5 dinâmicas de grupo para motivar equipas de trabalho

A dinâmica de grupo é uma prática muito usada por empresas e empregadores, com várias finalidades como melhorar e incentivar a integração e a colaboração entre os colaboradores, encontrar soluções criativas, identificar lideranças naturais num grupo e motivar as equipas de trabalho. As dinâmicas de grupo podem ser muito práticas também no processo seletivo e recrutamento. No entanto, vamos focar-nos em como estas atividades podem ser ferramentas centrais para motivar equipas e assim aumentar a produtividade no local de trabalho.

 

5 ideias de dinâmicas de grupo para motivar equipas

 

As dinâmicas de grupo são atividades em equipa, onde os participantes são avaliados na sua interação com um grupo e com os membros individuais. Apesar de estas atividades realçarem as qualidades naturais dos colaboradores que poderiam passar despercebidas, também têm o poder de criar ligações entre colegas de trabalho, o que acabará por influenciar na produtividade e performance dos seus colaboradores. Confira 5 ideias de dinâmicas de grupo que pode pôr em prática com os seus colaboradores e ajudá-lo a motivar as suas equipas e grupos de trabalho.

 

1. “Quem é quem?”

 

Para pôr em prática esta dinâmica de grupo, apenas tem de pedir aos seus colaboradores para escreverem num papel várias caraterísticas relacionadas com as vidas privadas e personalidade sobre eles mesmos. Depois, misture os papéis e entregue-os aleatoriamente. Os participantes deverão tentar perceber a quem pertence o papel que estão a ler. O objetivo desta dinâmica de grupo é conseguir que os elementos da equipa se conheçam uns aos outros, especialmente aspetos que não são notórios num ambiente de trabalho, tais como aspirações pessoais, fomentando as ligações entre eles.

 

Conheça 7 boas práticas para a resolução de conflitos no local de trabalho!

 

2. “Vejo e recordo”

 

Esta dinâmica de grupo é de observação. Só tem que colocar a equipa em redor de uma mesa e pedir-lhes para eles se observarem com atenção. Depois, peça aos seus colaboradores que fechem os olhos e comece a fazer perguntas como “Quem tinha um casaco verde?”, “De que cor eram os brincos de…?”. Com este exercícios, os seus colaboradores ficarão mais cientes da necessidade de prestar atenção às pessoas com quem trabalham, enquanto poderão ainda criar laços e aprender algo sobre os outros.

 

3. “A Ilha Deserta”

 

Comunique aos seus colaboradores que vão ser enviados para uma ilha deserta. A seguir, pergunte a cada um que três colegas levaria com ele para ilha (e por que razões), para maximizar a probabilidade de sobrevivência. Este exercício pode ser oral, em frente a todo o grupo, ou escrito, em que as respostas se mantêm anónimas, mas deverão ser lidas em voz alta. Serve esta dinâmica de grupo para evidenciar capacidades dos colaboradores, do ponto de vista dos colegas.

 

4. “Os Ajudantes”

 

Da mesma forma que a atividade anterior, coloque situações diversas aos seus colaboradores e peça-lhes para escolherem uma pessoa para os ajudar e as razões. Desde situações mundanas como organizar uma festa de aniversário ou pintar a casa, a situações que envolvem trabalho e o mundo laboral, como “fazer X tarefa” ou “resolver tal problema”. Esta atividade vai realçar as caraterísticas positivas e úteis dos seus colaboradores (que até eles mesmos podem desconhecer) e elevar o espírito de “pertença” de todos e de cada um deles.

 

5. “O Desafio”

 

Esta última dinâmica de grupo é uma que ensina determinação. Dê aos seus colaboradores, divididos em dois grupos, uma caixa fechada que contém um desafio por resolver. Coloque uma música e faça-os passar a caixa de um para o outro. Aquele que tiver a caixa na mão quando a música parar deve tomar uma decisão: 1) abrir a caixa e resolver o desafio; 2) passar a caixa a outro elemento do grupo; ou 3) passar a caixa a um elemento da outra equipa. Quem receber a caixa do primeiro elemento terá as mesmas três opções. Mas haverá regras! A mesma equipa não pode desistir do desafio mais do que 4 vezes, quem tentar resolver o desafio e acertar, ganha X pontos para a sua equipa, por outro lado, se falhar, é eliminado e o grupo perde Y pontos. O twist é que a caixa contém uma caixa de chocolates! Este desafio é interessante enquanto dinâmica de grupo, já que transmite a mensagem de que não se deve passar a “batata quente” para o outro mas sim enfrentar os desafios que se tem pela frente.

 

Jasmin: dinâmico e colaborativo – o software de gestão que o seu negócio precisa!

 

As dinâmicas de grupo são, de facto, ferramentas muito benéficas para motivar equipas e grupos de trabalho, e assim aumentar a produtividade no local de trabalho. Mas, encontrar tempo e oportunidade para fazê-las pode ser complicado… até conhecer o Jasmin.

 

O Jasmin, software expert em gestão, é uma ferramenta essencial para PMEs e negócios que precisem de agilizar a gestão e para empreendedores que necessitem de otimizar todos os processos empresariais.

 

Com recurso à automação de processos, o Jasmin liberta-o a si e ao seu negócio de tarefas repetitivas e que consomem tempo. Assim, permite-lhe focar-se noutros aspetos mais importantes, como planear e gerir o negócio em si.

 

Mas, veja por si o que o Jasmin pode fazer pelo seu negócio! Subscreva já o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa.

Gamification: a nova ferramenta no mundo empresarial

Provavelmente o conceito de gamification – por vezes adaptado para gamificação ou ludificação – não lhe será estranho. Isso é porque a gamification passou de uma ideia futurista e uma buzzword dos grandes negócios para uma realidade das empresas.

 

O que é gamification e como posso usá-la na minha PME?

 

A forma mais simples de definir gamification é: um processo para integrar mecânicas de jogo numa área já existente de forma a motivar a participação, aumentar o envolvimento e a lealdade.

 

Isto pode aplicar-se virtualmente a todas as áreas, desde o layout e design de um website à presença nas redes sociais, ao envolvimento do cliente com a marca, operações do dia-a-dia, e muito mais.

 

A Gamification introduz elementos de design de jogos em aplicações não relacionadas com jogos, tornando-as mais divertidas e apelativas. As ferramentas usadas são semelhantes às de um jogo: pontos, desafios, vitórias e conquistas, entre outros, para encorajar ações através de feedback positivo.

 

Pode realmente usar-se a gamification numa PME?

Absolutamente! Apesar de que grande parte das empresas que recorrem à gamification serem grandes empresas, esta técnica serve igualmente bem as PME e até startups.

 

Mas qual é o objetivo da gamification? Tornar o trabalho num jogo? Nada disso! O objetivo de introduzir a gamification em várias operações de um negócio é, nada mais, nada menos, que usar a psicologia que estimula a motivação dentro da esfera empresarial e ter frutos quase imediatamente.

 

Que áreas são indicadas para aplicar a gamification?

 

Esta resposta é muito ampla, porque a gamification tem tantas mais áreas de aplicação quanto maior for a criatividade do líder. Algumas das muitas aplicações são:

 

  • Programas de treino, formação e desenvolvimento pessoal de colaboradores;

  • Questionários para colaboradores e consumidores;

  • Programas de fidelidade de cliente;

  • Estudos de mercado;

  • Customer experience;

  • Compras online e seguimento pós-compra;

  • Marketing digital;

  • Gestão de projetos e equipas.

Claro que no dia-a-dia e fora do contexto empresarial a gamification já é amplamente usada em várias áreas como por exemplo jogos educativos (para crianças e adultos) sobre reciclagem, aplicações para estimular a prática de exercício físico ou alimentação saudável.

 

Quais as técnicas usadas para implementar a gamification?

 

Como já referimos, a gamification não consiste em criar jogos de aplicação ao negócio. Consiste, sim, em aplicar mecânicas e design de jogos em soluções para negócios. Assim, as seguintes mecânicas são usadas em diferentes combinações para alcançar determinados objetivos:

 

  • definição de objetivos;

  • competição com outros utilizadores;

  • colaboração com outros utilizadores;

  • medalhas (“badges”) e conquistas (“achievements”);

  • feedback rápido;

  • níveis, rankings e pontos.

 

E o impacto na produtividade?

 

Um dos pontos em que a gamification tem mais impacto é, de facto, no engagement e motivação dos colaboradores, que se traduz num aumento de produtividade.

 

Imagine-se que a sua equipa trabalha por projetos, e todos os dias há metas a atingir, relacionadas com determinado projeto.

 

Uma boa forma de implementar a gamification e assim aumentar o envolvimento dos seus colaboradores, estimular a competição saudável entre eles, a cooperação e ainda dar um empurrão à produtividade, poderia passar por criar uma app que todos instalassem no smartphone ou desktop e à qual acedessem sempre que terminassem uma tarefa.

 

Aqui há muitas possibilidades para tornar o “jogo” divertido e motivante, bem como criar recompensas aliciantes. Por exemplo, sempre que um colaborador submetesse um projeto ou realizasse uma tarefa dentro da deadline, ganharia pontos e seria classificado num ranking com outros colegas de trabalho. No final de um dado período, os pontos acumulados poderiam ser trocados por experiências, e o melhor classifcado teria direito a um bónus.

 

O importante é, antes de tudo, perceber quais os recursos que o seu negócio dispõe, e como pode aplicá-los numa estratégia de implementação de gamification. Será que o seu negócio iria beneficiar? Garantidamente que sim.

 

Produtividade no local de trabalho? Com o Jasmin!

 

O Jasmin, software de faturação expert em gestão, é uma verdadeira ferramenta de produtividade no seu negócio: Com o Jasmin pode controlar todas as áreas deste. E, a melhor parte!, liberta-o de tarefas repetitivas deixando-lhe tempo e oportunidade para se concentrar em aspetos fundamentais como o planeamento e elaboração de estratégias.

 

Agora, o Jasmin tem mais uma funcionalidade que lhe facilita a gestão do seu negócio: os Jasmin Business Insights. Colocam a Inteligência Artificial ao serviço das PME e ao serviço do seu negócio. Descubra mais sobre os Jasmin Business Insights!

 

Não espere mais, experimente já o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa.

Coaching: de buzzword a fator crítico de sucesso

O coaching, especificamente o coaching empresarial, é um método que consiste em acompanhar, instruir ou treinar uma pessoa, grupo de pessoas ou organização, com o objetivo de cumprir metas ou desenvolver capacidades específicas. Todo o processo de coaching alia formação, aprendizagem, autonomia, fortemente apoiados em motivação, responsabilidade e criatividade, e tem por finalidade o crescimento.

 

Assim, o coaching empresarial é orientado para micro-empresas e PME e a sua ação é, principalmente, ao nível da melhoria da estrutura da empresa. Será que a sua empresa e a sua equipa estão a precisar de coaching? Certamente que podem beneficiar (e muito!) desta prática.

 

Como aplicar o coaching empresarial na sua PME e conduzi-la ao sucesso

 

Antes de mais, vamos a definições. Coach é a pessoa que faz coaching. Coachee é quem recebe a orientação do coach. Já pensou em procurar serviços de coaching de negócios ou empresarial? Pode ainda não ter pensado, mas cada vez mais startups, micro empresas e PME o fazem, no nosso país. Seja para gestores, líderes ou equipas de trabalho, o coaching é uma ferramenta que pode fazer a diferença e ser um fator de sucesso. E porquê? O coaching funciona, especialmente, em três áreas:

 

  • resolução de conflitos e problemas;

  • desenvolvimento e cumprimento de metas a longo prazo;

  • aumento e melhoria da performance.

Se, por outro lado, assume o papel de líder e quer ser o próprio a fazer coaching à sua equipa, confira dicas e orientações para ser o coach que a sua equipa e que o seu negócio precisa.

 

1. Crie relações verdadeiras e de confiança

 

Os verdadeiros líderes concentram-se mais no sucesso da sua equipa do que no seu próprio. Sempre que as ações de um líder não refletem esta filosofia, podem surgir obstáculos. É por isto que a confiança é muito importante. Se a confiança não for estabelecida a princípio, será gradualmente mais difícil ganhá-la. Sim, porque um líder não deve assumir que o seu título está necessariamente acompanhado da noção de confiança – em vez disso, os líderes precisam de ganhá-la das suas equipas.

 

Para consegui-lo é essencial que se foque real e intencionalmente em conhecer cada um dos membros da sua equipa e dos colaboradores do seu negócio e conhecer os seus objetivos, metas e ambições profissionais e pessoais. Só assim conseguirá oferecer uma experiência de coaching aos seus colaboradores: só se tornarão coachees se perceberem que um dos seus focos são eles.

 

2. Desconstrua os objetivos em metas menores

 

Fazer coaching a uma única pessoa pode ser um esforço intimidante e ainda mais se for uma equipa ou organização inteira. Assim, os melhores coaches desconstroem os objetivos finais – aumento de produtividade, por exemplo – em metas mais pequenas, e mais visualizáveis a curto prazo. Se escolher não fazer isto, pode aperceber-se que a sua audiência está muito menos recetiva a adotar novas estratégias e métodos.

 

3. Ouça, escute, compreenda a sua equipa

 

O papel do coach é guiar, certo. Mas é também ouvir. O coaching não pode desenvolver-se sem conhecer os coachees e os seus objetivos ou dificuldades. Assim, para tornar-se um ótimo coach – ou até um mentor! – o caminho a seguir é ouvir, ouvir, ouvir. Valorize as vozes dos seus colaboradores, dê importância e relevância às suas preocupações e, essencialmente, guie-os com as indicações que lhe deram.

 

4. Use a positividade como base

 

Grandes líderes são, fundamentalmente, grandes encorajadores e motivadores. O papel do coaching, por outro lado, é pegar nessa motivação dos colaboradores e empregá-lo em objetivos concretos e alcançáveis através de esforço individual e em equipa. Assim, é imediato que a liderança e o coaching andam de mãos dadas no mundo empresarial.

 

5. Seja uma presença consistente

 

Tal como no marketing, uma aproximação consistente e cumulativa e altamente eficaz para construir e criar mudança e progresso. Assim, líderes produtivos são consistentes no seu temperamento, disponibilidade e missão.

 

E, apesar de haver vários estilos de liderança, todos eles têm os cinco pilares básicos: desenvolver confiança, ouvir atentamente, reforço positivo, targeting e consistência.

 

Jasmin Software: coaching de negócios

 

O Jasmin, software de faturação expert em gestão, ajuda-o a alavancar a sua empresa. E como? Através de ferramentas poderosas que são uma ajuda à gestão de todos os aspetos do seu negócio. O Jasmin permite-lhe controlar todas as atividades da sua empresa, vendas, compras, inventários e armazéns, contas correntes e tesouraria. Além disso, com recurso à automação, o Jasmin poupa-lhe tempo e liberta-o de tarefas repetitivas e tediosas, para que se possa focar no crescimento do negócio.

 

Mas não é só! Com a nova funcionalidade Jasmin Business Insights, o Jasmin torna-se um verdadeiro coach de negócios, com recurso a Inteligência Artificial. Sim, está a ler bem: o Jasmin dá-lhe insights de negócio personalizados, baseados nos dados e informações da sua empresa!

 

Parece bom demais? É ainda melhor, pois existe uma versão gratuita. Experimente já o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o coaching que o seu negócio precisa.

Ergonomia no trabalho: mais produtividade na equipa

A saúde e o conforto no local de trabalho andam de mãos dadas com a produtividade de uma equipa, assim, ergonomia não pode ser dissociada de produtividade.

 

Ergonomia e produtividade no local de trabalho

 

A ergonomia define-se como o estudo das relações entre trabalhadores e o ambiente que os envolve, especialmente no que diz respeito aos equipamentos utilizados no local de trabalho. A ergonomia diz respeito ao design dos espaços de trabalho, à sua organização e à forma como se usa a tecnologia, e tem como objetivo garantir a saúde, segurança e conforto dos colaboradores e aumentar os níveis de produtividade e eficiência.

 

Vantagens da ergonomia no local de trabalho

 

Aplicar princípios básicos de ergonomia no local de trabalho tem inúmeras vantagens e ótimos resultados no que respeita à produtividade da equipa.

 

Assim, recorrendo à aplicação da ergonomia é possível evitar, entre outros, ausências e baixas médicas, acidentes de trabalho e desgaste físico (e mental) dos colaboradores, que levará à necessidade de recolocação profissional – conheça dicas para reter talento no seu negócio!

 

Como aplicar a ergonomia no seu negócio?

 

Há um conjunto de alterações e mudanças que se podem fazer no local de trabalho que, não sendo completamente óbvios, ajudam a contribuir para uma equipa mais produtiva, motivada e eficiente – e que darão resultados em pouco tempo. São exemplos:

 

  1. Cadeiras reguláveis

Quando se passa grande parte do dia sentado, é normal que as costas se ressintam, bem como as pernas e até os pés. Assim, ter cadeiras reguláveis que se ajustem à altura e peso da pessoa e à altura da mesa ou secretária é uma ótima forma de oferecer mais conforto aos seus colaboradores durante a jornada laboral. A má postura prolongada é frequentemente uma causa de mau estar, de dores e problemas de saúde, pelo que cadeiras desenhadas com os princípios da ergonomia são essenciais.

 

  1. Opção de sentar ou ficar de pé

Se os seus colaboradores têm que estar muito tempo no mesmo sítio, por exemplo, sentados numa secretária, poderá considerar dar-lhes duas opções para que vão alternando durante o dia: estar sentados ou de pé. Para isto só tem que adicionar ao layout do escritório um par de mesas altas onde os seus colaboradores possam colocar o computador portátil, para continuarem a trabalhar enquanto alongam as costas.

 

  1. Mesas amplas e organizadas

Ter mesas pequenas e desorganizadas faz com que haja a necessidade de colocar objetos necessários ao dia-a-dia na sua empresa – agrafadores, impressoras, resmas de papel e outros materiais de escritório – em sítios pouco práticos. Isto obrigará os seus colaboradores a fazer movimentos corporais pouco naturais e, em última instância, a entrar em esforço físico. Tente arrumar os materiais mais pesados e mais utilizados em prateleiras à altura da cintura para que seja preciso menos esforço movê-los e usá-los.

 

  1. Jogar com a luz natural

A luz natural deve ser sempre preferida no local de trabalho, em detrimento de luz artificial. Isto porque a luz artificial pode cansar os olhos, levando a dores de cabeça, falta de concentração e pouca produtividade. Pode ainda aumentar os níveis de stress e de agitação, impedindo um fluxo de trabalho ágil. No entanto, tenha em atenção à disposição dos equipamentos eletrónicos para que não haja reflexos de luz desconfortáveis aos olhos.

 

  1. Pausas para “esticar as pernas”

Encoraje os seus colaboradores a tirarem as suas pausas e a fazerem regularmente alongamentos, no caso de passarem todo o dia na mesma posição. São as chamadas pausas para “esticar as pernas” tal como caminhar um pouco (por exemplo, durante uma chamada telefónica) entre tarefas mais repetitivas.

 

  1. Ecrãs e tecnologias ajustados

A forma como os computadores e portáteis, tablets e outros aparelhos estão ajustados (brilho, luminosidade, etc.) ou posicionados também têm importância na ergonomia no local de trabalho. Coloque à disposição acessórios e mobiliário que permita aos seus colaboradores ajustarem a altura do computador portátil, o brilho dos ecrãs e outros que tais, para que o dia de trabalho seja mais confortável, física e psicologicamente.

 

  1. Carga de trabalho adequada

Sobrecarregar os seus colaboradores com trabalho e tarefas, ainda que o local de trabalho seja uma manifestação perfeita de ergonomia, irá contribuir para aumentar os níveis de stress dos que trabalham consigo, e levá-los a uma situação de esgotamento mental.

 

  1. Tarefas repetitivas repartidas

Tente implementar um sistema de rotatividade em tarefas repetitivas para evitar a fadiga mental e física dos seus colaboradores – se for possível no seu setor e empresa. A ergonomia laboral estende-se para além do físico, sendo muitas vezes necessário aplicá-la em conjunto com a psicologia.

 

E porque não “mimar” aos seus colaboradores periodicamente? Um dia livre a fazer exercício em equipa, aulas de yoga num horário de almoço alargado, um vale de massagem ou algo que ajude os seus colaboradores a relaxar durante o dia, são alguns exemplos. Pode parecer demasiado avant-garde, mas a verdade é que dá resultados.

 

Sabe como motivar os seus colaboradores com frases de motivação?

 

Jasmin: ergonomia na tecnologia e produtividade no negócio

 

O Jasmin, software de faturação expert em gestão, permite-lhe fazer a gestão do seu negócio de forma simples, ágil e intuitiva. O Jasmin dá-lhe a liberdade para trabalhar onde e quando quiser, pois, ao ser cloud, não está limitado a uma máquina ou dispositivo. Todos os dados do seu negócio estão seguramente armazenados na cloud e acessíveis a qualquer altura.

 

Além disto, o Jasmin ajuda a aumentar a produtividade do seu trabalho ao eliminar tarefas morosas e repetitivas com a automação de processos.

 

Precisa de ver para crer? Experimente já o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa.

Empregos do futuro: como a IA está a mudar equipas e organizações

Há cerca de uma década atrás, pensava-se de forma generalizada que a Inteligência Artificial e a sua adoção no local de trabalho representavam o fim do trabalho humano. Os empregos do futuro seriam, segundo várias teorias, desempenhados por máquinas e robôs, que viriam a substituir as pessoas e de uma forma geral existia uma aversão à IA, com apenas as empresas mais tecnológicas a persistir nas vantagens da sua adoção.

 

Felizmente, com o avanço das tecnologias como Blockchain, Big Data e Internet of Things, do Machine Learning e com a incorporação da Inteligência Artificial em produtos consummer friendly, esta começou a ser olhada com menos suspeitas e ganhou a confiança das organizações e das pessoas que eram resistentes à ideia.

 

Sabe o que é o Big Data e o que pode fazer pelo seu pequeno negócio?

 

Assim, uma nova cultura de trabalho emerge e o conceito de “empregos do futuro” ganha uma nova definição. Conheça-a e às formas como a IA está a mudar equipas e organizações.

 

Os empregos do futuro e a contribuição da IA

 

Apesar de não ser possível prever o futuro, é possível ter-se uma ideia do que nos espera, e uma coisa é certa: a Inteligência Artificial está a mudar a forma como as equipas operam no local de trabalho e como as próprias organizações funcionam. Sabe como?

 

Tarefas administrativas

 

As aplicações com base em IA conseguem controlar um cada vez maior número de operações rotineiras e tediosas que consomem imenso tempo e recursos às empresas, libertando os colaboradores para atividades mais produtivas. Seja controlo de inventário ou envio de emails de seguimento aos clientes no pós-venda, ou ainda o marketing de uma pequena empresa, a IA tem o poder de tornar o dia laboral muito mais produtivo bem como de eliminar erros humanos decorrentes deste tipo de tarefas. Os empregos do futuro surgem, assim, como sendo aqueles que integram a IA no dia-a-dia, usando-a como um apoio à tomada de decisão e gestão, em vez de um substituto.

 

Gestão do capital humano

Como já dissemos e como provavelmente sabe, o ativo mais importante de um negócio – qualquer negócio – é o seu capital humano. Máquinas e robôs nunca conseguirão substituir as pessoas, e precisarão sempre de supervisão. Assim, a IA tem uma outra aplicação no mundo dos negócios que é a de melhorar os recursos humanos nas empresas – falamos de funções como analisar as qualificações de candidatos ou administrar os programas de prémios ou bónus baseados em resultados, por exemplo.

 

Eficiência aumentada

 

Como pode a IA aumentar a eficiência de uma equipa? Como dito anteriormente, os empregos do futuro passam por usar a IA como uma ferramenta de apoio em várias áreas de um negócio. Especificamente no que se relaciona com recolha e análise de dados, o uso de machine learning via IA tem vindo a tornar-se uma ferramenta essencial no local de trabalho para a aumentar a eficiência e consequentemente a produtividade das equipas.

 

Melhor Apoio ao Cliente

 

O apoio ao cliente, e a própria customer experience, só beneficiam da Inteligência Artificial e dos recursos que esta produz. Enquanto a IA não conseguirá substituir, por exemplo, a componente humana numa linha de apoio ao cliente, ajuda a filtrar e a direcionar os pedidos de suporte, e está a tornar toda a experiência do cliente muito mais ágil.

 

Saiba como implementar apoio ao cliente nas PME e como monetizar a customer experience.

 

Mais Vendas

 

A área das vendas também tem muito a ganhar com a IA. Os comerciais podem usar a IA para gerar mais leads, com mais qualidade, enquanto que os vendedores podem usar a IA para criar propostas de vendas mais personalizadas. De forma geral, a IA tem o potencial enorme de aumentar as vendas e gerar mais receitas quando comparadas com métodos tradicionais. E assim se formam os empregos do futuro.

 

Colaboração entre equipas

 

Mas para se falar em empregos do futuro, não se pode ignorar o trabalho de equipa e a colaboração entre a inteligência artificial e os colaboradores. Usando soluções alimentadas por IA é possível envolver colaboradores remotos e colaboradores em regime presencial, monitorizar suporte e assistência contínuas, facilitar e agilizar atividades de aprendizagem e desenvolvimento ou ainda agilizar a resolução de conflitos.

 

Portas abertas para a inovação

 

A verdade é que a tecnologia de Inteligência Artificial e derivados estão a criar oportunidades no local de trabalho para mais inovação em produtos e serviços. Os colaboradores são libertados de tarefas mundanas, ganham mais compreensão a partir de vastos conjuntos de dados, podem receber feedback mais valioso de clientes e não só melhorar a oferta do negócio, como criar novas que ajudem a empresa a crescer.

 

Os empregos do futuro estão aqui e são aqueles em que existe uma colaboração orgânica entre a pessoa e a tecnologia e em que o trabalho humano é melhorado e reforçado pelo uso da Inteligência Artificial. Implementar uma cultura de inovação e oferecer formação aos seus colaboradores para as mudanças que inevitavelmente decorrerão são bons pontos de partida para começar a preparar a sua empresa e a sua equipa para o “futuro” – que está aqui. Preparado para aceitar a mudança?

 

Saiba mais sobre a disrupção na gestão: o futuro com a Inteligência Artificial.

 

Inteligência Artificial na gestão do seu negócio

 

O Jasmin, software de faturação expert em gestão, põe agora a Inteligência Artificial ao serviço das pequenas e médias empresas. Com os Jasmin Business Insights receberá regularmente pequenos statements de negócio acerca das atividades, objetivos e resultados da sua empresa, produzidos através da análise inteligente dos dados da sua empresa.

 

Assim, pode planear e estruturar melhor a gestão do seu negócio, sempre tendo por base a informação detalhada da sua empresa.

 

Ter apoio no seu negócio através do seu software de gestão nunca foi tão fácil! Já subscreveu o Jasmin Express? 100% cloud, certificado pela AT, gratuito – e agora com Inteligência Artificial – é o parceiro que o seu negócio precisa!

Vai contratar? Confira primeiro os tipos de contrato de trabalho

Está a pensar recrutar mais colaboradores? Será que conhece os tipos possíveis de contrato de trabalho? E quais serão mais vantajosos para a sua empresa?

 

Contrato de Trabalho: tudo o que tem de saber antes de contratar

 

Há mais de 10 tipos de contrato de trabalho válidos em Portugal. Apresentamos-lhe os mais comuns.

 

Contrato de trabalho a termo certo

 

Este é um contrato para cobrir necessidades temporárias da entidade empregadora, renovável até três vezes por um período não superior a:

 

  • 18 meses, no caso de um trabalhador à procura de primeiro emprego;

  • 2 anos, no caso de trabalhador em situação de desemprego de longa duração, lançamento de nova atividade de duração incerta ou início de laboração de empresa com menos de 750 funcionários;

  • 3 anos, nos restantes casos.

 

Este tipo de contrato é frequentemente usado quando há necessidade de substituir um colaborador – em licença de maternidade, licença sem vencimento, etc.

 

Em caso de rescisão ou denúncia de contrato, o empregador terá de comunicar por escrito até 15 dias antes da data de fim do contrato, ficando obrigado a pagar uma compensação ao colaborador.

 

Contrato de trabalho a tempo parcial

 

Também conhecido por part-time, este tipo de contrato aplica-se quando o horário de trabalho é inferior às 40 horas semanais. Se não for celebrado por escrito, é entendido como um contrato de trabalho a tempo inteiro. As regras para o contrato de trabalho a tempo parcial são as mesmas que no caso de termo certo.

 

Contrato de trabalho sem termo

 

O contrato de trabalho sem termo é um dos mais comuns, e não tem uma duração pré-estabelecida. Não precisa de ser escrito, podendo ser celebrado verbalmente. Em caso de rescisão de contrato, é necessário um aviso por escrito com aviso prévio de:

 

  • 30 dias, para contratos com menos de dois anos;

  • 60 dias para contratos com mais de dois anos.

 

A rescisão de contrato por parte do empregador confere ao trabalhador o direito a uma indemnização.

 

Contrato de trabalho a termo incerto

 

O contrato de trabalho a termo incerto é usado para cobrir necessidades temporárias de uma entidade empregadora, mas não tem um período definido – este não pode, no entanto, ser superior a 6 anos. É frequentemente usado para substituição de um colaborador por tempo indeterminado, ou para atividades sazonais.

 

A rescisão do contrato obriga a um aviso prévio de:

 

  • 7 dias, para contrato inferior a 6 meses;

  • 30 dias, para contrato entre 6 meses e 2 anos;

  • 60 dias, para contratos com mais de 2 anos.

 

No entanto, neste tipo de contrato de trabalho, o empregador não fica obrigado a compensar o trabalhador em caso de rescisão de contrato.

 

Contrato de trabalho intermitente

 

O contrato de trabalho intermitente é comum nos setores de hotelaria e turismo, já que muitas empresas têm atividade descontínua ao longo do ano.

 

Este tipo de contrato de trabalho não pode ter uma duração inferior a seis meses, sendo que a atividade tem de ser consecutiva em pelo menos quatro destes. Nos períodos de inatividade, o empregador deve ao trabalhador uma compensação retributiva de cerca de 20% da retribuição base.

 

Contrato de trabalho de muita curta duração

 

Este tipo de contrato tem uma duração inferior a 15 dias. O contrato de muito curta duração não é muito comum, e é usado principalmente para atividades agrícolas sazonais ou, ocasionalmente, na área da hotelaria.

 

Não é necessário que seja celebrado por escrito, devendo o empregador apenas comunicar ao serviço competente da segurança social, e a sua cessação, num prazo de 10 dias.

 

Contrato de estágio profissional

 

Este tipo de contrato destina-se a jovens com idade igual ou inferior a 30 anos, e tem a duração de 9 meses não prolongáveis. A entidade responsável pelos estágios profissionais é o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

 

O contrato de estágio não confere direito a subsídio de férias ou de Natal. Em caso de interrupção do estágio por parte do empregador, este tem de dirigir-se ao IEFP num prazo máximo de 5 dias úteis e solicitar uma substituição.

 

Outros tipos de contrato de trabalho

 

Existem mais tipos de contratos de trabalho, menos comuns, sendo eles:

 

  • Contrato de trabalho em comissão de serviço;

  • Contrato promessa de trabalho;

  • Contrato para prestação subordinada de tele-trabalho;

  • Contrato de pré-forma;

  • Contrato de cedência ocasional de trabalhadores – as empresas têm de estar coligadas.

  • Contrato de trabalho com pluralidade de empregadores – destinado a trabalhadores que realizem serviço para várias empresas em sociedade;

  • Contrato de trabalho com trabalhador estrangeiro não comunitário ou apátrida – destinado a trabalhadores estrangeiros.

 

Tipo de Contrato de Trabalho

Subsídios de Natal e férias

Compensações devidas

Contrato escrito

Prazos de denúncia ou rescisão

Duração máxima

A termo certo

sim

sim

sim

15 ou 30 dias

18 meses a 3 anos

A termo incerto

sim

não

sim

Entre 7 e 60 dias

6 anos

Sem termo

sim

não

não

30 ou 60 dias

indeterminado

A tempo parcial

sim

sim

sim

15 ou 30 dias

18 meses a 3 anos

Intermitente

sim

sim*

sim

30 dias

Não inferior a 6 meses (4 devem ser consecutivos)

De muito curta duração

não

não

não

15 dias

Estágio Profissional

não

não

sim

15 dias

9 meses

 

Depois de contratar, produtividade é com o Jasmin

 

O Jasmin, software de faturação expert em gestão, ajuda-o a gerir o seu negócio de forma intuitiva e fácil Com recurso a automação, pode libertar tempo – a si e à sua equipa – ao automatizar tarefas repetitivas e morosas como gestão de stocks, emissão de faturas e outros documentos, atualizações de clientes, controlos de contas correntes, entre muitos outros.

 

O Jasmin tem agora uma nova funcionalidade, os Jasmin Business Insights, que lhe permite tomar decisões, de forma consciente e informada, para o futuro do seu negócio. É a inteligência artificial ao serviço das PMEs e do seu negócio. Além disso, o Jasmin é ceritificado pela Autoridade Tributária, pelo que a resposta às obrigações fiscais fica assegurada. É ainda colaborativo, pelo que não tem número limite de acessos, e é 100% cloud.

 

Não espere mais, experimente já o Jasmin Express! 100% cloud e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa.