Gestão Pessoal

Freelancing e contracting: conheça as novas formas de trabalho

por Mariana Pimentel Gomes | 11 Maio, 2021

São formas mais transparentes, mais eficientes, mais flexíveis de trabalhar. Viajar enquanto trabalha, saltar de projeto em projeto e definir os horários preferíveis. Estas são algumas vantagens das novas formas de trabalho. O freelancing e o contracting ainda são modelos menos convencionais, mas já estão a conquistar o seu espaço no mundo laboral.

 

Embora um trabalhador em regime de freelancing e um contractor sejam semelhantes, estas funções envolvem padrões de trabalho e benefícios diferentes. Em comum têm o facto de serem ambos trabalhadores independentes. Mas o modo de trabalhar é ligeiramente diferente e, normalmente, estão associados a setores diferentes.

 

Mas é a liberdade difícil de abdicar que faz com que os trabalhadores em regime freelancing ou contracting não queiram estar vinculados a uma empresa. Estes regimes laborais estão carregados de vantagens, mas destaca-se a flexibilidade e mobilidade de trabalhar onde e quando quiser, sem contrato laboral ou regime de exclusividade.

 

Mas antes de mergulharmos pelas vantagens destes modelos de trabalho menos convencionais, vamos perceber a diferença entre o freelancing e o contracting.

 

O que é o freelancing?

 

Já não é novidade para ninguém este termo. Um freelancer é um trabalhador independente que oferece os seus serviços a empresas ou clientes, mediante o pagamento de um preço estipulado por ele mesmo.

 

Ao não ter vínculo com nenhuma empresa, os trabalhadores em regime freelancing não precisam de dedicar o tempo integral apenas a uma empresa. Podem trabalhar em vários projetos em simultâneo.

 

“Freelancing” é uma forma de definir o modelo de trabalho. Modelo este que engloba várias indústrias e setores e podem ir desde copywriters, fotógrafos, web developers ou tradutores. As possibilidades são infinitas.

 

E o contracting?

 

Talvez menos falados do que os freelancers, os contractors – como são conhecidos – são também trabalhadores independentes, mas trabalham num projeto de cada vez.

 

Este regime oferece grande flexibilidade, benefícios fiscais e cria desafios apelativos a quem trabalha e agilidade a quem contrata. Para a empresa que contrata este tipo de profissional, existe a vantagem da flexibilidade e a da rapidez dos processos de recrutamento. Para o trabalhador, mais dinheiro, mais autonomia e liberdade de carreira.

 

Do ponto de vista tributário não há, realmente, qualquer diferença entre os freelancers e os contractors. Mas, na prática, os contractors trabalham de forma um pouco diferente.

 

Normalmente, um trabalhador em regime de contracting trabalha a tempo integral, por um determinado período de tempo, para o mesmo cliente, ao contrário dos freelancers. Esta é a grande diferença entre os dois regimes laborais.

 

O setor do IT é o mais comum para se encontrar trabalhadores em regime de contracting. Vejamos um exemplo: um developer pode trabalhar durante seis meses para desenvolver algum projeto para uma determinada empresa. Depois de seis meses, quando termina o projeto, salta para um novo desafio, mas nunca em simultâneo.

 

Freelancing vs contracting: qual a melhor opção?

 

Os freelancers entregam projetos, os contractors cumprem funções específicas durante um período de tempo. Freelancers e contractors trabalham de forma temporária para organizações. Têm maior independência financeira e profissional do que o típico funcionário. Contudo, trabalhadores em regime de freelancing e contracting diferem em vários aspetos principais:

 

Aceitar clientes

 

Como a maioria dos trabalhadores em regime freelancing trabalham de forma flexível, geralmente respondem a vários projetos e clientes de forma simultânea.

 

Os contractors também trabalham com vários clientes, mas um de cada vez. Isso oferece a possibilidade de assumirem projetos maiores.

 

Aceitar projetos

 

Os trabalhadores independentes em regime freelancing têm controlo quase total da escolha de quais os trabalhos a fazer e quais os projetos a rejeitar. Como freelancer, pode optar por trabalhar em projetos mais importantes que ocupam a maior parte das horas de trabalho ou trabalhar numa gama mais ampla de pequenos projetos.

 

Como contractor, pode também escolher seus projetos. Ao contrário dos freelancers, no entanto, os projetos escolhidos têm maior dimensão, mas são em menor quantidade.

 

Estabelecer timelines

 

Os projetos em freelancing têm prazos e deadlines pré-determinados. Como freelancer, os trabalhos podem durar parte do dia, uma semana inteira, um mês, um ano ou até mais.

 

Mas tal como os freelancers, os contractors também assumem funções temporárias. No entanto, geralmente, aceitam projetos com prazos mais longos e, muitas vezes, flexíveis.

 

Horários de trabalho

 

Trabalhando como freelancer, é possível estabelecer os próprios horários, desde que a deadline seja cumprida.

 

Como contractor, o horário pode ir ao encontro de um funcionário típico de uma empresa, tendo em conta que, muitas vezes, este trabalho pode ser feito no próprio espaço físico da empresa.

 

Obrigações fiscais

 

Tanto os trabalhadores independentes em regime freelancing como os contractors são autónomos no que respeita às obrigações fiscais. Desde a contribuição à Segurança Social, como o IRS ou o IVA são da responsabilidade de cada um.

 

Gerir, planear, faturar e cumprir as obrigações fiscais

 

No meio de tantos projetos e responsabilidade, é normal que nem sempre consiga ter tempo para gerir todas as tarefas administrativas a que a sua atividade está sujeita: cobrar a clientes, pagar os impostos, analisar os lucros... Estas são apenas algumas das suas responsabilidades financeiras enquanto freelancer e contractor.

 

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