Guia completo para a constituição legal de uma empresa: passo a passo

Se está a planear iniciar um negócio em Portugal, a constituição legal de uma empresa é um passo fundamental. O processo pode parecer complexo, mas com o conhecimento adequado e orientação, é possível finalizá-lo com sucesso. Neste guia completo, oferecemos uma visão geral dos passos essenciais para a constituição legal de empresa em Portugal.

 

10 passos para a constituição legal de uma empresa

 

1. Pesquisa prévia

 

Antes de iniciar o processo de constituição legal de uma empresa, é vital realizar uma pesquisa abrangente para garantir que a ideia de negócio é viável e original. Verifique se não existem empresas já registadas com nomes semelhantes ao que pretende utilizar e se existe procura de mercado para o seu produto ou serviço.

 

2. Escolha do tipo de empresa

 

Em Portugal, existem várias formas jurídicas de empresas, como Sociedade Unipessoal, Sociedade Limitada (Lda.), Sociedade Anônima (SA), entre outras. Escolha a que melhor se adapta ao seu modelo de negócio, considerando responsabilidade, estrutura de propriedade e requisitos de capital social.

 

3. Elaboração dos documentos necessários

 

Agora é o momento de preparar os documentos essenciais para o processo de constituição legal de empresa. Isso inclui a redação dos estatutos da empresa, onde são definidos os direitos e deveres dos sócios, e a elaboração do pacto social, se aplicável.

 

4. Registo Comercial Online

 

Com os documentos prontos, é hora de proceder ao Registo Comercial Online para a constituição legal de uma empresa. Este passo pode ser feito através do portal “Empresa na Hora”, um serviço que permite a criação da empresa de forma simples e rápida. Aqui, precisará de fornecer informações sobre os sócios, atividade da empresa e outros detalhes relevantes.

 

5. Capital social e conta bancária

 

Em alguns casos, dependendo do tipo de empresa, é necessário depositar o capital social mínimo numa conta bancária no nome da empresa. Esse valor varia de acordo com a forma jurídica escolhida.

 

6. Pedido de NIF e NISS

 

O Número de Identificação Fiscal (NIF) é essencial para todas as empresas em Portugal e é emitido pelo Serviço de Finanças. Já o Número de Identificação da Segurança Social (NISS) será necessário se você tiver empregados a seu cargo.

 

7. Inscrição na Segurança Social

 

Se a sua empresa tiver funcionários, é necessário registá-la na Segurança Social para a constituição legal de uma empresa. Isso garantirá que os trabalhadores estejam protegidos por benefícios previdenciários.

 

8. Licenças e autorizações

 

Alguns setores ou atividades empresariais podem exigir licenças específicas ou autorizações para operar legalmente. Verifique com as autoridades competentes se a sua empresa precisa de alguma licença adicional.

 

9. Inscrição no Registo Comercial

 

Após a criação da empresa, você deve registrar-se no Registo Comercial local, que atribuirá um número de matrícula que será usado em todas as transações comerciais.

 

10. Emissão de faturas

 

Agora que a sua empresa está devidamente constituída, é importante emitir faturas com o NIF da empresa e os dados corretos, de acordo com as regras fiscais portuguesas.

 

O Cegid Jasmin, software de gestão cloud e certificado, foi desenvolvido para pessoas ou pequenas empresas que pretendem trabalhar de forma autónoma e cumprir com todas as obrigações fiscais, mantendo os processos administrativos atualizados e seguros.

 

Veja como é tão simples fazer evoluir negócios com o Jasmin:

 

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Como melhorar a gestão de projetos para obter melhores resultados

A gestão de projetos desempenha um papel fundamental no sucesso de qualquer empresa, pois ajuda as equipas a organizar e a acompanhar as tarefas necessárias para realizar objetivos. Além disso, ajuda os trabalhadores a planear e a gerir o seu trabalho de modo a cumprir os prazos estipulados. Com a implementação de uma metodologia adequada, a gestão de projetos visa melhorar todas as etapas do fluxo organizacional.

 

Quais são as fases da gestão de projetos?

 

Para a sua empresa se destacar e manter competitiva no mercado, é fundamental que acompanhe a mudança e adote uma gestão de projetos eficiente.

 

Em termos gerais, uma gestão de projetos bem implementada deve seguir 5 fases, sendo que só se inicia uma fase após se terminar a anterior:

 

1. Conceção e início

 

A fase de conceção e início do projeto é aquela onde a ideia de negócio é idealizada e criada. Nesta fase, são definidos os objetivos e os recursos necessários para a sua realização, bem como o gestor que irá liderar todos os membros da equipa e as diferentes fases do processo.

 

O principal objetivo desta fase é garantir que o projeto vá de encontro às necessidades da empresa e que os interesses dos trabalhadores envolvidos estejam alinhados para o sucesso do mesmo.

 

2. Planeamento

 

Uma vez que as expectativas e os objetivos estão traçados, passamos para a segunda fase, onde se planeia e define todas as tarefas que a equipa tem de realizar para conseguir cumprir os objetivos idealizados na primeira fase. É nesta fase que ficam estipulados os prazos a cumprir e as metas a atingir pelos colaboradores.

 

3. Execução

 

Na fase da execução do projeto, a equipa efetua e segue as tarefas que foram traçadas e planeadas na segunda fase. Aqui, os membros da equipa são atribuídos às suas funções e dá-se uma gestão integrada de recursos, tempo e tarefas. Alguns ajustes são feitos nesta fase e o projeto começa a ganhar vida.

 

4. Controlo e monitorização

 

Após o início do projeto, a melhor forma para garantir o seu progresso e melhoria constante é controlando e monitorizando. Durante todo o tempo de execução do projeto, a equipa tem de garantir que este vai de encontro aos prazos e ao orçamento previamente estabelecidos.

 

Nesta fase, são constantemente avaliados os resultados para que o gestor possa medir a produtividade da sua equipa e garantir que estão a ser adotadas todas as medidas necessárias para cumprir os objetivos.

 

5. Conclusão

 

Na fase de conclusão do projeto, independentemente de como este terminou, o gestor da equipa comunica à empresa em que termos ficou o projeto, isto é, se foram atingidos os objetivos definidos, como se atingiram, se o prazo foi cumprido, que recursos foram utilizados e porquê.

 

Note-se que as causas que levam à conclusão do projeto tanto podem ser por realmente se ter finalizado o projeto, como por ter sido cancelado ou por ter sido parado. Nesta fase é feita uma retrospetiva de todo o processo, que irá servir de exemplo para projetos futuros.

 

Que vantagens traz a gestão de projetos para a sua empresa?

 

Com a realidade atual, é importante que as empresas adotem estratégias que tragam melhoria contínua aos seus projetos. Podemos, assim, considerar a gestão de projetos como uma medida estratégica e vantajosa para as empresas, pois permite a reunião de conhecimentos e habilidades.

 

Tendo por base uma gestão de projetos correta, a empresa consegue ter um maior controlo sobre a sua atividade, pois fica mais fácil acompanhar cada tarefa. Além disso, é mais simples medir o desempenho, prevenir imprevistos e controlar o tempo e os recursos utilizados.

 

A gestão de projetos, além de garantir transparência e segurança, melhora a comunicação entre os colaboradores, pois há uma constante troca de informações de forma eficiente. Há, ainda, um aumento na produtividade, pois cada funcionário sabe exatamente qual é a sua função e concentra todos os seus esforços para realizar as atividades que lhe foram atribuídas. 

 

Por outro lado, um projeto finalizado e entregue dentro dos prazos e orçamento estabelecidos gera a satisfação dos clientes e a sua consequente fidelização, o que leva a poupanças nos custos de aquisição de novos clientes e manutenção dos existentes.

 

Como melhorar a gestão de projetos?

 

A gestão de projetos ajuda as empresas a crescer e a atingir as suas expectativas. É um tipo de gestão que deve ser implementado de forma gradual e, para ser implementada com o maior sucesso possível, é necessário que seja trabalhada e aperfeiçoada ao longo do tempo.

 

Algumas formas para otimizar a gestão de projetos na sua empresa incluem:

 

Saber quais as áreas prioritárias

 

Detetar quais são os processos que precisam de uma maior atenção ajuda a empresa a identificar falhas e a dar prioridade à otimização das áreas mais vulneráveis.

 

Eliminar processos desnecessários

 

Para facilitar a sua gestão de projetos, deve eliminar os procedimentos desnecessários e as tarefas repetitivas, que geram monotonia e levam à baixa produtividade e promover a automatização do ambiente de trabalho. A tecnologia está em constante evolução e facilita o dia a dia empresarial, pelo que é importante aproveitá-la e adotar ferramentas tecnológicas que tornem a rotina menos monótona e aumentem a motivação no trabalho.

 

Promover uma comunicação contínua e transparente

 

A equipa encarregue por realizar os projetos será constituída por pessoas com diferentes ideologias e de diferentes departamentos, pelo que é fundamental que todos comuniquem entre si e trabalhem em conjunto para atingir os objetivos.

 

Acompanhar e dar feedback

 

Saber acompanhar a gestão de projetos em si, documentar todo o processo e dar feedback é importante para garantir melhorias constantes. Todo este acompanhamento servirá como indicador de desempenho para medir os resultados obtidos.

 

Perceber o seu cliente

 

Entender como opera mercado e ir de encontro às expectativas e exigências dos seus clientes irá ajudar a empresa a traçar objetivos possíveis e que vão de encontro à realidade em que opera.

 

Escolher uma metodologia de gestão de projetos que se adeque à realidade da sua empresa.

 

Existe um leque variado de metodologias de gestão de projetos e é importante que adote uma que se adeque aos seus produtos ou serviços e, acima de tudo, às especificidades da sua equipa.

 

Entre as metodologias de gestão de projetos mais conhecidas estão:

  • a metodologia Agile, um conjunto de princípios orientadores que dá maior importância aos membros da equipa e à colaboração com os clientes, originalmente criada para ser aplicada em projetos de desenvolvimento de software, é ideal para ambientes de trabalho onde há algum nível de incerteza, já que assenta em dividir cada projeto em pequenas partes que devem ser completadas em curtos períodos de tempo;
  • a metodologia Scrum, que aplica os princípios da metodologia Agile, mas tem um ciclo de desenvolvimento dos projetos com períodos de trabalho bem definidos no tempo, os chamados “sprints”;
  • a metodologia Kanban, que consiste numa abordagem mais visual da gestão de projetos, com base na prioridade, através de um quadro onde as tarefas são divididas em colunas, incluindo geralmente as categorias “para fazer”, “em andamento” e “concluído”, entre outras.

 

Como o Cegid Jasmin poderá ajudar na otimização da gestão de projetos

 

Não há dúvidas de que o sucesso de uma empresa depende de rotinas e processos eficientes. Para otimizar a sua gestão de projetos e garantir a eficiência operacional, nada melhor que o Cegid Jasmin, um software de gestão prático e intuitivo. 

 

O Cegid Jasmin oferece à sua empresa uma gestão mais simples e eficaz através da produção de informação cada vez mais inteligente e integrada. Além disso, será capaz de otimizar a sua rotina empresarial e ver-se livre das tarefas repetitivas.

 

 Experimente o Cegid Jasmin gratuitamente durante os primeiros 30.000 euros de faturação e simplifique o dia a dia da sua empresa, trazendo inteligência operacional para a sua gestão de projetos.

Shopping online: um mergulho no cérebro do consumidor

A noção de “terapia das compras” tornou-se um cliché moderno, alimentado por novos hábitos e tendências de consumo, seja num espaço físico habitual ou em shopping online – um modelo impulsionado pelas novas restrições de consumo presencial. Contudo, a verdade é que esta ideia popular é realmente apoiada por evidências científicas.

 

Ao entender os processos que os clientes utilizam para selecionar, comprar e usar produtos, é possível estruturar estrategicamente o negócio e a oferta de produtos, a forma de comunicar e relacionar com eles e, assim, satisfazer as suas necessidades e desejos. A razão pela qual os clientes compram ou utilizam certos produtos é influenciada pelas sensações e comportamentos. Existem várias estratégias das marcas que influenciam o comportamento e decisão de compra. Mas, de acordo com vários estudos de neuromarketing, a ciência representa um papel realmente importante nas decisões e hábitos de consumo.

 

Injeção de dopamina

 

A substância química no cérebro humano responsável pelo prazer e satisfação – neste caso, o prazer de fazer compras – é a dopamina. Este neurotransmissor surge quando os consumidores antecipam uma compra. A dopamina incentiva a exploração e a procura por algo que satisfaça as necessidades, ainda que invisíveis ou pouco percetíveis, dos consumidores.

 

Curiosamente, o cérebro antecipa como será a compra de um produto antes do consumidor considerar, de forma consciente, a possibilidade de compra. É, por essa razão, considerada a “droga da motivação”. A dopamina impulsiona a ação e o foco necessário para a compra, representando um papel importante no sistema de recompensa e prazer do cérebro. Simultaneamente, é também responsável por sensações de relaxamento e euforia, seja nas compras físicas ou no shopping online.

 

Como, instintivamente, o ser humano é movido pelo prazer, a dopamina torna-se o combustível indispensável ao equilíbrio cerebral.

 

Consumismo irracional ou boas estratégias de marketing?

 

Uma das influências mais frequentes mencionadas no comportamento do consumidor são as atividades de marketing e promoção. A verdade é que a comunicação e a publicidade conduzem o consumidor a lembrar e reconhecer melhor as marcas, além de afetar as preferências e necessidades de cada um. Contudo, a comunicação eficiente não oferece apenas argumentos racionais a favor da compra, mas funciona também através de emoções, especialmente no shopping online, uma modalidade movida por sentidos visuais.

 

As emoções certas – como a surpresa ou a diversão – são as responsáveis pelo impulso do lado irracional do ser humano. Assim, as táticas de marketing projetam produtos de forma a torná-los mais atraentes, enquadram mensagens de maneiras mais convenientes e definem promoções de preços difíceis de resistir.

 

Mas a irracionalidade não se espelha apenas no marketing:

 

1. Seguimos tendências e copiamos outras pessoas

 

Os consumidores são influenciados, não só pelo marketing, mas por outros consumidores. Muitas vezes, são ações realizadas para “encaixar” num determinado contexto ou porque não há a certeza sobre a melhor escolha. Mas copiar os outros não se limita à influência das pessoas conhecidas. Perceber, simplesmente, o que as pessoas ao redor consomem pode influenciar as escolhas de compra, geralmente, de forma inconsciente.

 

2. Somos impulsivos

 

É certo que os traços de personalidade afetam o comportamento de cada indivíduo, incluindo as ações enquanto consumidores. Uma destas características é a impulsividade. Em alguns casos, esta disposição pode conduzir à tendência crescente de fazer compras não planeadas. Vários estudos afirmam que os consumidores mais impulsivos tendem a reagir mais a gatilhos externos – incluindo anúncios, elementos visuais ou promoções – comparativamente a outros consumidores.

 

A impulsividade está relacionada a estímulos associados à recompensa. Por outro lado, o consumidor é atraído por determinados produtos que proporcionam prazer ou satisfação, como doces ou vinho. Outro tipo de produtos que causam estas sensações, são bens associados à auto-imagem, como, por exemplo, os perfumes, tendo em conta que se trata de produtos diretamente ligados às emoções.

 

3. Somos guiados pelo humor ou estado de espírito

 

Tal como as emoções representam uma grande influência na forma como o consumidor pensa e age, outras sensações como a fome, o desejo ou a excitação, obrigam a satisfazer necessidades imediatas. O humor afeta os altos ou baixos níveis de energia, refletindo-se na parte mais racional do cérebro a favor da intuição ou do impulso. Em muitas situações, uma compra ajuda a transformar um estado afetivo negativo, como depressão ou tristeza, num estado positivo. É nesta perspetiva que se reflete também o aumento exponencial das tendências de shopping online, devido à facilidade de acesso ao online e compra imediata.

 

Simultaneamente, quando estamos distraídos, preocupados ou sob pressão, a nossa capacidade de refletir e decidir é limitada. Tornam-se, assim, mais prováveis as ações por impulso.

 

O medo de perder oportunidades

 

Sugestões escassas, como anúncios de “quase esgotado” ou “edição limitada” impulsionam um sentido de urgência difícil de suprir. O consumidor sente a necessidade de comprar o produto imediatamente para aproveitar a oferta antes que ela se esgote. É aqui que entra o medo como impulso de compra.

 

O apelo ao “quase esgotado” é atrativo para os consumidores que procuram a necessidade de se conformar. Por outro lado, “edição limitada” joga a favor de quem procura a sensação de diferenciação, ou seja, querer ser único.

 

Para as marcas, o recurso a estes apelos serve para manter os consumidores interessados, para que sintam a necessidade de exclusividade ou a necessidade imediata de compra.

 

A verdade é que as marcas têm de jogar com o emocional e estar preparadas para responder às questões de compra dos consumidores. De forma a potenciar a relação com os consumidores e tocar indiretamente nas suas emoções, aposte em algumas estratégias que melhoram a sua imagem enquanto marca:

 

  1. Garantias de devolução do dinheiro;
  2. Devoluções gratuitas;
  3. Garantias de qualidade;
  4. E, por fim, mas não menos importante, aposte numa boa política de pricing: Garanta preços competitivos, especialmente quando vende em marketplaces e tenha um preço coerente nos vários canais de comercialização.

O medo de perder

 

Trata-se da ansiedade social que os consumidores sentem quando pensam na possibilidade de perder uma oportunidade de compra. Esta característica foi impulsionada pelo shopping online, dada a facilidade de comparação de preços e análise da concorrência. Ao mesmo tempo, estes sentimentos são potenciados quando existe uma venda que termina em breve ou quantidade limitada de um produto.

 

Shopping online: brincar com as sensações

 

É através das sensações que o corpo recebe toda a informação do mundo que nos rodeia. O cérebro interpreta toda a informação e produz respostas químicas e físicas que se traduzem em pensamentos e comportamentos. A verdade é que no shopping online funciona da mesma forma que no shopping tradicional. Se até agora estas duas modalidades de compra eram facilmente distinguidas pelos seus benefícios ou obstáculos, hoje, existe uma grande e importante característica diferenciadora: as regras impostas à compra presencial.

 

Com a obrigação de utilização de máscaras, necessidade de desinfeção ou o distanciamento social, a experiência de compra foi radicalmente alterada. E é como consequência destes novos comportamentos impostos ao consumidor que surgiram novos hábitos de consumo: o shopping online.

 

Nesta perspetiva, as marcas têm de saber substituir as sensações que colocam o comércio tradicional (físico) um patamar acima do shopping online – em certos aspetos –, como o tato, o olfato ou o paladar. Hoje, e com a crescente evolução do comércio online, estas sensações são facilmente substituídas por sentidos como a visão e audição.

 

Visual e auditivo: a dupla vencedora

 

São os estímulos visuais e auditivos que impactam as emoções no shopping online. Quando os dois são bem trabalhados, os resultados são facilmente otimizados. Isto passa pela aposta na imagem da marca, na boa apresentação dos produtos e a aposta no conteúdo bem estruturado, como imagens e vídeos apelativos. Todas as sensações, outrora físicas, devem ser transferidas para o online através de técnicas que espelham os benefícios da compra.

 

Gestão de negócio: o melhor aliado ao shopping online

 

Não só de emoções, sensações ou impulsos se cria um negócio de sucesso. Aliado a todas as características emocionais e ações dos consumidores guiadas por neurotransmissores, como a dopamina, está uma gestão planeada e sólida do negócio.

 

Assim, a acompanhar o crescimento do comércio online, está a evolução da tecnologia: a aposta em software de gestão é o primeiro passo para a garantia de um negócio eficiente.

 

Com o Cegid Jasmin, um software de gestão ideal para negócios de e-commerce, é possível acompanhar todos os aspetos do negócio num único backoffice, além de poder controlar todos os canais de venda – seja loja online, marketplaces ou outras plataformas de shopping online – num único lugar.

 

Com informação relativa aos resultados das vendas atuais e à evolução do negócio, além de uma análise preditiva, o Jasmin auxilia na tomada de decisão e a otimizar o seu negócio!

CIVA: como escolher o melhor regime de IVA?

O IVA é um imposto que incide sobre o consumo de produtos e serviços e é aplicável em todas as fases do circuito económico. As regras de aplicação deste imposto são regidas pelo Código do IVA, abreviadamente CIVA. Se vai abrir um negócio ou pensa mudar de ramo, é importante que saiba qual o regime de IVA que mais se adequa.

 

O que é o IVA?

 

O IVA, ou Imposto sobre o Valor Acrescentado, é um imposto que incide sobre o consumo de bens e de serviços, tanto dentro do mercado interno, como também nas aquisições intracomunitárias e nas importações.

 

Abrangendo todas as fases do circuito económico, este imposto incluído no CIVA é calculado pelo método do crédito de imposto, ou seja, é apurado pela diferença entre o IVA cobrado nas vendas e o IVA pago nas compras e despesas com a atividade. Assim, não há duplicações no pagamento do IVA durante o processo de produção, suportando o consumidor final o total na última fase.

 

Quem está sujeito e quem está isento de IVA?

 

Estão sujeitos a IVA os sujeitos passivos que efetuem as seguintes operações, desde que não sejam isentos:

 

  • transmissões de bens e as prestações de serviços efetuadas no território nacional;
  • importações de bens;
  • operações intracomunitárias efetuadas no território nacional.

 

Relativamente às isenções de IVA, são isentos os profissionais de áreas específicas listados no artigo 9.º do CIVA, nas condições previstas, como, por exemplo, nas áreas da medicina, educação, creches, atividades de tempos livres para crianças e lares e centros de dia para idosos, atividades artísticas e desportivas, entre outros.

 

Podem, também, estar isentos sujeitos passivos que se enquadrem em alguns dos regimes especiais de IVA, abaixo.

 

Que opções de regimes de IVA existem?

 

Sendo, na prática, exceções à regra geral, os regimes de IVA são definidos como regimes especiais. Além da possibilidade de isenção explicada no ponto anterior e o regime normal de tributação, existem os seguintes regimes especiais:

 

Regime de isenção (artigo 53.º do CIVA)

 

O regime de isenção aplica-se essencialmente aos trabalhadores independentes ou profissionais liberais, uma vez que abrange os sujeitos passivos que não são obrigados a dispor de contabilidade organizada. Além disso, não podem efetuar importações, exportações e atividades de desperdícios, resíduos e sucatas recicláveis.

 

Pode, nesses moldes, optar pelo regime especial de isenção quem não tenha ultrapassado 13.500 euros de volume de negócios no período de tributação anterior (ou que, no período de abertura de atividade, não preveja ultrapassar).

 

Regime forfetário dos produtores agrícolas (artigo 59.º do CIVA)

 

Este regime, como a designação indica, destina-se a produtores agrícolas que, reunindo as condições do artigo 53.º, efetuem transmissões de produtos agrícolas provenientes da sua exploração e constantes do Anexo F do CIVA e prestações de serviços agrícolas de carácter acessório das referidas no Anexo G.

 

Neste caso, além de ficarem abrangidos pela isenção do artigo 53.º, os contribuintes podem solicitar uma compensação sobre o preço dos produtos transmitidos para outros Estados-membros em que os adquirentes não beneficiem de um regime idêntico.

 

Regime dos pequenos retalhistas (artigo 60.º do CIVA)

 

São considerados neste regime os retalhistas que sejam pessoas singulares, não tenham nem tenham de ter contabilidade organizada e cujo volume de compras no ano civil anterior tenha sido inferior a 50.000 euros.

 

Neste caso o imposto devido é apurado aplicando um coeficiente de 25% ao valor do imposto suportado nas aquisições de bens destinados a vendas sem transformação; para transformação, a esse montante acrescem 25 % do imposto suportado nessa aquisição.

 

Regime especial para agentes de viagens e organizadores de circuitos turísticos (DL n.º 221/85)

 

Este regime, não opcional, é aplicável às operações das agências de viagens e organizadores de circuitos turísticos que atuem em nome próprio perante os clientes e recorram a transmissões de bens ou a prestações de serviços efetuadas por terceiros para a realização dessas operações.

 

Neste caso, o imposto é calculado através da diferença entre as contraprestações devidas pelos clientes e o custo suportado nos bens e serviços fornecidos por terceiros para benefício direto do cliente, com IVA, dividida por 1,23, obtendo-se a base tributável à qual se aplica a taxa de imposto.

 

Regime especial aplicável ao ouro para investimento (Decreto-Lei n.º 362/99)

 

Para efeitos deste regime especial, é considerado ouro para investimento o ouro sob a forma de barra ou de placa de toque igual ou superior a 995 milésimos, representado ou não por títulos, as moedas de ouro de toque igual ou superior a 900 milésimos, cunhadas depois de 1800, com curso legal no país de origem e habitualmente vendidas a um preço que não excede em mais de 80% o valor normal do ouro nelas contido.

 

As moedas enquadradas na definição são isentas de imposto, com exceção das emissões de moedas com um toque inferior a 900 milésimos.

 

CIVA: como escolher o melhor regime de IVA?

 

A primeira coisa que deve reter, num panorama geral, é que é sempre (à exceção do regime especial para agentes de viagens) possível optar por não se enquadrar num regime especial, ficando abrangido pelo regime normal de tributação trimestral ou mensal – este último obrigatório para volumes de faturação superiores a 650 mil euros.

 

A segunda é que, por norma, renunciando ao regime especial de tributação incluído no CIVA e optando por outro terá de permanecer neste por um mínimo de cinco anos, após os quais deverá entregar nova declaração de alterações em janeiro do ano em que pretende a alteração.

 

Para se enquadrar num regime de IVA adequado ao seu negócio, dado que cumpra os requisitos e limites legais para tal, deve comunicá-lo às Finanças:

 

  • ou na declaração de início de atividade, quando abre atividade pela primeira vez;
  • ou através de uma declaração de alterações, que deve entregar em janeiro do ano seguinte àquele em que vê cumpridos os requisitos, com efeitos nesse mesmo ano.

 

A escolha do regime de tributação mais adequado ao seu negócio dependerá de fazer contas relativamente ao imposto que irá pagar, além da atenção permanente ao seu volume de faturação para que não falhe os requisitos e os prazos legais.

 

Escolhido o regime de tributação, controle as suas contas sem esforço

 

Gerir um negócio em si não é fácil, ainda mais quando juntamos os prazos e regras para cumprir com as obrigações fiscais aos prazos, pagamentos e recebimentos a gerir no dia-a-dia.

 

É, por isso, importante ter sempre consigo um bom software de gestão que lhe dê as informações que precisa na hora que precisa, como o Jasmin. Este software de gestão na cloud permite-lhe não só acompanhar em tempo real o seu volume de faturação, como ainda, com base no seu histórico, prever a faturação dos meses seguintes. Assim, ser-lhe-á muito mais fácil prever se terá de mudar de regime de IVA no ano seguinte, precavendo-se em relação a prazos.

 

Experimente o Jasmin, em qualquer dispositivo e lugar, gratuitamente!

 

Artigo atualizado a 5 de julho de 2023.

Gestão Hoteleira: as ferramentas para um equilíbrio entre a rentabilidade e a experiência

O ambiente competitivo e de alta pressão característico do setor da hotelaria obriga à adoção de estratégias que garantam uma gestão hoteleira equilibrada para um negócio rentável. Nesta indústria, é essencial considerar fatores internos e externos inerentes ao negócio, no que respeita à gestão eficiente.

 

São as características do negócio e o grande fluxo de clientes que exigem uma gestão estruturada e saudável.

 

Com uma variedade de propósitos, os hotéis podem tornar-se uma experiência memorável para os clientes. E esse é o objetivo principal. Por essa razão, é fundamental adotar boas práticas de gestão hoteleira para assegurar um negócio rentável e sustentável.

 

Quinta do Bosque: um boutique hotel que aposta em ferramentas de gestão.

Software de faturação para o setor do turismo.

 

Neste artigo, além de sugestões de como desenvolver uma gestão orientada para o sucesso, apresentamos também estratégias para otimizar a gestão hoteleira através de práticas e ferramentas especializadas.

 

Como melhorar a gestão hoteleira e assegurar a rentabilidade do negócio?

 

Garantir a satisfação dos clientes e controlar todas as atividades do estabelecimento hoteleiro são as principais preocupações dos gestores hoteleiros. Assim, elaborar e definir estratégias de manutenção e gestão envolve ter uma visão geral dos investimentos necessários, do fluxo de trabalho e de todos os gastos e lucros.

 

É uma gestão eficaz que promove o serviço de qualidade e uma experiência positiva para os clientes. É através desta garantia de qualidade que o estabelecimento hoteleiro ganha credibilidade, melhora o posicionamento e aumenta a confiança e competitividade no mercado.  

 

Numa gestão com vista à otimização da rentabilidade, considerar fatores internos e externos é fundamental. Um dos fatores externos que condicionada fortemente a gestão hoteleira é a sazonalidade, que define as épocas altas e baixas do turismo. Por outro lado, os fatores internos envolvem todos os aspetos do funcionamento do hotel, os colaboradores e fornecedores, executivos e stakeholders.

 

Todos estes aspetos são fundamentais para o desenvolvimento do negócio, a sua rentabilidade e a satisfação dos hóspedes.

 

Contudo, para simplificar e otimizar a gestão hoteleira, existem ferramentas que permitem automatizar e reduzir o tempo e recursos gastos em tarefas administrativas.

 

Ferramentas para uma gestão hoteleira eficiente

 

A era digital oferece tecnologias que auxiliam as empresas de diversas formas e em todas as áreas. Desde a comunicação à gestão operacional e administrativa. Seja melhorando processos e a comunicação, otimizando o tempo ou assegurando segurança de dados, o resultado desta evolução tecnológica pode ser sentido em diversas áreas.

 

  1. Ferramentas de marketing e comunicação

 

Cada vez mais empresas apostam nas estratégias de marketing como forma de impulsionar a visibilidade da marca e garantir novos clientes. As empresas já reconhecem a internet como principal meio de divulgação e os clientes consomem cada vez mais conteúdos de marcas de forma online.

 

Diante deste panorama, a gestão da comunicação hoteleira assenta, essencialmente, em ferramentas digitais, como sistemas inteligentes, aplicações e software analítico.

 

CRM – Trata-se de uma ferramenta de gestão de clientes e oportunidades de negócio. A principal função do CRM – Customer Relationship Manager – é reter e organizar as informações básicas de contacto dos clientes e compreender as suas necessidades, para que possa oferecer o melhor serviço, no momento certo. Através do CRM é possível gerir aspetos como as compras dos clientes, cancelamentos, reagendamentos e respostas de atendimento.

 

Google Analytics – Já parou para pensar quantas pessoas acedem ao seu site por dia? E qual a sua localização geográfica? Analisar estes dados é fundamental para desenhar uma estratégia de negócio. Esta ferramenta apresenta estas e muitas outras informações relevantes, criando relatórios automaticamente.

 

Google Trends – Esta ferramenta apresenta-lhe os termos mais populares que foram pesquisados recentemente e a sua respetiva evolução. O Google Trends é gratuito e pode ser um auxílio na procura de novas ideias e inspirações para criação de conteúdos.

 

Gestor de redes sociais – Facebook, Instagram, Twitter, Linkedin. As redes sociais utilizadas pelas empresas para partilha de conteúdo são inúmeras. E utilizá-las de forma ativa é complexo, especialmente quando são geridas manualmente. As ferramentas de gestão de redes sociais ajudam os hotéis a concentrar todas as redes numa só plataforma e facilitar as publicações e a monitorização de resultados, como é exemplo a ferramenta Hootsuit.

 

  1. Ferramentas de gestão hoteleira

 

Channel Manager – A gestão de reservas do seu hotel deve ser uma das principais prioridades. Se tem o seu estabelecimento divulgado em vários sites intermediários, como o Booking, o TripAdvisor ou Airbnb, com um Channel Manager consegue gerir os vários canais de reserva simultaneamente e de forma mais simples e rápida. Com recurso a esta ferramenta gere os preços, atualiza automaticamente a disponibilidade dos quartos e controla as reservas nos múltiplos canais como se de apenas um se tratasse.  Estes são alguns dos exemplos mais conhecidos de Channel Managers: 

 

 

Motor de Reservas – Tratando-se de um setor com um enorme fluxo de clientes, é imprescindível recorrer a ferramentas que economizem recursos na resposta às necessidades e expectativas dos clientes. Um motor de reservas garante-lhe uma gestão eficaz da unidade hoteleira. Os seus hóspedes conseguem realizar todo o processo de reserva, desde aceder à disponibilidade de estadia até aos serviços extra, sem sair do seu website. Desta forma, não tem de recorrer a intermediários e poupa nos custos de comissões.

 

  • Ynnovbooking
  • Talkguest
  • Guesty
  • Hstays
  • Roomraccoon
  • Beds24
  • Cloudbeds
  • VReasy

 

PMS (Property Management System) – Esta ferramenta de gestão de propriedades automatiza toda a gestão hoteleira. Trata-se de um software que garante a oferta da melhor experiência aos hóspedes, através da garantia de controlo de todos os aspetos operacionais internos. Desde a gestão de processos de check-in e check-out, à gestão de disponibilidade, manutenção e distribuição dos quartos.

 

  1. Ferramenta de gestão

 

Jasmin Software – A gestão hoteleira não está completa sem o controlo eficaz de todas as questões comerciais do negócio. Desde a emissão de faturas, monitorização de vendas e gastos, controlo do fluxo de caixa e ainda a resposta às obrigações legais e fiscais, o Jasmin é um software que garante a gestão ágil do seu negócio hoteleiro.

 

Por ser 100% cloud, acompanha os resultados em tempo real e em qualquer lugar e dispositivo móvel. Além disso, por recorrer a Inteligência Artificial e Big Data, permite-lhe fazer previsões futuras.

 

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Declaração de rendimentos: tudo sobre a obrigação para os trabalhadores independentes

Todos os trabalhadores têm de fazer mensalmente contribuições para a Segurança Social de modo a assegurarem proteção social em caso de doença, desemprego ou outras necessidades. No caso dos trabalhadores independentes, essa contribuição é calculada e feita a partir da entrega da declaração de rendimentos. 

 

O que é a declaração de rendimentos?

 

A declaração de rendimentos é uma obrigação para com a Segurança Social que se aplica a todos os trabalhadores independentes e aos trabalhadores dependentes que recebam rendimentos de trabalho independente, quando não isentos.

 

Esta declaração destina-se a comunicar os rendimentos das vendas de bens e prestações de serviços que esses trabalhadores tenham obtido, com o fim de calcular as contribuições que terão de entregar mensalmente à Segurança Social.

 

Para tal, a declaração de rendimentos deve ser feita ao longo do ano, trimestralmente, e anualmente, juntamente com a última declaração trimestral.

 

Declaração Trimestral de Rendimentos

 

A declaração trimestral de rendimentos destina-se a comunicar os rendimentos que os sujeitos passivos tenham obtido nos três meses anteriores. Com base nos valores indicados nesta declaração, a Segurança Social calcula o rendimento relevante, a partir do qual será obtida a base de incidência para aplicação da taxa contributiva e, assim, o valor a entregar nos três meses seguintes.

 

Declaração Anual de Rendimentos

 

A declaração anual deve ser entregue por todos os trabalhadores que obtenham rendimentos de trabalho independente que tenham entregue pelo menos uma declaração trimestral no ano anterior.

 

O objetivo desta declaração é corrigir declarações trimestrais do ano anterior que tenham erros ou declarar as que estejam em falta, por isso, pode acontecer que sejam apuradas contribuições de valor superior às entregues, caso em que o respetivo pagamento poderá ser efetuado até ao dia 20 do mês seguinte, através do documento de pagamento.

 

Prazos para a declaração de rendimentos

 

Durante o ano civil, a declaração de rendimentos à Segurança Social deve ser feita trimestralmente:

  • até 31 de janeiro, com os rendimentos de outubro, novembro e dezembro do ano anterior (a 4ª declaração do ano anterior);
  • até 30 de abril, com os rendimentos de janeiro, fevereiro e março (a 1ª declaração do ano);
  • até 31 de julho, com os rendimentos de abril, maio e junho (a 2ª declaração do ano);
  • até 31 de outubro, com os rendimentos de julho, agosto e setembro (a 3ª declaração do ano).

 

Já a declaração de rendimentos anual deve ser feita até ao fim do prazo de entrega da 4ª declaração, ou seja, até 31 de janeiro do ano seguinte àquele a que correspondem os rendimentos.

 

Que trabalhadores independentes têm de entregar a declaração de rendimentos?

 

Têm de entregar a declaração trimestral de rendimentos os seguintes trabalhadores independentes:

  • que exercem atividade por conta própria geradora rendimentos empresariais e profissionais de categoria B e que exercem atividades comerciais e industriais, agrícolas, silvícolas e pecuárias;
  • empresários em nome individual com rendimentos provenientes do exercício exclusivo de atividades comerciais ou industriais e titulares de estabelecimento individual de responsabilidade limitada e os respetivos cônjuges que exerçam atividade regular e permanentemente com eles;
  • produtores agrícolas que exerçam atividade profissional efetiva na exploração agrícola ou equiparada e respetivos cônjuges ou unidos de facto que exerçam atividade regular e permanente na exploração;
  • profissionais livres;
  • sócios/membros de sociedade de profissionais livres;
  • trabalhadores intelectuais, como os autores de obras protegidas, independentemente do género, incluindo os criadores intelectuais no domínio literário, científico e artístico;
  • trabalhadores com apoio à criação de atividade independente;
  • titulares de rendimentos da categoria B de arrendamento urbano para alojamento local na modalidade de hostel.

 

Que trabalhadores independentes são isentos da obrigação?

 

Não têm de entregar a declaração de rendimentos os trabalhadores independentes isentos da obrigação de contribuir, nomeadamente:

  • os que também são trabalhadores por conta de outrem, desde que:
    • o rendimento relevante mensal médio de trabalho independente seja inferior a 4 vezes o valor do IAS (ou seja, 1.772,80 € em 2022);
    • as atividades sejam prestadas a entidades distintas;
    • estejam enquadrados noutro regime de proteção social obrigatório;
    • a remuneração mensal média como trabalhador por conta de outrem seja igual ou superior ao valor do IAS (443,20 €).
  • pensionistas e titulares de pensão resultante de incapacidade para o trabalho igual ou superior a 70%;
  • advogados e solicitadores integrados na Caixa de Previdência;
  • trabalhadores que exerçam atividade por conta própria em Portugal temporariamente e provem o seu enquadramento num regime de proteção social obrigatório noutro país;
  • proprietários de embarcações de pesca local e costeira que nelas exerçam atividade profissional efetiva;
  • apanhadores de espécies marinhas e pescadores apeados;
  • titulares de rendimentos da categoria B resultantes exclusivamente de contratos de arrendamento e de arrendamento urbano para alojamento local em moradia ou apartamento;
  • titulares de rendimentos da categoria B resultantes exclusivamente da produção de eletricidade para autoconsumo ou através de unidades de pequena produção a partir de energias renováveis;
  • Trabalhadores independentes no regime da Contabilidade Organizada que não tenham optado por ficarem abrangidos pela declaração trimestral.

 

Como entregar a declaração de rendimentos

 

Entrega da declaração trimestral

 

Para entregar as declarações de rendimentos à Segurança Social, deverá entrar no site da Segurança Social Direta e seguir os passos: Emprego > Trabalhadores independentes > Regime declaração trimestral > Registar declaração trimestral.

 

Caso não tenha rendimentos a declarar, deve assinalá-lo; caso contrário, deverá prosseguir para o preenchimento com os valores totais mensais dos rendimentos brutos obtidos no último trimestre (antes de IVA e retenções).

 

Entrega da declaração anual

 

Para a declaração anual de rendimentos, deverá seguir o caminho Emprego > Trabalhadores independentes > Regime declaração trimestral > Declarações ano anterior. As declarações trimestrais que entregou estarão sinalizadas com “Consultar Declaração” e as que não entregou com “Registar Declaração”.

 

Caso precise de corrigir declarações trimestrais submetidas durante o ano ou declarar outros valores, deverá fazê-lo através de uma dessas opções; caso não precise, não tem de fazer nada, já que a declaração anual fica validada.

 

Como ter sempre à mão os seus rendimentos

 

No caso dos trabalhadores independentes, as contribuições para a Segurança Social podem variar muito de trimestre para trimestre, por isso, para se precaver, é essencial saber sempre o valor dos seus rendimentos.

 

Com o Jasmin, um software de gestão na cloud, além de poder faturar em segundos, receber em minutos e controlar as suas contas correntes instantaneamente, pode fazer tudo isso em qualquer lugar e a qualquer hora, em qualquer dispositivo.

 

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