Como utilizar a tecnologia a favor da gestão imobiliária?

Desmaterializar o negócio, pôr em causa o racional da clássica agência imobiliária física, reduzir custos de operações e serviços prestados ao cliente. A tecnologia não é mais do que o maior aliado da gestão imobiliária, num setor em franca evolução tecnológica e a um ritmo de inovação em constante aceleração.

 

Mas de que forma uma atividade tão tradicional como a compra e venda de imóveis pode beneficiar dos avanços da era digital? Por que razão a consolidação de tecnologias móveis está a mudar a forma como as pessoas adquirem casas e as agências realizam vendas? Aliar a tecnologia à gestão imobiliária é um diferencial competitivo num setor com uma dinâmica sem igual.

 

A tecnologia como um incentivo à mudança

 

Visão a longo prazo e estratégias a curto prazo são o pilar de uma gestão imobiliária pensada e estrategicamente planeada. Hoje, mais do que nunca, os players do mercado imobiliário enfrentam um cenário onde a globalização e as ondas de tecnologia são pontos-chave constantes.

 

A abordagem da gestão imobiliária tem de ser, proactivamente, repensada e readaptada, apostando, para tal, em ferramentas tecnológicas que viabilizem a sustentabilidade do negócio.

 

Tecnologia e gestão imobiliária andam de mão dada

 

Esta relação entre a evolução tecnológica e a gestão imobiliária é abordada de duas formas diferentes:

 

  • Por um lado, especula-se o fim da mediação imobiliária tal como a conhecemos com a chegada de soluções tecnológicas eficientes e inteligentes.
  • Por outro, discute-se a forma como a evolução tecnológica impacta a experiência de cada um dos intervenientes e as suas expectativas.

Contudo, o papel da tecnologia na gestão imobiliária promete ir muito mais além, tanto em benefício dos agentes imobiliários, como dos seus clientes. Por exemplo, a Inteligência Artificial promete maximizar a experiência não só de quem compra um imóvel, como de quem vende.

 

Mas não se trata apenas de mecanismos inteligentes num setor tradicional. Falamos aqui de ferramentas como as fotografias aéreas com recurso a drones, fotografias 360° ou visitas virtuais. Estas últimas construíram o percurso para se tornarem a principal resposta às ondas de choque da pandemia da COVID-19, que tem penalizado o mercado imobiliário, especialmente no que concerne às visitas presenciais. Numa perspetiva menos visível – mas com forte impacto na promoção – está a silenciosa revolução dos complexos algoritmos dos sites de anúncios imobiliários. É certo que estão cada vez mais sofisticados na procura de colocar à frente do potencial cliente exatamente aquilo que lhe pode interessar.

 

Hoje em dia estas ferramentas tecnológicas já estão “democratizadas” e são fundamentais na apresentação do produto.

 

Que ferramentas e inovações otimizam a gestão imobiliária?

 

Big Data

 

O setor imobiliário está posicionado de forma única para poder beneficiar do Big Data: quantos mais dados existem, mais decisões acertadas podem ser tomadas. Esta tecnologia permite reunir dados sobre as tendências do mercado e dos consumidores – compra e venda – analisar esses dados e oferecer insights sobre preços, tendências e valor potenciais em determinadas áreas geográficas, por exemplo.

 

Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning

 

Embora o setor imobiliário possa ter hesitado na adaptação – inevitável – à tecnologia, está, hoje, perante uma atualização constante e a recorrer à IA e Machine Learning para tornar os dados já reunidos em informação relevante.  Por exemplo, agora, os websites imobiliários apresentem preferências simples como a localização e tamanho ao exibir propriedades que vão ao encontro das experiências e expectativas dos clientes. Simultaneamente, a IA permite ainda a recomendação de propriedades com base em preferências e valores, recolhidos em pesquisas anteriores.

 

Chatbots

 

Também não é novidade a existência de chatbots nos websites das empresas. Hoje, estes chats controlados por robôs respondem às questões dos consumidores com rapidez e facilidade, com base em aprendizagens anteriores – Machine Learning.

 

Internet of Things (IoT)

 

A Internet das Coisas – ou Internet of Things (IoT) – refere-se a dispositivos e aparelhos “inteligentes” que estão conectados digitalmente à cloud, enviando e recebendo informações constantemente. Nesta perspetiva, as máquinas que incluem sensores inteligentes podem alertar os proprietários ou gerentes de propriedades sobre possíveis problemas e até mesmo permitir a manutenção preventiva.

 

Conforme a IoT cresce, começaremos a ver edifícios inteligentes – ou até mesmo cidades inteligentes – que estão constantemente conectados, enviando e recebendo dados. Isto abre caminho para que o Big Data, IA e Machine Learning criem ainda mais insights e melhorias que talvez ainda não seja possível prever.

 

5G

 

A promessa do 5G é a chave para muitas dessas transformações. O 5G fornecerá mais largura de banda, o que permitirá conectar mais dispositivos à Internet. Por exemplo, no campo da segurança, através desta tecnologia será mais simples conectar muitos sensores e câmaras ao redor de uma propriedade. Esses dispositivos serão capazes de capturar imagens de alta definição e transmiti-las quase que instantaneamente em qualquer lugar.

 

CRM

 

Hoje, o cliente deve ser o foco de todo o negócio, independentemente do setor. Afinal, ele é a razão da existência e prestação de serviço da empresa. Contudo, um bom relacionamento vai muito além do simples atendimento. Neste sentido, a tecnologia trouxe recursos práticos que agilizam o atendimento, como é o caso dos chatbots. Mas mesmo com todas estas facilidades, fundamental criar formas de acompanhar o percurso do cliente. Uma boa solução é a utilização de um sistema de CRM (Sistema de relacionamento com o cliente). Através deste tipo de software é possível acompanhar toda a jornada do cliente e antecipar suas necessidades.

 

Software de gestão inteligente

 

Pode parecer que não, mas todos os aspetos de gestão imobiliária, desde a logística de visitas e mediação imobiliária à gestão administrativa podem ser otimizados com estas inovações tecnológicas. E para simplificar a gestão comercial e administrativa, a aposta em software de gestão é fundamental.

 

Os custos envolvidos na gestão imobiliária devem ser considerados. Por isso, é essencial acompanhar as obrigações financeiras, legais e fiscais a serem cumpridas, os respetivos prazos, assim como os valores a receber. O Jasmin é um software de gestão cloud ideal para negócios do imobiliário, certificado pela Autoridade Tributária que lhe permite fazer uma previsão futura do negócio com base em dados históricos, recorrendo a mecanismos de Big Data, Inteligência Artificial e Machine Learning.

 

Além disso, dá a oportunidade aos seus clientes de pagar com opções online e integra com mais de 1.000 aplicações, como Websites ou CRM. Experimente grátis o Jasmin Express e comece já a gestão do seu negócio de Mediação Imobiliária.

7 tipos de promoções que pode fazer na sua loja (e como implementá-las)

As promoções podem fazer maravilhas na receita de um negócio, mas ter sucesso na sua implementação não é fruto apenas da colocação de um cartaz na loja. Para tirar o máximo partido das promoções, é importante considerar o tipo de promoções a oferecer e há uma infinidade de opções, desde “leve 2, pague 1”, a percentagens de desconto.

 

Quais são os objetivos das campanhas promocionais?

 

São diversos e flexíveis, dependendo do objetivo da empresa: motivar o comportamento de compra, escoar stock antigo, mover inventário ou aumentar as compras com a finalidade de atingir uma meta de vendas. No fundo, estas promoções fazem sempre parte de uma estratégia de marketing das lojas. Estes são algus dos mais comuns objetivos:

 

  • Incentivar a experimentar e a comprar o produto;
  • Incentivar a fidelização com a marca;
  • Aumentar a notoriedade no mercado;
  • Aumentar as vendas;
  • Apresentar novidade e inovações do produto;
  • Reduzir a quantidade de stock.

 

Que tipos de promoções existem?

 

Cada negócio tem as suas particularidades, por essa razão devem ser implementadas campanhas promocionais que façam sentido para a marca. Baixar o preço, o que é, normalmente, associado de imediato à promoção, pode não ser a melhor opção.

 

Mas sabia que existem vários tipos de promoções? Estes são alguns exemplos:

 

  • Ofertas e descontos imediatos;
  • Cupões e vales de desconto;
  • Promoções acumuláveis;
  • Promoções com condições especiais;
  • Programas de Fidelização.

7 exemplos de promoções que podem implementar na sua loja

 

1.      Pague 1, leve 2

Esta é a tradicional campanha de oferta de um produto na compra de outro. E pode ter várias finalidades: a fidelização do cliente, a apresentação de um novo produto – por exemplo, na compra de um produto X, recebe um novo modelo do produto Y – ou a redução de stock.

 

2.      Oferta do produto de valor inferior

Esta é uma excelente estratégia para incentivar o cliente a aumentar o número de produtos por compra. Se, na compra de 3 produtos, for oferecido o de menor valor, o cliente, provavelmente, não irá comprar apenas um produto – irá comprar dois para receber o terceiro.

 

3.      Descontos progressivos

Trata-se de um desconto que aumenta à medida que o número de produtos (ou valor gasto) vai subindo. É mais do que uma forma de incentivar o cliente a aumentar o número de produtos por compra. Por exemplo, na compra de 2 produtos, tem 10% de desconto, mas se comprar 4 usufrui de 20%.

 

4.      Descontos ou ofertas especiais em compras superiores a um determinado valor

Ao oferecer um produto ou um desconto extra se o valor da compra ultrapassar o valor predeterminado pela marca é uma forma de dar a conhecer produtos novos e fazer com que o cliente gaste mais nos produtos que já conhece.

 

5.      Promoções em dias temáticos

Colocar em prática esta campanha pressupõe oferecer promoções em datas como o Dia da Mãe, o Dia da Mulher, o Natal, Carnaval, etc. Por exemplo: oferta de portes grátis em todos os produtos da coleção do Dia da Mulher.

 

6.      Códigos de desconto

Além de representarem uma boa forma de atrair novos clientes, os códigos de desconto são uma ótima forma de monitorizar a origem do cliente.

 

7.      Promoções para clientes habituais

fidelização é, sem dúvida, um dos pilares mais importantes de um negócio online. E pode ser feita através de campanhas promocionais, oferecendo certos benefícios aos clientes que regressam à loja online e voltam a fazer encomendas.

 

 

Como implementar uma promoção na sua loja?

 

Antes de qualquer ação, é fundamental conhecer o público-alvo e ter o perfil da empresa bem traçado. Apenas depois é que devem ser implementadas as promoções. Para tal, é importante definir:

 

  • Os objetivos gerais e específicos da ação;
  • O público que deverá ser atingido;
  • O conceito da campanha;
  • Estabelecer o período que a campanha estará em vigor;
  • Que tipos de ações serão realizadas e como;
  • Os recursos humanos e financeiros necessários;
  • Como será divulgada a campanha promocional;
  • Avaliar os resultados da ação.

Faça a gestão das promoções num único local

 

Se está a pensar investir numa campanha de promoções para o seu negócio, saiba que não basta ter em conta o objetivo da campanha. É fundamental um planeamento estruturado de todos os aspetos, desde a gestão logística à gestão administrativa e comercial.

 

A aposta em soluções de gestão administrativa e logística é a resposta aos desafios que o negócio online impõe.

 

Hoje, com recurso a tecnologia, esta gestão do negócio é simplificada e agilizada. Um software de gestão, como o Jasmin, além de otimizar a gestão diária, integra facilmente todos os canais de venda num único backoffice e consegue fazer a gestão do inventário disponível para cada canal de venda.

 

E com um POS para negócios de comércio e retalho que funciona online e offline é mais simples conseguir um serviço de excelência! Com o Jasmin, além de garantir a máxima rapidez das operações em loja, ao usufruir de uma gestão totalmente integrada das várias lojas e dos canais de venda, deixa de se preocupar com contagens de artigos, contas complicadas de gestão de campanhas promocioanis e com as dores de cabeça da gestão de caixa. 

 

O Jasmin garante:

 

  • Gestão centralizada dos pontos de venda e do negócio online
  • Gestão das operações a partir de qualquer lugar e dispositivo
  • Rapidez e fluidez de trabalho com o sistema de POS online e offline
  • Controlo eficiente das compras e dos stocks
  • Flexibilidade na definição de preços
  • Rigor na gestão de caixa
  • Cumprimento de todos os requisitos legais e fiscais
  • Integração com outras plataformas de e-commerce
  • Informação de apoio à gestão do negócio

6 passos para abrir atividade como trabalhador independente no Portal das Finanças

Se o seu sonho é abrir o seu próprio negócio e pretende começar a traçar o caminho, o primeiro passo a tomar, a partir do momento em que decide do que vai tratar esse negócio, é abrir atividade junto da Autoridade Tributária. Isto aplica-se quer pretenda abrir uma empresa, quer pretenda começar a exercer como trabalhador independente.

 

No caso de uma empresa (pessoa coletiva), provavelmente precisará de recorrer ao seu contabilista certificado para entregar a declaração de início de atividade; para abrir atividade como trabalhador independente, pode fazê-lo por si próprio. Saiba neste artigo como.

 

Porque é necessário abrir atividade?

 

Qualquer pessoa ou entidade tem de pagar impostos e contribuições, disso não há dúvida. Ora, abrir atividade é o que vai permitir à Autoridade Tributária perceber que a sua atividade como trabalhador independente existe. É a abertura de atividade que faz com que possa:

  • começar a declarar os rendimentos provenientes do trabalho independente;
  • definir como serão tributados os seus rendimentos, dentro das opções previstas na legislação;
  • faturar aos seus clientes;
  • cumprir as suas obrigações fiscais e, por outro lado, usufruir de algumas isenções ou benefícios fiscais;
  • fazer as suas contribuições para a Segurança Social e ter acesso à proteção por ela providenciada (por exemplo, subsídio de desemprego ou de parentalidade).

 

Quando e onde se deve abrir atividade?

 

Conforme explicitado no do artigo 31.º, n.º 1, do Código do IVA (CIVA), a declaração de início de atividade deve ser entregue antes de começar a exercer a atividade. No limite, pode abrir atividade no próprio dia que indicar como o do início da sua atividade por conta própria.

 

Pode abrir atividade presencialmente, numa repartição de Finanças, entregando a respetiva declaração de início de atividade em mão, ou pode fazê-lo de forma mais prática, online, no Portal das Finanças.

 

O que é necessário para abrir atividade no Portal das Finanças?

 

Para abrir a sua atividade como trabalhador independente no Portal das Finanças, necessitará do seguinte:

  • ter um número de contribuinte (NIF) português;
  • ter uma senha de acesso ao Portal das Finanças ou um leitor de cartão de cidadão ou ainda uma chave móvel digital;
  • saber qual será o seu código CAE (Classificação Portuguesa de Atividades Económicas).

 

Passos para abrir atividade no Portal das Finanças

 

1. Entre no Portal das Finanças e abra a declaração de início de atividade

 

 Tendo a sua senha de acesso, o leitor de cartão de cidadão ou a chave móvel digital consigo, o primeiro passo é autenticar-se no Portal das Finanças. Depois, para encontrar a declaração de início de atividade, terá de seguir os seguintes passos:

  • no menu lateral esquerdo selecionar “Todos os Serviços”;
  • procurar a secção “Início de Atividade”;
  • clicar em “Entregar declaração”;
  • abrirá uma nova página, onde deverá começar a preencher a declaração.

 

Existirão dados, como, por exemplo, a morada, que já se encontram registados no Portal das Finanças e que deverá apenas confirmar.

 

2. Defina quantas faturas pretenderá emitir e a data de início da atividade

 

Após a morada fiscal, ser-lhe-á pedido para indicar quantas faturas ou faturas-recibo prevê emitir no decorrer da sua atividade (apenas uma ou mais do que uma) e em que data vai iniciar o exercício da sua atividade – lembre-se de que deverá iniciar após abrir atividade.

 

3. Defina qual será a sua atividade

 

O passo seguinte será indicar qual será a sua atividade ou atividades, o que é feito mediante a indicação de um ou mais códigos CAE ou CIRS.

 

O código CAE é um código numérico que identifica cada uma das atividades que será desenvolvida pelo seu negócio, devendo escolher tantos quanto os aplicáveis, num máximo de 20 (um o principal e os restantes os secundários). Já os CIRS, códigos da tabela de atividades prevista no artigo 151º do Código do IRS (CIRS), destinam-se a ser usados por trabalhadores independentes que prossigam aquelas atividades de prestação de serviços num máximo de cinco CIRS, um principal e quatro secundários.

 

Se pretender ter atividades constantes da referida lista e outras que não se enquadrem nos códigos CIRS, pode selecionar códigos CAE e CIRS em simultâneo, tendo sempre o cuidado de escolher um para principal.

 

4. Indique o volume de negócios previsto até ao fim do ano

 

O volume de negócios anual é o que irá definir o enquadramento ou não na isenção de IVA prevista no artigo 53.º do Código do IVA (CIVA), bem como a sujeição ou não à obrigatoriedade de fazer retenções na fonte.

 

Ao abrir atividade terá de indicar o volume de negócios proveniente das vendas e prestações de serviços previsto entre o mês de abertura de atividade e dezembro do mesmo ano.

 

5. Defina o seu enquadramento em IVA

 

Como referido, com base no seu volume de negócios, poderá ou não ficar enquadrado no regime de isenção de IVA previsto no artigo 53.º do CIVA. Regra geral, é possível enquadrar-se quando o volume de negócios do ano anterior não ultrapasse o limite de 13.500 euros (em vigor em 2023; em 2024, será de 14.500 euros e, a partir de 2025, de 15.000 euros).

 

No ano em que abre atividade, contudo, é tido em conta para este limite o volume de faturação previsto para o próprio ano, o que significa que o valor que indicou no passo anterior terá de ser anualizado, correspondendo ao seguinte:

 

Volume de negócios previsto até ao fim do ano / n.º de meses entre o de abertura e o fim do ano x 12 meses

 

Se for inferior ao valor estabelecido, ficará isento de faturar IVA aos seus clientes, não podendo também deduzir o IVA suportado nos seus gastos, a não ser que opte por se enquadrar no regime normal. Neste caso, terá de se manter nele durante 5 anos.

 

Caso se enquadre no regime normal de IVA, será assumida por defeito a entrega da declaração periódica (e o pagamento do respetivo imposto) trimestralmente, mas poderá optar pela entrega e pagamento mensal, tendo de se manter nesta modalidade por 3 anos.

 

6. Mantenha o regime simplificado ou opte pela contabilidade organizada

 

Ao abrir atividade, ficará automaticamente sujeito ao regime simplificado de tributação, sendo que, em certos casos, pode optar pelo de contabilidade organizada.

 

Na tributação pelo regime simplificado, o lucro tributável é apurado através da aplicação das percentagens fixas explicitadas no artigo 31.º do CIRS, assumindo-se que uma parte fixa das vendas corresponde a despesas e fica isenta de imposto. Este regime só é possível quando o montante ilíquido de rendimentos no ano anterior é inferior a 200 mil euros. No ano de início de atividade, é tido em conta o montante estimado para os rendimentos nesse ano.

 

No regime de contabilidade organizada, terá de ter um contabilista certificado e a tributação é feita tendo em conta todos os rendimentos e todas as despesas provadas documentalmente. É obrigatório para volumes de faturação anuais superiores a 200 mil euros.

 

Depois de abrir atividade, faça uma gestão eficiente com o Cegid Jasmin 

 

Abrir uma atividade não implica só a responsabilidade de vender, como também a de a tornar rentável e, para isso, é necessário gerir todas as suas facetas. Neste campo, pode contar com a ajuda do Cegid Jasmin, um software de gestão adequado às suas necessidades diárias.

 

O Cegid Jasmin permite-lhe não só emitir as suas faturas e enviá-las diretamente aos seus clientes, como oferece meios de pagamentos online para que possa receber imediatamente. A gestão de stocks fica assegurada, bem como pode contar com uma gestão centralizada de todos os seus pontos de venda (POS), além de ter um fácil controlo de resultados.

 

Melhor mesmo é ver com os seus próprios olhos, em ambiente real. Pode experimentar o Cegid Jasmin gratuitamente durante os primeiros 30.000 euros de faturação e alavancar o seu negócio desde o primeiro dia!

Social Selling: o que é e quais os benefícios para a sua empresa

Seguramente que já ouviu falar de Social Selling e poderá achar que sabe o que é. E não, não é o mesmo que Marketing ou Publicidade nas redes sociais. Mas se há algo com que todos podemos concordar é que o poder das redes sociais mudou o modo de comunicar e vender, facilitando e agilizando este último processo, visto não ser mais necessária a típica tríade de consumidores, transações, produtos ou serviços.

 

Assim, a natureza unilateral do comércio e da promoção desapareceu para dar lugar a estratégias sociais focadas nos interesses dos clientes, à interação multilateral, à fidelidade para com marca e, claro, à conversão – isto é o Social Selling.

 

O seu processo ocorre em comunidades e redes sociais, pois são espaços que servem de plataforma para chegar a mais clientes e promover um maior envolvimento com eles.

 

Saiba como dar início ao processo de Social Selling

 

Se ainda não incorporou o Social Selling no seu negócio, então, lamentamos informar, mas está a perder vendas para concorrentes que sejam “socialmente” mais experientes.

 

Social Selling é a arte de usar as redes sociais para encontrar, conectar-se, entender e nutrir perspetivas de vendas. Trata-se de uma maneira moderna de desenvolver relacionamentos significativos com potenciais clientes que privilegiam a sua marca no momento da compra.

 

Se possui uma página de negócios no Facebook, um perfil de LinkedIn ou uma conta profissional no Twitter, então já cumpriu as etapas base de Social Selling, mesmo que não se tenha apercebido disso, nem associado ao tema.

 

Social Selling não consiste apenas em obter acesso a contatos, mas principalmente em construir relacionamentos e em ouvir estrategicamente o momento certo para se juntar à conversa para que se possa apresentar como uma solução para um problema atual, abordando uma necessidade urgente de facilitar a vida.

 

Os 4 pilares do Social Selling

 

Se já tem as contas de redes sociais criadas, mas não sabe como tirar o máximo de proveito para levar à conversão, então saiba o que deve fazer.

 

1. Criar uma marca profissional

 

O mundo atual do B2B é muito seletivo e só resultará em pleno com fornecedores que simbolizem integridade e confiança. Uma marca profissional forte mostra que é um elemento importante e ativo no seu mercado, o que leva a mais consultas de clientes potenciais e, consequentemente, a mais conversões.

 

2. Atentar às expetativas

 

O processo de Social Selling permite que a empresa se relacione com as expetativas do cliente final de forma mais efetiva e realista do que os processos de venda tradicionais, bem como se torne mais acessível, próxima e transparente.

 

3. Estar atento ao mercado

 

Posicione o seu negócio como um especialista na área em que atua, compartilhando conteúdos relevantes da indústria, comentando notícias e construindo a sua marca profissional. Isto permite que os vendedores demonstrem atualização e atraiam novos contatos.

 

4. Construir relacionamentos confiáveis

 

Crie confiança, compartilhando as suas perspetivas e ajudando a fornecer informações relevantes para pontos comuns ou para questões que careçam de soluções ou respostas.

 

4 benefícios do Social Selling

 

Ao implementar uma estratégia de Social Selling na sua empresa, irá verificar um aumento das vendas. Conheça mais vantagens:

 

1. Reduzir o ciclo de vendas

 

As ferramentas online disponíveis e as conversas nas redes sociais permitirão monitorizar e conhecer as preferências, dúvidas, interesses e opiniões das pessoas em relação a um produto ou serviço, num período de pesquisa reduzido. Então, poderá concentrar-se noutros aspetos da venda que gerem valor agregado para os clientes.

 

2. Ganhar reputação online

 

Além da qualidade do produto ou serviço que oferece, é importante ganhar reputação online. Isto é conseguido através de opiniões e comentários sobre o produto e otimização dos perfis sociais da equipa, da empresa e dos seus vendedores.

 

3. Gerar leads

 

E, com isso, atrair, potenciais clientes, já que, ao oferecer conteúdo e valor útil aos usuários, permite-lhe conhecer as suas preocupações e fornecer soluções através das redes sociais, aumenta a possibilidade de conquistar a fidelidade dos clientes.

 

4. Otimizar as vendas offline e online

 

Mesmo que não tenha um site de vendas, o posicionamento do seu site atual e a aplicação de uma estratégia efetiva de redes sociais irão ajudá-lo a otimizar as vendas a todos os níveis.

 

Ser capaz de construir um melhor relacionamento com os clientes e manter a marca conectada aos usuários é o objetivo essencial do processo de Social Selling.

 

Conheça os seus clientes e potenciais clientes e ofereça-lhes melhores experiências, bem como produtos e serviços, que se concretizem num aumento de vendas.

 

A faturação num processo de Social Selling

 

Para se poder dedicar inteiramente à implementação do Social Selling na sua empresa, criando os perfis nas redes sociais e elaborando uma estratégia adequada, é inevitável que fique com menos tempo para se dedicar à gestão da faturação da sua empresa que, inevitavelmente, deverá ser feita.

 

O Jasmin é a solução. Este software de faturação cloud, certificado e gratuito, que permite gerir e levar o seu negócio para outro patamar, funciona de forma simples e intuitiva. Além disso, disponibiliza várias funcionalidades, tornando-se num serviço global e integrado que poderá fazer a diferença.

 

Experimente já hoje o Jasmin e torne a gestão da sua empresa mais eficaz, ao mesmo tempo que desenvolve uma estratégia de Social Selling e aumenta os níveis de engagement com os seus clientes ou potenciais clientes. São só vantagens!

 

 

Hostel: 6 estratégias para atrair mais clientes

Ter todos os quartos do hostel ocupados todo o ano é o sonho de qualquer empreendedor. Mas não é simples conseguir isso. Cada vez mais os turistas procuram referências online para conhecerem melhores opções de hospedagem e ler as reviews das outras pessoas.

 

Para tornar o seu hostel uma referência de mercado e a preferência dos clientes, é necessário investir em algumas estratégias para aumentar a taxa de ocupação. E estar apenas online deixou de ser a única opção. Mas há algo que não pode falhar: a qualidade. Esta é a base para o sucesso de um hostel. No entanto, ainda temos algumas estratégias para si sobre como atrair clientes mais rápido.

 

6 estratégias para atrair clientes mais rápido

 

1.      Identifique o seu público-alvo

Antes de começar qualquer estratégia de atração de clientes, é importante identificar quem é o seu público-alvo. No caso de um hostel, o público-alvo são, principalmente, jovens viajantes que procuram um lugar para dormir a preços acessíveis. Além disso, o público-alvo pode incluir estudantes universitários, pessoas em negócios ou grupos de amigos que procuram uma opção de hospedagem económica. Conhecer o seu público-alvo ajuda a ajustar a sua estratégia para responder às suas necessidades e expectativas.

 

2.      Otimize o website do seu hostel

Um website bem projetado e otimizado é uma das ferramentas mais importantes para qualquer hostel. O seu website é a vitrine e o primeiro contato que os clientes terão com o seu negócio. Certifique-se de que o seu website é intuitivo, atraente, fácil de navegar e otimizado para motores de busca. Isso ajudará a aumentar a visibilidade do seu hostel nos resultados de pesquisa e a atrair mais tráfego orgânico para o seu site.

 

3.      Invista em SEO

A otimização para mecanismos de busca – ou Search Engine Optimization (SEO) – é uma das melhores formas de aumentar a visibilidade do seu hostel online. Ao investir em SEO, pode aumentar a classificação do seu hostel nos resultados de pesquisa e atrair mais tráfego orgânico para o seu site. Certifique-se de usar palavras-chave relevantes e com volumes altos de pesquisa em todo o seu website, incluindo títulos, meta descriptions e conteúdo. Além disso, otimize as suas imagens e use alt-text para ajudar a aumentar a visibilidade do seu site nos resultados de pesquisa.

 

4.      Tire partido das Redes Sociais

As redes sociais são uma forma poderosa de promover o seu hostel e atrair novos clientes. Use plataformas como Facebook, Instagram, TikTok e Twitter para partilhar fotos, vídeos e informações sobre o seu hostel. Use hashtags relevantes para aumentar a visibilidade e incentive os seus seguidores a partilhar as suas publicações. Além disso, tire partido das redes sociais para se envolver com os seus clientes, respondendo a perguntas e comentários e fornecendo informações úteis sobre a sua localização e atividades na área.

 

5.      Ofereça promoções e descontos

Os clientes adoram promoções e descontos! E promover ofertas especiais pode ajudar a atrair novos clientes para o seu hostel. Ofereça descontos para reservas antecipadas ou para grupos maiores, por exemplo. Além disso, pode ainda criar pacotes especiais que incluam atividades locais, como passeios turísticos ou bilhetes para eventos. Existe um universo de possibilidades.

 

6.      Aposte em ferramentas de gestão

A gestão hoteleira não está completa sem o controlo eficaz de todas as questões comerciais do negócio. Desde a emissão de faturas, monitorização de vendas e gastos, controlo do fluxo de caixa e ainda a resposta às obrigações legais e fiscais, o Jasmin é um software que garante a gestão ágil do seu negócio hoteleiro.

 

Por ser 100% cloud, acompanha os resultados em tempo real e em qualquer lugar e dispositivo móvel. Além disso, por recorrer a Inteligência Artificial e Big Data, permite-lhe fazer previsões futuras.

 

Além de automatizar processos administrativos, o Jasmin integra com todos os sistemas fundamentais para a gestão saudável do negócio. Desde o Channel Manager, Motor de Rerserva, Gateway de pagamentos, lojas online ou CRM.

 

E anda melhor do que começar a gestão hoteleira de forma gratuita. Experimente a versão gratuita – o Jasmin Express.

Como escolher o melhor software para gerir uma startup

Uma das decisões mais importantes para qualquer startup no seu início é qual o software que vai usar na gestão do seu novo negócio. Desde a plataforma de e-mail ao software de gestão, é vital que escolha as ferramentas ideais para o seu modelo de negócio para conseguir ter sucesso logo à partida – e uma má decisão a nível de software tem impactos drásticos a médio-longo prazo e significa ter de reformular muitas decisões.

 

Desenvolver internamente ou escolher software que já existe no mercado: qual a melhor opção?

 

A primeira questão com a qual qualquer startup tecnológica se tem de debater é: escolher uma opção já existente e pronta a usar ou desenvolver algo à medida? Naturalmente, ambas as opções apresentam vantagens e desvantagens. 

 

A grande vantagem de software pré-existente é o facto de já estar essencialmente pronto a usar; provavelmente terá de tratar de algumas configurações, mas o software em si já existe e já está preparado para ser usado o mais rapidamente possível.

 

No entanto, a desvantagem de comprar software é que, na grande maioria das vezes, este não está adaptado à realidade específica do seu negócio, para não falar de, por vezes, envolver um investimento substancial – e trazendo uma série de funcionalidades supérfluas que não fazem falta à sua startup.

 

Por sua vez, software desenvolvido à medida in-house traz a vantagem de ser 100% desenhado para as necessidades da startup, mas com sérias desvantagens por acréscimo, nomeadamente:

  • Necessidade de alocar recursos internos para o desenvolver, o que significa que parte da sua equipa estará dedicada à criação do software em vez do negócio;
  • Necessidade de continuar a desenvolver e a manter o software, pelo que, em vez de focar esforços completamente no crescimento do seu negócio, terá sempre de ter uma parte da equipa dedicada a otimizar o software e a desenvolver novas funcionalidades.

 

Tendo em conta os recursos limitados para arrancar com qualquer startup e o investimento de tempo e esforço a médio-longo prazo para manter software interno a correr, a melhor solução para uma startup é, sem dúvida, escolher uma opção que já exista no mercado.

 

Questões a ter em conta para escolher o melhor software para uma startup

 

Adaptabilidade ao negócio

 

 Como referimos, uma das grandes limitações que software existente apresenta para uma startup é o facto de poder não ser completamente adequado à sua realidade.

 

Assim sendo, uma das questões que deve colocar na fase de escolha de software é até que ponto cada opção é adaptável à sua realidade atual e futura, tanto a nível de flexibilidade como de modularidade – isto é, se o software consegue crescer e adaptar-se ao seu negócio à medida que o mesmo se desenvolve e ganha novos requisitos.

 

Capacidade de integração com outro software

 

Na verdade, o software não funciona sozinho; para estabelecer bons processos produtivos, é necessário que o mesmo se integre com as outras plataformas que uma startup requer para funcionar – por exemplo, a integração do e-mail com a plataforma de CRM para que contactos por e-mail a potenciais clientes sejam automaticamente adicionados.

 

Assim sendo, por muito eficaz que o software possa ser a responder às suas necessidades específicas, é necessário que o mesmo também se integre com o restante workflow para que os dados sejam transmitidos sem quaisquer constrangimentos. Nenhum software é uma ilha!

 

Foco nas necessidades da sua startup

 

Um dos principais problemas que aflige software é a chamada “feature creep”: quando uma plataforma tem funcionalidades a mais, o que a torna mais lenta, mais complicada de usar e menos eficaz para cada propósito específico.

 

Para uma startup em particular, é essencial evitar esse tipo de plataformas que prometem mundos e fundos, visto que o seu estatuto generalista significa que não dará uma resposta eficaz aos requisitos extremamente específicos e concretos de uma pequena empresa.

 

Testar antes de adotar

 

Depois de adotar uma determinada plataforma e criar sistemas à volta do seu uso, torna-se cada vez mais complicado substituí-la por outra com o passar do tempo.

 

Portanto, antes de assentar num determinado software, procure saber se é possível fazer algum tipo de teste, preferencialmente gratuito, durante determinado tempo para perceber se realmente vai dar resposta às suas necessidades específicas, não vá no futuro descobrir que afinal era a decisão errada e perde tempo (e dinheiro) a trocar de plataforma.

 

Não olhe (demasiado) ao preço

 

Naturalmente, uma startup não tem recursos infinitos para investir, muito menos em software. No entanto, se decide poupar despesas nesta área e seleciona a opção mais barata independentemente da sua adequação ao modelo de negócio, o que vai acabar por acontecer é que, inevitavelmente, o software vai criar problemas que eram evitáveis se tivesse feito a escolha certo logo à partida, fazendo a sua empresa ter de voltar atrás – ou, pior, ficar presa a uma plataforma que não faz o que precisa!

 

Como em tudo na vida, é preciso ver o equilíbrio qualidade-preço. A solução mais cara, por fantástica que seja, provavelmente não será viável para o negócio, mas certamente descobrirá uma solução que oferece aquilo que precisa ao preço certo, evitando o custo de oportunidade de escolher a opção mais barata só porque sim.

 

Cegid Jasmin: o software de gestão indicado para startups

 

No que toca a software de gestão, a escolha certa para qualquer startup é o Cegid Jasmin, uma plataforma na cloud altamente flexível e modular, com diversas funcionalidades e extensões disponíveis, desde Point Of Sale (POS) a software de faturação certificado e de pagamentos online, para ajudar startups de todo o tipo de áreas de atuação. O Cegid Jasmin tem tudo o que precisa para fazer a sua empresa crescer sem correr o risco de adotar funcionalidades a mais ou usar um software excessivamente complicado.

 

Melhor ainda, pode experimentar gratuitamente o Cegid Jasmin durante os primeiros 30.000 euros faturados, pelo que pode ver em primeira mão como é o melhor software para a sua startup. Experimente ainda hoje!