Crowdsourcing: como usar o poder da comunidade para evoluir a sua empresa

É certo que uma empresa que não seja disruptiva e inovadora vai inevitavelmente ficar para trás. No entanto, nem sempre é fácil (ou barato) descobrir a melhor solução. É aí que entra o crowdsourcing, uma forma de contornar essa dificuldade e conseguir ideias inovadoras e respostas eficazes para os desafios da sua empresa.

 

O que é crowdsourcing?

 

Crowdsourcing (dos termos em inglês “crowd” e “outsourcing”) é uma metodologia que passa por envolver um (geralmente grande) grupo de indivíduos para resolução de problemas e/ou produção de bens e serviços, descrita pelo originador do termo como “a aplicação de princípios Open Source a campos para além do software”.

 

Embora o termo seja relativamente recente, o conceito está longe de o ser – um dos primeiros casos registados remonta a 1714, quando o Governo britânico, incapaz de resolver um problema náutico que resultava em mais de mil mortes anuais, ofereceu uma recompensa de 20.000 libras esterlinas (equivalentes a cerca de 5,8 milhões de euros em dinheiro atual) a quem inventasse uma solução para o problema.

 

Hoje em dia, o crowdsourcing é uma ferramenta muito usada pelas empresas, especialmente start-ups e empresas de ramos mais criativos, para alcançar soluções originais para os seus problemas ou conseguir recursos de forma substancialmente mais acessível.

 

A relação entre crowdsourcing e crowdfunding

 

Os conceitos de crowdsourcing e crowdfunding são semelhantes, mas distintos. Enquanto crowdsourcing envolve a aquisição de conhecimento ou bens/serviços por parte de um grupo de pessoas, o crowdfunding (financiamento colaborativo) é um processo de aquisição de capital/fundos por parte de um ou vários grupos de pessoas, podendo passar por doações, equity ou por um sistema de recompensas em prol do valor investido (como nos casos de plataformas como Kickstarter e Patreon).

 

Exemplos de crowdsourcing

 

Existem inúmeros exemplos de sucesso de crowdsourcing e várias plataformas destinadas exatamente a promover esta metodologia junto das empresas.

 

O caso da Toyota

 

Um dos exemplos mais antigos é o da Toyota, cujo nome e primeiro logotipo originaram numa competição pública em 1936 criada pela Toyoda Automatic Loom Works Ltd. O logotipo foi desenhado com oito traços, um sinal de boa sorte, o que requereu também mudar a forma de escrever do nome de “Toyoda” para “Toyota”.

 

Numa perspetiva mais moderna, o surgimento nas últimas duas décadas de diversas plataformas de crowdsourcing estimulou o crescimento desta prática. Por exemplo, plataformas como Upwork e Freelancer permitem a empresas encontrar facilmente freelancers para outsourcing, enquanto outras como 99designs e iStockphoto criam a oportunidade de fazer pedidos de material criativo, como design, branding ou imagens stock, e escolher de entre as melhores respostas da comunidade.

 

Vantagens do crowdsourcing

 

Maior e mais diversificada opção de escolha

 

Ao invés de se tentar encontrar uma solução internamente, onde geralmente será uma equipa relativamente pequena a tentar resolver o problema, no crowdsourcing encontramos uma grande variedade de pessoas e soluções, o que permite às empresas tomar decisões mais informadas e com mais opções.

 

Ao mesmo tempo, é uma das melhores formas de encontrar soluções “fora da caixa”, isto porque indivíduos externos à empresa trazem outras formas de pensar que podem resultar em ideias inovadoras e até revolucionárias.

 

Resultados em menos tempo e com menores custos

 

O crowdsourcing tipicamente requer um investimento significativamente menor face a soluções mais tradicionais, o que o torna uma opção particularmente apelativa para empresas mais pequenas ou start-ups com menor budget.

 

Da mesma forma, não só o custo é menor, como também o tempo de espera pelo resultado final é mais baixo, visto que o trabalho é feito por várias pessoas numa corrida à resposta mais rápida. 

 

Maior envolvimento (e entusiasmo) comunitário

 

Ao passar os pedidos e situações para o público geral, isto cria um maior engajamento do mesmo, pois estarão a contribuir diretamente para a sua empresa, seja para ajudar na criação da marca, de um logotipo, de solução para determinado problema ou qualquer outra situação.

 

Da mesma forma, esse interesse traduz-se em interesse genuíno pela sua empresa, tornando os seus colaboradores informais em verdadeiros embaixadores da marca.

 

É uma oportunidade de marketing viral

 

No caso de iniciativas de crowdsourcing público por competição ou meios similares, o próprio crowdsourcing pode ser considerado uma ferramenta de marketing valiosa, isto porque suscita o já referido interesse na marca e faz com que a palavra se espalhe mais facilmente.

 

Esta vantagem em particular é uma das razões pelas quais grandes marcas como a Coca-Cola, McDonald’s, Starbucks e Samsung apostam no crowdsourcing. Não só lhes permite uma resposta eficiente e acessível sobre o que os consumidores pretendem e os problemas que enfrentam, como também trazem a sua marca ao de cima e suscitam interesse renovado na mesma.

 

Mude a sua forma de trabalhar com o Jasmin

 

O crowdsourcing é apenas uma das formas disruptivas de trabalhar que uma empresa moderna pode aplicar no seu negócio e que beneficiaram da evolução tecnológica dos últimos 20 anos.

 

Outra forma de levar a sua empresa para um novo patamar é o Jasmin Software, um software de gestão na cloud que promete mudar a forma como a sua empresa trabalha. O Jasmin tem por base a combinação revolucionária da Inteligência Artificial e do Machine Learning para apoiar na gestão do dia-a-dia da sua empresa e até providenciar insights para que possa decidir o futuro do seu negócio com todas as informações necessárias.

 

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Nota de crédito vs nota de débito: sabe o que são e para que servem?

Fatura errada. E agora? É preciso emitir uma nota de crédito. Mas como, quando e para quê?

 

Se, por um lado, a faturação é um processo crucial em qualquer negócio, por outro, está a tornar-se cada vez mais simples, devido à forte aposta em plataformas de faturação que automatizam muito do que, outrora, era feito manualmente. Contudo, existem sempre casos em que há a necessidade de retificar uma fatura. E como resolver estas questões? Recorrendo à nota de crédito ou nota de débito.

 

Mas, então, qual é a grande diferença entre a nota de crédito e a nota de débito? Ambos os documentos servem para corrigir faturas já emitidas, mas cumprem objetivos diferentes. Conheça as principais características de cada uma e as principais diferenças.

 

O que é a nota de crédito?

 

No sentido literal significa que é utilizada para dar crédito ao cliente. Trata-se de um documento comercial com força legal usado para eliminar totalmente o valor de uma fatura já emitida, uma parte desse valor ou para fazer apenas correções nos dados de emissão da fatura.

 

A nota de crédito deve ser impressa em duplicado e enviada para o cliente. Este duplicado deve ser assinado e devolvido pelo cliente ao vendedor para que possa ser inserida no registo contabilístico.

 

Quando deve ser emitida?

 

A emissão de uma nota de crédito deve ser realizada em várias situações. Por exemplo:

 

  1. Quando ocorre um erro no preenchimento da fatura

Ou seja, quando existe a necessidade de corrigir algum – ou vários – dados, deve ser emitida uma nota de crédito no valor total da fatura, de forma a anulá-la. Posteriormente deve ser emitida uma nova fatura com a informação correta.

  1. Quando existe uma troca de produtos

Nas situações que o cliente pretende trocar um produto, deve ser emitida uma nota de crédito referente aos produtos que serão trocados e emitida uma nova fatura.

  1. Em situações de devolução de produtos

Sempre que o cliente devolve um produto deve ser emitida uma nota de crédito no valor desse produto.

O que deve incluir uma nota de crédito?

As notas de crédito devem conter as seguintes informações:

  • Data de emissão;
  • Numeração sequencial de acordo com o programa de faturação;
  • Informações sobre o comprador;
  • Informações sobre o vendedor;
  • O motivo da sua emissão (devolução de produto, troca, inclusão de NIF, nome ou outro dado na fatura);
  • A fatura que está a ser retificada.

As notas de crédito só são necessárias no caso de já ter enviado a fatura ao cliente, e de este já a ter registado para efeitos contabilísticos. No caso de se ter enganado na fatura, por exemplo, e não a ter enviado ainda, pode simplesmente anulá-la e emitir uma nova.

 

Então, qual a diferença entre uma nota de crédito e uma nota de débito?

 

A confusão instala-se quando percebemos que tanto a nota de crédito como a nota de débito são utilizadas para retificar faturas. Neste caso, quais são as diferenças?

 

Se por um lado a nota de crédito é utilizada para modificar dados na fatura, por outro, a nota de débito tem como objetivo corrigir aspetos relacionados com o IVA nas faturas.

 

A nota de débito é, no fundo, um documento retificativo que permite corrigir o valor de uma determinada fatura, quando o IVA não tiver sido aplicado ou para aplicar uma taxa de IVA diferente da que tinha sido aplicada originalmente. Por exemplo, se uma fatura for emitida sem taxa de IVA de 23% sobre um determinado produto, pode ser usada uma nota de débito para corrigir esse erro.

 

Como emitir notas de crédito com poucos cliques

 

Agora que sabemos como funcionam as notas de crédito, como é que se emitem? Com programas de faturação é simples! Por exemplo, com o Cegid Jasmin, um software de gestão cloud , pode emitir notas de crédito em poucos segundos. Como? Veja como criar uma nota de crédito ou débito em vendas e como retificar uma fatura pendente com nota de crédito ou débito.

 

Com o Cegid Jasmin pode trabalhar a qualquer hora e sem limitações geográficas. Acede a todos os dados em tempo real e controla a tesouraria, as despesas, monitoriza as compras, inventário e armazéns. Trata de todas as questões comerciais de forma ágil e ainda acompanha a tesouraria. Tudo num único software.

 

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Como preparar o seu restaurante para oferecer serviços de takeout

O takeout, ou takeaway, seja qual for a forma como prefere chamar ao ato de levar comida do restaurante para comer em casa ou no trabalho, não é um modelo de negócio novo, mas ganhou toda uma nova luz quando, em 2020 e 2021, por força da pandemia da COVID-19, os restaurantes foram obrigados a ter este serviço e/ou o serviço de entrega ao domicílio para poderem continuar a operar.

 

A verdade é que esta é uma tendência já incorporada nas grandes cadeias de fast food que veio para ficar, à medida que mais e mais pessoas se habituaram a ficar mais tempo em casa, e não só pode ser muito vantajosa para o seu restaurante, como pode ser um requisito para muitos clientes.

 

Vantagens de oferecer serviços de takeout

 

O objetivo de qualquer negócio é responder às necessidades dos seus clientes e na restauração não é diferente. Contudo, oferecer serviços de takeout no seu restaurante não se trata só de responder às tendências do mercado; é um modelo de negócio que pode trazer-lhe algumas vantagens.

 

Não há problemas com sala cheia

 

O facto de ter apenas uma sala por restaurante implica que, naquela localização, só pode responder a um número limitado de clientes. Com um serviço de takeout, o espaço físico deixa de ser problema e pode receber muitos mais clientes; o único limite são os seus recursos de mão-de-obra e de matéria-prima, que são mais facilmente adaptáveis.

 

Mais oportunidades de negócio

 

Ao introduzir um serviço de takeout, tem hipótese de responder não só a uma maior quantidade, mas também a uma maior diversidade de clientes, estando a incluir aqueles que não têm disponibilidade para comer no restaurante ou que preferem mesmo não o fazer.

 

Menores custos com o espaço físico

 

Com o serviço de takeout, não necessita de aumentar o espaço físico do seu restaurante para receber mais clientes – e, quando falamos de espaço físico, falamos de todos os custos que acarreta, desde mesas, cadeiras e loiças até à eletricidade, passando pelos funcionários de sala. No limite, poderá ter de aumentar a cozinha e os funcionários da cozinha, que teria também de aumentar se tivesse de responder a uma sala maior.

 

Dicas para preparar o seu restaurante para takeout

 

Vistas que estão as vantagens de o fazer, é necessário que o seu restaurante esteja preparado para oferecer um serviço de takeout aos seus clientes, o que inclui vários pormenores, desde o menu em si e da embalagem até à organização dos seus serviços. 

 

Adapte o seu menu para ser transportável e eficiente

 

A parte mais importante e diferenciadora de um restaurante é o seu menu e, ao acrescentar um serviço de takeout, em princípio, o seu menu habitual não estará preparado para isso.

 

Deve, por isso, adaptá-lo – ou criar todo um novo menu para este serviço – para aguentar as oscilações de temperatura com as distâncias, o que pressupõe também que sejam alimentos mais resistentes e que não alterem a sua integridade ao serem reaquecidos. Ainda em torno da resistência, é importante que aguentem os solavancos que possam ocorrer na viagem.

 

Além disso, é importante que defina um menu que seja de fácil preparação ou que possa aguardar em tabuleiros para saída imediata, sendo reposto de tempos a tempos, para poder responder a mais clientes em menos tempo.

 

Escolha o melhor tipo de embalagem para os itens do seu menu

 

É de extrema importância que os seus clientes consigam chegar ao destino com a comida intacta e sem queimaduras.

 

Tendo em conta o menu definido para takeout, deve estabelecer embalagens adequadas a cada item, promovendo a separação dos alimentos e, principalmente, dos molhos. Tendo isso em conta, prefira embalagens amigas do ambiente, biodegradáveis e reutilizáveis – além do efeito óbvio de prejudicar menos o ambiente, oferecem um ponto de diferenciação ao seu negócio.

 

Decida por que meios vai receber as encomendas

 

Nem todos os clientes lhe vão entrar pela porta dentro para encomendar takeout, alguns vão preferir encomendar antecipadamente. Por isso, terá de ter meios para facilitar aos clientes a encomenda, o que implica decidir se será por via telefónica, por chat ou através de uma plataforma online – uma página ou um site do tipo e-commerce, por exemplo – que faça esse trabalho por si.

 

Seja de que forma for, é importante que tenha alguém na equipa com formação e preparação para informar o cliente, receber as encomendas sem erros e passá-las para a cozinha. Além disso, não se esqueça de saber sempre para que horas o cliente quererá a encomenda.

 

Organize o seu processo produtivo

 

Neste modelo, não terá tanto controlo sobre as encomendas que entram como quando tem apenas a sala para gerir e, muitas vezes, os clientes esperam agilidade na entrega e não quererá fazer uma fila imensa de clientes à sua porta à espera de levantar a sua comida. 

 

A organização do processo de produção começa logo pela matéria-prima, que deve ser em quantidade suficiente para suprir as encomendas, mas sem exageros para não sobrar e estragar-se depois.

 

É, portanto, importante uma boa gestão da sua cadeia de abastecimento, apostando em relações fortes e boas condições por parte dos seus fornecedores e sabendo a todo o momento o stock que tem dentro de portas.

 

Depois de organizar a matéria-prima, deve organizar a linha de produção e de serviço, apostando numa forte preparação prévia; aqui, a escolha do menu adequado assume vital importância.

 

Estabeleça a forma de levantamento de encomendas

 

Para evitar confusões e filas desordenadas, é importante que estabeleça, além do local de receção de encomendas, se as receber ao balcão, o local de entrega e que o identifique claramente, de forma a que os clientes saibam exatamente onde se dirigir. Nesse local, deverá também ter o seu sistema de faturação, seja caixa registadora ou POS (Point of Sale). Se necessário, divida o restaurante com separadores.

 

Divulgue o seu novo serviço

 

Por último, mas não menos importante, deve divulgar o seu novo serviço de takeout, porque não basta confiar que os seus clientes vão entrar a qualquer momento no restaurante e descobrir a novidade.

 

Procure divulgar ativamente através de mensagens (desde que os titulares tenham autorizado), nas suas redes sociais ou no seu website, se tiver; neste último caso, se optar por ter encomendas online, coloque o acesso bem visível para não perder oportunidades.

 

A gestão do seu restaurante facilitada com o Cegid Jasmin

 

Agora que já sabe o que necessita de fazer para preparar o seu restaurante para oferecer takeout aos seus clientes, só lhe falta operacionalizar todo o processo. Para isso, conte com um software de gestão como o Cegid Jasmin.

 

E com um POS ideal para negócios de restauração que funciona online e offline é mais simples conseguir um serviço de excelência! Com o Jasmin, além de garantir a máxima rapidez das operações, ao usufruir de uma gestão totalmente integrada de pontos de venda, deixa de se preocupar com as dores de cabeça da gestão de caixa, faz a gestão de salas, mesas e pedidos num único local, além de gerir também de forma ágil os artigos e preços.

 

O Cegid Jasmin garante:

 

  • Gestão centralizada dos pontos de venda e do negócio online;
  • Gestão das operações a partir de qualquer lugar e dispositivo;
  • Rapidez e fluidez de trabalho com o sistema de POS online e offline;
  • Otimização da gestão de mesas e pedidos;
  • Controlo eficiente das compras e dos stocks;
  • Flexibilidade na definição de preços;
  • Rigor na gestão de caixa;
  • Cumprimento de todos os requisitos legais e fiscais;
  • Integração com outras plataformas;
  • Informação de apoio à gestão do negócio.

Gestão de lojas online: 7 estratégias para impulsionar as vendas online

Atualmente, devido à crescente concorrência no e-commerce, a gestão de lojas online exige uma maior análise e controlo sobre todos os processos. A forma como é realizada a gestão da sua loja online pode fazer toda a diferença a nível de vendas, fidelização de clientes e, no fundo, entre ser ou não um sucesso, pelo que é importante adotar estratégias que apoiem e dinamizem esta gestão.

 

Estratégias para a gestão de lojas online

 

Gerir uma loja online com sucesso requer ter em conta diversas frentes, desde a usabilidade da loja em si e a apresentação desta e dos produtos, até ao processo logístico e a própria divulgação.

 

1. Aposte nas imagens e descrições dos produtos

 

Quando os seus produtos são apresentados na sua loja online com uma imagem cuidada, os seus clientes ficam com uma boa primeira impressão e a probabilidade de concretização das compras será maior. Por isso, disponibilize fotos com qualidade e de diversos ângulos, demonstrando o potencial e a funcionalidade dos seus produtos.

 

Para além das imagens e vídeos, aposte também em descrições detalhadas e, se aplicável, em características técnicas e instruções de como usar os produtos. O objetivo é transmitir confiança e esclarecer potenciais dúvidas que possam surgir e que possam dificultar a compra.

 

A introdução de conteúdo de qualidade pode também favorecer o posicionamento da sua loja online nos resultados de pesquisa dos motores de busca.

 

2. Sugira produtos

 

Uma boa prática na gestão de lojas online é a implementação de funcionalidades que, quando um cliente demonstra interesse num produto, apresentem outros produtos que sejam complementares ou outras versões mais avançadas do mesmo tipo de produtos em que este está interessado – as chamadas estratégias de cross-selling e upselling.

 

Este tipo de estratégias de venda  estimula o cliente a explorar mais produtos e tem um grande potencial de elevar o ticket médio do seu e-commerce. Além disso, caso o primeiro produto a que o cliente acedeu não seja o suficiente para o convencer a comprar, este será abordado por outros produtos que poderão vir a adequar-se melhor ao que procura. É, portanto, uma forma de prevenir que os utilizadores que visitam a sua loja online saiam sem efetuar uma compra.

 

3. Desenvolva parcerias 

 

Uma boa gestão de lojas online passa também pelo planeamento de parcerias estratégicas com outras marcas e influenciadores da mesma área. Esta pode ser uma boa forma de impulsionar o reconhecimento da sua marca e, consequentemente, levar a um aumento das vendas.

 

Procure optar por marcas, especialistas ou personalidades influentes que já tenham um público significativo e que vão de encontro aos valores da sua loja online, para que o impacto seja maior e a mensagem transmitida seja positiva.

 

4. Invista num serviço de apoio ao cliente eficiente

 

É bastante comum os clientes terem dúvidas quanto a devoluções, trocas ou características dos produtos, o que torna importante a existência de um bom serviço de apoio ao cliente para que estes se sintam ouvidos e apoiados no processo de compra.

 

A existência de um bom apoio online irá aumentar a segurança e satisfação do cliente e a probabilidade de este realizar uma compra. Por isso, ouça as incertezas dos seus clientes e ofereça uma resposta o mais personalizada e adaptada possível às suas necessidades.

 

Tente, também, incluir formas de auxiliar os clientes no processo de compra quando não pode estar online, fomentado uma relação de confiança com a sua marca. Guias de compras, como tabelas de medidas, termos e condições claros e uma secção de perguntas frequentes costumam ser muito eficazes.

 

5. Disponibilize várias formas de pagamento 

 

O principal objetivo de implementar uma estratégia de gestão de lojas online deve assentar em proporcionar a melhor experiência possível aos clientes, o que implica um processo de compra acessível e intuitivo.

 

Com a crescente oferta de meios de pagamento, torna-se importante fazer um estudo de mercado para perceber quais são os mais selecionados pelos consumidores e integrá-los na sua loja online, oferecendo assim opções de pagamento seguras e variadas.

 

Avalie se o seu cliente sente dificuldades na hora do pagamento e se estas dificuldades estão diretamente relacionadas com as formas de pagamento que disponibiliza. Por vezes, esta pode ser a causa de muitas das vendas não se concretizarem, levando a uma má experiência de utilizador na sua loja.

 

6. Invista em Marketing Digital

 

Com o evoluir dos anos, notou-se um aumento substancial das pessoas que preferem realizar compras online ou simplesmente procuram por determinadas informações sobre os produtos mesmo antes de os comprar. Isto veio fazer com que as empresas tivessem de repensar toda a sua estratégia de marketing, indo além das estratégias tradicionais e orgânicas de publicidade, para que o negócio pudesse crescer e ser sustentável.

 

A gestão de lojas online deve, portanto, incluir o Marketing Digital como uma ferramenta essencial para que os seus produtos cheguem a mais pessoas interessadas nos mesmos e a sua marca seja reconhecida. Algumas técnicas que pode e deve incluir na gestão da sua loja online incluem:

 

  • criar campanhas personalizadas para o seu público-alvo;
  • otimizar a estrutura e a velocidade de carregamento do site;
  • implementar estratégias de retargeting;
  • comunicar diretamente com os seus clientes através de e-mail marketing, fazendo-os sentir especiais;
  • analisar métricas da sua loja online, como, por exemplo, quais as páginas mais visitadas ou quanto tempo permanecem em cada página, e identificar possíveis erros de usabilidade.

 

7. Garanta que os seus stocks estão sempre atualizados

 

Ter stocks desatualizados pode causar algum sentimento de frustração a um cliente, que, por exemplo, adicionou o produto que queria ao carrinho de compras e afinal não o pode comprar por indisponibilidade, ou até mesmo realizou todo o processo de checkout e acabou por receber uma mensagem a dizer que afinal o produto que comprou já não está disponível.

 

Se pretende que a gestão de stocks da sua loja online seja eficiente e sustentável a longo prazo, é fulcral que aposte num software que lhe permita ter um controlo frequente sobre os mesmos. Assim conseguirá facilmente identificar questões como quais são os produtos mais procurados, qual o stock mínimo que cada produto deve ter e que produtos devem ser repostos.

 

Potencie a gestão da sua loja online com o Cegid Jasmin

 

O Cegid Jasmin é o software indicado para otimizar a gestão de lojas online, pois permite ter acesso, numa só plataforma, a todos os aspetos do seu negócio, desde a faturação e a gestão de encomendas e devoluções, até à gestão de inventários, oferecendo inclusivamente integrações com diversas plataformas de e-commerce para que possa automatizar processos e sincronizar informações.

 

É um software de gestão na cloud, certificado pela Autoridade Tributária, intuitivo e fácil de utilizar, podendo aceder a qualquer hora e em qualquer dispositivo, permitindo-lhe também oferecer variados métodos de pagamento aos seus clientes. 

 

Obtenha toda a informação de que necessita e controle facilmente todo o stock da sua loja online: experimente gratuitamente o Cegid Jasmin até atingir 30.000 € de faturação!

6 razões para apostar num software de faturação online

A gestão financeira pode revelar-se um desafio para as empresas pela abundância de burocracia e legislação que envolve. Por isso, com o evoluir dos tempos e da tecnologia, as empresas procuraram por formas de agilizar e simplificar os seus processos financeiros, de forma a manterem-se competitivas no mercado. Os departamentos administrativo e financeiro têm sido dos mais beneficiados pela tecnologia. Hoje podem recorrer a software de faturação online para emitir faturas em poucos minutos.

 

O tratamento e o acesso a diversas informações e documentos financeiros em simultâneo é uma das maiores vantagens de usar software de faturação online, o que permite poupar imenso tempo e recursos. São eliminadas tarefas repetitivas e demoradas e a empresa passa a ter todo o controlo em tempo real dos seus stocks e fluxo de caixa.

 

Neste artigo, exploramos algumas razões pelas quais deve optar pela faturação online na sua empresa.

 

1. Economia de tempo e recursos

 

O procedimento de faturação online é simples de utilizar e ajuda a automatizar os processos massudos associados à faturação. Tal não só permite poupar tempo e recursos financeiros, como também reduz significativamente a carga de trabalho incutida aos trabalhadores, além de diminuir a ocorrência de erros humanos e de duplicação de lançamentos, aumentado a fiabilidade e a precisão dos registos financeiros.

 

Além disso, ao poder criar uma base de dados acessível a todas as pessoas interessadas que reúna as informações sobre os seus clientes e os artigos mais usados, é mais fácil e rápido emitir faturas, sem estar sempre a introduzir os mesmos dados.

 

O software de faturação online, ao contrário do software tradicional, limitado a um único dispositivo, é muito mais acessível, porque permite emitir faturas em qualquer lugar e a qualquer hora, sendo apenas necessário um dispositivo com ligação à internet. Os colaboradores autorizados podem facilmente aceder a informações financeiras relevantes, o que agiliza a comunicação interna e facilita a tomada de decisões estratégicas.

 

2. Maior controlo do fluxo de caixa

 

Ter um controlo recorrente sobre o fluxo de caixa da sua empresa nem sempre é fácil, mas é importante para que consiga compreender qual é a realidade financeira do seu negócio. 

 

Com o apoio de um software de faturação online, consegue facilmente estar a par de quais são os valores que tem a receber por parte dos seus clientes e os valores que tem a pagar aos seus fornecedores, acompanhando em tempo real as transações financeiras da sua empresa. Assim, ao apostar nesta ferramenta tecnológica, tem acesso a informações como: 

  • os valores de pagamentos que estão em atraso;
  • há quanto tempo as faturas estão pendentes de pagamento;
  • quais são os clientes que lhe devem dinheiro;
  • as datas de recebimento de faturas de vendas futuras.

 

De uma forma geral, consegue inteirar-se ao pormenor da gestão financeira da sua empresa, podendo prevenir possíveis problemas de liquidez, adotar formas de acelerar os pagamentos dos seus clientes e realizar um planeamento financeiro estratégico para o futuro.

 

3. Segurança dos dados financeiros

 

Entre as inúmeras razões para investir num sistema de faturação online, uma das mais importantes diz respeito à segurança no tratamento de dados financeiros.

 

O software de faturação online veio colmatar a vulnerabilidade associada à gestão financeira tradicional, uma vez que restringe o acesso a determinadas informações e funções específicas e mantém a integridade e confidencialidade dos dados, reduzindo os riscos de alteração ou falsificação de documentos. 

 

Normalmente, este tipo de software possui elevados padrões de segurança, só permitindo acesso a utilizadores autorizados. Além disso, os dados financeiros estão alojados e encriptados em servidores, diminuindo o risco de se perder documentos importantes. 

 

4. Atualizações automáticas e periódicas

 

Para que a gestão financeira seja realizada de forma eficiente, a sua empresa tem de estar constantemente a par de alterações na legislação e de informação atualizada. Esta é outra vertente que o software de faturação online agiliza, uma vez que passa por atualizações automáticas e recorrentes. 

 

Estas atualizações garantem que está sempre a utilizar a versão mais recente do software e também, uma vez que tem de ser certificado pela Autoridade Tributária (AT), que estão a ser cumpridos todos os regulamentos e normas fiscais em vigor.

 

5. Integração com outras áreas

 

Muitos programas de faturação online têm a possibilidade de integração com outras ferramentas de gestão empresarial, como a gestão de stocks e o software de contabilidade, automatizando e reunindo toda a informação necessária a partir de uma só plataforma. Esta integração permite à empresa ter uma visão mais abrangente e completa de toda a sua atividade.

 

6. Acesso a relatórios e ferramentas financeiras

 

Ao gerir a sua faturação online, pode beneficiar da criação automática de documentos e relatórios com base nos dados que estão registados no seu software. Saber o progresso financeiro e o estado atual da sua empresa torna-se mais simples quando tem um sistema que reúne todos os dados financeiros e os transforma em relatórios personalizados. Esta agilidade na obtenção da informação torna o processo de tomada de decisões e a correção de potenciais problemas mais eficientes.

 

Aposte no Cegid Jasmin: o software de faturação online ideal para a sua empresa

 

Como vimos, ao faturar online estará a melhorar significativamente a sua gestão financeira e a investir no seu crescimento e sucesso. Por isso, na hora de ponderar sobre a adoção de um software de faturação online, opte pelo Cegid Jasmin, um software de gestão na cloud que, para além de poder testar grátis até aos 30.000 € de faturação, é altamente intuitivo e simples de utilizar. 

 

O Cegid Jasmin está programado para ajudar na gestão diária do seu negócio, agilizando todo o processo de faturação, recebimentos, pagamentos e análises de resultados e garantindo o cumprimento da legislação em vigor, uma vez que é certificado pela AT.

 

Poupe tempo com o Cegid Jasmin e controle a sua faturação a qualquer hora, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo. Experimente já!

6 ferramentas tecnológicas que precisa para começar um negócio

Hoje em dia, começar um negócio é muito diferente do que era há 10 anos. A tecnologia evoluiu a passos largos e tornou-se uma parte integral da forma como a gestão das empresas é feita. Como tal, existe uma variedade de ferramentas que podem ajudar a lançar e manter o seu negócio a funcionar e a faturar, sendo necessário distinguir as que fazem realmente a diferença das que só fazem perder tempo numa fase embrionária.

 

Para que tenha em mãos tudo o que precisa para conquistar o sucesso, partilhamos neste artigo as ferramentas tecnológicas a ter em conta no momento de abrir o seu negócio.

 

6 ferramentas para começar um negócio

 

1. Software de gestão

 

Possivelmente a ferramenta tecnológica mais importante para qualquer negócio, independentemente da sua dimensão (mas ainda mais para empresas a começar), o software de gestão, também conhecido como ERP – de “Enterprise Resource Planning”, à letra “planeamento de recursos empresariais” –, é de uma importância ainda maior no momento de começar um negócio.

 

Software de gestão como o Jasmin permite centralizar muito do controlo de várias facetas da empresa, desde os inventários à faturação, tesouraria, contabilidade e mais departamentos. Para um negócio a começar, este software permite ter uma visão completa do estado da sua empresa, de forma a que consiga otimizar o seu desempenho, manter a agilidade de que precisa para arrancar e inclusivamente acelerar essa fase inicial de forma a ter o maior impacto.

 

2. Software de gestão da relação com os clientes (CRM)

 

O famoso CRM, software de gestão da relação com o cliente, veio mudar a forma como as empresas lidam com os seus clientes. O CRM é uma ferramenta intrinsecamente ligada ao ciclo de vendas, simplificando a sua gestão desde o primeiro contacto com um potencial cliente (lead) ao acompanhamento do mesmo após a conversão em cliente, de modo a manter a relação com o mesmo, incentivar novas compras ou cross-selling e minimizar o churn de clientes de subscrição.

 

Para quem acaba de começar um negócio, o CRM torna-se vital para o recém-criado departamento de vendas, permitindo automatizar algum do acompanhamento inicial e ajudando a garantir o sucesso daquelas valiosíssimas primeiras vendas.

 

3. Software de faturação

 

Não confundir com o software de gestão (que pode, ou não, incluir este software), o software de faturação é mais focado na gestão diária do seu negócio, particularmente no que toca à gestão das contas correntes e emissão de documentos de faturação.

 

Uma empresa não sobrevive sem capital, o que torna a faturação uma das áreas mais importantes de qualquer negócio – ainda mais para quem está a começar um negócio. Um bom software de faturação certificado como o Jasmin permite-lhe simplificar o processo de faturação, controlar os ciclos de compra e venda e enviar as suas faturas mais facilmente para os seus clientes, agilizando essa etapa do processo e ajudando os pagamentos a chegar mais depressa – e, na fase de abertura do negócio, cada segundo conta!

 

4. Armazenamento na cloud

 

Longe vão os dias da acumulação de papel e da impressão dos documentos. Hoje em dia, o local mais seguro para armazenar as informações essenciais de um negócio é digital, mais concretamente, o armazenamento na cloud.

 

O armazenamento na cloud serve não só para guardar e aceder a documentos digitalizados, como também para criar cópias de segurança (backups) de dados guardados nos seus dispositivos locais, como um meio de ter um duplicado das informações realmente importantes em caso de desastre.

 

Para além disso, existe também software na cloud que permite trabalhar sem ter de instalar mais programas, sendo apenas necessário um navegador web (browser) para aceder ao mesmo, ou até através dos dispositivos móveis, o que lhe permite trabalhar em qualquer lugar, em vez de estar preso ao escritório. Esta é a solução mais prática e flexível para quem está a começar um negócio. 

 

5. Software para gestão de projetos e equipas

 

A gestão da equipa é um dos principais pontos de dor para novas empresas, visto que é nesses primeiros dias que se forma toda uma organização e cultura que acompanhará a empresa a cada dia do seu crescimento futuro. Da mesma forma, para departamentos de investigação e desenvolvimento, empresas focadas em serviços e não só, a gestão de projetos é um ponto essencial que tem de ser bem estabelecido logo à partida.

 

É aí que entra o software de gestão de projetos, um termo genérico que engloba uma variedade de ferramentas para aumentar a eficiência das equipas. Desde plataformas de comunicação interna como o Slack a quadros de organização de projetos para metodologias Agile como o Trello e o Asana, existem sempre soluções para tornar o funcionamento da sua equipa e da gestão dos seus projetos mais direto, mais eficaz e mais produtivo.

 

6. Software de ponto de venda (POS)

 

O software POS, de Point of Sale (traduzido à letra, “ponto de venda”), é uma das tendências tecnológicas que estão a mudar a venda a retalho. Este software consiste essencialmente num sistema que substitui a típica caixa registadora e permite integrar as vendas dos canais principais – físico, e-commerce e em movimento – para acelerar o processo de venda, consultar os resultados em tempo real e gerir diversos pontos de venda numa só plataforma centralizada.

 

Para quem vai começar um negócio de venda a retalho, o POS torna-se, assim, uma ferramenta essencial para controlar e maximizar a eficácia das vendas, sendo escusado dizer que as vendas são, afinal de contas, o sangue de todo o tipo de negócios.

 

Abra o seu negócio com o software de gestão certo 

 

Independentemente da área do seu novo negócio, o Cegid Jasmin tem a solução certa para o seu mercado! Integrando numa só plataforma o software de gestão, o software de faturação, o POS, o processo de cobrança com pagamentos online e muito mais, o Jasmin é a ferramenta de eleição para empreendedores a dar os primeiros passos num novo projeto.

 

Ainda para mais, o Jasmin é completamente gratuito até atingir os 30.000 € de faturação, pelo que pode arrancar com o negócio sem esse custo acrescido e beneficiar das várias vantagens que fazem toda a diferença para atingir o sucesso!

 

Comece o seu negócio com o pé direito e experimente o Cegid Jasmin gratuitamente.