Gestão logística: um dos fatores-chave nas vendas online

O sucesso do comércio online não é apenas resultado de um bom produto ou serviço, preços competitivos ou um bom website. Sem a aposta numa gestão logística eficiente fica em causa a sustentabilidade e rentabilidade do negócio.

 

Este é um fator-chave de sucesso: garantir um bom serviço de entregas e logística inversa (devoluções). A verdade é que, hoje, o consumidor está cada vez mais exigente. Talvez seja fruto da mudança de hábitos de consumo, muito impulsionadas pela pandemia da COVID-19 que obrigou os consumidores a adaptar rotinas – e marcas a reinventar modelos de negócio.

 

Hoje, para satisfazer as necessidades dos consumidores, as empresas precisam de apostar numa gestão logística que garanta processos eficientes, de forma a proporcionar a melhor experiência possível de compra.

 

Gestão logística para negócios online: como funciona?

 

Atrasos nas entregas, produtos trocados ou em mau estado ou entregas em locais errados, destroem a reputação e credibilidade da marca e a confiança do consumidor.

 

No novo paradigma de consumo, os clientes valorizam a rapidez e a segurança – além da comodidade que o online oferece. E para responder a esta exigência e às elevadas expectativas dos consumidores, as marcas têm de pensar numa estratégia de gestão logística integrada e mais eficiente.

 

Mas, afinal, como funciona a logística no e-commerce?

 

Um processo logístico pouco eficiente tem um impacto muito negativo no resultado das vendas. Para evitar estes maus resultados, a gestão logística deve envolver a integração de informação entre sistemas, transportes, stock, embalagem, armazenamento e expedição.

 

Todo este fluxo – que começa no momento de aquisição do produto e termina na entrega ao consumidor final – deve ser otimizado. Mas muitas marcas enfrentam o desafio da correta gestão logística. Para ser possível inverter este cenário, é fundamental conhecer todos os pontos que envolvem a logística do ecommerce.

 

Gestão e controlo de stocks

 

Planear, comprar, armazenar e expedir produtos é o workflow de qualquer negócio online. Pode não ser evidente, mas o processo logístico está presente em todo o ciclo de compra do consumidor: desde a disponibilidade do produto em stock até ao processo de entrega.

 

A grande missão é uma: encontrar um equilíbrio entre as saídas (vendas) e as entradas (compras) de material. 

 

Quando existe um planeamento eficiente, o stock disponível é capaz de responder às necessidades do cliente, evitando assim custos desnecessários com stock em excesso ou perda de clientes por falta de artigos.  

 

Inovar nos processos logísticos

 

Seja para evitar a perda de uma venda por falta de stock ou a desvalorização do iventário devido a stock em excesso, ou ainda para garantir um controlo rigoroso da organização de stocks e a satisfação do cliente, as empresas devem ter em consideração alguns aspetos, tais como:

 

  • Sistemas de monitorização de stock

    Hoje, já existe software que garante um controlo rigoroso do inventário, além de ajudar na organização dos artigos e monitorização de stock. A tecnologia hoje disponível permite prever as vendas, em função da procura e de outros parâmetros, e organizar relatórios que permitem facilmente consultar o stock disponível e rapidamente tomar as melhores decisões para responder à dinâmica do mercado.
     

  • Sistemas de controlo e organização de stock

    Se trabalha na área logística, certamente conhece muito bem o termo picking. O picking consiste na separação e preparação dos pedidos para enviar aos clientes. De entre as várias operações inerentes à gestão de stocks, a preparação de pedidos (picking) é apontada como uma das mais críticas, não só pelo grau de complexidade que envolve, mas também por se tratar de uma das atividades com custos mais elevados. Mas já existem sistemas de picking inovadores, que utilizam tecnologias como o reconhecimento de voz, leitores de RFID ou realidade aumentada e que podem ser uma grande ajuda para aumentar a eficiência das operações.

  • Métodos de expedição e entregas

    E o dropshipping, conhece? O termo nasceu da junção de duas palavras: drop, que significa “largar”, e shipping, que pode ser traduzida como “envio”. Conhecendo o significado quase literal da palavra, torna-se mais simples compreender a utilidade deste método para as lojas onlinedeixar a entrega e o stock por conta de outra empresa. No fundo, trata-se de uma forma mais económica de gerir um negócio de vendas online sem existir a preocupação com grandes quantidades de stock.

Veja, neste artigo, como funciona o dropshipping.

  • Fulfillment

    outra terminologia muito comum na área logística é o fulfillment. Refere-se ao conjunto de atividades que envolvem o atendimento ao cliente, desde o momento do pedido de encomenda, até ao momento de entrega ao consumidor final. Neste ciclo, estão atividades e processos, como: receção de pedidos, armazenamento, controlo de stock, distribuição e logística, acompanhamento das entregas, serviço ao cliente, logística inversa e análise de feedback.

     

  • Logística inversa

    Este é outro termo muito comum que se refere a um procedimento que visa facilitar a devolução de um produto num negócio de ecommerce. Este processo é a chave que dita a satisfação do serviço prestado por uma marca. É, por isso, importante ter uma política de troca e devolução descomplicada. Isto faz com que o consumidor não fique surpreendido, caso venha a precisar de utilizar este serviço.

Mas como simplificar a gestão logística?

 

A gestão logística de um negócio de vendas online deve ser adaptada ao modelo de negócio de cada marca. E é incontestável que a tecnologia representa um papel crucial no controlo eficaz do stock e, com a tendência de crescimento do comércio online cada vez mais acentuada, surgem necessidades e desafios para as empresas que decidem apostar neste modelo de negócio online.

 

Além da gestão logística, é fundamental ter um controlo global de todos os aspetos do negócio. Com o Jasmin, um software de gestão cloud que responde às exigências do comércio online, é possível gerar faturas, fazer a gestão de stock, tratar da expedição das encomendas e dar seguimento a devoluções dos vários canais de venda, de forma centralizada.

 

Num único backoffice, faz a gestão administrativa e logística dos vários canais de venda!

Negócio online: como lançar uma campanha promocional no ecommerce?

Sabemos que a compra online teve um grande boom em Portugal. Mas também sabemos que durante os longos – e desafiantes – meses de pandemia, os consumidores foram forçados a comprar online, da mesma forma que as empresas também se viram forçadas a migrar para o digital. A verdade é que o negócio online passou a ser o herói de muitas economias e empresas.

 

Apesar as consequências nefastas a nível económico que a pausa no comércio físico representou, esta mudança drástica obrigou as empresas a inovar e adotar tecnologias disruptivas, tanto no hemisfério físico, como online.

 

Negócios foram readaptados, novos modelos surgiram e as estratégias que outrora resultaram no comércio físico, estão a ser repensadas para o meio digital. Exemplo disso, são as campanhas promocionais.

 

Como criar uma campanha promocional para o seu negócio online?

 

Realizar uma promoção no seu negócio online pode ser uma estratégia sólida para alavancar as vendas, fortalecer a imagem da marca ou fidelizar clientes. Mas estruturar uma campanha promocional não é uma tarefa simples. Existem diversos aspetos a ter em conta para evitar riscos de insucesso dessa campanha.

 

Quando falamos em campanhas promocionais, o pensamento comum divaga para ações de desconto. Mas não é apenas isso: uma campanha promocional é um dos braços mais importantes do marketing e torna-se, cada vez mais, uma estratégia de sucesso para os negócios online.

 

Quais são os objetivos das campanhas promocionais?

 

São diversos e flexíveis, dependendo do objetivo da empresa:

 

  • Incentivar a experimentar e a comprar o produto;
  • Incentivar a fidelização com a marca;
  • Aumentar a notoriedade no mercado;
  • Aumentar as vendas;
  • Apresentar novidade e inovações do produto;
  • Reduzir a quantidade de stock.

 

Mas como desenvolver uma campanha?

 

Em primeiro lugar, antes de qualquer ação, é fundamental conhecer o público-alvo e ter o perfil da empresa bem traçado. Apenas depois é que pode começar a ser desenvolvida uma ação promocional. Para tal, é importante definir:

 

  • Os objetivos gerais e específicos da ação;
  • O público que deverá ser atingido;
  • O conceito da campanha;
  • Estabelecer o período que a campanha estará em vigor;
  • Que tipos de ações serão realizadas e como;
  • Os recursos humanos e financeiros necessários;
  • Como será divulgada a campanha promocional;
  • Avaliar os resultados da ação.

 

Que tipo de campanhas promocionais podem ser realizadas num negócio online?

 

Considerando que cada negócio tem as suas particularidades, devem ser implementadas campanhas promocionais que façam sentido para a marca. Baixar o preço é o que, normalmente, associamos a “promoção”, mas, muitas vezes, pode não ser opção.

 

Fazer uma campanha promocional sem um plano bem estruturado e uma previsão de resultados pode ser fatal para o negócio online. Por isso, é importante definir a ação de acordo com a estratégia da marca.

 

Nas campanhas promocionais de ecommerce, os objetivos são semelhantes às ações do comércio físico, mas desenvolvidas de forma diferente. Ora vejamos, se no meio offline as campanhas promocionais passam por sorteios, concursos, programas de incentivo, distribuição de amostras ou brindes – por exemplo –, no meio online, o cenário é diferente.

 

As campanhas promocionais realizadas no digital, devem explorar três pilares essenciais para o consumidor: informação, entretenimento e relacionamento. E num negócio online isto é mais simples.

 

Estes são alguns exemplos de formas de alavancar campanhas promocionais online:

 

  • Disponibilização de conteúdo interativo;
  • Sorteios;
  • Promoções com condições especiais;
  • Desenvolvimento de jogos e aplicativos com fins específicos.
  • Ofertas e descontos imediatos;
  • Cupões e vales de desconto;
  • Promoções acumuláveis;
  • Programas de Fidelização.

 

Exemplos de campanhas promocionais

 

Oferta de um produto na compra de outro

 

Esta é a tradicional campanha de “Pague 1, Leve 2”. Consiste exatamente na compra de um produto e na oferta de um segundo. Esta campanha pode ter várias finalidades: a fidelização do cliente, a apresentação de um novo produto – por exemplo, na compra de um produto X, recebe um novo modelo do produto Y – ou a redução de stock.

 

Oferta dos portes de envio

 

Para o cliente, o pagamento dos portes de envio poderá ser um entrave à finalização da compra. Oferecer os portes de envio pode ser uma forma de responder a este problema, sublinhando a facilidade e comodidade de comprar online.

 

Oferta de um desconto especial em compras superiores a um determinado valor

 

Ao oferecer um produto ou um desconto extra se o valor da compra ultrapassar o valor predeterminado pela marca é uma forma de dar a conhecer produtos novos e fazer com que o cliente gaste mais nos produtos que já conhece.

 

Oferta do produto de valor inferior

 

Esta é uma excelente estratégia para incentivar o cliente a aumentar o número de produtos por compra. Se, na compra de 3 produtos, for oferecido o de menor valor, o cliente, provavelmente, não encomendará só um produto – irá encomendar dois para receber o terceiro.

 

Descontos progressivos

 

Já ouviu falar dos descontos progressivos? No fundo, é mais uma forma de incentivar o cliente a aumentar o número de produtos por encomenda. Trata-se de um desconto que aumenta à medida que o número de produtos (ou valor gasto) vai subindo. Por exemplo, na compra de 3 produtos, tem 10% de desconto, mas se comprar 5 usufrui de 20%.

 

Promoções em dias temáticos

 

Colocar em prática esta campanha pressupõe oferecer promoções em datas como o Dia da Mãe, o Dia da Mulher, o Natal, Carnaval, etc. Por exemplo: oferta de portes grátis em todos os produtos da coleção do Dia da Mãe.

 

Promoções para clientes habituais

 

A fidelização é, sem dúvida, um dos pilares mais importantes de um negócio online E pode ser feita através de campanhas promocionais, oferecendo certos benefícios aos clientes que regressam à loja online e voltam a fazer encomendas.

 

Códigos de desconto

 

Além de representarem uma boa forma de atrair novos clientes, os códigos de desconto são uma ótima forma de monitorizar a origem do cliente.

 

Migrar as estratégias do comércio físico para o digital

 

O digital ocupa o pódio e continua – e continuará num futuro pós-pandemia – a ser o herói e o protagonista do setor do retalho. Com os consumidores cada vez mais habituados às compras online, com toda a facilidade, conveniência e imediatismo característico do meio digital, é, mais do que nunca, importante saber responder às suas necessidades. Necessidades essas que vão além das que marcaram o comércio físico.

 

Mas se está a pensar investir numa campanha promocional para o seu negócio online, saiba que não basta ter em conta o objetivo da campanha. É fundamental um planeamento estruturado de todos os aspetos, desde a gestão logística à gestão administrativa e comercial.

 

A aposta em soluções de gestão administrativa e logística é a resposta aos desafios que o negócio online impõe.

 

Hoje, com recurso a tecnologia, esta gestão do negócio é simplificada e agilizada. Um software de gestão, como o Jasmin, além de otimizar a gestão diária, integra facilmente todos os aspetos de e-commerce num único backoffice.

 

Com o Jasmin garante uma gestão integrada dos vários canais de venda, controla as vendas num único local e consegue fazer a gestão do inventário disponível para cada canal de venda.

 

Além disso, conta ainda com um dashboard com resultados das vendas nos vários canais. Aposte numa gestão multichannel, integrando as várias plataformas de e-commerce com o Jasmin.

O que são os juros de mora e como calculá-los?

A falta de pagamentos atempados e prazos esquecidos são o grande motivo da instabilidade na gestão da tesouraria das empresas. Quando estes atrasos na liquidação de prestações acontecem, as empresas ficam sujeitas ao pagamento de juros de mora.

 

Esta taxa é aplicada ao período de atraso de pagamento e acumulada ao valor a liquidar.

 

O que são os juros de mora?

 

Ao entrar em incumprimento no pagamento de um crédito, isto não só fica registado no seu historial de crédito, como acabará por pagar uma taxa extra que a instituição financeira pode exigir como compensação pelo atraso na liquidação de obrigações fiscais que tenha, que podem ser dívidas ao Estado ou empréstimos de entidades privadas. Isto são os juros de mora.

 

Estas penalizações referentes ao montante a pagar pela entidade devedora são uma forma de compensação à entidade lesada pelo atraso no pagamento da dívida. Assim, o valor destes juros acresce aos que já existia para liquidar.

 

Simultaneamente, esta taxa de juro varia conforme a classificação das entidades a quem é solicitado o empréstimo. Isto acontece porque as entidades públicas têm uma taxa diferente das entidades privadas.

 

Quais são as taxas aplicadas?

 

As taxas a aplicar relativas aos juros de mora de dívidas a entidades públicas são definidas anualmente pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública. Atualmente, segundo o Aviso n.º 369/2021, a taxa de juro em vigor a partir de 1 de janeiro de 2021 para as entidades públicas é de 4,705 %.

 

Quando se trata de entidades privadas, as taxas de juros de mora diferem. O que significa isto? Se, por um lado, as taxas dos juros de mora de dívidas ao Estado são definidas anualmente, por outro, se o atraso nas prestações for relativo a créditos a bancos, a Lei prevê uma taxa máxima para os juros moratórios, à qual se somam os restantes encargos.

 

Neste contexto, às taxas de juros aplicáveis a entidades privadas, poderá aplicar-se uma sobretaxa anual a ser acrescentada à taxa do contrato, até um máximo de 3%. Esta sobretaxa serve para proteger as famílias e os consumidores em dívida, bem como de práticas arbitrárias ou abusivas de juro.

 

Além desta taxa, as entidades lesadas podem ainda aplicar uma comissão de recuperação por cada prestação em atraso. Esta comissão só pode ser cobrada uma única vez e não pode ser superior a 4% da comissão, devendo variar entre os 12 euros e os 150 euros.

 

Como se calculam estes juros de mora?

 

Para calcular os juros de mora é obrigatório conhecer o valor em dívida, além do número de dias de atraso de pagamento. Se se trata de uma entidade pública, é essencial saber qual a taxa de juros de mora, mas, caso seja uma entidade privada, é fundamental conhecer a taxa anual nominal (TAN) do empréstimo que contraiu.

 

Dívida a entidade privada

 

A taxa de juros de mora é calculada através da soma da taxa de juros remuneratórios (TAN) com os 3% de sobretaxa anual definida.

 

Ou seja, imagine que tem uma dívida de 500 euros, em atraso há 20 dias, com uma TAN de 4%. A taxa de juros de mora = TAN + os 3% = 4% + 3% = 7%.

 

O total a pagar é, assim, o valor em dívida + os juros de mora (valor em dívida x taxa de juros moratórios / n.º de dias em atraso x 365) + comissão (valor em dívida x TAN).

 

Total a pagar = 500€ + (500€ x 7%/365 x 20) + (500€ x 4%)

 

Dívida a entidade pública

 

Caso tenha uma dívida de 500 euros, em atraso há 20 dias à Autoridade Tributária.

 

Total a pagar = (Montante em dívida x taxa de juros de mora) / 365 dias x nº de dias de atraso

 

Total a pagar = 500€ x 4,705% / 365 x 20

 

Evite os juros de mora e tenha a gestão da tesouraria sempre controlada

 

A gestão da tesouraria é crítica em qualquer negócio e fazê-la corretamente pode ser desafiante. Para superar os muitos desafios, é extremamente importante recorrer ao que há de mais moderno na tecnologia para automatizar os muitos (e muitas vezes manuais) fluxos de trabalho.

 

O Jasmin pode ajudá-lo a manter a tesouraria controladaantecipar cenários de risco e, de uma forma geral, tomar as melhores decisões.

 

Com uma forte componente de IA e Machine Learning, o Jasmin simplifica a gestão diária do seu negócio, aumentando a produtividade nas tarefas administrativas mais rotineiras, e isso inclui a gestão da sua tesouraria.

 

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Como funciona o registo de marcas em Portugal?

Tem uma ideia para um modelo de negócio, sabe como a concretizar, mas faltam os últimos pormenores: registar a marca. O registo de marcas não é obrigatório, mas é importante.

 

Além de prevenir que o nome ou imagem da empresa sejam utilizados indevidamente, o registo de marcas permitir distinguir um produto ou serviço de outros. Porque a verdade é que a marca é, realmente, a imagem e identidade do negócio e a forma como os consumidores percecionam a empresa e os produtos ou serviços: é uma representação figurada de uma empresa.

 

Passo a passo: o registo de marcas sem complicações

 

Antes de apresentar o pedido de registo, deve certificar-se de alguns aspetos importantes:

 

  • Confirmar que não nenhuma marca igual ou semelhante;
  • Os consumidores são capazes de distinguir a marca de outras empresas;
  • É elegível para ser registada.

 

Onde registar?

 

Em Portugal, as marcas são registadas no INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Também pode dirigir-se a uma Conservatória do Registo Comercial.

 

Para registar a marca, basta reunir os seguintes elementos:

 

  • Representação da marca com as palavras que a compõem, figuras ou desenhos que a identificam;
  • Dados de identificação do titular (nome, denominação, morada, número de contribuinte (NIF), nacionalidade e e-mail;
  • Classificação dos serviços ou produtos a que a marca se refere (classificação NICE);
  • Assinatura do requerente;
  • Sons (caso a marca inclua sons).

Para registar a sua marca além-fronteiras, terá de fazer um pedido de registo de marcas internacional ou um pedido de registo de marcas da União Europeia.

 

Quanto custa Registar uma Marca?

 

Em Portugal, os custos para registar uma marca são os seguintes:

 

  • 124€ – pedido do registo online;
  • 249€ – pedido do registo em papel;
  • 31,55€ – valor por marca adicional online;
  • 63,09€ – valor por marca adicional em papel.

Porquê registar a marca?

 

O registo de marcas é a única forma legal de proteger uma marca ou um logótipo, caso sejam utilizados sem autorização. Por exemplo, se tiver uma empresa constituída, mas não tiver registado a marca de forma legal, outra pessoa ou entidade pode registá-la e ganhar, assim, o direito de a utilizar.  

 

O que ter em conta?

 

  1. O nome da empresa não é a marca

No momento de criação de uma empresa, terá, obrigatoriamente, de lhe atribuir um nome. Mas este nome não é a marca.

 

  1. O nome e o logo são quase o mais importante

     

Por serem o primeiro contacto com o público, pelo que é de extrema importância pensá-los bem, devem transmitir quase imediatamente aquilo que a marca é. No fundo, o nome e logo devem ser parte da identidade da marca.

 

  1. Não podem ser registadas marcas:

     

  1. que incluam símbolos de Estado, emblemas de entidades públicas, nomes ou retratos de pessoas sem autorização a quem pertencem esses símbolos;
  2. que incluam sinais com grande valor simbólico, por exemplo, símbolos religiosos;
  3. que incluam sinais que copiem ou imitem outros já existentes, sem autorização do titular.

Gerir o seu negócio e marca com a ajuda do Jasmin

 

Nenhuma marca consegue sustentar-se sem uma estratégia integrada de gestão, e o Jasmin é o aliado perfeito. O Jasmin é um software de gestão cloud que o ajuda a fazer crescer o seu negócio.

 

Além todas as vantagens de faturação, cumprimento das obrigações legais e gestão financeira e comercial, o Jasmin ainda integra com as principais aplicações do Marketplace, onde se incluem sistemas de CRM, de gestão de marketing, e-commerces, entre outros.

 

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Guia para abrir uma empresa: do financiamento ao início da atividade

Num país que se destaca pelo incrível ambiente de atração de empreendedores do mundo inteiro, abrir uma empresa em Portugal vai depender especialmente do nível de preparação que terá para começar um negócio.

 

Ter uma ideia de negócio é o primeiro passo para se tornar um empreendedor. Quer seja uma ideia totalmente inovadora, quer se trate de um produto ou serviço já existente, o mais importante é ser criativo, realista e certificar-se de que a ideia é viável e que está de acordo com as necessidades do mercado. Depois disso, o importante é começar. Como?

 

Passos para abrir uma empresa

 

1.      Planear o negócio

 

Numa primeira fase, saber quais os passos a dar para que os objetivos sejam alcançados é uma das questões que o planeamento do negócio pode ajudar a responder. Com um planeamento bem estruturado e pensado, os riscos e as incertezas serão reduzidas ao máximo.

 

De forma a transformar as suas ideias num negócio sustentável e lucrativo, é essencial que conheça com detalhe o mercado a explorar, os produtos ou serviços a comercializar, a concorrência, os preços praticados e as estratégias de negócio.

 

Nesta etapa, deve questionar-se sobre:

 

  • Qual o objetivo do seu negócio?
  • Qual é o público-alvo e como pode conquistá-lo?
  • Em que medida a sua ideia se diferencia da concorrência?
  • É possível obter lucros?

Criar um modelo de negócio

 

Transformar uma boa ideia num negócio rentável depende do desenho de um modelo de negócio coerente e estruturado. Este modelo permite perceber como será gerada a receita, através de um documento sucinto, que define a proposta de valor e as características diferenciadoras do produto ou serviço, os segmentos de clientes, a estratégia de mercado, os canais de distribuição, a relação com os clientes, a estrutura de custos, as atividades, parceiros e os recursos chave.

 

Definir um plano de negócio

 

Depois de elaborado o modelo de negócio, deve ser criado o plano de negócio. Este plano serve para descrever os objetivos e os passos que devem ser dados. Trata-se de um documento com um nível de detalhe superior ao modelo de negócio.  

 

O plano de negócio é o maior alicerce para o desenvolvimento do seu negócio. Sem este plano corre o risco de fazer investimentos que não têm viabilidade económica.

 

2.      Financiamentos e apoios

 

Os apoios e as opções de financiamento são instrumentos essenciais para o tecido empresarial. Saber onde conseguir o financiamento para o investimento para abrir uma empresa é um dos principais problemas que surge a todos os que não possuem a totalidade do capital necessário.

 

Existem inúmeras opções de financiamentos que pode explorar. No Portal do Financiamento encontra, agregadas num local único, diversas opções de financiamento com apoio público, direcionado em particular às PME, para as diversas fases da sua atividade e de investimento.

 

Mas vamos por partes, estes são alguns financiamentos que pode obter:

 

Capital de Risco e Business Angels

 

O Capital de Risco é uma forma de financiamento que recorre a capitais próprios, por um período temporário, proporcionando às empresas meios financeiros estáveis para o desenvolvimento das suas estratégias de crescimento. 

 

E com o objetivo de disponibilizar os meios financeiros, técnicos e de mentoria necessários para o desenvolvimento e implementação de estratégias de inovação, de crescimento e de internacionalização, os Business Angels investem uma pequena parte da sua fortuna ou poupança em projetos inovadores ao nível de processos, produtos, organização ou marketing.

 

Os beneficiários são as Pequenas e Médias Empresas que se encontrem sedeadas em território nacional.

 

StartUP Voucher

 

O StartUP Voucher é uma das medidas da StartUP Portugal – Estratégia Nacional para o Empreendedorismo e tem como objetivo dinamizar o desenvolvimento de projetos empresariais que se encontrem em fase de ideia, promovidos por jovens com idade entre os 18 e os 35 anos, através de diversos instrumentos de apoio disponibilizados ao longo de um período de até 12 meses de preparação do projeto empresarial.

 

Fundo de CoInvestimento

 

O objetivo é promover o reforço dos capitais próprios de empresas inovadoras, nas fases de arranque. As empresas beneficiárias são as PME cujos projetos se desenvolvam nas Regiões Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve.

 

Linha de Crédito para Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego – “Invest + e Microinvest”

 

Apoiar desempregados, jovens à procura do primeiro emprego e trabalhadores independentes com baixos rendimentos, na criação da sua própria empresa é o objetivo do Invest + e do Microinvest. Estes apoios destinam-se a empresas privadas e visam o financiamento de projetos para criação de empresas ou aquisição de capital social de empresa pré-existente por aumento do capital social.

 

3.      Escolher o tipo de empresa

 

Antes de mais, se pretende abrir uma empresa, é bom saber quais são as suas opções. Existem vários tipos de empresa, mas o seu processo de constituição é muito simples e pouco burocrático.

 

Singular

 

  • Empresário em Nome Individual– não lhe é exigido nenhum capital social mínimo para iniciar uma atividade.
  • Sociedade Unipessoal por Quotas– tem apenas um sócio que possui a totalidade do capital e tem total controlo do negócio.
  • Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada– possui uma única pessoa singular como titular e existe uma separação entre o património deste e o da empresa.

 

Empresa Coletiva

 

  • Sociedade por Quotas– possui um número mínimo de dois sócios com responsabilidade limitada e o património da sociedade responde pelas dívidas da mesma.
  • Sociedade Anónima– é usualmente constituída por cinco sócios, denominados de acionistas.
  • Sociedade em nome Coletivo– possui um número mínimo de dois sócios cuja responsabilidade inclui o valor das suas entradas e os bens que incorporam o seu património pessoal.
  • Sociedade em comandita
  • Cooperativa
  • Associação

4.      Abrir uma empresa

 

Constituir a empresa online

 

A Empresa Online permite criar sociedades unipessoais por quotas, por quotas e anónimas, com recurso a um certificado digital, como o Cartão de Cidadão.

 

Constituir a empresa na hora

 

Nos balcões Empresa na Hora é possível constituir uma sociedade unipessoal, por quotas ou anónima. Basta que os sócios se façam acompanhar de todos os documentos necessários. Em pouco menos de uma hora é possível dar seguimento a todos os procedimentos necessários à constituição da empresa num só balcão.

 

Constituir a empresa de forma tradicional

 

Trata-se de um processo mais moroso. A criação da empresa por este método implica uma série de passos em diferentes Entidades e em momentos distintos:

 

  • O pedido do Certificado de Admissibilidade
  • O depósito do capital social da empresa
  • A preparação do pacto ou ato constitutivo de sociedade
  • A entrega da declaração de início de atividade
  • O registo comercial
  • A inscrição na Segurança Social.

Quanto custa abrir uma empresa em Portugal?

 

Estes são os principais custos associados à abertura de uma empresa:

 

  • Custo do registo através da Empresa na Hora: 360 euros. As empresas ligadas ao desenvolvimento tecnológico pagam um valor ligeiramente inferior – 300€.
  • Certificado de Admissibilidade para a criação da empresa: 70 euros, pedido normal ou 150 euros para pedidos urgentes;
  • Sociedades com bens móveis: 30 euros por cada bem;
  • Entradas de imóveis ou participações sociais que tenham de ser registadas: 50 euros por imóvel ou quota;

Além destes custos, existem impostos e despesas fixas mensais que devem ser consideradas na hora de abrir uma empresa:

 

  • IRC;
  • Imposto municipal;
  • IVA;
  • Taxa Social Única (desconto para segurança social dos colaboradores);
  • Valores de arrendamento de imóveis;
  • Energia elétrica, água, gás, internet, telefone e seguros;
  • Salários de colaboradores;
  • Despesas com processos de faturação: importa apostar numa solução de faturação que responda aos requisitos do seu negócio. O Jasmin é um software de gestão ideal para empreendedores e novos negócios.

Desde o primeiro dia, o Jasmin ajuda-o simplificar os processos, desde faturar, gerir compras, fornecedores e inventários, controlar as despesas, monitorizar os resultados e cumprir as obrigações fiscais.

 

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Social commerce: como transformar os canais sociais em vendas

Aliar o melhor do e-commerce às redes sociais resulta no que hoje chamamos de social commerce.

 

No fundo, a essência do social commerce é esta: o processo de vender os produtos diretamente nas redes sociais. Imagine: está a navegar no Instagram e uma marca de moda que segue publica uma story a anunciar uma nova linha de roupa. Nessa publicação está um sticker que diz “Shop now”. Ao clicar, está a adicionar ao carrinho os artigos que chamaram a sua atenção.

 

Acaba, então, de tirar partido do social commerce. Porque não apostar neste modelo de negócio para a sua marca? É simples, ágil, intuito apelativo e – o mais importante – está na moda.

 

Porque apostar no social commerce?

 

As medidas de distanciamento social impostas expuseram a importância de ter múltiplos canais de venda e o social commerce, também conhecido como Social Selling, é mais importante que nunca.

 

As redes sociais são, cada vez mais, palco para a promoção das marcas e também para a venda de produtos e serviços. De forma simplista, o social commerce consiste na integração do e-commerce nas redes sociais para a promoção de marcas, mas também para aumentar as vendas. Contudo, é bem mais do que só isso.

 

O grande objetivo é vender, mas também se pretende criar buzz em torno da marca. Como? Colocando os consumidores a falar dela, idealmente de forma positiva.

 

  • O social commerce torna a experiência de compra numa experiência social, transformando-a numa forma muito mais interativa de fazer compras.
  • Minimiza a fricção no momento da compra, facilitado a jornada desde a procura à compra: o consumidor vê o post, clica e compra.
  • É o local onde os Millenials e a Geração Z estão: se o target são consumidores entre os 18 e os 35 anos, eles já estão online e prontos para comprar enquanto fazem scroll.

 

Como funciona?

Com o social commerce, toda a experiência de compra – desde a descoberta e pesquisa do produto até o processo de check-out – ocorre diretamente numa rede social.

 

Uma coisa é certa: o social commerce é o ato de utilizar as suas contas das redes sociais para vender os produtos aos clientes. Mas, quando implementado da melhor forma, oferece aos consumidores uma maneira simples de procurar e comprar produtos online, sem sair da rede social. Mas como tirar o máximo partido dos canais sociais para aumentar as vendas?

 

Como transformar as redes sociais em canais de vendas?

 

Quando se trata de ferramentas para agradar o cliente que pode usar para vender nas redes sociais, o Instagram e o Facebook estão a liderar o mercado. São estas as redes onde deve concentrar os seus recursos.

 

Loja do Facebook

 

Tire Partido da sua Business Page do Facebook para partilhar novidades e conectar-se com os seguidores. E porque não utilizar esta rede para vender artigos? As lojas do Facebook – Facebook Shops – são personalizáveis. Escolha os artigos a vender e personalize as fontes, as imagens e as cores de acordo com a imagem da sua marca.

 

Loja do Instagram

 

Vender no Instagram significa tirar partido de um conjunto de funcionalidades que permitem que as pessoas comprem facilmente através de fotos e vídeos da sua marca. Os perfis profissionais podem criar uma página de loja personalizável que atua como uma coleção selecionada de produtos à venda. Cada produto obtém sua própria página de detalhes, apresentando preços e descrições detalhadas.

 

Mas além do Facebook e Instagram há outras redes sociais para entrar na era do social commerce. O Pinterest ou o Snapchat são dois dos exemplos.

 

Dicas para tirar o máximo partido do social commerce

 

Interaja com os seus seguidores

 

Para criar uma ótima experiência de social commerce, a parte “social” não pode ficar esquecida.  

 

Não pode simplesmente colocar o seu catálogo nas redes sociais e esquecê-lo. Responda a perguntas, ofereça conteúdo interessante e de valor, seja humano e autêntico.

 

Pense de forma estratégica

 

No social commerce está a tirar partido de um lugar na primeira fila para o seu público. Aproveite-o ao máximo.

 

Fique de olho nos comentários e partilhas e responda quando necessário. Estude o seu público e as melhores formas de publicar, incluindo as melhores horas.

 

Incentive reviews

 

Um comentário pode ser decisivo no momento da compra. Se tem um artigo com o qual as pessoas estão satisfeitas, peça que ajudem a divulgá-lo.

 

Depois de obter alguns comentários positivos, partilhe-os nas redes sociais de formas criativas, por exemplo, criando um carrossel de comentários positivos.

 

Segmente o seu alcance

 

Aproveite o poder dos dados disponíveis para colocar os seus artigos na frente das pessoas certas.

 

Aposte nas redes sociais e tire o máximo partido do social commerce

 

Os consumidores já estão a comprar nestes canais sociais. O desafio é apostar nas ferramentas certas para conseguir responder da mesma forma: uma plataforma que integre com múltiplos canais de venda, simplificando processos como a faturação, o controlo de stock ou a gestão de preços e artigos.

 

E essa ferramenta já existe. O Jasmin é um software de gestão que integra os vários canais de distribuição num único local e torna a faturação, a gestão logística e o controlo comercial mais simples e ágil.

 

E com um POS para negócios de comércio e retalho que funciona online e offline é mais simples conseguir um serviço de excelência! Com o Jasmin, além de garantir a máxima rapidez das operações em loja, ao usufruir de uma gestão totalmente integrada das várias lojas e dos canais de venda, deixa de se preocupar com contagens de artigos, contas complicadas de gestão de campanhas promocioanis e com as dores de cabeça da gestão de caixa. 

 

O Jasmin garante:

 

  • Gestão centralizada dos pontos de venda e do negócio online
  • Gestão das operações a partir de qualquer lugar e dispositivo
  • Rapidez e fluidez de trabalho com o sistema de POS online e offline
  • Controlo eficiente das compras e dos stocks
  • Flexibilidade na definição de preços
  • Rigor na gestão de caixa
  • Cumprimento de todos os requisitos legais e fiscais
  • Integração com outras plataformas de e-commerce
  • Informação de apoio à gestão do negócio