criatividade e inovação empresarial. Várias marcas, atualmente, já usam esta diversidade para beneficiarem de um ambiente de trabalho inclusivo, como a Disney ou a L’Oreal.

 

Inevitavelmente, homens e mulheres vivenciam experiências e antecedentes diferentes, que moldam a sua abordagem aos negócios.

Desafiar e colaborar com pessoas que pensam de forma diferente impulsiona a criatividade e promove ideias inovadoras.

 

Habilidades na liderança de um negócio

 

Soft skills e inteligência emocional podem ser uma importante vantagem competitiva para as mulheres empreendedoras. Um estudo publicado pela empresa Hay Group descobriu que as mulheres superam os homens em 11 das 12 principais competências de inteligência emocional. Entre estas competências destacam-se a autoconsciência emocional, empatia, gestão de conflitos, trabalho em equipa e adaptabilidade.

 

Visão de negócio

 

Aproveitar a visão que homens e mulheres oferecem nos negócios, pode tornar produtos e serviços mais comercializáveis e um negócio mais lucrativo. Uma pesquisa da McKinsey mostra que as empresas que incluem diversos géneros têm mais 15% de hipóteses de atingir um desempenho financeiro acima da média de cada setor.

 

Oportunidades para as mulheres empreendedoras

 

Para cada vez mais mulheres, o caminho para o sucesso é o lançamento do seu próprio negócio. A cultura atual incentiva e capacita as mulheres a serem suas próprias chefes e a pagar o seu próprio salário. Isto ajuda a definir a forma como querem trabalhar e facilita o equilíbrio entre carreira e vida familiar. O empreendedorismo representa, assim, um mecanismo para as mulheres reduzirem as disparidades salariais e subirem para posições de liderança.

 

Assumir a liderança com o apoio da tecnologia

 

O sucesso empresarial é mérito dos próprios empreendedores, mas o auxílio de outros meios, como a tecnologia, ajudam a gerir o negócio de forma mais completa.

 

Ao utilizar software de gestão no seu negócio, consegue poupar tempo nos processos administrativos morosos e dedicar mais tempo à criação de estratégias para o melhor desenvolvimento do seu negócio.

 

A principal vantagem de soluções de gestão, como o Jasmin Software, é a automatização de processos – que agiliza o trabalho administrativo –, o acompanhamento do negócio e da fiscalidade – que garante total resposta às obrigações fiscais -, e a inteligência de negócio.

 

O Jasmin utiliza tecnologias de Big Data e Marchine Learning que aumentam a produtividade. Ao mesmo tempo, são um suporte à gestão de tarefas e tomada de decisões. Esta solução oferece-lhe insights sobre o negócio ao interpretar a grande quantidade de dados que circulam no sistema. Além disso, monitoriza e prevê resultados futuros, com base no histórico.

 

Assim, a gestão do seu negócio está sempre apoiada com as ferramentas necessárias. Experimente o Jasmin Express e comece a gestão de forma gratuita.

A importância de ter um plano financeiro para negócios em crescimento

A definição de metas financeiras são muito importante para os empresários alcançarem o sucesso nos seus negócios. Ou seja, atingir uma maior estabilidade económica exige destes um bom plano financeiro. E porquê? É neste momento de análises e reflexões que os empresários calculam e priorizam objetivos e investimentos a alcançar/realizar. Assim, a monitorização da evolução ao longo do tempo é mais fácil e rigora, contribuindo para uma melhoria do panorama financeiro de um negócio.

 

Nesta perspetiva, o planeamento financeiro é uma parte crucial do plano de negócios de uma empresa. É esta a fase onde são analisadas todas as diretrizes para que uma ideia se torne rentável.

 

Apesar de ser um passo fundamental no momento de estruturar um negócio, a criação de um plano financeiro é uma das tarefas que mais assusta os empreendedores, pela sua essência burocrática e morosa. Um plano financeiro é a forma de colocar em papel a estratégia para atingir as metas a curto e longo prazo.

 

No entanto, antes de desenhar um plano, é necessário entender que etapas temos de seguir para que este esteja bem organizado.

 

O objetivo de estruturar um plano financeiro

 

Um plano financeiro relata e analisa todas as variantes que compõem um negócio. No fundo, este plano estabelece objetivos financeiros e explora a forma como poderão ser atingidos.

 

Ter um plano financeiro estruturado ajuda a lidar com problemas antes que estes sejam prejudiciais para o negócio. Para que seja eficaz, é necessário avaliar a fase atual do negócio, definir metas globais, criar um plano de ação e prever cenários alternativos.

 

O que deve incluir o seu plano financeiro?

 

Um plano financeiro é um documento que detalha os objetivos financeiros de um negócio. Para criar um plano sustentável deve seguir alguns passos:

 

  1. Levantamento da situação atual

 

O ponto de partida é saber em que situação se encontra o negócio do ponto de vista financeiro.

 

Comece por fazer um levantamento das informações mais relevantes do seu negócio. Faça uma análise do setor de atuação, do mercado e do capital da empresa. Com o auxílio de uma análise SWOT consegue definir as forças e fraquezas do negócio e as oportunidades e ameaças do mercado onde está inserido.

 

Após recolher estes dados, é possível começar a estruturar um plano financeiro eficaz.

 

  1. Definir metas

 

Depois de analisar a posição do negócio no mercado, o passo seguinte é definir onde quer chegar.

 

Nesta fase, comece por definir as metas, como o volume de faturação que pretende atingir, os limites de despesas, o valor que quer investir em recursos operacionais e o lucro esperado no final do período determinado pelo plano de negócio.

 

  1. Criar um plano de ação

 

Com base nas metas definidas, é fundamental criar um plano de ação para atingir os objetivos. O plano de ação pode incluir os novos recursos da organização, como a criação de departamentos de várias áreas: marketing, finanças ou recursos humanos. Estes novos recursos são as estratégias para atingir os objetivos definidos previamente.

 

  1. Prever cenários alternativos

 

Realizar um planeamento financeiro eficaz envolve, também, realizar uma previsão de outros possíveis cenários. Além dos planos e objetivos mais prováveis de serem alcançados, é necessário simular e prever outros resultados.

 

Quanto mais detalhado for o plano financeiro, mais preparado o negócio estará para lidar com os cenários que irão surgir. Assim, irá correr riscos calculados, antecipando-se a imprevistos.

 

  1. Planear investimentos

 

Um plano financeiro adequado considera todos os riscos, objetivos e circunstâncias do negócio, atuando como um auxílio na escolha dos investimentos certos para responder às necessidades do negócio.

 

Métricas que deve medir para garantir um planeamento financeiro eficaz

 

Como empreendedor, deve inserir determinadas tarefas na sua rotina, como realizar a gestão do fluxo de caixa, a reconciliação bancária, pagar contas ou controlar recebimentos.

 

Ao conseguir um maior controlo sobres as finanças, terá uma visão mais clara e global da realidade financeira e poderá prever o desempenho do negócio no futuro, desenhando novas metas.

 

Para um melhor planeamento financeiro, pode medir vários aspetos do seu negócio:

 

  • ROI (Return On Investment)

O ROI mede o valor ganho em relação ao valor gasto. Ajuda, assim, a determinar se os investimentos feitos estão a surtir efeitos positivos ou negativos.

 

  • Fluxo de caixa

Através do controlo do fluxo de caixa, é possível analisar o dinheiro que entra e sai da empresa, num determinado período de tempo. Assim, poderá monitorizar a saúde financeira do negócio e tomar decisões mais informadas.

 

  • Lucro

Ao medir o lucro, é possível perceber a eficiência operacional do negócio. Ao mesmo tempo, conhece quais os riscos a ele associados. Este indicador analisa a situação real da empresa e a sua capacidade de se manter no mercado.

 

  • Rentabilidade

A rentabilidade representa o retorno sobre o investimento. É possível, com esta métrica, perceber a capacidade que um negócio tem para cobrir custos associados.

 

  • Despesas

Ao medir e definir as despesas de um negócio, tem a capacidade de reduzir gastos desnecessários e, consequentemente, a aumentar o lucro.

 

Faça o planeamento financeiro com uma solução de gestão eficaz

 

Tenha sempre todas as ferramentas que necessita para simplificar e automatizar a gestão do seu negócio com um software 100% cloud.

 

Por lhe dar a flexibilidade de controlar o negócio em qualquer lugar e em qualquer equipamento com acesso à internet, o Jasmin é o parceiro ideal para criar e cumprir um plano financeiro eficiente.

 

Comece por criar o seu plano financeiro (ou orçamento) anual e acompanhe toda a informação financeira da sua empresa, ao longo do tempo. O Jasmin permite-lhe gerir as contas correntes, os movimentos de caixa e bancos, definir limites de crédito, monitorizar valores pendentes e respetivos prazos de vencimento.

 

Através da disponibilização de vários métodos de pagamento online, consegue também acelerar a liquidação das faturas. Além disso, é grátis para quem está a começar!

 

Experimente o Jasmin Express e tenha todas as ferramentas para a gestão financeira do seu negócio.

Financiamento: 10 formas de financiar um novo negócio

Começar um negócio envolve um conjunto de obrigações, grande responsabilidade e um bom planeamento. Um dos primeiros e principais obstáculos comuns a qualquer negócio é o financiamento. Existem várias soluções para arranjar capital para um projeto, dependendo do tipo de negócio que se quer concretizar.

 

Tradicionalmente, umas das primeiras opções de qualquer empreendedor na procura de capital para começar um negócio são os empréstimos bancários. Em muitos casos, esta pode ser uma solução eficaz. No entanto, atualmente, existem outras opções para aumentar o capital de forma criativa e realística.

 

Neste artigo vamos apresentar algumas opções mais comuns para impulsionar um negócio, que o poderão ajudar a garantir a sua viabilidade.

 

10 tipos de financiamento para empresas e empreendedores

 

É importante, antes de iniciar a procura por financiamento para o seu projeto, que tenha mais do que uma ideia estruturada. Faça um estudo do mercado, conheça os seus potenciais clientes e a sua concorrência, desenhe um plano de negócios realista, mas inovador. Quanto mais estruturada estiver a ideia e o projeto, maiores são as hipóteses de encontrar alguém interessado em investir e financiar o seu negócio.

 

Em função do projeto e da fase em que se encontra, existem várias opções de financiamento para que possa optar pela via mais favorável ao seu negócio, de acordo com as suas necessidades.

 

  1. Empréstimo bancário

Os empréstimos bancários podem ser solicitados por qualquer cliente de uma instituição financeira. Ainda hoje e apesar das várias opções inovadoras que existem, os empréstimos são uma das formas de financiamento mais comuns.

 

As instituições financeiras oferecem várias opções, dependendo do tipo de negócio e as suas necessidades ou o prazo de amortização. A operação consiste na transferência de um valor que terá de ser devolvido, independentemente de alcançar o sucesso ou não.

 

  1. Microcrédito

Ao começar um negócio, a aposta em microcréditos pode ser a opção ideal. O microcrédito consiste num pequeno empréstimo que é, normalmente, concedido a organizações que não se qualificam para receber empréstimos bancários, por apresentarem um nível de recursos mais reduzido.

 

  1. Família e amigos

Recorrer à sua rede de contactos mais próxima e às pessoas dispostas a investir no seu projeto, pode ser uma boa opção para desenvolver um projeto. No entanto, é importante ter em atenção que, junto a este grupo de pessoas mais próximas, é muito improvável que consiga um grande investimento.

 

  1. Bootstrapping

Trata-se de um termo difícil de traduzir, mas muito específico no universo das startups. Bootstrap significa criar uma startup sem depender de nenhum financiamento externo. Todo o lucro é investido no crescimento do negócio.

 

Este é um processo lento de crescimento, que dificulta o desenvolvimento de ideias.

 

Os bootstrappers costumam ser empreendedores com capacidade muito acima da média e que não são iniciantes. A Microsoft é um exemplo de uma empresa criada por boorstrapping.

 

  1.   Factoring

O Factoring é um apoio financeiro, no qual as entidades financeiras disponibilizam à empresa um determinado montante, para garantir liquidez. Consiste na cedência dos direitos de cobrança das faturas pendentes a uma entidade especializada e, em troca, a empresa obtém, de imediato, o dinheiro dessas operações.

 

Assim, o banco ou a entidade financeira passa a gerir a cobrança das faturas, assumindo o risco da operação e permitindo que a empresa obtenha liquidez. Além disso, ao externalizar a gestão de cobranças, permite que a empresa oriente os seus esforços e recursos a tarefas mais relevantes para o crescimento do negócio.

 

  1.   Crowdfunding

Crowdfunding é uma alternativa relativamente recente para financiamento. Trata-se de um método de financiamento coletivo, usado para conseguir capital para começar um negócio ou alavancar um projeto, através de esforços coletivos.

 

O Crowdfunding permite que os empreendedores consigam encontrar vários investidores, em vez de procurarem um em específico. Este método funciona através de plataformas online. Os empreendedores têm a possibiliade de apresentar um pitch do seu negócio ou ideia para que os interessados possam investir.

 

Normalmente, estes investidores realizam pequenas contribuições, mas muito numerosas, tendo em conta que muitas pessoas podem contribuir em troca de recompensas, ações ou participações.  

 

  1. Business Angels

Os Business Angels são investidores privados, normalmente empresários, que, além de capital, investem os seus conhecimentos e experiência para guiar o projeto e obter bons resultados futuros.

 

Estes indivíduos investem o seu próprio dinheiro em negócios e são conhecidos por ajudarem empresas a crescer, através do seu know-how e contactos. Dependendo do investidor, o investimento pode ser único ou poderá ser um processo de financiamento que ajudará o negócio a ultrapassar várias dificuldades.

 

  1. Capital de risco

Outra opção de financiamento semelhante aos Business Angels é o capital de risco.

 

Funciona numa escala maior, com financiamentos mais elevados e em fases de negócio mais avançadas. Neste caso, o financiamento é realizado através de Sociedades de Capital de Risco (SCR). Estas sociedades investem em startups com projetos inovadores e um alto potencial de risco, em troca de uma percentagem da empresa.

 

  1. Subsídios ou ajudas públicas

Outra via de financiamento é recorrer a subsídios e ajudas que a administração pública disponibiliza aos empreendedores. Normalmente, para aceder a estas ajudas, é necessário cumprir com certos requisitos.

 

Em Portugal, existem vários apoios a empreendedores e novos negócios:

  1. IAPMEI
  2. StartUp Portugal
  3. Empreende Já
  4. Investe Jovem
  5. Empreender 2020
  6. Instalação de Jovens Agricultores

Veja que apoios ao empreendedorismo existem em Portugal

  1. Incubadoras e aceleradoras

Apesar da maioria das incubadoras e aceleradoras não financiar diretamente empresas, estes os parceiros ideais para o ajudar a perceber qual a melhor solução para o seu negócio. Ao mesmo tempo, são a forma ideal para o pôr em contacto com o financiamento que precisa. Para além disso, as incubadoras e aceleradoras oferecem vários serviços essenciais para o sucesso de qualquer empresa.

 

Escolha a melhor opção para o seu negócio.

 

Estas são apenas algumas formas para encontrar financiamento para o seu negócio. Contudo, é fundamental optar pela solução que melhor responde às suas necessidades.

 

O Jasmin ajuda-o a controlar o negócio

 

Um software de gestão é fundamental para os empreendedores controlarem o seu negócio de forma mais eficiente. O Jasmin ajuda-o a economizar tempo e recursos para fazer crescer o seu negócio da melhor forma.

 

Este software de gestão cloud permite emitir faturas de forma rápida, controlar as despesas, gerir compras e inventários e cumprir com todas as obrigações fiscais. Tudo isto em qualquer momento e em qualquer lugar, sem erros ou surpresas. Além disso, poderá acompanhar a evolução do seu negócio, comparar resultados e realizar previsões.

 

Experimente o Jasmin Express gratuitamente e concretize o seu projeto empresarial.  

Growth Hacking: o que é e como aplicá-lo nos negócios?

Growth Hacking é a razão pela qual cada vez mais empresas apresentam taxas de crescimento muito significativas, de ano para ano.

 

Implementado por Sean Ellis, em 2010, o Growth Hacking é um termo que define o marketing orientado a experiências. O principal objetivo é encontrar oportunidades, com vista em resultados rápidos para o crescimento da empresa.

 

O que é Growth Hacking?

 

O termo pode ser traduzido para “estratégia de crescimento”. Aplicado no marketing, este conceito baseia-se em encontrar oportunidades ou aberturas (hacks) para o sucesso, criando estratégias específicas, com vista em resultados rápidos para o crescimento (growth) da empresa. O Growth Hacking pode, assim, ser entendido como a prática de encontrar “gatilhos” que promovem o crescimento acelerado.

 

O Growth Hacking é uma forma mais científica de abordar o marketing e o crescimento empresarial, por ajudar a comprovar hipóteses de forma rápida e, assim, criar resultados de forma mais acelerada.

 

Este conceito tem ganho muita relevância ao longo dos últimos anos. A razão é óbvia: todas as empresas querem crescer rapidamente. No que respeita a startups, muitas vezes têm de ser usados métodos analíticos, criativos e inovadores para fazer crescer exponencialmente a base de clientes de uma empresa. Esta é a finalidade do Growth Hacking.

 

Tendo em conta que as startups não têm os recursos necessários para aplicar em grandes estratégias de marketing, precisam de encontrar formas mais económicas de se promoverem. O que a maioria das startups tem é um produto escalável. E à medida que o produto se desenvolve, novas formas e estratégias de promoção vão aparecendo.

 

O papel do Growth Hacker

 

Geralmente, os growth hackers são profissionais de marketing. Além do conhecimento nesta área, é fundamental que o growth hacker entenda processos, tenha conhecimentos tecnológicos e que compreenda a psicologia do consumidor e a metodologia da experimentação. 

 

De forma semelhante a um hacker – que encontra e explora falhas de segurança –, o growth hacker é a pessoa que encontra essas “falhas” ou aberturas para criar estratégias de crescimento e fazer crescer os resultados da empresa. É essencial, para estes profissionais, saber como os consumidores pensam, como são motivados e como se movimentam ao longo do funil de vendas.

 

Como aplicar o Growth Hacking nos negócios?

 

Os processos e estratégias são moldados a cada empresa, mas existe uma base para aplicar o Growth Hacking em qualquer negócio.

 

Funil do Growth Hacking

 

Funciona de forma semelhante ao funil de vendas e foi criado por Dave McClure, apresentando-se em 5 fases:

 

  1. Aquisição: dar a conhecer o produto/serviço e conquistar novos clientes;
  2. Ativação: oferecer uma primeira experiência satisfatória;
  3. Retenção: garantir que os clientes estão satisfeitos para que continuem a usar o seu produto/serviço;
  4. Receita: o lucro alcançado pela empresa
  5. Referrals: fazer com que os clientes recomendem ou falem do seu produto/serviço a outras pessoas.

Cada ação de Growth Hacking é pensada para otimizar uma das fases do funil, sendo identificadas quais as fases que apresentam os problemas mais urgentes a serem resolvidos.

 

  1. Desenvolver ideias

Como na estruturação de qualquer negócio, o primeiro passo para implementar o Growth Hacking é a criação e desenvolvimento de ideias. Estas ideias vão impulsionar as estratégias no funil de Growth Hacking.

 

  1. Procurar feedback

É provável que a primeira ideia não seja a solução para o crescimento da empresa. As melhores ideias surgem, muitas vezes, com a contribuição de outras pessoas. Realize uma reunião de brainstorming e reúna ideias, agrupando-as conforme a fase do funil que pretende causar impacto.

 

  1. Selecionar as ideias

É fundamental priorizar as ideias que respondem aos objetivos que a empresa quer atingir, conforme a fase do funil. Por exemplo: foque-se na aquisição de clientes, caso as vendas estejam baixas. Criar estratégias para esta fase será mais relevante e prioritário em relação à fase de retenção.

 

Ao mesmo tempo, tenha em atenção os custos, recursos, probabilidade de sucesso e o impacto que cada ideia terá na empresa.

 

  1. Testar as ideias

É nesta fase de experimentar o sucesso e aplicabilidade de uma ideia que pode torná-la uma hipótese. O objetivo do Growth Hacking é comprovar, de forma rápida, a hipótese testada.

 

Ao utilizar um Teste A/B para testar um novo título ou novos botões numa Landing Page, é possível monitorizar se o número de visitas à LP garante que o tamanho mínimo da amostra será atingido. Isto permite perceber se as amostras estão bem distribuídas entre o grupo A e B. Além disso, é possível saber se a taxa de conversão, resultado do novo título ou botões, está a crescer.

 

  1. Analisar resultados

Depois de terminar a fase de teste, é essencial perceber se a hipótese foi comprovada. Nesta fase terá de analisar os resultados de forma minuciosa, para perceber que métricas sofreram impactos com a hipótese.

 

Jasmin: como acelerar o crescimento do seu negócio?

 

Para que se possa focar no negócio, priorizar ideias e criar estratégias com vista no seu crescimento, a tecnologia é o melhor aliado para simplificar processos.

 

Os processos administrativos são uma das são uma das partes centrais e essenciais para o funcionamento do negócio.

 

A sua automatização permite-lhe aumentar a produtividade e sustentabilidade do negócio. A solução é a aposta num software de gestão, que o ajudará a poupar tempo para se focar no crescimento do seu projeto.  

 

Um software de gestão como o Jasmin, 100% cloud, permite-lhe trabalhar em qualquer lugar. Com uma gestão completa e integrada do negócio, é mais fácil apostar no seu crescimento. Além disso, o Jasmin é gratuito para quem está a começar. Experimente o Jasmin Express gratuitamente e faça o seu negócio crescer significativamente.

Empreendedores e trabalhadores independentes: o que os distingue?

Trabalhadores independentes e empreendedores são, muitas vezes, usados como termos sinónimos. Apesar de partilharem diversas características – como o facto de controlarem o próprio negócio ou construírem uma marca pessoal –, estes dois profissionais encaram realidades muito diferentes.

 

Os trabalhadores independentes são compensados pelas horas que trabalham. Ou seja, são pagos pelos seus serviços. Por exemplo, se um jornalista passou 30 horas numa semana a escrever artigos, o jornal vai pagar estas 30 horas ao serviço que contratou. Por outro lado, os trabalhadores independentes podem escolher os seus próprios clientes e os seus próprios projetos. Tal como os empreendedores, têm o controlo do negócio e a oportunidade de construir algo próprio.

 

Os empreendedores, no entanto, são indivíduos impulsionadores de emprego e desenvolvimento económico. Muitas vezes, estes profissionais dependem de outros recursos para fazer o seu negócio crescer.

 

Neste artigo, vamos explorar o que distingue estes dois profissionais que, ao mesmo tempo, partilham diversas características.

 

O que são trabalhadores independentes?

 

Tal como está implícito na expressão, trabalhadores independentes são profissionais que realizam uma atividade económica a título lucrativo e não estão sujeitos a contrato de trabalho ou que prestem serviços a outrem, sem que estejam abrangidos pelo regime geral da Segurança Social dos trabalhadores por conta de outrem.

 

No fundo, o termo “trabalhador independente” designa os profissionais que trabalham por conta própria, com base no setor que estão inscritos no regime da Segurança Social.

 

Regime contributivo para trabalhadores independentes

 

As regras do regime contributivo publicadas em Diário da República produziram efeitos a partir de 2019. A Segurança Social notificou todos os trabalhadores independentes com contabilidade organizada para que escolhessem a forma de realizar as contribuições a partir de janeiro do ano passado. Estas foram as alterações registadas:

 

  • As declarações de rendimento passaram a ser feitas trimestralmente

Enquanto os trabalhadores a recibos verdes eram obrigados a apresentar uma declaração anual dos rendimentos de produção e venda de bens e de prestação de serviços, essa declaração passou a ser feita de três em três meses desde 2019.

 

  • A taxa contributiva diminuiu

Os trabalhadores independentes passaram a descontar 21,4%, contrastando com os 29,6% anteriores.

 

  • Prazo de pagamento é mais curto

O pagamento passou a ser efetuado entre os dias 10 e 20 do mês seguinte ao da contribuição.

 

  • Existem um valor mínimo de contribuição

Mesmo que um trabalhador independente não obtenha rendimentos num determinado mês – e caso tenha atividade aberta –, terá de pagar um valor mínimo de 20 euros.

 

Trabalhador independente pode ser empreendedor?

 

Trabalhador independente é sinónimo de empreendedor sempre que assume um risco para desenvolver uma ideia. Contudo, o seu trabalho nem sempre está relacionado com inovação ou risco, dois conceitos que se aplicam aos empreendedores.

 

Todos os trabalhadores independentes que desenvolvem um negócio por conta própria têm de lidar com inúmeras dificuldades e obrigações. Desde a faturação, a relação com clientes ou responder à burocracia que o seu trabalho envolve, como as contribuições que explicamos previamente.

 

O que são empreendedores?

 

Não existe uma definição universal para o conceito de empreendedor, mas o economista austríaco Joseph A. Schumpeter, no seu livro “Capitalismo, Socialismo e Democracia”, descreve o empreendedor como um visionário, que pensa em ideias disruptivas e implementa essas ideias.

 

É o facto de colocar as ideias em prática que diferenciam um empreendedor de um sonhador. O empreendedorismo é o centro da economia moderna e implica a criação de valor, que apenas acontece com a realização das ações.

 

Características de um empreendedor

 

Independentemente do objetivo do empreendedor ser responder a uma necessidade do mercado ou criar uma nova necessidade, o facto é que qualquer empreendedor responde a estas características:

 

  1. Reconhecimento de oportunidades

Qualquer empreendedor tem, normalmente, a capacidade de identificar oportunidades que outras pessoas não encontram. Esta é a base para implementar uma ideia.

 

  1. Inovação e criatividade

Um dos grandes objetivos dos empreendedores é apostar na inovação. Criar algo novo e disruptivo é fundamental e este aspeto implica a criatividade pessoal de um bom empreendedor. Pensar nos problemas que precisam de solução e torná-la viável para o máximo número de pessoas é um desafio que estes profissionais enfrentam.

 

  1. Capacidade de liderança

Quanto maior for a visão de negócio, mais os empreendedores vão precisar de gerir recursos, desde pessoas a ferramentas – como software de faturação ou CRM –, que ajudam a combater as limitações e a melhorar a forma como lideram um negócio. Ter esta capacidade de liderança é um ponto-chave para iniciar um negócio.

 

  1. Capacidade de correr riscos

O empreendedor de sucesso é aquele que tem o poder arriscar e, ao mesmo tempo, tem foco suficiente para identificar os riscos que são viáveis o suficiente para correr.

 

Os empreendedores, tal como os trabalhadores independentes, têm de lidar e saber responder a todas as obrigações legais e fiscais que o empreendedorismo engloba. Como os impostos – IVA, IRS, TSU, IRC –, ou os financiamentos. 

 

Trabalhadores independentes vs empreendedores

 

O objetivo final dos trabalhadores independentes é ter um trabalho estável sem chefe. Além disso, desejam criar um negócio de sucesso que eles próprios possam gerir e controlar facilmente, construindo relacionamentos e assumindo projetos que consideram desafiantes.  

 

O objetivo dos empreendedores passa por construir um negócio que ofereça lucro a longo prazo. Estes profissionais concentram-se na estruturação de ideias inovadoras, que contribuem para o desenvolvimento económico do país.

 

O melhor aliado para trabalhadores independentes e empreendedores

 

A gestão do negócio é a atividade central dos trabalhadores independentes e empreendedores. Esta gestão permite melhorar a produtividade e a rentabilidade do negócio. E a tecnologia é o melhor aliado na gestão de um negócio.

 

Apostar num software de gestão é o primeiro passo para simplificar processos diários e alcançar o sucesso. O Jasmin é um software de faturação expert em gestão que, por ser 100% cloud, permite que controle todos os processos administrativos a qualquer hora e em qualquer lugar.

 

Com o Jasmin, emite faturas, gere as contas correntes, controla a tesouraria e os pagamentos. Além disso, com recurso a Inteligência Artificial, esta solução oferece insights, para que tenha sempre o maior controlo do negócio.

 

A melhor forma de começar um negócio é não ter despesas com um software de gestão e o Jasmin é gratuito para quem está a começar. Experimente grátis o Jasmin Software e comece a gerir o seu negócio de forma completa e integrada.

Burocracia: que obstáculos burocráticos enfrentam os empreendedores?

Elevados níveis de burocracia e fiscalidade podem limitar a ambição de iniciar um negócio. Apesar do ecossistema do empreendedorismo estar a evoluir de ano para ano, um estudo internacional, intitulado Global Entrepreneurship Report, revelou que a resposta burocrática é um dos maiores entraves à implementação e desenvolvimento de um negócio.

 

Atualmente, burocracia assume uma conotação negativa, que diz respeito ao excesso de formalismo e regras que dificultam ações. Foi, no entanto, o alemão Max Weber quem deu um sentido negativo ao conceito de burocracia. A sua Teoria da Burocracia visa explicar a forma como empresas e governos se organizam, com base em regras e procedimentos regulares.

 

Estes procedimentos dificultam, muitas vezes, a atividade dos empreendedores no que respeita ao desenvolvimento de um negócio. Na área do empreendedorismo é fundamental estar consciente de todas as obrigações fiscais e existe um mínimo de processos a serem obedecidos.

 

Neste artigo, vamos explorar um conjunto de obstáculos burocráticos que todos os empreendedores têm de ultrapassar na fase de implementação e estruturação do negócio.

 

Que obstáculos burocráticos enfrentam os empreendedores?

 

De acordo com o estudo Doing Businesses 2020, que avalia a facilidade de iniciar negócios em vários países, Portugal situa-se no 39.º lugar do ranking. O primeiro e maior obstáculo burocrático é a constituição formal de uma empresa.

 

Neste passo terá de decidir entre criar uma empresa sozinho ou em sociedade. É importante que conheça todas as implicações a que poderá estar sujeito e quais as responsabilidades que terá de ter em conta.

 

No caso de abrir empresa em nome individual, deve, inicialmente, abrir atividade junto das Finanças. O segundo passo é efetuar a Inscrição/Enquadramento na Segurança Social. Na hora de abrir a empresa necessitará de apresentar os seguintes documentos:

 

  • Certificado de Admissibilidade;
  • Depósito do capital social da empresa;
  • Preparação do pacto ou ato constitutivo de sociedade;
  • Entrega da declaração de início de Atividade;
  • Registo comercial e a inscrição na Segurança Social.

 

Contudo, existem outros grandes entraves que dificultam a atividade da maioria dos empreendedores:

 

Impostos

 

No topo da lista da maioria dos empreendedores está a dificuldade em gerir esta variável nos seus negócios. O primeiro passo, ao lançar um novo negócio, é conhecer quais os impostos em Portugal aplicáveis à sua empresa.

 

Existem alguns impostos a ter em conta para que o seu negócio seja estruturado da melhor forma e não incorra em incumprimentos fiscais:

 

  1. IRS – Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares

Caso a sua empresa tenha funcionários, deve ter em conta o imposto sobre o rendimento de pessoas singulares, conhecido como o IRS.

 

Este é o imposto que tributa o rendimento dos cidadãos. O IRS é pago pelos trabalhadores e calculado consoante o seu rendimento. Contudo, é a empresa a responsável por entregar ao Estado o valor devido até ao dia 10 de cada mês.

 

  1. IRC – Imposto sobre Rendimento das Pessoas Coletivas

Este imposto recai sobre o lucro da organização, no caso de pessoas coletivas, com sede ou direção em território português, que exerçam uma atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola.

 

O IRC é respeitante à atividade de um ano específico, apesar de ser pago em três momentos ao longo do ano: julho, setembro e dezembro. O valor deste imposto é calculado sobre o valor de imposto pago no ano anterior.

 

  1. IVA – Imposto sobre Valor Acrescentado

O IVA é um imposto geral sobre o consumo, que incide sobre as transmissões de bens, prestações de serviços, aquisições intracomunitárias e as importações.

 

As pessoas singulares ou coletivas que exerçam uma atividade económica são sujeitos passivos de IVA. Apesar de fazer parte das obrigações de impostos para os empreendedores, o IVA é suportado pelo consumidor e não pela empresa. Assim, deve acrescentar o valor do IVA tabelado ao preço dos produtos e serviços. Isto possibilita a liquidação do pagamento do IVA, que a empresa terá de realizar, pelo consumidor.

 

Contudo, como empreendedor, está obrigado a entregar a declaração de IVA SAF-T, através do Portal das Finanças.

 

Financiamento

 

A maioria dos empreendedores não possui liquidez para criar uma empresa. A determinada altura, todos procuram financiamento empresarial. E esta pode ser uma fase morosa e a burocracia envolta que os processos acarretam pode ser um problema.

 

Existem, no entanto, diversas formas de encontrar financiamento para o seu negócio:

 

  • Crowdfunding
  • Aceleradores de Startups
  • Apoios do IEFP
  • Incentivos Públicos

Investidores

 

Encontrar investidores para um negócio não é tarefa simples. O relatório Global Entrepreneurship Report revelou que um dos grandes problemas do ecossistema de empreendedorismo em Portugal é a dificuldade em encontrar investimento para iniciar um negócio.

 

Contabilidade

 

A contabilidade é uma função central de qualquer negócio e não deve ser deixada para segundo plano. Como foi explicado previamente, existem vários impostos que terá de pagar, mas há outras obrigações fiscais a ter em conta. Atualmente, é obrigatório utilizar um software de faturação certificado pela Autoridade Tributária.

 

Gestão de Recursos Humanos

 

Com o objetivo de atingir objetivos específicos para o seu negócio, a gestão dos recursos humanos é um processo que envolve vários tipos de burocracia com que terá de lidar: desde pagamentos, baixas, subsídios ou bónus.

 

A tecnologia no combate à burocracia

 

Escolher os melhores aliados e as ferramentas certas para começar e expandir um negócio é fundamental. O combate à burocracia depende, muitas vezes, de uma boa gestão de negócio.

 

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