Agência de viagens: 8 dicas para aumentar as vendas

A competição no mercado turístico tornou-se cada vez maior, com a crescente evolução digital e o constante aparecimento de novas agências de viagens.  Com este cenário, para uma agência de viagens, torna-se essencial adotar diferentes estratégias e técnicas, de forma a aumentar as vendas e impulsionar o crescimento.

 

Para ajudar, compilamos neste artigo 8 dicas essenciais para atingir e ultrapassar os seus objetivos de venda.

 

1. Conhecer o público

 

Como a oferta turística, também a procura por viagens e tudo o que diga respeito a lazer teve um aumento acentuado. Cada vez mais, as agências são abordadas por um leque variadíssimo de clientes e para conseguirem ser eficazes e eficientes nas suas respostas torna-se necessário “dissecar” o seu cliente, isto é, conhecer os seus interesses, as suas necessidades e aquilo que procuram.

 

Após se ter conhecimento de alguns aspetos, como, por exemplo, o orçamento, se gosta de temperaturas mais quentes, se prefere atividades radicais ou outros fatores, será muito mais fácil providenciar um serviço que agrade os desejos do cliente. Por consequência, a probabilidade de realizar uma venda será maior e o cliente irá sentir que teve uma experiência personalizada e única, que foi de encontro às suas expectativas. De futuro, a probabilidade deste cliente voltar a entrar em contacto com a mesma agência será maior, pois foi desenvolvida uma relação de confiança.

 

2. Investir em Marketing Digital

 

O fácil acesso a informação veio fazer com que as agências de viagens, e não só, tivessem de inovar todo o seu meio digital. Por isso, a longo prazo, é essencial que uma agência de viagens otimize ao máximo as suas redes sociais e o seu website e invista na criação de conteúdo online.

 

O e-mail marketing é uma das ferramentas que pode ser fundamental para aumentar as vendas. Através deste meio, a agência pode contactar os seus clientes e potenciais clientes com promoções e campanhas que ache mais interessantes e apelativas.

 

Além disso, a presença digital em redes sociais, como por exemplo, o Facebook, o Instagram, o LinkedIn, entre outros, é fundamental para as agências de viagens terem maior visibilidade e serem capazes de construir um relacionamento melhor com o seu cliente.

 

3. Investir em software de faturação que facilite a venda online

 

A par destas estratégias e considerando que maior parte das pessoas procuram online qual o destino que querem visitar, os preços e o alojamento, antes de tomarem qualquer tipo de decisão, é fulcral que as agências de viagens tenham um website altamente preparado para responder a todas estas questões.

 

Por isso, deter uma plataforma de Ecommerce que seja responsiva, simples e segura, permite à agência agilizar todo o processo de compra online e aumentar o nível de satisfação do cliente. Para além disso, apresentar vários métodos de pagamento online é essencial para garantir que se apresenta o maior número de opções para os clientes concretizarem a compra, sendo, assim, necessário algum tipo de software de faturação.

 

O Cegid Jasmin é um software de faturação e gestão altamente intuitivo, que não só permite acompanhar o ato da compra e venda, como disponibiliza diversas formas de pagamento ao utilizador. Com este software, qualquer agência de viagens consegue criar as suas faturas e documentos, de forma personalizada e em poucos cliques, garantindo assim uma boa e segura experiência de compra ao seu cliente.

 

4. Realizar promoções e ofertas 

 

Realizar promoções sazonais, ou oferecer algum tipo de serviço a um cliente que já tenha efetuado uma compra, é uma forma de captar futuras vendas e permanecer na “memória” do cliente. Este tipo de comunicação não só é apelativa, como é uma forma para a agência se destacar no mercado turístico.

 

5. Pedir feedback aos clientes

 

Estar em permanente contacto com os clientes é a chave para aumentar as vendas e, por isso, considerar a opinião e feedback deles é uma estratégia inteligente.

 

Como já dito, o mercado turístico apresenta um leque variado de concorrentes, o que faz com que a probabilidade de os clientes pesquisarem, previamente, diferentes avaliações e dicas referentes à agência que vão contactar se torne cada vez maior.

 

 Ao receber a opinião dos clientes em relação à sua experiência, as agências de viagens devem traçar planos de ação, de forma a melhorar gradualmente os seus serviços e, com isto, melhorar a sua visibilidade perante futuros clientes. Além disso, podem reunir o melhor feedback e usá-lo a seu favor em campanhas de marketing.

 

6. Fazer parcerias estratégicas

 

Combinar diferentes serviços para proporcionar experiências únicas aos clientes pode-se revelar bastante dispendioso a nível de recursos monetários e tempo, pelo que é importante estabelecer parcerias estratégicas com outras plataformas e empresas do mesmo setor, para unir interesses e economizar.

 

Ao estabelecer boas parcerias empresariais, as agências de viagens poderão expandir o seu mercado de clientes, irão ter uma maior notoriedade e poderão ampliar o seu leque de ofertas.

 

7. Manter a equipa motivada

 

No que diz respeito a aumentar vendas, também se torna imperativo incentivar os funcionários, uma vez que são estes que irão lidar diretamente com o cliente.

 

 Estabelecer incentivos salarias e proporcionar um bom ambiente de trabalho e de equipa são formas que as agências de viagens podem utilizar para manter os seus funcionários alegres e encorajá-los a satisfazer os clientes da melhor maneira possível.

 

8. Ter o Cegid Jasmin como parceiro

 

Como vimos, para potencializar as vendas numa agência de viagens, é fulcral um bom atendimento ao cliente e o investimento em diferentes técnicas de vendas. Contudo, uma agência de viagens, ao aumentar o seu rendimento e produtividade, tem de implementar um bom software de gestão, que lhe permita acompanhar e gerir o fluxo crescente de clientes e receitas.

 

O Cegid Jasmin é um software de gestão que não só permite controlar a faturação a toda a hora e em qualquer lugar, como facilmente acompanha o crescimento empresarial. É um parceiro ideal a ter em conta, quando uma agência de viagens tem como objetivo aumentar as suas vendas.

 

Experimente o Cegid Jasmin gratuitamente ainda hoje e descubra tudo o que pode fazer pelo seu negócio.

Metodologia SMART: como definir objetivos de negócio

Definir objetivos de negócio está entre as tarefas mais relevantes para o crescimento e desenvolvimento de uma empresa. Ao fazê-lo, a empresa está a estabelecer previamente a direção que deseja tomar no futuro, a regular todos os planos estratégicos e a fazer com que os seus trabalhadores caminhem todos na mesma direção. Uma das formas de os definir é através da chamada metodologia SMART.

 

Neste artigo, iremos abordar o que é a metodologia SMART e como esta é essencial para a definição de objetivos de negócio.

 

O que são objetivos SMART?

 

Peter Drucker criou o método “SMART” em 1981 na consideração que os objetivos deviam ser planeados segundo determinados critérios. O propósito deste método é ajudar a estabelecer objetivos específicos (Specific), mensuráveis (Measurable), alcançáveis (Achievable) e realistas (Realistic), num determinado espaço de tempo (Time-bound).

 

Os objetivos SMART ajudam a entender qual o caminho que se deve percorrer e quais as metas a atingir para seguir esse mesmo caminho. Ao usar esta metodologia, as empresas conseguem planear de uma forma mais simples e estratégica o seu futuro.

 

O que significa o acrónimo SMART?

 

O acrónimo SMART resume facilmente as características básicas que devem estar presentes aquando da definição de objetivos de negócio:

 

Específico (Specific) 

 

 O primeiro passo é definir qual o objetivo em questão e ser o mais claro possível quanto às expectativas. Quanto maior for a ambiguidade nos objetivos, mais difíceis estes são de medir e atingir, pois facilmente se perde o rumo. É de extrema importância que se consiga traçar um plano com início, meio e fim. 

 

Como exemplo de um objetivo de negócio, temos a escolha do software de gestão com que uma empresa vai funcionar. Não basta definir que queremos um software de gestão; devemos também estabelecer os critérios que procuramos no software. Por exemplo, software na cloud, como o Cegid Jasmin, que é acessível em qualquer lugar e a qualquer altura, independentemente do dispositivo.

 

Mensurável (Measurable):

 

Ao saber qual o objetivo de negócio que quer implementar e o que precisa de efetuar para que tal aconteça, a empresa deve ser capaz de medir qual o sucesso ou insucesso dos seus objetivos, de forma a ajustar os seus planos de ação. Esta monitorização pode ser feita através de um orçamento, de um limite de tempo ou até mesmo de uma checklist.

 

Essencialmente, deve-se traduzir os objetivos em indicadores que permitam perceber o seu desempenho e evitar definir objetivos que não sejam mensuráveis. Por exemplo, “melhorar as vendas”, como objetivo, não basta; devemos estabelecer qual a meta a alcançar para considerar esse objetivo atingido (ou seja, algo como “melhorar as vendas em 30% no próximo trimestre”).

 

Esta avaliação serve como mecanismo de aprendizagem para a empresa, pois esta irá perceber do que é ou não capaz e poderá dar feedback aos seus funcionários de competências a melhorar no futuro.

 

Alcançável (Achievable)

 

É muito fácil as empresas terem expectativas irreais e, muitas das vezes, inalcançáveis. Por isso, ao definir um objetivo é necessário ter em conta se é possível atingi-lo ou não, o que é necessário para o atingir, que recursos irá envolver e se é exequível num curto, ou longo, espaço de tempo.

 

   Se a empresa cai no erro de estabelecer objetivos irreais e que não vão de encontro à estrutura e realidade da empresa, acaba por comprometer a motivação no trabalho, pois os seus trabalhadores pensam que estão a trabalhar sem fundamento.

 

Realista (Realistic):

 

É importante ser consciente e realista. Planear objetivos que vão de encontro à realidade atual e que sejam relevantes para o negócio. 

 

Objetivos irreais são desmotivadores, assim como objetivos demasiado fáceis, pelo que é necessário haver um equilíbrio.

 

Ao definir um objetivo SMART, é importante que este seja relevante, acrescente valor e permita o crescimento da empresa. Uma técnica que pode ajudar a empresa a definir objetivos reais e relevantes é, por exemplo, olhar para o seu histórico empresarial, ver o que correu bem, que métodos utilizou e tentar melhorar.

 

Temporais (Time-bound):

 

É, também, necessário definir um limite de tempo para atingir os resultados. Não só é essencial para organizar quais as tarefas a realizar e aumentar o empenho na realização das mesmas, como também um objetivo que não esteja definido no tempo facilmente se torna vago e imensurável.

 

Por exemplo, definir uma meta de vendas sem definir um prazo limite significa que não sabemos até quando devemos atingir a mesma, pelo que o objetivo se pode aplicar ao próximo trimestre ou à próxima década.

 

Limitar os objetivos a um intervalo de tempo cria também um sentimento de urgência na sua realização, o que garante o foco e aumenta o empenho da equipa para os atingir. 

 

Vantagens ao definir objetivos SMART

 

Ser capaz de organizar todos os planos de negócio, ter objetivos específicos, reduzir o tempo de execução das tarefas e ter metas bem definidas é crucial a nível empresarial para aumentar a produtividade e medir os resultados alcançados.

 

Ao usar a metodologia SMART na definição de objetivos de negócio, haverá uma maior clareza na comunicação, uma gestão mais eficiente de recursos humanos e financeiros e será possível medir o nível de sucesso/insucesso dos objetivos.

 

Com este método, a empresa poderá atingir de forma competente todos os objetivos que tenha a nível de equipa, profissional e de negócio.

 

O que fazer após definir objetivos SMART

 

Os objetivos de negócio SMART vão acelerar todos os processos dentro da empresa e, como tal, é necessário monitorizar a sua evolução, desde que são implementados até começarem a promover os resultados pretendidos. Esta monitorização pode ser efetuada através de relatórios ou reuniões.

 

Torna-se essencial haver uma ligação entre o dia-a-dia empresarial e os objetivos SMART, para que estes sejam constantemente atingidos, pois os trabalhadores saberão quais as metas a cumprir para atingir os objetivos e, por conseguinte, qual o seu papel na sua execução.

 

Cegid Jasmin como objetivo SMART

 

Eleger o Cegid Jasmin como objetivo de negócio SMART é essencial para que uma empresa possa ter uma maior visibilidade e crescer de forma saudável. Com este software, a empresa será capaz de inovar o seu negócio e controlar toda a sua evolução a nível de resultados.

 

O Cegid Jasmin é um software de gestão que não só permite aumentar a produtividade, como garante a segurança no tratamento de dados. É um objetivo SMART a ter em conta e que irá melhorar a resposta da empresa a nível de faturação, tesouraria, pagamentos e gestão de inventários.

 

Por isso, seja SMART e adira já ao Jasmin sem custos. Experimente a sua versão gratuita – Jasmin Express.

Semana de 4 dias: 4 vantagens para as empresas

Nos últimos anos, tem havido um aumento significativo no interesse pela adoção da semana de 4 dias de trabalho em todo o mundo. Em Portugal, essa tendência também está a ganhar destaque, com muitas empresas a adotar esse novo modelo de trabalho.

 

Neste artigo, vamos explorar as vantagens da semana de 4 dias para as empresas em Portugal e como essa abordagem pode impulsionar a produtividade e a satisfação dos funcionários.

 

4 vantagens da semana de 4 dias para as empresas

 

Aumento da produtividade

 

Ao adotar uma semana de 4 dias, as empresas podem colher os benefícios de uma força de trabalho mais produtiva. Com menos tempo para concluir as suas tarefas, os colaboradores tendem a trabalhar de forma mais eficiente. A pressão para cumprir prazos mais curtos também pode incentivar a criatividade e a inovação, resultando em melhores resultados e maior qualidade de trabalho.

 

Quando os colaboradores têm uma semana mais curta, geralmente têm que ajustar a sua carga de trabalho para garantir que tudo seja concluído dentro do prazo. Isso muitas vezes resulta num aumento da concentração e produtividade durante o período de trabalho, pois há uma maior conscientização sobre o tempo limitado disponível.

 

Além disso, os colaboradores podem ter a liberdade de experimentar novas abordagens e explorar novas ideias, sabendo que têm menos tempo disponível. Essa mentalidade de “fazer mais com menos” pode levar a avanços significativos e melhorias no trabalho realizado.

 

Melhoria do equilíbrio entre vida pessoal e profissional

 

A semana de 4 dias permite que os colaboradores tenham mais tempo livre para dedicar às suas famílias, hobbies e interesses pessoais. Isso leva a um equilíbrio mais saudável entre vida pessoal e profissional, reduzindo o stress e a exaustão. Colaboradores mais satisfeitos e equilibrados tendem a ter maior motivação e comprometimento com a empresa, o que, por sua vez, impacta positivamente a cultura organizacional e a retenção de talentos.

 

O equilíbrio entre vida pessoal e profissional é um fator crucial para o bem-estar. Quando os colaboradores têm tempo adequado para descansar, relaxar e dedicar-se a outras áreas de suas vidas, eles tendem a voltar ao trabalho mais energizados e motivados. Isso pode levar a uma diminuição do absenteísmo, do esgotamento profissional e de outros problemas de saúde mental relacionados ao trabalho.

 

Redução dos custos operacionais

 

Embora possa parecer contraintuitivo, a adoção da semana de 4 dias pode levar a uma redução nos custos operacionais para as empresas. Menos dias de trabalho significam uma diminuição no consumo de energia, uso de escritório e manutenção de infraestrutura. Além disso, a empresa pode aproveitar a oportunidade para implementar uma política de trabalho remoto nesse dia extra, reduzindo ainda mais os custos associados ao espaço físico e transporte dos colaboradores.

 

Com um dia a menos de deslocamento para o trabalho, os colaboradores economizam em custos de combustível, transporte público ou estacionamento. Essa poupança pode beneficiar tanto os funcionários quanto a empresa, além de contribuir para a redução da emissão de poluentes e do trânsito nas áreas urbanas.

 

Aumento da satisfação e retenção de funcionários

 

A semana de 4 dias é um benefício atraente, o que pode ajudar a atrair e reter talentos. Os profissionais valorizam a flexibilidade e a possibilidade de ter mais tempo para si mesmos. Ao oferecer essa opção, as empresas demonstram preocupação com o bem-estar e a qualidade de vida dos seus colaboradores, fortalecendo a relação de confiança e lealdade entre ambas as partes.

 

A satisfação dos funcionários é um fator-chave para o sucesso de uma empresa. Funcionários satisfeitos tendem a estar mais comprometidos, motivados e produtivos. Eles também são mais propensos a permanecer na empresa a longo prazo, reduzindo os custos associados à rotatividade de pessoal.

 

A semana de 4 dias de trabalho é para si?

 

A semana de 4 dias está a tornar-se cada vez mais popular em Portugal, com benefícios claros para as empresas. Através dessa abordagem, as empresas podem impulsionar a produtividade, melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, reduzir custos operacionais e aumentar a satisfação dos colaboradores.

 

É importante destacar que a implementação bem-sucedida desse modelo requer uma análise cuidadosa das necessidades de cada empresa e a criação de políticas eficazes de gestão do tempo e das tarefas. No entanto, os benefícios potenciais para as empresas e colaboradores tornam a semana de 4 dias uma opção atraente a ser considerada. A adoção deste modelo pode gerar uma força de trabalho mais produtiva, satisfeita e equilibrada, resultando em melhores resultados para as empresas e uma melhor qualidade de vida para os funcionários.

 

Aumente ainda mais a produtividade com um software de gestão

 

Sejam 4 ou 5 dias de trabalho por semana, a produtividade pode ser otimizada com um simples fator: um software de gestão. 

Com o Cegid Jasmin todas as tarefas são automatizadas e o tempo que poupa em tarefas burocráticas pode ser usado para o que realmente importa! E pode, até, começar a utilizar de forma gratuita – conheça o Cegid Jasmin Express.

6 dicas para abrir uma Agência Imobiliária

Abrir uma agência imobiliária pode ser um negócio emocionante e lucrativo. Contudo, é importante estar preparado e tomar as decisões certas para garantir o sucesso da empresa.

 

6 dicas para ter sucesso na sua agência imobiliária

 

Conhecer o mercado, planear estratégias, investir em marketing, parceiras ou tecnologia são alguns dos passos a seguir para garantir o máximo sucesso do seu negócio imobiliário. Veja as nossas dicas:

 

1. Conheça o mercado imobiliário local

 

Antes de abrir uma agência imobiliária, é fundamental conhecer o mercado local. Pesquise as tendências atuais, o perfil dos potenciais compradores e vendedores e a concorrência atual que existe. Compreender a procura e as necessidades do mercado é um passo crucial para oferecer serviços relevantes e diferenciados.

 

2. Estabeleça um plano de negócios consistente

 

Um plano de negócios bem estruturado é a base para o sucesso de qualquer negócio. Defina os seus objetivos, identifique o seu público-alvo, analise a concorrência e estabeleça estratégias de marketing fortes. Um planeamento anual de negócio sólido e consistente servirá como um guia para orientar as suas ações e ajudar a manter o foco nos seus objetivos.

 

3. Invista em estratégias de Marketing Digital

 

Esta é uma ferramenta poderosa para promover a sua agência imobiliária e atrair clientes. Crie um website profissional, otimize-o para os mecanismos de pesquisa e invista em estratégias de SEO (Search Engine Optimization) para melhorar a sua visibilidade online.

 

Utilize as redes sociais para divulgar os seus serviços, compartilhar conteúdo relevante e interagir com seu público-alvo. Crie newsletters para os seus clientes e subscritores, invista em Paid Media, Blogs e outras estratégias, como marketing de influência ou marketing de afiliados.

 

4. Ofereça um atendimento excecional ao cliente

 

No setor imobiliário, o atendimento ao cliente faz toda a diferença. Ofereça formação à sua equipa para oferecer um serviço personalizado, ágil e eficiente para conseguir uma estratégia forte de fidelização de clientes. Esteja disponível para responder às perguntas dos clientes, fornecer informações detalhadas e acompanhá-los em todas as etapas do processo de compra ou venda de imóveis. A satisfação do cliente será fundamental para o crescimento da sua agência.

 

5. Construa uma rede de parcerias forte

 

Estabelecer parcerias estratégicas com outros profissionais do setor imobiliário, como intermediários, advogados e empreiteiros, pode ser extremamente benéfico para o seu negócio. Essas parcerias podem gerar oportunidades de negócios, além de fornecerem suporte especializado em diversas áreas relacionadas ao mercado imobiliário.

 

6. Aposte em um Software de Gestão

 

A gestão eficiente é essencial para o sucesso de uma agência imobiliária. Um software de gestão especializado pode ajudar a organizar e otimizar as suas operações diárias. Com recursos como controlo de propriedades, gestão de clientes, automatização de processos e relatórios personalizados, um software de gestão proporciona uma maior eficiência e produtividade.

 

Além disso, um software de gestão oferece a vantagem de centralizar todas as informações relevantes num único sistema. Isso facilita o acesso aos dados necessários em tempo real, permitindo uma tomada de decisão mais informada e baseada em dados reais.

 

Com um software de gestão como o Cegid Jasmin, poderá analisar relatórios, identificar padrões de mercado, medir o desempenho do negócio e identificar oportunidades de crescimento, tudo através de mecanismos de Inteligência Artificial e Machine Learning que permitem aceder a previsões de resultados.

 

Com o Cegid Jasmin é possível digitalizar processos como a receção e envio de faturas e os pagamentos. Toda a informação está centralizada e acessível a qualquer momento.

 

Abrir uma agência imobiliária é um desafio empolgante, mas requer planeamento e estratégia. O Cegid Jasmin está aqui para si e para o seu negócio. Experimente a versão gratuita!

SIFIDE: o que precisa de saber sobre este incentivo fiscal ao investimento em I&D

O investimento é uma parte essencial no desenvolvimento do quadro empresarial de todos os países. Com um mercado europeu cada vez mais unificado, a concorrência entre países e entre empresas aumenta e, assim, a necessidade de investir em melhorias, para que se possam não só aproximar do nível umas das outras, mas também (e mais ainda) para se destacarem e tornarem competitivas em relação às demais. Para tal, o investimento em I&D um lugar de destaque e o SIFIDE serve precisamente para o estimular.

 

O que é o SIFIDE?

 

O SIFIDE, ou Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e ao Desenvolvimento (I&D) Empresarial, é um apoio aos investimentos em I&D das empresas criado em 1997. Este benefício fiscal tem como objetivo aumentar a competitividade das empresas através do fomento do investimento nas suas atividades de I&D.

 

Tendo passado por várias revisões, com a aprovação do OE 2011 entrou em vigor o SIFIDE II, para vigorar inicialmente nos períodos de tributação de 2011 a 2015, tendo posteriormente o OE 2020 prolongado a sua vigência para até 2025.

 

O apoio proporcionado pelo SIFIDE II consiste na dedução à coleta de IRC de uma percentagem das despesas de I&D, ou seja, com atividades relacionadas com a criação ou melhoria de um produto, processo, programa ou equipamento, na parte não comparticipada a fundo perdido pelo Estado ou pelos Fundos Europeus.

 

Que entidades podem candidatar-se ao SIFIDE?

 

Podem candidatar-se ao SIFIDE todos os sujeitos passivos de IRC que exerçam, a título principal, uma atividade de natureza agrícola, industrial, comercial e de serviços, desde que, cumulativamente:

  • não determinem o seu lucro tributável por métodos indiretos;
  • não tenham dívidas à Autoridade Tributária (AT) e à Segurança Social;
  • tenham feito investimentos nas atividades de I&D elegíveis no período tributário anterior.

 

Como é calculado o incentivo fiscal?

 

O apoio concedido ao abrigo do SIFIDE permite recuperar até 82,5% do investimento em I&D, sendo o valor a deduzir à coleta de IRC calculado a partir da aplicação de uma percentagem às despesas registadas em I&D elegíveis para tal. Para o valor a deduzir, são considerados:

  • 32,5% (taxa base) do total das despesas com I&D no período de tributação;
  • 50% (taxa incremental) do aumento das despesas com I&D em relação à média dos dois anos anteriores, a existir, até ao limite de 1,5 milhões de euros.

 

As PME que não tenham ainda completado dois exercícios e que não beneficiem da taxa incremental têm direito a uma majoração de 15% sobre a taxa base, um total de 47,5%.

 

Como a dedução só é aplicável até à concorrência do valor da coleta, o restante do benefício que não tenha sido deduzido por insuficiência de coleta pode sê-lo até ao oitavo exercício seguinte.

 

Que atividades de I&D são abrangidas pelo SIFIDE?

 

Como o nome indica, são consideradas no âmbito do SIFIDE despesas com atividades de investigação e desenvolvimento. Para tal, são consideradas:

  • despesas de investigação as realizadas com vista à aquisição de novos conhecimentos científicos ou técnicos;
  • despesas de desenvolvimento as realizadas através da exploração de resultados de trabalhos de investigação ou de outros conhecimentos científicos ou técnicos que visem a descoberta ou melhoria substancial de matérias-primas, produtos, serviços ou processos de fabrico.

 

Mais especificamente, são consideradas elegíveis ao abrigo do SIFIDE as despesas resultantes de atividades de I&D que cumpram os seguintes requisitos:

  • consistam no desenvolvimento de um novo produto, processo ou serviço ou a introdução de melhorias técnicas;
  • esteja presente um elemento apreciável de novidade e a resolução de uma incerteza científica e/ou tecnológica.

 

Que despesas são elegíveis no âmbito do incentivo?

 

Para efeitos do SIFIDE, são elegíveis as seguintes despesas:

  • com pessoal com habilitações mínimas do nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) diretamente envolvido em tarefas de I&D (com habilitações mínimas do nível 8 do QNQ, são consideradas em 120%);
  • de funcionamento até ao máximo de 55% das despesas com o pessoal, contabilizadas a título de remunerações, ordenados ou salários, respeitantes ao exercício;
  • com aquisições de ativos fixos tangíveis diretamente afetos à realização de atividades de I&D, excetuando edifícios e terrenos, desde que criados ou adquiridos em estado novo;
  • com a participação no capital de instituições de I&D e contributos para fundos de investimento destinados a financiar empresas dedicadas sobretudo a I&D;
  • com a participação de dirigentes e quadros na gestão de instituições de I&D;
  • com registo, aquisição e manutenção de patentes;
  • com auditorias à I&D;
  • com a contratação de atividades de I&D junto de entidades públicas (ou com estatuto de utilidade pública) ou de entidades cuja idoneidade nesta matéria seja reconhecida pela ANI;
  • com ações de demonstração decorrentes de projetos de I&D apoiados.

 

Como é apresentada a candidatura ao SIFIDE?

 

A candidatura é apresentada na plataforma do SIFIDE, gerida pela ANI (Agência Nacional de Inovação), a entidade responsável, através do preenchimento e submissão de um formulário em formato eletrónico.

 

O processo começa com um registo prévio, que deverá ser efetuado pela pessoa que obriga a empresa (o Responsável), podendo esta atribuir a responsabilidade da elaboração e submissão da candidatura a outrem, como outro colaborador ou uma empresa externa (o Responsável de Candidatura).

 

No formulário, terá inicialmente de ser identificada a empresa e, de seguida, caracterizado(s) o(s) projeto(s). Para esta última parte, terão de ser anexados alguns documentos para comprovar e identificar as despesas realizadas:

  • balancetes relativos aos centros de custo dos projetos, do departamento de I&D ou da empresa;
  • Relatório de Contas do ano de referência ou Balanço Analítico, Demonstração de Resultados e Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados;
  • declaração de IRC completa do ano em referência;
  • certidões de não dívida ou autorizações de consulta das situações tributária e contributiva perante, respetivamente, a AT e a Segurança Social, à data da candidatura;
  • formulário por projeto de Conceção Ecológica de Produto e respetivos anexos, se aplicável.

 

Quais os prazos para a candidatura?

 

As candidaturas ao SIFIDE relativas a um exercício fiscal devem ser submetidas até ao fim do quinto mês do ano seguinte. Ou seja, para empresas cujo período de tributação coincide com o ano civil, até 31 de maio do ano seguinte ao ano em referência.

 

Faça a gestão dos seus investimentos com informação atualizada

 

Só uma boa gestão do seu negócio lhe permitirá saber exatamente quanto poderá investir, não só em I&D, mas também em tudo o que possa ser uma mais-valia para o seu crescimento. Tal só é possível se souber exatamente o estado atual do seu negócio.

 

O Cegid Jasmin proporciona-lhe exatamente isso: saber em que estado está o seu negócio em qualquer altura, lugar e dispositivo, já que funciona na cloud. 

 

Um software de gestão certificado pela AT, o Cegid Jasmin permite-lhe faturar, receber, gerir pontos de venda de forma integrada com o módulo POS, gerir stock, compras e despesas e acompanhar os seus resultados, numa plataforma intuitiva e fácil de usar. Isto além de lhe oferecer insights preciosos sobre a evolução presente e futura (com base no histórico) do seu negócio.

 

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O que é o ficheiro SAF-T?

ficheiro SAF-T é parte integrante dos processos de faturação de qualquer empresa.  Mas, será que sabe tudo sobre este documento e quais as obrigações que dele advêm?

 

Nós explicamos!

 

O que é o SAF-T?

 

Qualquer empresa que realize transações comerciais é obrigada a comunicar a sua faturação mensal à Autoridade Tributária. Na versão portuguesa, o SAF-T (Standard Audit File for Tax Purposes – Portugal Version) define-se como um ficheiro predefinido em linguagem XML e tem como objetivo reunir toda a informação fiscal e contabilística de uma empresa durante um determinado período de tempo. 

 

Faturas, faturas simplificadas, faturas-recibo, notas de crédito e notas de débito são os documentos que integram o ficheiro SAF-T, cuja comunicação deve ser feita através do portal das finanças. 

 

Estes ficheiros são utilizados para comunicar a faturação mensal à Autoridade Tributária. Embora estes ficheiros tenham mais informação que a exigida, existe o compromisso de reter apenas os dados necessários.

 

Sabia que existem dois tipos de SAF-T?

 

SAF-T de Contabilidade

 

  • Este é um ficheiro completo que pode ser exportado por software de faturação e que deve ser enviado sempre que seja exigido pelos serviços de Inspeção Tributária e Aduaneira. Serve para a realização de auditorias.

 

SAF-T de Faturação

 

  • Pode ser também exportado por software de faturação. No entanto, é considerado um ficheiro mais simples. Deve ser enviado mensalmente à Autoridade Tributária e Aduaneira e serve para analisar a faturação mensal das empresas.

 

Comunicação do ficheiro obrigatória

 

Desde 2008, a comunicação deste ficheiro à Autoridade Tributária passou a ser obrigatória. Isto porque, além de facilitar as inspeções e auditorias feitas às empresas, ajuda também a combater a fraude fiscal.

 

Como tal, o documento deve conter todas as informações fiscais relativas à empresa, clientes, produtos e serviços comercializados e faturação mensal.

 

Em 2022, foi proposta, pelo Governo no Orçamento de Estado, a mudança da data limite da entrega deste ficheiro para o dia 5 do mês seguinte.

 

Simultaneamente, foi proposto o adiamento do envio anual do ficheiro para 2024, relativamente aos rendimentos de 2023. Através do envio deste ficheiro SAF-T, a Autoridade Tributária passa a pré-preencher vários campos da Informação Empresarial Simplificada (IES).

 

O Jasmin, o nosso software de gestão cloud, pode ser uma mais-valia na hora de exportar o ficheiro SAF-T e comunicá-lo à Autoridade Tributária e Aduaneira de uma forma mais simples e intuitiva. Como? Para começar, basta configurar o tipo de comunicação como SAF-T, criar o documento financeiro (uma fatura, uma nota de crédito, etc.), criar a declaração legal com os documentos a comunicar e, finalmente, extrair o ficheiro SAF-T e importá-lo no site da AT.

 

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