O que são os juros de mora e como calculá-los?

A falta de pagamentos atempados e prazos esquecidos são o grande motivo da instabilidade na gestão da tesouraria das empresas. Quando estes atrasos na liquidação de prestações acontecem, as empresas ficam sujeitas ao pagamento de juros de mora.

 

Esta taxa é aplicada ao período de atraso de pagamento e acumulada ao valor a liquidar.

 

O que são os juros de mora?

 

Ao entrar em incumprimento no pagamento de um crédito, isto não só fica registado no seu historial de crédito, como acabará por pagar uma taxa extra que a instituição financeira pode exigir como compensação pelo atraso na liquidação de obrigações fiscais que tenha, que podem ser dívidas ao Estado ou empréstimos de entidades privadas. Isto são os juros de mora.

 

Estas penalizações referentes ao montante a pagar pela entidade devedora são uma forma de compensação à entidade lesada pelo atraso no pagamento da dívida. Assim, o valor destes juros acresce aos que já existia para liquidar.

 

Simultaneamente, esta taxa de juro varia conforme a classificação das entidades a quem é solicitado o empréstimo. Isto acontece porque as entidades públicas têm uma taxa diferente das entidades privadas.

 

Quais são as taxas aplicadas?

 

As taxas a aplicar relativas aos juros de mora de dívidas a entidades públicas são definidas anualmente pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública. Atualmente, segundo o Aviso n.º 369/2021, a taxa de juro em vigor a partir de 1 de janeiro de 2021 para as entidades públicas é de 4,705 %.

 

Quando se trata de entidades privadas, as taxas de juros de mora diferem. O que significa isto? Se, por um lado, as taxas dos juros de mora de dívidas ao Estado são definidas anualmente, por outro, se o atraso nas prestações for relativo a créditos a bancos, a Lei prevê uma taxa máxima para os juros moratórios, à qual se somam os restantes encargos.

 

Neste contexto, às taxas de juros aplicáveis a entidades privadas, poderá aplicar-se uma sobretaxa anual a ser acrescentada à taxa do contrato, até um máximo de 3%. Esta sobretaxa serve para proteger as famílias e os consumidores em dívida, bem como de práticas arbitrárias ou abusivas de juro.

 

Além desta taxa, as entidades lesadas podem ainda aplicar uma comissão de recuperação por cada prestação em atraso. Esta comissão só pode ser cobrada uma única vez e não pode ser superior a 4% da comissão, devendo variar entre os 12 euros e os 150 euros.

 

Como se calculam estes juros de mora?

 

Para calcular os juros de mora é obrigatório conhecer o valor em dívida, além do número de dias de atraso de pagamento. Se se trata de uma entidade pública, é essencial saber qual a taxa de juros de mora, mas, caso seja uma entidade privada, é fundamental conhecer a taxa anual nominal (TAN) do empréstimo que contraiu.

 

Dívida a entidade privada

 

A taxa de juros de mora é calculada através da soma da taxa de juros remuneratórios (TAN) com os 3% de sobretaxa anual definida.

 

Ou seja, imagine que tem uma dívida de 500 euros, em atraso há 20 dias, com uma TAN de 4%. A taxa de juros de mora = TAN + os 3% = 4% + 3% = 7%.

 

O total a pagar é, assim, o valor em dívida + os juros de mora (valor em dívida x taxa de juros moratórios / n.º de dias em atraso x 365) + comissão (valor em dívida x TAN).

 

Total a pagar = 500€ + (500€ x 7%/365 x 20) + (500€ x 4%)

 

Dívida a entidade pública

 

Caso tenha uma dívida de 500 euros, em atraso há 20 dias à Autoridade Tributária.

 

Total a pagar = (Montante em dívida x taxa de juros de mora) / 365 dias x nº de dias de atraso

 

Total a pagar = 500€ x 4,705% / 365 x 20

 

Evite os juros de mora e tenha a gestão da tesouraria sempre controlada

 

A gestão da tesouraria é crítica em qualquer negócio e fazê-la corretamente pode ser desafiante. Para superar os muitos desafios, é extremamente importante recorrer ao que há de mais moderno na tecnologia para automatizar os muitos (e muitas vezes manuais) fluxos de trabalho.

 

O Jasmin pode ajudá-lo a manter a tesouraria controladaantecipar cenários de risco e, de uma forma geral, tomar as melhores decisões.

 

Com uma forte componente de IA e Machine Learning, o Jasmin simplifica a gestão diária do seu negócio, aumentando a produtividade nas tarefas administrativas mais rotineiras, e isso inclui a gestão da sua tesouraria.

 

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Como gerir o fundo de maneio nas pequenas empresas

Quando falamos em problemas com gestão de tesouraria, falamos de um tema transversal a todas as empresas. Qualquer empresa, grande, média ou pequena, não importa quão positiva a sua viabilidade financeira seja, por motivos diversos, é passível de ter problemas financeiros que a impeçam de poder cumprir com os seus encargos – pagamentos ao Estado, de salários, de créditos ou a fornecedores, por exemplo. A situação parece-lhe familiar?

 

Não é preciso muito: basta um atraso ou falha no recebimento de um valor substancial de um cliente para desequilibrar toda a sua projeção de fluxos de caixa e, consequentemente, deixar um “buraco” no lugar do montante necessário para cumprir determinadas obrigações.

 

Ora, quando falamos em pequenas empresas, normalmente com as contas mais modestas, menos capacidade e/ou pessoal para lidar com as cobranças atempadas e menos poder negocial para com os fornecedores, com consequentes prazos mais apertados para pagamentos, estes problemas podem ter proporções ainda mais graves.

 

Se não tiver um mapa de cashflow que preveja estes desvios e não constituir um fundo de maneio que tenha em conta as necessidades e particularidades da sua empresa, poderá estar em maus lençóis.

 

O que é o fundo de maneio?

 

Por muito que tenha um conhecimento transversal da sua empresa e um planeamento bem executado, não consegue adivinhar o futuro, certo? Era ótimo, mas a realidade é que é muito difícil ter o controlo completo dos eventos futuros e a gestão de tesouraria não é isenta de incertezas, muito pelo contrário. Mas pode sempre tentar prevenir-se e atenuar os efeitos que as situações imprevistas podem ter. É aqui que entra o fundo de maneio.

 

O fundo de maneio consiste numa salvaguarda que todas as empresas devem ter e que lhes permite prevenir e minimizar os efeitos disruptivos dos referidos imprevistos e as consequentes falhas de tesouraria, gerando liquidez no curto prazo. Numa definição concreta, não é mais do que a capacidade que uma empresa tem de financiar o seu ciclo operacional e assegurar, no curto prazo, a sua atividade normal, traduzida pela diferença entre os ativos circulantes e os passivos circulantes. Simplificando, o fundo de maneio é calculado através da seguinte fórmula:

 

Fundo de maneio = Ativo corrente – Passivo corrente

 

Trocando por miúdos, o ativo corrente inclui todos os valores que a empresa espera que gerem entradas financeiras no curto prazo, como as dívidas de clientes, as existências e as disponibilidades de caixa; já o passivo corrente representa todos os encargos a serem pagos no mesmo espaço temporal, como as dívidas a fornecedores, impostos, salários ou empréstimos bancários.

 

O fundo de maneio permite saber o estado da saúde operacional da empresa, no sentido em que um fundo de maneio negativo significa que a empresa não terá fundos para manter a sua atividade operacional, havendo falha de liquidez.

 

Formas de controlar o seu investimento em fundo de maneio

 

Existem muitas medidas que pode tomar para controlar e reduzir as suas necessidades de fundo de maneio, sendo que estas variam muito não só de empresa para empresa, como também na própria empresa ao longo do tempo. Idealmente, e tendo em conta a fórmula de cálculo, a sua empresa deveria receber no mínimo tempo possível e pagar no máximo tempo possível, mantendo as existências num valor mínimo.

 

Abaixo apresentamos as três medidas principais para reduzir o seu investimento em fundo de maneio, aquelas que mais diretamente afetam a sua atividade, especialmente se gere uma pequena empresa.

 

Controle os prazos de recebimento

 

Quanto mais tempo as dívidas demorarem a ser cobradas, maior será a necessidade de investimento em fundo de maneio. Este é, talvez, o “calcanhar de Aquiles” de grande parte das empresas, e não só das mais pequenas: a eficiência nas cobranças de dívidas. Nenhuma empresa pode fazer uma fatura e esperar receber o montante automaticamente à data do vencimento; é importante saber quais são os seus clientes mais cumpridores e quais os que precisam mais do seu esforço para receber o montante em dívida e ter isso em consideração para o fundo de maneio.

 

Contudo, há algumas medidas que pode tomar para facilitar este processo. Por exemplo, seja claro quanto aos prazos de pagamento aquando da entrega do seu orçamento e faça questão de que essa e outras condições sejam claras no contrato ou na fatura; pode até negociar com o seu cliente um desconto de pronto pagamento para adiantar o recebimento. Por outro lado, seja veloz na emissão da fatura para que não haja pretextos para atrasos e facilite o processo de pagamento ao seu cliente, pois, quanto menos entraves ele encontrar, mais predisposto vai ficar para lhe pagar.

 

Controle os prazos de pagamento

 

Como referido, quanto mais alargados forem os prazos de pagamento a fornecedores, menor será a necessidade de investimento em fundo de maneio. Para uma pequena empresa, principalmente se estiver a começar, conseguir prazos de pagamento alargados será possivelmente mais complicado, não só pela falta de confiança, como também pela necessidade de liquidez do fornecedor – como uma pequena empresa necessitará, possivelmente, de comprar quantidades menores, por vezes, poderá ter de recorrer a fornecedores que, em si, também são pequenas empresas.

 

Alternativamente, se a sua posição de tesouraria permitir, pode tentar negociar descontos de pronto pagamento e, assim, reduzir o peso dessas faturas nas suas despesas.

 

Controle as quantidades de stocks

 

Tendo em conta a fórmula de cálculo, o ideal seria manter os níveis de inventário – desde matérias-primas a produtos acabados – no estritamente necessário. Claro que é mais fácil dizer do que fazer, pois não depende só da sua empresa. Grande parte das vezes, depende dos seus fornecedores, que exigem quantidades mínimas para produzir algo, ou cujos preços variam com a quantidade e, para obter melhor preço, necessita de encomendar uma quantidade superior. Tenha em atenção se o desconto de quantidade compensa o custo de manutenção e financiamento das quantidades extra de stock.

 

Numa pequena empresa, pode tentar produzir conforme as necessidades ou encomendas. Numa empresa industrial, por exemplo, se não conseguir melhor negócio junto dos fornecedores de matérias-primas, pode tentar reduzir o stock de produto acabado e, assim, reduzir o custo da mão-de-obra necessária. Mas atenção: principalmente ao trabalhar com quantidades de stock inferiores, é muito importante ter sempre na ponta da língua as existências para que não lhe falhe nada.

 

O Jasmin ajuda-o na gestão de fundo de maneio

 

Se tem uma pequena ou média empresa, o Jasmin é o software de gestão para si. Funciona na cloud de forma a que possa ter à mão toda a informação de que necessita, a toda a hora, em qualquer lugar.

 

Com integração de orçamentos e encomendas, não precisa de deixar nenhum cliente à espera, pois o Jasmin permite-lhe fazer uma fatura em poucos minutos, ao importá-la do orçamento aprovado, e enviá-la diretamente para o email do cliente. Além disso, com o módulo de pagamentos online, permite-lhe adiantar os seus recebimentos, oferecendo ao seu cliente várias opções para proceder ao pagamento da sua fatura em poucos cliques, seja por multibanco, por PayPal ou por cartão de crédito.

 

Graças à sua forte vertente de inteligência artificial, o Jasmin permite-lhe também inserir todas as despesas em pouquíssimo tempo, bastando importar uma fotografia da fatura original, pelo que não há desculpa para não ter sempre as despesas atualizada. E, melhor, como está tudo na cloud, essa informação está à distância de um simples smartphone.

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Como melhorar a gestão de despesas do seu negócio?

Quando o objetivo é ter um negócio rentável e valorizado, a gestão de despesas tem de ser uma preocupação primordial. Um volume de faturação elevado no seu negócio não serve para nada se tem mais do que esse valor em despesas e/ou não está a atingir uma margem de lucro que lhe permita subsistir.

 

Neste artigo, deixamos algumas boas práticas para que consiga não só ter conta de todas as suas despesas, como também implementar meios de as reduzir, quando necessário, começando a traçar um caminho certo em direção à rentabilidade.

 

Porque é importante ter uma gestão de despesas eficiente?

 

A quantidade de despesas necessárias à manutenção de um negócio é grande e, se não forem geridas, de preferência, de forma eficiente, é muito fácil perder-lhes o rasto – e, se for o caso de ter contratos assinados, podem ser difíceis correções imediatas.

 

Quando se fala em despesas, é importante ter em consideração não só as previsíveis do dia a dia, mas também as imprevistas (como multas, por exemplo) e aquelas que derivam de obrigações fiscais, que, por sua vez, só podem ser previstas se tiver controlo sobre as suas receitas e despesas. 

 

Ter uma gestão de despesas eficiente é importante por vários motivos:

  • ajuda a ter controlo mais apertado sobre a gestão financeira da empresa;
  • permite identificar áreas em que as despesas podem ser reduzidas ou são desnecessárias, podendo ser eliminadas;
  • permite tomar decisões mais rápidas, com base em informação em tempo real (ou quase real), em relação à eliminação de despesas ou a respetiva realocação;
  • assegura que as políticas de gastos da empresa são cumpridas, evitando o excesso de despesas;
  • contribui para o aumento a rentabilidade do negócio.

 

Como melhorar a sua gestão de despesas

 

A gestão de todas as despesas pode ser uma tarefa bastante complexa – ou seria, se não existissem algumas boas-práticas que pode adotar para o seu negócio para uma gestão ágil, precisa e eficiente.

 

Estabelecer uma política de gastos

 

Definir e comunicar uma política clara, bem como reforçar a necessidade do seu cumprimento, é um passo certo em direção a uma boa gestão de despesas, já que dá aos colaboradores envolvidos um guia de regras para poderem seguir.

 

Esta política deve incluir tanto as despesas que são aceites e as que podem ser reembolsadas quando suportadas pelos funcionários (sem esquecer as normas tributárias), como as que não o são, como despesas pessoais, por exemplo. Além disso, deve definir quais os trâmites necessários, se for o caso, para ser solicitada a aprovação das despesas ao departamento financeiro.

 

Categorizar as despesas

 

Gerir todas as despesas de um negócio requer saber de que despesas se tratam. A melhor forma de conseguir um controlo mais aprimorado é categorizá-las, dividindo-as em rubricas claras – pode, inclusivamente, dividir por tipo de despesa e por área da empresa.

 

Esta categorização permite não só ter os seus dados financeiros mais organizados, como também lhe servirá de base para fazer uma orçamentação mensal e anual. Assim, poderá mais facilmente perceber onde está a ser gasto o dinheiro e identificar em que rubricas/áreas pode poupar, seja por decréscimo ou por realocação estratégica.

 

Por outro lado, ao ter categorias de despesas claras, será mais fácil o estabelecimento de uma política de gastos que todos percebam e cumpram.

 

Manter um registo atualizado das despesas e recolher os respetivos documentos

 

Uma gestão de despesas eficiente tem de contar com um registo permanentemente atualizado de todos os valores gastos, bem como com a presença de todas as faturas e outros comprovativos. Assim, é-lhe possível saber a qualquer momento se estas estão dentro do planeado e se a política de gastos está a ser cumprida, ao mesmo tempo que garante que não haverá problemas fiscais e contabilísticos no seu registo.

 

Fazer uma análise regular das despesas feitas

 

Nenhum negócio em funcionamento é estático, o que significa que o que é realidade hoje pode não ser dentro de uns meses. Para manter as suas despesas adequadamente geridas, é importante que avalie regularmente a sua pertinência em função dos objetivos estratégicos da empresa, o que, mais uma vez, tem de ter em conta não só o tipo de despesa como a área a que esta está alocada.

 

Pela mesma lógica, o mercado também muda e é importante reavaliar os preços e os fornecedores em busca de soluções mais vantajosas ao seu negócio.

 

Automatizar o registo e o reporte de despesas

 

Se o objetivo é não perder noção das despesas em que o seu negócio incorre, conhecendo-as por categoria e de forma atualizada, podendo extrapolar dados para análises e possíveis correções, o melhor é largar os registos manuais e automatizar o seu registo e reporte com um software de gestão.

 

Especificamente, o software de gestão Cegid Jasmin permite registar todas as despesas, gastos e compras de forma organizada e centralizada, inclusivamente através da simples submissão de uma fotografia do documento original. Isto com ligação à gestão de tesouraria, para que não só saiba a qualquer momento quais as despesas registadas por categoria, como também quais delas estão efetivamente liquidadas.

 

Com o Cegid Jasmin pode extrair mapas de despesas e receitas por rubrica ou, em alternativa, emitir demonstrações de resultados para uma análise mais abrangente, tendo em conta todas as facetas do seu negócio, incluindo vendas e compras de inventários.

 

Mais ainda, como funciona na cloud e permite acesso a vários utilizadores, a qualquer hora, todas as partes envolvidas na gestão de despesas têm acesso à mesma informação atualizada.

 

Não perca mais tempo e comece desde já a gerir as suas despesas eficientemente: pode experimentar o Cegid Jasmin gratuitamente até atingir 30.000 euros de faturação!

5 formas de acelerar os pagamentos dos seus clientes

Uma das principais dificuldades com que qualquer empresa se defronta é a questão de receber os pagamentos dos clientes a tempo. A facilidade e velocidade dos pagamentos têm um impacto drástico no dia-a-dia das empresas, não só afetando a sua saúde financeira, como também criando todo um caos bancário e contribuindo, nos casos mais extremos, para quebras de liquidez recorrentes e cashflow negativo, um dos indicadores de desempenho fulcrais para qualquer negócio.

 

Tendo tal em conta, é natural que acelerar os pagamentos dos clientes e evitar os atrasos sejam uma prioridade para a sua empresa, pelo que, de seguida, oferecemos algumas sugestões para que consiga acelerar os seus recebimentos.

 

5 formas para que os seus pagamentos cheguem mais rápido:

 

1. Deixe bem claras as regras sobre os pagamentos

 

Uma das condições mais importantes para assegurar pagamentos a tempo é estabelecer bem quais as regras logo à partida. Defina a política da sua empresa no que toca aos prazos de recebimento e assegure-se que está descrita de forma clara e pormenorizada nos contratos.

 

Para além disso, seja firme e não facilite com exceções; caso contrário, cada cliente quererá a sua própria exceção e condições especiais, o que gera também mais flexibilidade para atrasar os pagamentos. Não se abstenha de lembrar a devedores recorrentes ou demorados os termos do seu contrato nas situações mais extremas.

 

2. Organize os seus procedimentos

 

É, também, importante estabelecer um conjunto interno de procedimentos para a sua empresa, tanto para prevenir futuros atrasos, como também para definir como lidar com atrasos existentes de pagamentos.

 

Estabeleça como é que a sua equipa deve lidar com clientes cujo pagamento está em falta e que medidas deverão tomar tendo em conta o período de tempo de cada atraso, tendo em conta que atrasos mais longos ou clientes com tendência para ficar em dívida deverão ser correspondidos com a mesma gravidade.

 

3. Identifique as situações para cada cliente

 

Cada caso é um caso. Certos clientes terão um melhor histórico de cumprimento dos prazos de pagamento e poderão inclusive ser clientes habituais, que façam novas encomendas regularmente e que já sabe que continuarão a fazer, pelo que já se poderá justificar uma política de cobrança mais leniente e flexível. Outros, por sua vez, poderão ser problemáticos ou não terem até histórico suficiente para justificar uma confiança acrescida, pelo que deverá, nesses casos, ser mais exigente na cobrança das dívidas.

 

Tudo remete, essencialmente, para a identificação do perfil e confiança que pode depositar em cada cliente e adaptar o seu processo conforme cada situação.

 

4. Alerte os seus clientes antes da data final de pagamento

 

Existe uma tendência para enviar uma fatura e depois aguardar para relembrar da mesma apenas depois do prazo estipulado de pagamento.

 

Não ceda à tentação de esperar pelo melhor e depois ter de lidar com a situação incómoda de lembrar de uma fatura que poderá ter ficado esquecida; em vez disso, relembre regularmente os seus clientes à medida que o prazo de pagamento se aproxima. Não só garante, assim, que clientes mais esquecidos não têm razão para deixar as dívidas por pagar, como também exerce maior pressão sobre o pagamento de uma forma mais leve, evitando situações mais complicadas.

 

5. Facilite o processo de pagamento

 

Simplificar a forma como os seus clientes lhe pagam os valores em dívida é uma excelente forma de assegurar que os pagamentos são feitos a tempo e horas, visto que, quanto mais simples e imediato for o processo, menos tempo e esforço os seus clientes têm de dedicar a pagar-lhe.

 

Em particular, pagamentos online podem ser significativamente mais simples e rápidos do que métodos tradicionais de pagamento como transferências bancárias, dado que o seu cliente pode proceder ao pagamento através do computador ou até de um dispositivo móvel, como tablet ou mesmo smartphone. Desta forma, o pagamento de uma fatura fica apenas à distância de alguns cliques, pelo que pode até ser feito imediatamente ao receber a mesma.

 

Como o Cegid Jasmin pode ajudar a acelerar os pagamentos dos seus clientes

 

Enquanto software de gestão com uma forte vertente em faturação, o Cegid Jasmin preza pela sua simplicidade, acessibilidade e utilidade, estando disponível na cloud para que possa aceder a todas as suas funcionalidades em qualquer lugar.

 

Para os dilemas da faturação, o Jasmin apresenta diversas funções que tornam todo o processo mais rápido, simples e intuitivo. Entre as funcionalidades de faturação incluem-se a criação de faturas, orçamentos, notas de crédito ou débito e emissão de recibos, em diferentes moedas para negócios globalizados. É certificado pela AT e está todo pré-configurado para que seja mais fácil responder a todas as obrigações fiscais e legais. Sendo a faturação um dos pontos-chave de qualquer negócio, isto significa que o Cegid Jasmin pode tornar-se uma peça integral da sua empresa e agilizar bastante o seu processo de gestão e faturação!

 

Melhor ainda, o Cegid Jasmin conta também com opções de pagamentos online para, como referido anteriormente, facilitar o processo de pagamento aos seus clientes e poupar tempo nos processos de cobrança. O Cegid Jasmin disponibiliza vários métodos de pagamento online, como pagamento por referências Multibanco, Cartão de Crédito, PayPal e Stripe, garantindo que, seja qual for o seu mercado-alvo – nacional ou internacional –, o Jasmin está preparado com os métodos de pagamento online adequados a cada mercado. Saiba mais sobre as nossas opções de pagamento online.

 

Para além da faturação, o Cegid Jasmin consegue também apoiar o seu negócio em várias outras frentes, contando também com módulos de inventários e multi-armazém, registo e gestão inteligente de despesas, para além de todos os insights que lhe permitem avaliar os resultados das vendas, o estado atual do inventário, os prazos médios de recebimento e pagamento e o ponto de situação face aos seus objetivos de negócio.

 

Milhares de clientes já contam com o Jasmin para responder às suas necessidades de gestão do seu negócio. A boa notícia é que o Cegid Jasmin é grátis para quem está a começar, pelo que só tem razões para experimentar o nosso software revolucionário. Adira já!

 

Pagamento de impostos: o guia completo para as empresas portuguesas

O pagamento de impostos é uma obrigação a partir da qual advém a receita que financia os investimentos e as despesas do Estado, dos quais depende o bom funcionamento das instituições públicas, com vista à satisfação das necessidades coletivas.

 

As falhas no pagamento de impostos podem, além de importar gastos com juros de mora e custas de processos, levar a processos de execução fiscal e penhora de rendimentos por parte das Finanças, por isso, este é um assunto que deve ser levado muito a sério por todos os sujeitos passivos.

 

Quando é que o seu negócio fica habilitado para o pagamento de impostos?

 

Para pagar impostos, o seu negócio tem de ter uma personalidade jurídica, ou seja, tem de estar legalmente constituído, seja através da abertura de uma empresa como sociedade comercial ou através da abertura de atividade como trabalhador independente.

 

A esta personalidade jurídica são atribuídos um número de identificação fiscal (NIF) e um número de identificação de Segurança Social (NISS) – que serão os seus, caso atue como trabalhador independente –, que identificarão o negócio perante a Autoridade Tributária (AT) e a Segurança Social.

 

Os impostos que terá de pagar e as respetivas datas irão depender da modalidade escolhida, conforme seja uma pessoa coletiva ou singular, com ou sem contabilidade organizada.

 

Como proceder ao pagamento de impostos?

 

Pode proceder ao pagamento dos impostos da sua empresa de várias formas cómodas, a partir do momento em que os documentos e referências de pagamento são gerados no Portal das Finanças por si ou pelo seu contabilista certificado, de acordo com a agenda fiscal em vigor:

  • Meios tradicionais (secções de cobrança dos Serviços de Finanças, balcões dos CTT ou balcões dos Bancos);
  • Multibanco ou Homebanking;
  • MB WAY;
  • Débito Direto.

 

Dentro das opções disponíveis, as duas primeiras dispensam apresentações. Apesar de já estarem disponíveis há algum tempo, os pagamentos por MB WAY e por débito direto podem suscitar algumas questões.

 

Como pagar impostos por MB WAY

 

Para utilizar este método de pagamento, terá de ter a aplicação móvel do serviço MB WAY instalada e ativada, com a associação a um cartão de débito e a um número de telemóvel do seu negócio.

 

Podem ser pagos por MB WAY os impostos para os quais o símbolo desta entidade apareça nas páginas de obtenção de documentos de pagamento do Portal das Finanças. Como habitual neste serviço, é só clicar no símbolo, introduzir o número de telemóvel e confirmar na aplicação.

 

Como pagar impostos por débito direto

 

O débito direto permite-lhe efetuar o pagamento dos seus impostos de forma automática, a partir da conta bancária que estiver registada no Portal das Finanças. Para maior controlo, pode definir o montante máximo que autoriza que seja debitado e uma data limite para a adesão se manter válida.

 

Este não é um método que disponibilizado automaticamente, tendo de ser feito um pedido de adesão no Portal das Finanças (ou em qualquer Serviço de Finanças). Terá de efetuar um pedido de adesão para cada imposto que pretenda pagar por este meio.

 

Atualmente, o débito direto encontra-se disponível para pagamento do IRC, do IRS, do IVA (declarações periódicas), do IMI, do AIMI e do IUC.

 

Principais impostos que a sua empresa tem de pagar

 

Se tem ou está a pensar abrir uma empresa, estes são os principais impostos com que terá de contar:

 

IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas)

 

O IRC incide sobre os lucros obtidos pelas pessoas coletivas em cada ano, sendo, assim, um imposto de apuramento anual. A data de entrega da declaração Modelo 22 para apuramento do IRC e o respetivo pagamento devem ocorrer até ao fim do quinto mês seguinte ao final do período de tributação, ou seja, até 31 de maio para a generalidade das empresas.

 

Durante o ano, terá de contar também com diversos pagamentos em sede deste imposto, que, no final, entram em acerto de contas para o imposto a pagar (ou a reembolsar, caso tenha sido pago em excesso):

  • pagamentos por conta, até ao fim do 7º e do 9º mês e até ao dia 15 do 12º mês do período de tributação;
  • retenções na fonte, que são entregues ao Estado pelo adquirente dos produtos ou serviços em nome do fornecedor, quando ocorrem transações a tal sujeitas;
  • pagamentos adicionais por conta, incidentes sobre a parte do lucro tributável relativo ao período de tributação anterior superior a 1.500.000 €, nas mesmas datas que os pagamentos por conta.

 

IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado)

 

O IVA é um imposto sobre o consumo que terá de entregar ao Estado na razão das transações da sua empresa. Fora os casos em que se aplica isenção, conforme o tipo de produtos e serviços, existem três taxas de IVA aplicáveis: a reduzida, a intermédia e a normal, respetivamente, 6%, 13% e 23% no Continente, 5%, 12% e 22% na Madeira e 4%, 9% e 16% nos Açores.

 

O apuramento e o respetivo pagamento do IVA pode ser feito trimestral ou mensalmente:

  • no regime normal trimestral, atribuído por defeito às empresas que não ultrapassam o volume de faturação de 650.000 euros, é apurado até ao dia 20 dos meses de fevereiro, maio, setembro e novembro, com pagamento até ao dia 25;
  • no regime normal mensal, que pode ser adotado por opção, tornando-se obrigatório quando seja atingido o volume de faturação referido, é apurado até ao dia 20 e pago até ao dia 25 de cada mês.

 

TSU (Taxa Social Única)

 

A TSU é uma contribuição para a Segurança Social obrigatória para todas as empresas que tenham colaboradores a seu cargo, bem como para os próprios colaboradores. Esta incide sobre os rendimentos pagos, na proporção de 23,75% a cargo da empresa e 11% a cargo dos trabalhadores.

 

Contudo, cabe à empresa reter, em cada mês, o valor da TSU nos recibos de vencimento dos trabalhadores e entregar a totalidade (34,75%) à Segurança Social até ao dia 20 do mês seguinte.

 

Outros impostos relevantes

 

Os impostos acima são os que terão um maior peso no orçamento da sua empresa, mas existem outros dos quais é importante não esquecer o pagamento:

  • o IUC (Imposto Único de Circulação), aplicável a todas as empresas que tenham veículos, que deve ser pago até ao último dia do mês de aniversário da matrícula de cada um;
  • o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), aplicável a todas as entidades proprietárias de imóveis, que deve ser pago anualmente em até três prestações, nos meses de maio, agosto e novembro;
  • o Imposto do Selo, aplicável a atividades e transações específicas, cujo pagamento deve ser efetuado até ao dia 20 do mês seguinte àquele em que existam operações sujeitas a este imposto.

 

Pague os seus impostos a tempo com a gestão do seu negócio na palma da mão

 

Em grande parte dos impostos que a sua empresa tem de pagar o valor apurado depende do seu volume de faturação ou do seu lucro. Para saber sempre, com tempo, quanto terá de pagar, é importante que estas informações estejam disponíveis e atualizadas.

 

Para isso, pode sempre contar com o Cegid Jasmin, um software de gestão pensado para as necessidades das pequenas e médias empresas, que integra todas as transações da sua empresa e que funciona na cloud, de modo a que não só seja fácil extrair as informações necessárias à gestão, como ainda tenha essas informações à mão em qualquer altura.

 

Não torne o apuramento de impostos mais moroso do que é e agilize o que controla: a gestão do seu negócio. Experimente o Cegid Jasmin gratuitamente – pode fazê-lo até atingir 30.000 € de faturação para que não lhe restem dúvidas!

5 dicas para melhorar a gestão financeira da sua empresa

Num mercado cada vez mais dinâmico, ganham as empresas que conseguem ter uma gestão financeira eficiente e capaz de fazer evoluir os seus negócios através da redução de erros e, por consequência, maximização dos lucros.

 

Apesar de uma boa gestão financeira ser fundamental para garantir a rentabilidade dos negócios, esta não deve consumir demasiado tempo. Como tal, encontrar formas de automatizar e simplificar processos é fundamental para que os gestores consigam manter o foco noutras atividades importantes para o desenvolvimento diário dos seus negócios.

 

 

Como melhorar a gestão financeira das empresas?

 

A falta de organização nos processos de gestão pode prejudicar a evolução dos negócios. Confira a seguir 5 dicas para melhorar a gestão financeira da sua empresa.

 

 

1. Traçar um plano financeiro

 

Traçar um plano financeiro com objetivos mensais ajuda a prever situações que possam influenciar – positiva ou negativamente – o crescimento do seu negócio. Isto irá permitir-lhe ter uma visão completa do negócio, ajudando-o a traçar planos de ação que lhe tragam retorno em vez de direcionar esforços para ações que não são rentáveis.

 

A importância deste plano reside na possibilidade de prever cenários menos favoráveis e gastos extraordinários. Facilitando assim a avaliação das ações que estão a funcionar corretamente ou, por outro lado, que precisam ser melhoradas a fim de minimizar os impactos nos resultados financeiros.

 

 

2. Não misturar as finanças pessoais com as finanças da empresa

 

Um dos maiores erros que pode cometer é misturar as suas finanças pessoais com as finanças da sua empresa. Isto torna o controlo dos gastos e da faturação empresarial mais difícil, podendo prejudicar o crescimento do seu negócio.

 

Ter uma boa gestão financeira não é tarefa fácil. No entanto, ter um bom plano de ação facilita a organização da gestão do negócio. E, claro, onde há organização há progresso!

 

 

3. Acompanhar os fluxos de caixa

 

Acompanhar regularmente todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa é imprescindível para conseguir ter previsões do capital disponível para investimentos futuros.

 

O acompanhamento regular do fluxo de caixa irá possibilitar-lhe fazer prognósticos de excedentes ou de escassez de recursos. Permitindo assim tirar o máximo partido dos recursos existentes sem prejudicar a rentabilidade financeira do seu negócio.

 

Seja em pequenos ou grandes negócios, a falta de conhecimento sobre a origem e o destino do dinheiro é a principal causa da desorganização financeira.

 

 

4. Tirar partido da tecnologia

 

Num mundo cada vez mais digital, recorrer a tecnologias que simplificam as tarefas de gestão dentro das empresas é cada vez mais importante.

 

Assim, utilizar um software de faturação irá ajudá-lo a simplificar a gestão financeira da sua empresa através da automatização de processos. O que, de uma forma mais prática e eficiente, irá dinamizar os resultados do negócio.  

 

Além disso, os softwares de faturação ajudam a ter uma visão permanente das atividades empresariais, uma vez que fornecem relatórios financeiros atualizados. E, caso opte por um software cloud, ainda consegue aceder a toda a informação a qualquer momento e em qualquer lugar.

 

 

5. Avaliar o desempenho do negócio

 

Acompanhar o desempenho do negócio é fundamental para evitar surpresas desagradáveis. Por exemplo, avaliar os resultados obtidos mensalmente ou até semanalmente vai ajudá-lo a entender quais as estratégias que estão a funcionar corretamente ou, por sua vez, quais as que precisam de ser melhoradas.

 

A gestão financeira é um pilar crucial para o sucesso das empresas. Uma gestão eficaz não apenas maximiza os lucros, mas também garante a  sustentabilidade a longo prazo.

 

Só com uma boa gestão financeira é possível inovar e fazer os negócios crescer. Veja como pode tirar partido do software de faturação Jasmin para melhorar a gestão financeira do seu negócio.

 

Investir na gestão financeira é investir no futuro do seu negócio e na sua tranquilidade financeira. Não hesite em adotar práticas e ferramentas que o ajudem a melhorar a gestão financeira da sua empresa. Com planeamento, organização e disciplina, poderá colher os frutos de uma gestão financeira sólida e eficaz.

 

Se pretende melhorar a gestão financeira da sua empresa e, ao mesmo tempo, rentabilizar o seu tempo, experimente já o Jasmin! É grátis.