Coaching: de buzzword a fator crítico de sucesso

O coaching, especificamente o coaching empresarial, é um método que consiste em acompanhar, instruir ou treinar uma pessoa, grupo de pessoas ou organização, com o objetivo de cumprir metas ou desenvolver capacidades específicas. Todo o processo de coaching alia formação, aprendizagem, autonomia, fortemente apoiados em motivação, responsabilidade e criatividade, e tem por finalidade o crescimento.

 

Assim, o coaching empresarial é orientado para micro-empresas e PME e a sua ação é, principalmente, ao nível da melhoria da estrutura da empresa. Será que a sua empresa e a sua equipa estão a precisar de coaching? Certamente que podem beneficiar (e muito!) desta prática.

 

Como aplicar o coaching empresarial na sua PME e conduzi-la ao sucesso

 

Antes de mais, vamos a definições. Coach é a pessoa que faz coaching. Coachee é quem recebe a orientação do coach. Já pensou em procurar serviços de coaching de negócios ou empresarial? Pode ainda não ter pensado, mas cada vez mais startups, micro empresas e PME o fazem, no nosso país. Seja para gestores, líderes ou equipas de trabalho, o coaching é uma ferramenta que pode fazer a diferença e ser um fator de sucesso. E porquê? O coaching funciona, especialmente, em três áreas:

 

  • resolução de conflitos e problemas;

  • desenvolvimento e cumprimento de metas a longo prazo;

  • aumento e melhoria da performance.

Se, por outro lado, assume o papel de líder e quer ser o próprio a fazer coaching à sua equipa, confira dicas e orientações para ser o coach que a sua equipa e que o seu negócio precisa.

 

1. Crie relações verdadeiras e de confiança

 

Os verdadeiros líderes concentram-se mais no sucesso da sua equipa do que no seu próprio. Sempre que as ações de um líder não refletem esta filosofia, podem surgir obstáculos. É por isto que a confiança é muito importante. Se a confiança não for estabelecida a princípio, será gradualmente mais difícil ganhá-la. Sim, porque um líder não deve assumir que o seu título está necessariamente acompanhado da noção de confiança – em vez disso, os líderes precisam de ganhá-la das suas equipas.

 

Para consegui-lo é essencial que se foque real e intencionalmente em conhecer cada um dos membros da sua equipa e dos colaboradores do seu negócio e conhecer os seus objetivos, metas e ambições profissionais e pessoais. Só assim conseguirá oferecer uma experiência de coaching aos seus colaboradores: só se tornarão coachees se perceberem que um dos seus focos são eles.

 

2. Desconstrua os objetivos em metas menores

 

Fazer coaching a uma única pessoa pode ser um esforço intimidante e ainda mais se for uma equipa ou organização inteira. Assim, os melhores coaches desconstroem os objetivos finais – aumento de produtividade, por exemplo – em metas mais pequenas, e mais visualizáveis a curto prazo. Se escolher não fazer isto, pode aperceber-se que a sua audiência está muito menos recetiva a adotar novas estratégias e métodos.

 

3. Ouça, escute, compreenda a sua equipa

 

O papel do coach é guiar, certo. Mas é também ouvir. O coaching não pode desenvolver-se sem conhecer os coachees e os seus objetivos ou dificuldades. Assim, para tornar-se um ótimo coach – ou até um mentor! – o caminho a seguir é ouvir, ouvir, ouvir. Valorize as vozes dos seus colaboradores, dê importância e relevância às suas preocupações e, essencialmente, guie-os com as indicações que lhe deram.

 

4. Use a positividade como base

 

Grandes líderes são, fundamentalmente, grandes encorajadores e motivadores. O papel do coaching, por outro lado, é pegar nessa motivação dos colaboradores e empregá-lo em objetivos concretos e alcançáveis através de esforço individual e em equipa. Assim, é imediato que a liderança e o coaching andam de mãos dadas no mundo empresarial.

 

5. Seja uma presença consistente

 

Tal como no marketing, uma aproximação consistente e cumulativa e altamente eficaz para construir e criar mudança e progresso. Assim, líderes produtivos são consistentes no seu temperamento, disponibilidade e missão.

 

E, apesar de haver vários estilos de liderança, todos eles têm os cinco pilares básicos: desenvolver confiança, ouvir atentamente, reforço positivo, targeting e consistência.

 

Jasmin Software: coaching de negócios

 

O Jasmin, software de faturação expert em gestão, ajuda-o a alavancar a sua empresa. E como? Através de ferramentas poderosas que são uma ajuda à gestão de todos os aspetos do seu negócio. O Jasmin permite-lhe controlar todas as atividades da sua empresa, vendas, compras, inventários e armazéns, contas correntes e tesouraria. Além disso, com recurso à automação, o Jasmin poupa-lhe tempo e liberta-o de tarefas repetitivas e tediosas, para que se possa focar no crescimento do negócio.

 

Mas não é só! Com a nova funcionalidade Jasmin Business Insights, o Jasmin torna-se um verdadeiro coach de negócios, com recurso a Inteligência Artificial. Sim, está a ler bem: o Jasmin dá-lhe insights de negócio personalizados, baseados nos dados e informações da sua empresa!

 

Parece bom demais? É ainda melhor, pois existe uma versão gratuita. Experimente já o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o coaching que o seu negócio precisa.

Inteligência artificial online: a gestão do seu negócio sempre apoiada

Com o mundo da tecnologia está em constante evolução. Muitas são as novidades que têm chegado ao mercado empresarial e que prometem melhorar o desempenho das organizações.

A inteligência artificial online é uma das inovações que mais potencial apresenta, prometendo oferecer insight valiosos aos gestores para otimizar a tomada de decisão.

 

O que é a inteligência artificial?

 

Por definição, inteligência artificial é a capacidade das máquinas pensarem como seres humanos, de terem o poder de aprender, raciocinar, perceber, deliberar e decidir de forma racional e inteligente.

 

O termo “inteligência artificial” surgiu em 1956, associado a projetos ligados à resolução de problemas e métodos simbólicos, sendo posteriormente, na década de 60, utilizado pelo departamento de defesa dos Estados Unidos de forma a treinar computadores para imitar o raciocínio humano básico. No entanto, só mais recentemente esta tecnologia começou a ganhar outra preponderância, motivada pelo surgimento do Big Data.

 

Deep learning, Machine Learning e Processamento de Linguagem Natural

 

De forma a ensinar os computadores a pensar, são utilizados vários métodos que compõe a chamada inteligência artificial. Esses métodos são, essencialmente, os seguintes:

 

  • Machine Learning – Com este conceito, procura-se que as máquinas aprendam com o mínimo de dados possível, permitindo que desenvolvam regras por conta própria com base nos dados que lhe são cedidos.
  • Deep learning – De forma a imitar a rede neural do cérebro, são utilizados algoritmos complexos para que o sistema possa aprender sem supervisão. As redes neurais artificiais, usadas nestes sistemas, são camadas e conexões que transmitem os dados da mesma forma como acontece no pensamento humano, permitindo o reconhecimento de voz e linguagem natural, imagens e processos de aprendizagem por conta própria.
  • Processamento de linguagem natural – Com este processamento, procura-se encontrar, a partir de machine learning, padrões em grandes conjuntos de dados puros e reconhecer a linguagem natural.

A inteligência artificial online nos negócios

 

Muito se tem dito e escrito sobre a ameaça que a inteligência artificial poderá representar para os humanos, nomeadamente no que respeita ao desaparecimento de vários postos de trabalho.

 

A verdade é que essa preocupação surge sempre que assistimos a grandes revoluções industriais, mas a história mostra-nos que não há razões para tamanho desassossego. A inteligência artificial não está aqui para nos substituir, mas sim para expandir as nossas capacidades e nos tornar melhores naquilo que fazemos.

 

Como os algoritmos de Inteligência Artificial aprendem de maneira diferente dos seres humanos, olham para as coisas de maneira diferente, conseguindo ver padrões e ligações que nos escapam.

 

A parceria entre humanidade e inteligência artificial online pode oferecer muitas oportunidades ao mundo dos negócios como por exemplo:

 

  • Melhorar o desempenho de sistemas analíticas existentes, como a visão computacional e análise de séries temporais;
  • Derrubar as barreiras económicas e linguísticas;
  • Proporcionar uma visão analítica mais alargada, uma melhor compreensão dos dados, e uma melhor visão sobre o futuro.

Podemos considerar a Inteligência Artificial como um suporte à análise de dados e apoio à tomada de decisão, permitindo compreender melhor o rumo dos negócios da organização e mostrar insights que ajudam a identificar o caminho para onde se deve seguir. Além disso, permite reduzir gastos operacionais, aumentar a eficiência e aprimorar experiência com clientes e utilizadores.

 

Vantagens da Inteligência Artificial para as empresas

 

  • Automação de processos e aumento de produtividade – Com os sistemas de IA, é possível automatizar processos rotineiros das equipas, permitindo que estas se centrem em outro tipo de tarefas de maior valor.
  • Redução de erros em processos – Este tipo de sistemas inteligentes têm uma menor taxa de erro quando comparados com os humanos, permitindo tornar os processos mais eficientes.
  • Melhoria de relação com o cliente – Interligado com o sistema de CRM, é possível antever problemas com os clientes, analisar histórico de compras e sugerir produtos com maior probabilidade de consumo.
  • Criação de perfis de clientes – Conhecendo todo o historial dos clientes, é possível dividi-los por padrões e perfis de consumo, conseguindo aplicar campanhas com maior probabilidade de sucesso.
  • Análise detalhada de vendas e tendências de mercado – Através da análise das vendas pela IA, é possível obter uma análise em poucos segundos do estado comercial da empresa, da evolução das margens, de consumos por cliente ou setor, entre outras.
  • Otimização de processos internos – A inteligência artificial online permite também obter benefícios nos processos internos, otimizando os stocks, a gestão logística e de recursos humanos.

Uma tendência crescente

 

Segundo o Barómetro de Tendências Globais da Vodafone, quase 70% das empresas em Portugal já utilizam (33%) ou planeiam introduzir (34%) a Inteligência Artificial nas suas operações.

 

Como mostra o estudo, hoje em dia os gestores já têm consciência que a Inteligência Artificial será uma das tecnologias mais importantes dos próximos tempos e que irá transformar as organizações.

 

Hoje em dia já é possível um empreendedor ou um pequeno empresário utilizar ferramentas com inteligência artificial online, seja nas áreas de marketing, logística, fiscalidade, recursos humanos ou vendas.

 

Com o software de gestão e faturação online Jasmin, que utiliza mecanismos de Machine Learning e Big Data para fornecer insights para apoiar na gestão do negócio.

 

Também a sua empresa estará dotada das ferramentas necessárias para usufruir das tecnologias de IA disponíveis. E nem sequer precisa de investir em software. O Jasmin Express é grátis para quem está a começar.

 

Saiba o que deve fazer para ser PME Líder

O estatuto PME Líder foi criado pelo IAPMEI em 2008, no âmbito do Programa FINCRESCE, também do IAPMEI. Este estatuto, que é um selo de garantia, distingue empresas com perfis de desempenho superiores e tem o objetivo de criar condições para as PME com a distinção PME Líder desenvolverem as suas estratégias de crescimento e prosperarem.

 

Será que sua empresa está ao nível de uma PME Líder?

 

Torne-se uma PME Líder: siga os passos

 

Antes de mais, ressaltamos que não podem concorrer a esta distinção associações e instituições sem fins lucrativos, IPSS e empresas sem contabilidade organizada. Adicionalmente, a sua PME só se pode candidatar ao estatuto de PME Líder caso tenha completado três exercícios de atividade, pelo menos, com contas encerradas. No caso de o ano fiscal da sua empresa não coincidir com o ano civil, serão considerados os dois últimos exercícios encerrados e com IES entregue à AT. Não esquecer ainda que é necessário que a empresa tenha Certificação PME.

 

Contabilidade organizada: obrigatória para quem?

 

O estatuto PME Líder é atribuído pelo IAPMEI e pelo Turismo de Portugal, em parceria com 10 bancos a operar em Portugal – Banco BPI, Bankinter, Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo, Caixa Geral de Depósitos, EuroBic, Millennium BCP, Montepio, Novo Banco, Novo Banco dos Açores e Santander Totta – e com as Sociedades de Garantia Mútua.

 

Como se candidatar

 

A candidatura ao estatuto PME Líder não é apresentada pela empresa ao IAPMEI, tendo que ser uma das entidades bancárias parceiras a apresentar a candidatura. Assim, se quiser candidatar a sua PME à distinção PME Líder terá que, enquanto representante da empresa, manifestar o interesse junto de um dos Bancos Protocolados, que formalizará a proposta.

 

O IAPMEI, então, avaliará a candidatura e validará (ou não) a atribuição do estatuto.

 

Quais as vantagens para a sua empresa?

 

O estatuto PME Líder é mais do que uma distinção, na verdade. Este estatuto traz grandes benefícios e vantagens para as empresas:

 

  • Notoriedade e aumento de reputação

Durante o processo de seleção, as empresas são submetidas a grande escrutínio que tem por base indicadores financeiros, entre outros. Assim, conseguir o estatuto PME Líder é algo que só as empresas com melhor desempenho conseguem, pelo que ganharão mais visibilidade e notoriedade para os seus negócios.

 

  • Acesso a linhas de crédito especiais e produtos financeiros

Ao ser uma PME Líder, a sua empresa beneficia de acesso em condições otimizadas a linhas de crédito, com bonificação de taxa de juros e redução do risco das operações bancárias, através do recurso a mecanismos de garantia do Sistema Nacional de Garantia Mútua. Além disso, as PME Líder também usufruem de descontos e condições preferenciais no acesso a serviços financeiros como gestão de tesouraria.

 

  • Mais informação, formação e produtos exclusivos

As PME Líder têm acesso preferencial a informação sobre atividades e serviços de apoio a PME disponibilizados pelo IAPMEI ou pelo universo das suas empresas participadas ou parceiros institucionais, bem como acesso a sessões de formação exclusiva para executivos e ainda condições vantajosas no acesso a combustíveis ou a salas de reunião – nas instalações do IAPMEI.

 

Quais os requisitos para ser PME Líder?

 

Se as vantagens são muitas, também os requisitos para obter a classificação são importantes. Para conseguir o estatuto PME Líder, a sua empresa deve cumprir os seguintes critérios:

 

  • Assegurar a condição de PME comprovada através da obtenção da Certificação PME;

  • Ter pelo menos três exercícios de atividade, contas fechadas e contabilidade organizada;

  • Ter rating atribuído pelo sistema interno de notação de risco do Banco Protocolado que propõe a candidatura;

  • Ter notação mínima de risco atribuída pelas Sociedades de Garantia Mútua (não superior a 7);

  • Possuir situação regularizada perante a Autoridade Tributária, a Segurança Social, o IAPMEI e o Turismo de Portugal, bem como ao nível de licenciamento;

  • Não se encontrar em situação de reestruturação financeira ou de insolvência;

  • Não ter sido alvo de condenação por violação da legislação do trabalho ou pela prática de contraordenações ambientais e do ordenamento do território nos últimos três anos;

 

Mas, além destes critérios técnicos, há mais requisitos que as PME candidatas a PME Líder devem reunir. Para a sua empresa poder alcançar a distinção de PME Líder, deve demonstrar estratégias de crescimento e de reforço da base competitiva, possuir níveis elevados de desempenho e ainda de solidez financeira. Assim, deve cumprir os seguintes requisitos:

 

  • Resultado Líquido Positivo;

  • EBITDA positivo nos dois anos em análise;

  • Autonomia Financeira igual ou superior a 30% (Capitais Próprios/Ativo);

  • Rendibilidade Líquida do Capital Próprio igual ou superior a 2,00% (Res.Líquido/Cap.Próprio);

  • Dívida Financeira Líquida/EBITDA inferior ou igual a 4,50 (NetDebt/EBITDA);

  • EBITDA/Ativo igual ou superior a 2,00%;

  • EBITDA/Volume de Negócios >= 2,00%;

  • Volume de Negócios igual ou superior a 1 milhão de euros;

  • Número de trabalhadores da empresa como autónoma no ano anteiror superior ou igual a 8,00 UTA (unidade trabalho-ano).

 

Sabe quais as diferenças entre as várias margens de lucro: bruta, líquida, de contribuição e EBITDA?

 

Note que, no caso das empresas do setor do Turismo, serão enquadradas apenas as empresas cujos estabelecimentos se encontrem devidamente financiados e que tenham um volume de negócios superior ou igual a 500 mil euros.

 

Jasmin, a ferramenta para líderes

 

O Jasmin, software de faturação expert em gestão, é a ferramenta essencial para o empreendedor ou gestor de PME que precisa de ver o seu negócio crescer. Com o Jasmin pode acompanhar todas as contas do seu negócio, com a total liberdade de trabalhar a qualquer hora, em qualquer lugar.

 

Além do poder preditivo, o Jasmin conta agora com Inteligência Artificial para o ajudar na gestão e tomada de decisão suportadas em dados. Agora é mais fácil, ágil e intuitivo gerir o seu negócio e conduzi-lo ao sucesso. Saiba mais sobre os Jasmin Business Insights!

 

Mas, comprove por si mesmo, com resultados: experimente já o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa.

IRS 2019 automático: como funciona?

O IRS automático, ou Declaração Automática de Rendimentos, abrange mais contribuintes em 2019. Desde que foi implementada, em 2017, esta medida já afetou mais de 3 milhões de contribuintes. Agora, em 2019, alarga-se às pessoas com Planos de Poupança-Reforma (PPR).

 

Tudo sobre o IRS automático em 2019

 

O IRS automático surgiu em 2017 e aplicava-se apenas às situações mais simples em termos de fiscalidade, como os contribuintes sem dependentes. No entanto, em 2018, mais contribuintes com benefícios fiscais relativos a donativos foram incluídos na medida. Este ano, todos os que tenham de declarar em IRS os benefícios fiscais dos PPR também estão incluídos. Mas de que forma se processa, quem está incluído ao certo e que atenções especiais é necessário ter?

 

A quem se destina?

 

A Declaração Automática de IRS destina-se a contribuintes residentes em Portugal sem estatuto de residente não habitual, que aufiram rendimentos provenientes de trabalho dependente (categorias A e H) e pensões. No entanto, mais condições devem ser reunidas, cumulativamente, para poder usufruir da entrega automática do IRS:

 

  • Não ter auferido rendimentos pela prestação de trabalho a entidades diferentes da entidade patronal;

  • Não ter benefícios fiscais – exceto no caso de PPR e do regime de mecenato (donativos);

  • Não ter recebido pensões de alimentos;

  • Obter rendimentos apenas em Portugal;

  • Não ter deduções relativas a ascendentes;

  • Não ter pago pensões de alimentos;

  • Não ter dívidas ao Fisco.

Os trabalhadores da categoria B, por se tratar de uma situação mais complexa do ponto de vista fiscal, não estão abrangidos por esta medida.

 

Se não tem a certeza se está abrangido pela entrega automática do IRS poderá confirmar no Portal das Finanças. Depois de se autenticar e aceder a “A minha área”, ao clicar em “IRS” verá uma mensagem a informá-lo caso esteja excluído do IRS automático.

 

Qual a vantagem?

 

Uma grande vantagem do IRS automático é imediata: a facilitação da entrega para o contribuinte que reúna as condições acima. Assim, na declaração automática do IRS o contribuinte não precisa de fazer nada, já que esta se encontra totalmente preenchida pela AT, tendo por base as informações de que dispõe. Caso o contribuinte não a entregue até ao final do período – 1 de Abril a 30 de Junho de 2019 –, esta será automaticamente enviada findo este prazo.

 

Depois da submissão, é disponibilizada a liquidação do IRS e também os elementos que serviram de base ao cálculo das deduções à coleta.

 

A outra grande vantagem desta declaração automática é a garantia do reembolso do IRS em 15 dias.

 

Como proceder?

 

Se estiver habilitado à declaração automática do IRS, apesar de não ter que a submeter, cabe-lhe confirmar os valores e dados propostos pelo Fisco. Assim, no prazo estabelecido (três meses, entre 1 de Abril e 30 de Junho), deve confirmar se os dados preenchidos pela AT – tais como nome, NIF, IBAN, estado civil, dependentes, rendimentos, retenções na fonte, contribuições sociais, despesas, etc – correspondem à sua situação tributária.

 

Apenas depois de confirmar todos os dados (incluindo os indicados no portal e-fatura) deve validar a sua declaração de IRS. Pode ainda optar por consignar parte do IRS ou IVA – 0,5% ou 15%, respetivamente – para uma instituição por si indicada. No entanto, atente: ao consignar 0,5% do IRS não perderá direito a reembolso; se optar por consignar 15% do IVA perderá o benefício que o Fisco lhe concede.

 

Ao confirmar a entrega, ser-lhe-ão apresentados os valores relativos ao que terá a receber ou a pagar. Caso discorde, não submeta a declaração e preencha uma nova, manualmente. Atente ainda que valores e informações submetidas não poderão ser alterados.

 

Jasmin Software e IRS?

 

É um empreendedor da categoria B? Infelizmente está excluído da entrega automática do IRS, mas não desespere! O Jasmin, software cloud expert em gestão, está aqui para, entre muitos outros, facilitar-lhe a sua vida em termos de fiscalidade.

 

O Jasmin ajuda-o a manter as suas contas organizadas de forma intuitiva e ágil, e permite-lhe controlar e consultar todos os valores onde e quando quiser. Diga adeus às complicações na emissão de faturas e recibos, no cumprimento das obrigações fiscais e na gestão do seu trabalho!

 

Não acredita? Experimente já o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que precisa.

O impacto da Inteligência Artificial na fiscalidade

A Inteligência Artificial, ou IA, é um conjunto de tecnologias em constante evolução e com um crescimento extremamente acelerado, cujo impacto se sente cada vez mais em diversas áreas de negócio e prevê-se aumentar ainda mais nos próximos anos.

 

No entanto, a fiscalidade não é tipicamente considerada quando se discute o impacto da IA nos processos das empresas, mas a verdade é que já existem grandes avanços que começam a revolucionar diversos aspetos do trabalho fiscal.

 

De facto, a Inteligência Artificial traz grandes vantagens para muitas das tarefas ligadas à fiscalidade, mas, se trabalha na área e teme que em breve o seu emprego poderá ser substituído por máquinas, não se preocupe. A IA não vem substituir o lado humano desta área, mas sim complementá-lo e facilitar o seu dia-a-dia, libertando-o de muitas das tarefas que lhe tiram mais tempo.

 

Como a Inteligência Artificial se aplica à fiscalidade

 

O papel da Inteligência Artificial na fiscalidade, e o seu subsequente impacto nos processos, vem sobretudo do Machine Learning, o processo de aprendizagem que já tem efeito em diversas áreas da tecnologia e software ligado à gestão, como é o caso do Jasmin.

 

Essencialmente, Machine Learning é o processo pelo qual os sistemas “aprendem”: com base nos dados que lhes são alimentados, começam a retirar conclusões sobre qual o resultado pretendido, sendo que, quanto mais dados são providenciados, mais eficazes estes sistemas se tornam.

 

No panorama fiscal, isto significa que a Inteligência Artificial pode ser treinada para automatizar processos que, apesar de dispendiosos em termos de tempo, são repetitivos e relativamente simples de realizar.

 

Por exemplo, a IA pode facilitar bastante em apuramentos de IVA e IRC, analisando rapidamente todos os dados, classificando-os e realizando as operações de forma automática. Melhor ainda, diminui até a possibilidade de erro humano, tendo em conta que, através de Machine Learning, a IA está essencialmente a replicar as boas práticas que aprendeu, mas com maior precisão.

 

Na prática, a Inteligência Artificial, aplicada desta forma, permite à pessoa libertar-se das suas tarefas mais repetitivas e concentrar-se nas questões mais relevantes e estratégicas – as que realmente necessitam de um olho humano e podem trazer diversos benefícios para o seu negócio, mas que muitas vezes ficam em segundo plano devido à falta de tempo.

 

No entanto, o papel da IA não termina aqui. Não só os sistemas conseguem aprender a realizar os trabalhos mais mecânicos, como também conseguem, ao ter dados suficientes para tal, discernir quais são as informações mais relevantes dos dados que analisam.

 

Isto significa que a IA também consegue apresentar os dados mais importantes para a tomada de decisões e até prever resultados futuros com base nos dados históricos. Ou seja, não só lhe liberta tempo em tarefas de menor importância, como inclusive lhe oferece previsões e as informações de que necessita para que realmente se concentre no mais importante para o seu negócio.

 

Existem ainda outros campos pouco explorados em que a Inteligência Artificial poderá expandir a sua presença na fiscalidade. Por exemplo, já existem protótipos para chatbots cuja função será responder a dúvidas fiscais, outra forma de a IA acrescentar valor tanto às empresas como aos seus clientes.

 

O papel futuro do lado humano da fiscalidade

 

Como já indicado, o ser humano não vai ser substituído pelas máquinas, mas sim apoiado no seu trabalho pela Inteligência Artificial. Contudo, isto não significa que o seu papel não vai ser afetado por esta disrupção digital.

 

Com o impacto da IA eventualmente a crescer nas áreas fiscais, as tarefas dos profissionais irão evoluir. Para além dos conhecimentos financeiros, terão também de conquistar alguns conhecimentos técnicos e analíticos para não só interpretarem os dados que a IA providencia, como também tomarem decisões com base nos mesmos.

 

Isto não significa que será necessário que cada trabalhador se torne num programador ou analista; no entanto, se o receio é que o seu papel diminua, a realidade é que não só vai expandir, como também as suas capacidades irão aumentar. Eventualmente, serão capazes de supervisionar a Inteligência Artificial, garantir a validade dos dados e contribuir com a sua perícia para trabalhar os dados e responder aos novos desafios da fiscalidade pós-disrupção digital.

 

Uma nova era da gestão com o Jasmin

 

Com a complexidade dos negócios a crescer cada vez mais e novos desafios a surgirem diariamente, a Inteligência Artificial apresenta-se como uma solução que vai simplificar e agilizar diversas áreas e processos. A fiscalidade não lhe ficará indiferente, muito pelo contrário; cada vez será mais automatizada e com menor tendência para erros, mas sempre com uma presença humana cujo papel será, cada vez mais, tomar as decisões que realmente importam.

 

Felizmente, não precisa de esperar pelo futuro para alavancar o poder da Inteligência Artificial para a fiscalidade. O Jasmin já está na linha da frente desta revolução tecnológica, aplicando na prática a Inteligência Artificial ao seu software de gestão para automatizar processos, trazer-lhe insights sobre o seu negócio através da análise de dados e prever a evolução futura dos seus resultados.

 

Graças aos insights do Jasmin, potenciados pela Inteligência Artificial e Machine Learning, pode consultar facilmente: os seus clientes mais rentáveis, os resultados das vendas e a sua evolução face a períodos anteriores; o estado atual do seu inventário, entradas e saídas de stock comparadas por períodos e a margem de lucro de cada artigo; os prazos médios de recebimento e pagamento para poder organizar o seu plano de tesouraria; e inclusive avaliar a cada momento o cumprimento dos objetivos estabelecidos para vendas, receitas, despesas ou resultados.

 

Se ainda não experimentou e quer ver em primeira mão o impacto da IA na fiscalidade, conheça e adira já gratuitamente ao Jasmin Express.

Open Banking: o que é e quais as oportunidades?

Com o mundo digital em constante crescimento, é importante que as organizações adiram à transformação digital e adaptem a sua oferta para esta nova realidade, garantindo assim o seu crescimento e sustentabilidade.

 

Embora seja uma área mais sensível e com evolução mais lenta neste mercado, o sistema bancário tem tentado também adaptar-se gradualmente a esta realidade, fornecendo aos seus clientes meios para acederem aos dados da sua conta através do mundo digital.

 

Como se tem posicionado o setor bancário no mundo digital?

 

Nos últimos anos, muito tem mudado no sistema bancário. O crescimento de utilizadores no mundo digital tem levado a novas exigências nas formas de gestão bancária e de pagamentos e o surgimento de conceitos inovadores de empresas Fintech ou os testes de grandes empresas tecnológicas como Google, Facebook, Amazon e Apple, têm obrigado a uma evolução na forma de contacto com o cliente.

 

Inicialmente surgiu o Internet Banking, no qual se podia aceder a vários serviços através do computador, aparecendo posteriormente o mobile banking, onde tudo foi simplificado e se tornou possível a sua utilização através de um smartphone ou tablet.

 

Aos poucos caminhamos agora para a dinamização do Open Banking, um conceito que já é uma realidade e que se começa agora a destacar no mercado bancário.

 

O que é o Open Banking?

 

Até agora, sempre que se pretendia aceder aos dados bancários ou executar alguma operação à distância, era necessário utilizar uma plataforma ou aplicação específica de cada banco, obrigando muitas vezes o utilizador a saltar entre aplicações para fazer a sua gestão financeira.

 

Após a entrada em vigor do diploma comunitário conhecido como PSD2 (Payment Services Directive 2), desenvolvido a partir de 2015 e aprovado em janeiro de 2018, começou o que é chamado de “revolução” no setor bancário e que marca uma nova era de possibilidades para o utilizador na gestão dos seus dados bancários.

 

Com esta diretiva europeia, os bancos serão agora obrigados a disponibilizar uma API (Application Programming Interface) que irá permitir que aplicações e plataformas de terceiros, com autorização do utilizador, acedam aos dados bancários e, assim, ofereçam serviços inovadores ou alternativos que até aqui estavam apenas concentrados nas mãos das instituições bancárias.

 

No fundo, o Open Banking pode ser compreendido como uma cooperação entre instituições bancárias, startups, fintechs e gigantes tecnológicas de forma a trazer novos conceitos inovadores para o setor bancário.

 

Quais as vantagens do Open Banking?

 

Com o conceito de Open Banking, pretende-se que os utilizadores passem a ser os donos dos seus dados bancários e escolham quando e com quem pretendem partilhar essa informação, algo que estava centrado nas instituições bancárias até hoje.

 

Com a disponibilização das API’s por parte das instituições bancárias, começarão a ser lançadas novas aplicações, plataformas e ferramentas que irão oferecer ao utilizador uma grande evolução na sua gestão financeira. A título de exemplo, através do uso de inteligência artificial e Big Data, poderão surgir aplicações de gestão financeira que analisam todos os dados bancários como receitas e gastos para sugerir formas de poupança no final do mês. Além disso, poderão também surgir ferramentas de análise de aplicações financeiras, poupanças ou empréstimos que sugerem ao utilizador a melhor solução para o seu tipo de consumo ou necessidades.

 

Mais segurança para os utilizadores

 

Embora o Open Banking vá abrir portas a um conjunto de integrações e inovações de terceiros, a verdade é que este não é um conceito totalmente novo. Atualmente, já existem no mercado várias plataformas e aplicações que permitem ao utilizador aceder aos seus dados bancários, sendo para isso obrigatório colocar os seus dados de acesso à plataforma bancária.

 

Com este novo conceito, procura-se melhorar a segurança neste tipo de acessos, permitindo ao utilizador partilhar as suas informações financeiras sem inserir esse tipo de dados sensíveis.

 

Melhor experiência de utilização

 

Se até agora grande parte da evolução digital estava dependente das instituições bancárias, surge agora a possibilidade de um maior número de empresas contribuírem para este crescimento.

 

Irá assim surgir uma maior concorrência dentro das plataformas bancárias, obrigando a uma maior atenção ao cliente e à sua experiência de utilização.

 

Quais os grandes desafios do Open Banking para as organizações?

 

Se a dinamização do conceito Open Banking irá permitir uma grande evolução no setor bancário, a verdade é que apresenta também diversos desafios para estas instituições na gestão e partilha dos dados dos seus clientes.

 

Cumprimento do RGPD

 

Uma das primeiras grandes questões que tem atrasado a implementação do PSD2 são as limitações do Regime Geral de Proteção de Dados, em vigor na União Europeia.

 

Com o Open Banking, os bancos terão de partilhar os dados dos seus clientes com terceiros, algo que terá de ser muito bem definido e implementado para que não ponham em causa a privacidade e segurança dos dados.

 

Segurança e regulamentação

 

Outro dos grandes desafios que as instituições financeiras enfrentam é a regulamentação do tipo de dados a enviar e da segurança com que são transmitidos.

 

Em primeiro lugar, é importante definir quais os dados a serem partilhados, de que forma essa partilha é efetuada e em que condições. Depois, e uma vez que estão a lidar com informações pessoais e sensíveis dos seus clientes, é importante que as instituições financeiras e as empresas de Fintech garantam a segurança na transmissão de dados.

 

Um novo rumo para o setor bancário

 

Com a implementação do PSD2 e o alastrar do conceito de Open Banking, entramos agora numa nova era para o setor bancário, que terá de reforçar a oferta no digital e tentar descobrir novas formas de se relacionar com os seus clientes e de os fidelizar.

 

Abrir-se-ão novas portas para uma maior integração e colaboração entre plataformas. Criando um ecossistema mais completo, automatizado e amigo dos gestores.

 

Por exemplo, encontrará maior integração entre o seu software de gestão e as suas contas bancárias e assim poderá monitorizar em tempo real e através do seu software de gestão à informação de tesouraria da sua empresa, proceder à reconciliação bancária de forma automatizada, ou até mesmo de iniciar uma operação de pagamento, por exemplo a fornecedores, de forma imediata.

 

Enquanto o setor bancário evoluí, encontre no Jasmin o suporte inteligente para o seu negócio.

 

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