EBITDA: o que é e como se calcula?

Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. O EBITDA é um dos indicadores mais importantes na análise de desempenho e valor das empresas. Este conceito mostra quanto a empresa consegue gerar de lucro, sem considerar outros efeitos financeiros. Estes efeitos são, como o nome indica, os juros de dívida, os impostos, as amortizações e as depreciações.

 

O EBITDA ajuda a analisar a evolução da produtividade e da eficiência ao longo dos anos. Estas análises são feitas com base, exclusivamente, nas atividades operacionais da empresa, não incluindo investimentos financeiros, empréstimos ou impostos.

Ou seja, este indicador mostra o lucro operacional bruto, cujo valor é útil para determinar, por exemplo, se um projeto se pode tornar lucrativo ou não.

 

Quando o resultado do EBITDA é positivo, o projeto será, em princípio, rentável. Mas o que é, realmente, o EBITDA? E como se calcula?

 

O que é o EBITDA?

 

O EBITDA começou a ser usado pelos analistas, na década de 70, como uma medida temporária para avaliar o tempo que seria necessário para que uma empresa desenvolvesse o seu negócio, numa perspetiva de longo prazo. Ao excluir os juros das dívidas e a depreciação dos ativos, os investidores tinham a possibilidade de prever resultados futuros da empresa, considerando apenas a atividade operacional.

 

O EBITDA é utilizado como uma forma de descobrir qual é a realidade financeira da empresa, tendo em conta, apenas, a sua atividade operacional. Contudo, por não considerar questões como financiamentos, impostos, amortização ou depreciação de ativos, este indicador não revela a situação completa das finanças da empresa.

 

Porque se calcula?

 

Usado para medir a produtividade e eficiência do negócio, o EBITDA não assegura, contudo, que um projeto vai ser rentável. No entanto, um EBITDA negativo significa que a operação da empresa não está a ser rentável. Assim, este indicador permite saber se o projeto pode chegar a ser rentável, ou não. Mas, então, qual é a sua utilidade para as empresas?

 

  • Calcula a produtividade de uma empresa

Por não estar dependente de efeitos financeiros, o EBITDA mostra se o mecanismo de uma empresa funciona de forma eficiente.

  • Anula o impacto dos impostos

Dependendo do setor de determinada empresa e do país onde atua, os impostos podem ser diferentes. Ao não considerar os impostos para o seu cálculo, o EBITDA fornece uma boa análise de produtividade da empresa.  

  • Permite fazer uma análise objetiva

Este indicador permite saber qual é o fluxo de caixa de uma empresa. Ou seja, mostra uma imagem mais clara e fiel do que a empresa ganha ou perde apenas com a atividade operacional. Isto ajuda na viabilidade de qualquer projeto e da própria empresa.

  • Permite comparar a sua empresa a outras

O EBITDA pode ser utilizado para identificar empresas que sejam as mais eficientes dentro de um determinado segmento de mercado. Isto acontece, porque o EBITDA não é afetado por todos os efeitos externos à atividade operacional: os impostos de cada país ou os custos de amortização, por exemplo.

 

A comparação do EBITDA das empresas concorrentes com a sua, possibilita a análise de competitividade entre elas. Além disso, por ser um indicador universal, é possível comparar empresas de diferentes países. Esta comparação é possível, porque não são consideradas questões financeiras de determinados países. 

 

 

Por ser um método eficaz para calcular a capacidade de produção de uma empresa, o EBITDA é usado por vários investidores. Contudo, o êxito ou o fracasso de uma empresa dependem de muitos outros fatores. Por essa razão, há quem aponte várias críticas à sua utilização exclusiva:

  • O EBITDA não considera as mudanças de fundo de maneio

Por essa razão, sobrevaloriza o fluxo de caixa em períodos de crescimento do fundo de maneio;

  • Pode apresentar erros ao medir a liquidez da empresa

Ao excluir as despesas, não é apresentado um valor real da liquidez, uma vez que este valor depende das circunstâncias de cada empresa (que é o que o EBITDA não tem em conta).

  • Este indicador não tem em conta todas as variáveis

Quando as amortizações são eliminadas, nenhum investimento da empresa é considerado. Por não ser considerado o endividamento da empresa, o EBITDA poderá ter um resultado positivo, indicando a possibilidade de obter benefícios que não são reais.

 

 

No fundo, o EBITDA é calculado para que a empresa possa ter uma ideia simples do que poderia chegar a ser um projeto rentável. No entanto, não é rigoroso para determinar a sua viabilidade real. Para isso, outros aspetos que afetam a empresa e a sua liquidez devem ser tidos em conta.

Como calcular o EBITDA?

 

Para calcular, deve conhecer o EBIT – Earning Before Interest and Taxes. Este conceito representa os lucros antes de juros e impostos. Assim, para calcular o EBITDA, é necessário começar por calcular o EBIT. 

 

O EBIT são as vendas (lucros operacionais), sem considerar os custos e gastos de operação. EBIT = Vendas – Custos – Despesas de operação.

 

Depois de ser conhecido o resultado do EBIT, deve ser usado para calcular o EBITDA, que representa o EBIT somado com as despesas de depreciação e as despesas de amortização. EBITDA = EBIT + despesas de depreciação + despesas de amortização.

 

Ou seja, o EBITDA é o resultado mais puro da empresa e aquele que indica a sua capacidade de gerar benefícios a partir da sua atividade produtiva, sem ter em conta as suas circunstâncias.

 

Por esse motivo, é importante não confundir o EBITDA com a situação financeira real da empresa. Este indicador é uma mera interpretação da possibilidade de um projeto gerar liquidez.

 

Controle a eficiência da sua empresa com o Jasmin

 

Uma das formas mais simples de perceber em que ponto está o seu negócio é a utilização de um software de gestão

 

No Jasmin, acompanha o EBITDA e o orçamento, bem como outros indicadores, facilitando a gestão do seu negócio. Ao recolher informação sobre vendas, inventário, despesas e tesouraria, esta solução apresenta-lhe os resultados na forma de Business Insights. Da mesma forma, liberta-lhe tempo para se focar realmente na atividade e no crescimento do seu negócio. 

 

Por ser um software cloud, o Jasmin permite-lhe aceder à informação em qualquer lugar e a qualquer hora. Além disso, é colaborativo, sem limite de acessos e mantém a sua informação cuidadosamente armazenada e segura.

 

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Factoring vs Confirming: as diferenças

Os serviços financeiros de Factoring e Confirming são figuras-chave da gestão financeira de uma empresa. O principal objetivo destes serviços é facilitar o negócio entre clientes e fornecedores.

 

Apesar de apresentarem diferenças e semelhanças entre si, o objetivo é comum: melhorar a gestão de tesouraria das empresas. Quando uma empresa presta um serviço ou vende um produto, o cliente espera recebê-lo o mais rápido possível. Quando isto não acontece, é possível que o pagamento não seja feito de imediato, causando problemas de tesouraria na empresa.

 

Para ajudar na diminuição de prazos médios de recebimento e pagamento, o setor financeiro apresenta duas boas soluções: o Factoring e o Confirming. Ao longo deste artigo, vamos explicar as grandes diferenças entre as duas modalidades e as vantagens de cada uma.

O que é o Factoring?

 

A finalidade é ajudar na administração diária da sua empresa. O Factoring, tal como o Confirming, permite libertar recursos para que a empresa se possa dedicar à sua principal atividade.

 

Trata-se de um apoio financeiro, no qual o banco disponibiliza à empresa um montante até ao valor da dívida do cliente. Imagine que a sua empresa prestou um serviço, mas o cliente ainda não realizou o pagamento. Neste caso, pode optar por contratar o serviço de Factoring, no qual o banco fica encarregue pelas cobranças ao cliente devedor. 

 

O factoring traduz-se, assim, na aquisição de créditos online a curto prazo (faturas), por uma instituição financeira, resultantes da prestação de serviços ou venda de produtos. Ou seja, converte créditos comerciais, sobre clientes devedores, em liquidez imediata.

 

A instituição financeira responsabiliza-se, assim, por gerir a cobrança de faturas dos clientes da empresa. Em troca, a empresa cobra as faturas antes do tempo previsto. Assim, evita o risco de insolvência e obtém liquidez de forma quase imediata.

 

As partes que intervêm neste processo são:

 

  • A empresa (aderente): É quem presta o serviço e cede os seus créditos sobre clientes ao banco. Contrata o serviço de Factoring e faz a cobrança adiantada das faturas;
  • O banco (factor): É a instituição financeira, normalmente o banco ou sociedade de Factoring, que faz de intermediário. Responsabiliza-se pela cobrança junto dos devedores – os clientes – e antecipa os recebimentos junto da empresa;
  • Os clientes (devedores): São os adquirentes de serviços ao aderente. Devem pagar as faturas em dívida ao banco.

Este mecanismo financeiro ajuda empresas com dificuldades na gestão da sua tesouraria. É uma operação financeira levada a cabo por bancos, que permite às empresas adiantar os recebimentos dos seus clientes.

O que é o Confirming?

 

Num contexto semelhante ao Factoring, o Confirming é um acordo contratual entre um banco e uma empresa. O objetivo é a prestação de um serviço de gestão de pagamentos.

 

Este serviço, disponibilizado por instituições financeiras, permite ao cliente ver o pagamento das suas compras facilitado. O cliente informa a instituição financeira das ordens de pagamento da fatura ao seu fornecedor. A partir desse momento, o banco gere todo o processo, informando o fornecedor da data de pagamento.

 

No fundo, a instituição financeira adianta o pagamento das faturas aos fornecedores, antes do seu vencimento. Assim, assegura a continuidade da relação entre o cliente e o fornecedor.

 

Quem está envolvido neste processo?

  • A entidade financeira: é a responsável pela gestão dos pagamentos das faturas pendentes;
  • A empresa: É quem contrata o serviço de Confirming;
  • Fornecedores: São quem beneficia do serviço de pagamento.

Confirming é, então, um serviço de pagamento a fornecedores por intermediário de uma instituição financeira. Esta é responsável por gerir e pagar as faturas dos fornecedores que trabalham para a empresa.

Quais são as principais diferenças entre Factoring e Confirming?

Apesar do serviço semelhante ao Factoring, podemos dizer que o Confirming é o oposto. Enquanto o Factoring adianta os pagamentos dos clientes à empresa, o Confirming adianta pagamentos da empresa ao fornecedor.

 

Estas principais diferenças supõem que o Factoring beneficia as empresas, que recebem o pagamento dos serviços prestados. Por outro lado, o Confirming beneficia os fornecedores, que recebem o pagamento antecipado.

 

Além disso, com o Factoring a empresa melhora a capacidade de negociar prazos com os clientes. Com o Confirming, a empresa melhora a capacidade de negociação com os fornecedores, uma vez que estes têm assegurado o pagamento dos seus serviços.

Exemplos de Factoring e Confirming

Factoring

A empresa Y emite uma fatura ao cliente X. A empresa Y precisa, no entanto, de liquidez para comprar materiais. A solução passa por contratar um serviço de Factoring. A instituição financeira adianta o dinheiro da fatura emitida ao cliente X. Assim, a empresa Y cede os direitos de cobrança à instituição financeira.

 

Confirming

Uma empresa tem várias faturas pendentes a fornecedores, às quais não pode realizar o pagamento de imediato. Neste caso, a empresa contrata o serviço de Confirming. A instituição financeira fica, então, responsável pelas dívidas da empresa, adiantando o pagamento aos fornecedores.

Factoring e Confirming: vantagens e desvantagens

 

  1. Factoring

Por se tratar de um serviço de apoio financeiro, o Factoring traz diversos benefícios às empresas. Tais como:

 

  • Maior capacidade de negociação com os clientes;
  • Liquidez imediata;
  • Redução de custos (derivados do processo de cobranças junto dos clientes);
  • Simplificação das operações de gestão da tesouraria: o Factoring supõe que a gestão de cobranças seja feita externamente. Assim, a empresa pode focar os seus recursos nas suas principais atividades;
  • Melhor planificação da tesouraria;
  • Melhora os rácios de endividamento: a empresa não terá a necessidade de pedir empréstimos ou outros serviços de crédito;
  • Redução dos prazos médios de recebimentos e pagamentos.

Por outro lado, o Factoring também pode apresentar inconvenientes. A principal desvantagem deste serviço é o custo elevado com a instituição financeira, associado ao serviço de Factoring.

  1. Confirming

Da mesma forma, o Confirming traz à empresa inúmeras vantagens associadas à gestão da tesouraria:

  • Maior capacidade de negociação com os fornecedores: ao garantir o pagamento dos serviços, é mais provável que consiga chegar a um acordo mais vantajoso;
  • Melhoria da imagem do cliente junto dos fornecedores ao assegurar os pagamentos atempadamente;
  • Garantia ao fornecedor de que vai receber o pagamento: o fornecedor beneficia com este serviço de Confirming, na medida que o pagamento das faturas está assegurado;
  • Evita o risco de incumprimento;
  • Gestão de faturas feita externamente: resulta na poupança de tempo e recursos da empresa;

A principal desvantagem associada ao serviço de Confirming é, além dos custos associados ao serviço, a perda de controlo dos pagamentos que a empresa realiza. Ou seja, ao ceder o pagamento a uma instituição financeira, a empresa pode perder o controlo dos seus pagamentos e, em casos extremos, ter problemas com a sua contabilidade.

Como o Jasmin o ajuda na gestão da tesouraria da sua empresa

 

Uma gestão financeira saudável implica saber, em tempo real, o estado de tesouraria da empresa e como esta poderá evoluir no futuro. Esta gestão rigorosa ajuda, em muitos casos, a antecipar momentos de maior necessidade de liquidez. Para isso, um software de gestão pode ser um aliado para uma boa gestão de tesouraria. Não só lhe permite automatizar diversos processos da sua empresa, como também lhe disponibiliza informação atualizada sobre o estado do seu fluxo de caixa. 

 

O Jasmin é um software de gestão cloud que lhe oferece várias funcionalidades que facilitam a gestão, como os Insights para Gestores, que lhe fornece informações  sobre a tesouraria da sua empresa, como prazos médios de recebimento e pagamento, previsões de evolução e detalhes das contas correntes. E, além disso, por ser um software cloud, permite-lhe aceder a toda esta informação em qualquer lugar e dispositivo. 

 

Este software permite-lhe fazer previsões de resultados, com base no seu histórico passado, por contar com Inteligência Artificial e Machine Learning. Assim, consegue fazer um plano de tesouraria mais realista e rigoroso.

 

Por ser grátis para quem está a começar, é fácil aderir ao Jasmin e, assim, melhorar a gestão do seu negócio. 

SCA: os novos requisitos de autenticação forte, provocados pelo PSD2

Desde pequenos que nos dizem que devemos colocar a nossa segurança em primeiro lugar. Se este é um ensinamento que devemos seguir no nosso dia a dia, é também, cada vez mais, aplicável no mundo digital.

Com o intensificar da utilização de ferramentas digitais, são cada vez mais os dados guardados online. Desde os mais simples aos mais sensíveis, obrigando a alguns cuidados acrescidos no gestão dos mesmos.

De entre os vários tipos de dados presentes no mundo digital, os bancários são aqueles que levantam mais preocupação. Embora as plataformas digitais sejam uma ótima forma de gerir o dinheiro em qualquer lado e de realizar transações de forma simples e rápida, a verdade é que pode também ser um ponto de debilidade que pode provocar algumas fraudes. 

Nesse sentido, e com a entrada em vigor do PSD2 a 14 de setembro de 2019, uma revolução chegou também à segurança nas transações online, obrigando as plataformas a uma camada de segurança acrescida, conhecida como Strong Costumer Authentication (SCA).

Mas como funciona este novo conceito que promete aumentar a segurança dos pagamentos e lojas online?

O que é o Strong Costumer Authentication (SCA)?

A partir de 14 de setembro de 2019, os bancos dos 31 países/regiões do Espaço Económico Europeu passaram a ser obrigados a verificar a identidade da pessoa nas seguinte situações:

  • Aceder online à conta de pagamento;
  • Iniciar um pagamento eletrónico;
  • Realizar remotamente uma ação que possa envolver risco de fraude no pagamento ou outros abusos.

Esta verificação exige uma autenticação multifator. Assim, ajuda a garantir a segurança e a proteção das compras online, um processo conhecido por Strong Costumer Authentication (SCA), e que obriga a utilizar pelo menos 2 destes três elementos:

  1. Conhecimento (por exemplo, PIN ou palavra-passe);
  2. Posse (por exemplo, one-time password, telemóvel ou cartão de pagamento);
  3. Inerência (por exemplo, impressão digital).

Apenas quando o utilizador fornece dois destes tipos de dados é que a autenticação será feita e terá permissão para concluir a transação.

Quais as excepções ao SCA?

Embora esta seja uma camada de segurança nas transações online, algumas não estão obrigadas a cumprir o SCA:

  • Transações menores que 30 Euros;
  • Transações de baixo risco, conforme identificadas pelo Servidor de Pagamento;
  • Assinaturas mensais recorrentes com o mesmo valor todos os meses;
  • Negócios pré-aprovados que o cliente identifique em sua conta;
  • Pagamentos Corporativos Seguros (cartões corporativos, pagamentos corporativos feitos através de cartões virtuais, conforme utilizados no setor de viagens).

SCA, uma ferramenta para combater a fraude

Com o volume de negócios do comércio online a ser estimado em 3 triliões de dólares já em 2020, o Banco Central Europeu projeta que todos os anos se registem cerca de 1,3 mil milhões de dólares em fraudes bancárias.

Para combater estas previsões, a União Europeia procurou aumentar novas medidas de segurança. Assim, os constantes abusos nas transações online são evitados. 

Para cumprir este objetivo, a UE sentiu necessidade de atualizar a diretiva de serviços de pagamentos original (PSD). Esta foi  criada em 2007. A UE aprovou recentemente a nova versão, a PSD2.

O que é o PSD2?

Até agora, sempre que um utilizador pretendia aceder aos seus dados bancários ou executar alguma operação à distância, era necessário aceder às plataformas e aplicações específicas de cada banco. Isto obrigava, muitas vezes, o utilizador a saltar entre aplicações para fazer a sua gestão financeira das várias contas.  

Com a entrada em vigor do diploma comunitário, conhecido como PSD2 (Payment Services Directive 2), começou aquela que é apontada como uma das maiores revoluções no setor bancário. Esta revolução marca uma nova era de possibilidades para o utilizador, na gestão dos seus dados bancários e na segurança das transações online.

Com esta nova diretiva europeia, os bancos irão ser agora obrigados a disponibilizar uma API (Application Programming Interface). Esta API irá permitir que aplicações e plataformas de terceiros, com autorização do utilizador, acedam aos dados bancários. Assim, vão passar a oferecer serviços inovadores ou alternativos. Estes serviços, até aqui, apenas podiam ser desenvolvidos por entidades bancárias. Além disso, serão obrigados a integrar o SCA como forma de autenticação, duplicando as medidas de verificação de identidade do utilizador.

No fundo, o Open Banking irá permitir uma cooperação entre instituições bancárias, startups, fintechs e gigantes tecnológicas. Desta forma, vem trazer conceitos inovadores para o setor bancário, novas funcionalidades que permitem aos utilizadores gerir e utilizar todos os seus produtos financeiros e tudo isto de forma mais segura.

Quando tenho de ter o SCA implementado?

Englobado no PSD2, estava definido o dia 14 de setembro como data limite para a implementação do SCA, tendo estes prazos sofrido alterações.

O Reino Unido foi o primeiro a alargar estes prazos. A Financial Conduct Authority (FCA), a 13 de agosto, definiu um prazo de implementação de 18 meses. Já a Autoridade Bancária Europeia (EBA), a 16 de outubro de 2019, decidiu alargar também o prazo de implementação para dia 31 de dezembro de 2020. Assim, as organizações bancárias ganharam mais tempo para se adaptarem.

Jasmin: um software de gestão inteligente

Na vanguarda da tecnologia, o Jasmin é um software de gestão 100% cloud, que utiliza as infraestruturas Azure da Microsoft e por isso garante elevados padrões de performance, assim como níveis de segurança que cumprem todos os requisitos da legislação de Segurança e Proteção de Dados vigente na União Europeia.

Com o Jasmin, os seus dados serão confidênciais e estarão seguros. Experimente gratuitamente o Jasmin Express.

7 serviços de contabilidade que pode oferecer para o seu negócio crescer

Os pequenos negócios têm um papel preponderante na economia. No entanto, a maioria deles não tem a capacidade para ter uma pessoa expert em finanças/contabilidade a tempo inteiro. E muito ganhariam com o suporte e know how nesta área.

 

Para serem bem sucedidos, estes pequenos negócios necessitarão, impreterivelmente, destas habilidades. Assim, surge uma oportunidade para os contabilistas se assumirem como o diretor financeiro nas empresas suas clientes, combinando os seus conhecimentos práticos com software de gestão cloud e com uma análise de dados avançada do negócio. 

 

E, de forma a alcançarem este novo papel, os contabilistas têm de se focar em rentabilizar e valorizar o seu expertise – serem mais proativos e acrescentar valor através de serviços de contabilidade como o aconselhamento financeiro.

 

Chegou a altura das empresas de contabilidade diversificarem os seus serviços. O uso estratégico da tecnologia e o foco num ideal de inovação e otimização oferece ao contabilista a oportunidade de ter uma visão mais alargada do negócio.

 

Que serviços de contabilidade pode oferecer aos seus clientes?

 

1. Gestão financeira

 

Uma boa gestão financeira permite saber o estado da tesouraria em tempo real e fazer uma previsão da evolução futura. No mercado atual, as empresas precisam de conseguir fazer evoluir os seus negócios. Esta evolução acontece através de uma boa gestão financeira, com a redução de erros e maximização de lucros.

 

Com a evolução tecnológica, torna-se mais fácil conseguir uma gestão financeira eficaz. Este processo passa por otimizar os recursos financeiros ao dispor. Assim, é importante perceber onde e como se pode investir, que oportunidades existem e quais são os prazos, de forma a manter o saldo positivo. Caso contrário, é importante encontrar formas para lidar com uma crise.

 

Este serviço de gestão financeira complementa o trabalho contabilístico já executado: a contabilidade foca-se no desempenho económico do negócio e a gestão financeira vem complementar, focando-se no desempenho financeiro, numa perspetiva mais estratégica.

 

2. Planeamento fiscal e financeiro

 

Aliar o know-how ao planeamento estratégico é uma solução eficaz para ajudar os seus clientes a conquistar os seus objetivos financeiros.

 

O planeamento fiscal e financeiro implica tarefas simples, como:

 

  • Organizar sessões de planeamento;
  • Ajudar a desenhar o plano financeiro do seu cliente para o ano que se aproxima.

 

Isto pode ser feito presencialmente e acontece uma vez por ano. Esta estratégia permite criar uma relação de confiança com o cliente, garantindo assim um atendimento personalizado.

 

Da mesma forma, se o contabilista desenvolver alguns KPIs (Key Performance Indicators), está a ajudar os seus clientes a manter em ordem o progresso dos seus objetivos financeiros. Ao mesmo tempo, o contabilista pode partilhar relatórios, para os seus clientes conseguirem acompanhar o que está a acontecer em tempo real. Assim, consegue manter o contacto com os seus clientes e desenvolver um trabalho diversificado e flexível.

 

3. Oferecer serviços como diretor financeiro

 

Aproveite as vantagens que as novas tecnologias oferecem. Aposte na tecnologia cloud que está, cada vez mais, a aumentar a produtividade e a automatizar várias tarefas contabilísticas. O contabilista ganha, assim, a possibilidade de ser tornar um verdadeiro diretor financeiro dos seus clientes, auxiliando na tomada de decisões mais rápidas e conscientes.

 

Esta mudança de paradigma permite-lhe executar as tarefas rotineiras, que requeriam demasiado tempo de trabalho, de forma mais eficiente e, na maioria dos casos, totalmente automática. E ter a capacidade e disponibilidade de prestar serviços de contabilidade mais valiosos para as empresas, como o aconselhamento financeiro.

 

Além disso, a tecnologia cloud garante maior segurança, flexibilidade e acessibilidade. Os dados estão disponíveis em qualquer dispositivo, em qualquer altura e em qualquer lugar. Este novo cenário permite oferecer serviços desde qualquer localização, assumindo, assim, o papel de estratega financeiro dos seus clientes.

 

4. Consultoria empresarial

 

Cada vez mais, as empresas estão à procura de conselhos de negócio, para aumentar a produtividade e a eficácia. A maioria das empresas de contabilidade foca-se em serviços de contabilidade básicos. Mas a procura por estes é cada vez menor. Com o avanço da tecnologia, estes serviços básicos são realizados de forma automática.

 

O contabilista ganha, assim, a possibilidade de se focar em novas estratégias, tornando-se o diretor financeiro dos seus clientes. Este papel que o contabilista assume facilita o apoio à decisão do cliente, o reporte e análise de negócio em tempo real e o contacto constante, a partir de qualquer localização.

 

O contabilista, como conselheiro, auxilia os clientes a tomar decisões mais rápidas e eficientes. A partilha de informação em tempo real passa a ser uma realidade e permite ter uma visão precisa da condição financeira do seu cliente.

 

5. Processamento de pagamentos/salários

 

O processamento de salários é uma tarefa mensal de todas as empresas. Pode ser complexa e morosa, especialmente se for realizada manualmente. Este processo engloba alguns aspetos como os dados da pessoa em questão, o número de dias úteis do mês, as contribuições ao Estado, o mês de processamento, o salário líquido e ilíquido ou os subsídios.

 

Atualmente, o processamento de salários é automático e permite que o contabilista consiga processar diversos clientes sem o trabalho intensivo que esta tarefa requeria.

 

Esta transformação permite oferecer um serviço competitivo e, ao mesmo tempo, gerar receitas. A mudança de paradigma está assente em modelos de automatização e simplificação de processos, cujo objetivo é garantir a mobilidade e o acesso à informação em tempo real.

 

A utilização de tecnologias cloud para o processamento de salários, permite ao contabilista personalizar o serviço para acompanhar as necessidades específicas de cada cliente.

 

6. Serviços de contabilidade forense

 

Com o know-how aliado à capacidade de investigação, o contabilista tem a capacidade de oferecer serviços de contabilidade forense.

 

Os profissionais de contabilidade forense são especialistas na quantificação de danos e conseguem ajudar as empresas a implementar medidas de controlo que reduzem risco de fraude e danos à sua reputação.

 

Com este serviço, pode ajudar o seu cliente a acompanhar a legalidade dos seus negócios, a preparar extratos financeiros para investidores e a protegê-los de fraude. Esta é uma forma importante de aumentar o valor dos seus serviços de contabilidade.

 

7. Análise contabilística em tempo real

 

Não é novidade que empresas que usam tecnologia cloud têm a capacidade de prestar serviços mais precisos e eficientes, garantindo maior segurança dos dados. Esta tecnologia facilita a realização das mais variadas tarefas, incluindo a análise contabilística.

 

Além disso, é possível partilhar relatórios em tempo real e aceder a ferramentas de análise que ajudam a ter uma visão clara da condição financeira do seu cliente. O contacto constante está assegurado e, com apenas um clique, pode produzir relatórios e propostas de melhoria, emitir faturas e lançar despesas, a qualquer altura e em qualquer lugar.

 

O contabilista tem a responsabilidade de acompanhar os documentos contabilísticos, como faturas, comprovativos de transferência ou extratos bancários, com o objetivo de realizar um balanço do património da empresa. Assim, uma análise contabilística eficaz tem a capacidade de controlar o avanço do negócio.

 

O Jasmin Software é um aliado no crescimento do seu negócio

 

O Jasmin assume-se como um software de gestão 100% cloud, que pretende ajudar no impulsionamento de diferentes áreas de negócio. 

 

O Jasmin permite trabalhar todas as áreas desde a faturação, despesas, inventários, compras e tesouraria, em qualquer lado e em conjunto com o escritório de contabilidade.

 

Além disso, este software conta com inteligência artificial que apoia os gestores na análise da informação e na tomada de decisão. Com poderosas ferramentas de análise de informação e com um dashboard de negócio completo do Jasmin, a gestão de todas as áreas de uma empresa é feita de forma totalmente online.

 

O Jasmin é um software certificado pela AT que facilita a resposta à fiscalidade. Experimente já o Jasmin Express! É grátis e é o parceiro que o seu negócio precisa.

 

Reconciliação bancária: o que é e como fazer?

Se tem ou gere uma empresa, sabe que uma das suas tarefas mais importantes e, também, mais difíceis é conseguir ter um controlo permanente sobre as contas da empresa.

 

Independentemente da sua dimensão, com maior ou menor frequência, realiza tarefas financeiras diariamente, sejam elas pagamentos a fornecedores, recebimentos de clientes – sejam através de transferências bancárias ou cheques, na totalidade da dívida ou parcialmente –, afetação a contas poupança, investimentos, entre outros.

 

Entre tantos movimentos possíveis, é possível que nem sempre os movimentos considerados na contabilidade reflitam a situação atual da tesouraria da empresa. A acrescer, acontecem por vezes determinados erros, como a não consideração de gastos mais pequenos, ou a mistura de contas pessoais com as profissionais, que quase sempre geram movimentos não previstos e que podem acabar por afetar a saúde financeira da empresa.

 

Assim, é muito importante estar sempre a par da situação real das suas contas de forma a poder precaver-se e fazer um planeamento informado, sendo a reconciliação bancária uma parte fulcral da sua gestão de tesouraria.

 

O que é a reconciliação bancária?

 

De forma simples, a reconciliação bancária é o processo através do qual se comparam os movimentos de entradas e saídas reais constantes dos extratos bancários com os movimentos registados nos extratos contabilísticos, fazendo corresponder uns a outros ao corrigir as inconsistências existentes, de modo a obter um saldo bancário na contabilidade igual ao real.

Todas as empresas, à data da sua criação, são obrigadas a ter pelo menos uma conta bancária. Tenham elas apenas uma ou várias, todas elas com o seu próprio objetivo, se envolverem uma transação financeira, é importante fazer a reconciliação de todas separadamente para que a contabilidade reflita a atual situação financeira da empresa.

 

Como fazer a reconciliação bancária?

 

Tendo em mente o que é e quão importante é, seguem alguns passos para elaborar uma correta e eficiente reconciliação bancária, de modo a obter um relatório fidedigno e detalhado da posição atual da entidade.

 

1. Identifique todas as contas bancárias

 

O primeiro passo é perceber quantas contas bancárias tem a empresa – lembre-se, todas as contas, sejam elas à ordem, poupança, de cartão de crédito ou até de PayPal – e obter os extratos de cada uma. Independente da quantidade de contas existentes, todas devem ser conciliadas.

 

2. Registe todos os movimentos diariamente

 

Deve sempre ter um registo permanente e atualizado dos movimentos financeiros de entradas e saídas da empresa, preferencialmente, num software de gestão como o Jasmin.

Deve registar todas as transações – recebimentos de clientes, pagamentos a fornecedores, pagamentos de vencimentos, pagamentos de empréstimos, receção de juros de depósitos, impostos, entre outros – separadamente por conta bancária, de modo a poder extrair um extrato para cada uma. Sem ter esta informação reunida, não conseguirá fazer a reconciliação bancária; afinal, esta trata-se da comparação destes movimentos com os das contas bancárias respetivas.

 

3. Facilite a comparação: imprima todos os extratos

 

Uma vez colecionados os extratos bancários e os extratos contabilísticos de cada conta, imprima todos os extratos bancários e contabilísticos, de todas as contas existentes, filtrando as datas de modo a que contenham o saldo final do período para o qual estiver a fazer a reconciliação (dia, semana, mês).

 

4. Compare os saldos e os movimentos

 

Está na hora de comparar os saldos dos extratos bancários com os da contabilidade. Verifique movimento a movimento e assinale nos dois lados, por exemplo com um “visto” (√), os que coincidem em valor e em data e, portanto, estão conciliados. Os que não coincidem terão de ser reconciliados.

 

5. Corrija os movimentos incoerentes

 

Trate agora dos movimentos que não coincidem, ou seja, que não estão presentes num extrato ou noutro ou estão indevidamente lançados. Cada irregularidade deve ser estudada, no sentido de perceber o seu motivo e origem, e justificada. Todas as divergências encontradas deverão ser corrigidas na contabilidade de modo que este saldo e o do extrato do banco sejam iguais.

 

 

Como? 

 

 

Primeiro, precisa de ter um documento de reconciliação bancária por conta. Neste documento deve:

a. começar por introduzir o saldo bancário final do período considerado (dia, semana, mês), tal como aparece no respetivo extrato. Este saldo é a base para fazer todas as alterações seguintes;

b. relativamente aos movimentos existentes no extrato bancário, mas não constantes do extrato da contabilidade, por ainda não estarem justificados pelo respetivo documento contabilístico, adicionar as saídas e subtrair as entradas;

c. relativamente aos movimentos registados no extrato da contabilidade, mas não existentes no extrato bancário, por ainda não terem ocorrido (por exemplo, cheques recebidos, mas ainda não creditados pelo banco), adicionar as entradas (movimentos a débito) e subtrair as saídas (movimentos a crédito).

d. após estas operações e justificadas as divergências, o saldo conciliado a partir do saldo bancário será igual ao saldo da contabilidade.

 

Quando fazer a reconciliação bancária

 

Sendo a reconciliação bancária um procedimento fulcral para a tomada de decisões reais, baseadas em factos reais, deve ser repetida de forma constante.

Dependendo da dimensão da empresa e da quantidade de documentos, a reconciliação bancária deve, idealmente, ser feita diariamente ou semanalmente de modo a que os saldos contabilísticos sejam quase permanentemente iguais aos saldos reais e, assim, possa obter informações sem qualquer surpresa ou distorção da realidade. Claro que, se a sua empresa tem uma menor quantidade de transações, há menos probabilidade de haver erros e incoerências e, portanto, poderá alargar um pouco o intervalo entre reconciliações fazendo-as, por exemplo, mensalmente. No fundo, deve ajustar a periodicidade às necessidades da empresa.

 

Dicas para uma reconciliação bancária mais eficiente

 

Como provavelmente já terá constatado, a reconciliação bancária pode ser um processo demorado que exige esforço, concentração e atenção ao detalhe. Seguem abaixo algumas dicas para que o seu trabalho não seja tão árduo.

Tenha os registos sempre em dia

Como já referido, é muito importante que mantenha os lançamentos de todos os movimentos de entradas e saídas em dia. Se for possível, registe-os no momento em que ocorrem para evitar a perda ou o esquecimento de algum, ou o trabalho moroso de ter de fazer tantos registos de uma só vez.

Defina um objetivo para as informações obtidas

Seja a prossecução de objetivos fiscais, com a simples remoção de incongruências, seja o planeamento de possíveis investimentos, deve definir um objetivo para as informações obtidas com a reconciliação bancária. Ter um objetivo claro ajudá-lo-á a perceber não só a necessidade de ter este procedimento em dia, como também a definir a sua periodicidade.

Use um software de gestão

Alivie a sua carga ao delegar algum do seu trabalho a um software de gestão. Com capacidades de processamento de dados muito superiores às do cérebro humano, estes tipos software permitem-lhe preocupar-se apenas com a interpretação dos dados, automatizando ou facilitando a parte mais mecânica do processo, como os passos 3 e 4 referidos acima.

 

O Jasmin ajuda-o na sua gestão de tesouraria

 

Com uma forte componente de IA e Machine Learning, o Jasmin simplifica a gestão diária do seu negócio, aumentando a produtividade nas tarefas administrativas mais rotineiras, e isso inclui a gestão da sua tesouraria, da qual faz parte a reconciliação bancária. Sendo um software de gestão certificado que funciona na cloud, poderá aceder aos seus dados em qualquer lugar, sem perder nenhum pelo caminho.

 

Com a possibilidade de automatização da receção e lançamento de recebimentos e também com a funcionalidade de reconciliação bancária, a morosidade deste procedimento tem os dias contados. Além de haver muito menos probabilidade de haver erro humano nestes lançamentos, o Jasmin automatiza a reconciliação destes e dos restantes, de forma a que tenha sempre à mão os dados essenciais à tomada de decisão. O que espera? Experimente gratuitamente e sem compromisso o Jasmin Express e deixe-o fazer parte da sua equipa.

O contabilista como diretor financeiro dos seus clientes

Quanto maior o conhecimento financeiro e de gestão nas empresas, maior a capacidade de tomada de decisão. Nesse sentido, um contabilista com grande proximidade aos seus clientes e que promova o seu know how, está a oferecer-lhes grande auxílio na tomada de decisão.

 

A maioria dos pequenos negócios não tem a capacidade de ter um expert em finanças/contabilidade a tempo inteiro. Além disso, os negócios mais recentes falham, porque não conseguem diferenciar-se da concorrência e/ou porque não conseguem encontrar um modelo de negócio lucrativo.

 

Assim, torna-se evidente que o contabilista tem um papel preponderante no dia a dia das empresas, podendo assumir um papel mais participativo e conselheiro junto dos empresários. 

 

A grande mudança no setor da Contabilidade

 

O setor da contabilidade está a sofrer diversas mudanças, em consequência da evolução tecnológica. A concorrência entre os serviços prestados é cada vez maior e o nível de diferenciação é menor – nomeadamente no que respeita aos serviços mais rotineiros e de menor valor acrescentado.

 

Estas mudanças tecnológicas tornam muitas das tarefas dos contabilistas automáticas. Estamos, portanto, na presença de uma mudança do papel do contabilista, onde muitas das tarefas que requeriam demasiado tempo de trabalho podem, agora, ser realizadas em poucos minutos. Além de automático, o processo garante maior segurança, flexibilidade e acessibilidade.

 

Esta mudança do papel do contabilista, aliado à tecnologia cloud, oferece-lhe a possibilidade de se tornar um conselheiro financeiro dos seus clientes. Com os ganhos de eficiencia que consegue alcançar, resultado da automatização de tarefas, pode então ter uma maior proximidade com os seus clientes e, assim, apresentar serviços de maior valor acrescentado.

 

Ajudar o cliente a criar orçamentos, a projetar o futuro e apoiar nas decisões financeiras são algumas das tarefas de um diretor financeiro. Estes são serviços que os contabilistas podem, agora, apresentar aos seus clientes e, assim, tornar-se o braço financeiro dos empresários e ajudá-los a tomar decisões melhores e mais rápidas.

 

Como o software cloud o ajuda a tornar-se um diretor financeiro

 

Com o know-how e as capacidades do software cloud, o contabilista pode ser então o diretor financeiro dos seus clientes.

 

Usar tecnologia cloud é essencial para se adaptar à dinâmica da realidade da era da contabilidade 4.0 e aumentar o rigor, produtividade e eficiência deste setor. A cloud oferece várias vantagens que o ajudam os profissionais de contabilidade a reiventar-se: 

 

  • A possibilidade de partilhar dados, em tempo real;
  • Oferece relatórios e análises de negócio, em tempo real. Estas características ajudam a ter uma visão clara da situação financeira dos clientes;
  • Os software cloud são acessíveis e flexíveis. Pode oferecer serviços de contabilidade desde qualquer lugar e a qualquer hora.

 

 

Mas além da nova tecnologia, para o contabilista se tornar um diretor financeiro é necessário adaptar a forma como trabalha e comunica com o seu cliente. Assim, aliar a tecnologia cloud ao aconselhamento financeiro é o que distingue o profissional da concorrência.

 

Com estas soluções, o diretor financeiro tem capacidade de garantir ao cliente a realização de várias tarefas que tornam o serviço mais eficaz e personalizado:

 

Apoio à decisão

 

O sistema cloud oferece soluções que permitem a partilha de dados, facilitando a comunicação com o seu cliente. Com estes dados disponíveis em qualquer dispositivo, a qualquer altura, torna-se mais fácil partilhar insights de negócio, apoiar cada cliente e aconselhá-lo na tomada de decisão. Conversar com os clientes ajuda a descobrir o que cada um precisa realmente e a perceber como e quando atuar.

 

Orçamento e forecast

 

Com o software cloud é possível criar um orçamento anual e monitorizá-lo ao longo do tempo. Isto pode ser feito em conjunto com os seus clientes. Além disso, esta tecnologia oferece a possibilidade de criar previsões, às quais o diretor financeiro deverá dar resposta.

 

Monitorização da situação financeira

 

A cloudização das ferramentas de trabalho permite que os dados estejam disponíveis em qualquer dispositivo, em qualquer altura e lugar. Isto permite tornar-se diretor financeiro dos seus clientes e oferecer serviços desde qualquer localização. Desde lançamentos a registos de despesas, as soluções cloud poupam tempo ao automatizar os processos, com maior precisão, rapidez e confiança.

 

Relatório e análises de negócio em tempo real

 

A tecnologia cloud oferece relatórios em tempo real e ferramentas de análise, que ajudam a ter uma visão clara da condição financeira do seu cliente. A apenas a um clique de distância, pode comunicar com o cliente, produzir relatórios e propostas de melhoria, bem como emitir faturas e lançar despesas.

 

Para se tornar um conselheiro financeiro de confiança, o contabilista deve adaptar a forma como aborda o setor e começar a implementar algumas mudanças:

 

  • Oferecer mais serviços de consultoria;
  • Mudar a forma de interação com os clientes, criando relacionamentos mais significativos;
  • Conversar com os clientes, com o objetivo de identificar e ferir os seus problemas;
  • Ajudar os clientes a alcançar os objetivos;

 

Assuma o papel de diretor financeiro com a ajuda do Jasmin Software

 

Se assumir o papel de diretor financeiro lhe parece ambicioso, a boa notícia é que já existe um software que o ajuda a dar resposta às necessidades de qualquer negócio.

 

O Jasmin é um software de gestão que utiliza a Inteligência Artificial e o Machine Learning. Estas ferramentas ajudam-lhe a obter todas as informações cruciais de negócio sem esforço e portanto a perceber o estado do negócio com muita rapidez.

 

Por funcionar na cloud, pode aceder à informação a toda a hora e em qualquer lugar e a realizar todas as tarefas administrativas com muita fluidez. Ajuda-o numa gestão mais eficaz e numa monitorização constante – mantém a tesouraria sempre controlada e antecipa cenários de risco, controla operações e acelera processos.

 

Adira ao Jasmin sem custos e fique a saber como este software pode facilitar a gestão do seu negócio.