O essencial a saber sobre o seguro de acidentes de trabalho

Por mais cuidado e atenção que os seus colaboradores tomem na execução do seu trabalho, não há nada que possa garantir que os acidentes não acontecem. No entanto, em caso de lesão dos trabalhadores, há forma de garantir o seu direito a compensação sem isso representar um custo com elevadas repercussões para a empresa: o seguro de acidentes de trabalho.

 

O que é um seguro de acidentes de trabalho

 

O seguro de acidentes de trabalho é uma obrigação legal de todas as entidades empregadoras, sejam pessoas individuais ou coletivas, e destina-se a assegurar que os seus trabalhadores e as suas famílias sejam compensados pelas consequências da ocorrência de acidentes de trabalho

 

O seguro de acidentes de trabalho garante, assim, que o trabalhador tenha acesso aos cuidados médicos que forem necessários para reparar os danos provocados pelo acidente de trabalho, bem como às indemnizações aplicáveis.

 

Caso a entidade empregadora não disponha de um seguro de acidentes de trabalho, pode ser sujeita a coima, além de ter de pagar as prestações legalmente previstas a que os trabalhadores tenham direito em caso de acidente.

 

O que é considerado um acidente de trabalho

 

É considerado um acidente de trabalho e, portanto, abrangido pelo seguro de acidentes de trabalho, qualquer acidente que provoque lesão corporal, perturbação funcional ou doença que resulte em redução na capacidade de trabalho ou morte, que ocorra dentro do tempo de trabalho e no local de trabalho.

 

São também considerados acidentes de trabalho os ocorridos:

 

  • no trajeto entre a residência e o local de trabalho e entre o local de refeição e o local de trabalho;
  • no trajeto entre a residência ou o local de trabalho e o local de pagamento da retribuição, bem como nesse local;
  • no trajeto entre a residência ou o local de trabalho e o local onde deve ser prestada assistência ou tratamento decorrente de acidente de trabalho, bem como nesse local;
  • no trajeto entre o local onde o trabalhador presta serviços relacionados com o seu trabalho e o local de trabalho habitual;
  • quando o trajeto normal sofre interrupções ou desvios determinados pela satisfação de necessidades atendíveis do trabalhador;
  • durante o exercício do direito de reunião ou de atividade de representação dos trabalhadores no local de trabalho;
  • na execução de serviços permitidos pela entidade empregadora fora do local ou do tempo de trabalho;
  • na execução de serviços prestados espontaneamente dos quais possam resultar proveitos económicos para a entidade empregadora;
  • aquando da frequência de curso de formação profissional, no local de trabalho ou fora, desde que a entidade empregadora autorize;
  • durante a procura de emprego nos casos de trabalhadores em processo de cessação de contrato de trabalho.

 

Quais são as coberturas do seguro de acidentes de trabalho

 

Segundo a Lei n.º 98/2009 e as suas alterações, o seguro de acidentes de trabalho inclui coberturas em espécie, necessárias ao tratamento e reabilitação do trabalhador, e monetárias, necessárias à compensação no caso de haver sequelas.

 

Incluem-se nas coberturas em espécie:

  • assistência médica (incluindo assistência psíquica quando reconhecida necessária), cirúrgica, farmacêutica e hospitalar;
  • despesas de hospedagem e transporte;
  • despesas com próteses e ortóteses, desde que necessárias à reabilitação, incluindo posterior renovação e reparação.

 

Já as coberturas monetárias incluem:

  • indemnização por incapacidade temporária ou permanente, parcial ou absoluta;
  • pensão vitalícia por redução na capacidade de trabalho ou ganho;
  • prestação suplementar por assistência por terceira pessoa;
  • subsídio por elevada incapacidade permanente e para readaptação de habitação;
  • subsídio por morte e despesas de funeral;
  • pensões aos familiares por falecimento do trabalhador.

 

Qual é a compensação por acidente de trabalho atribuída pelo seguro

 

Compensação em caso de incapacidade

 

Para a definição da compensação monetária a atribuir ao trabalhador em consequência de acidente de trabalho que o incapacite para a prestação de trabalho, é efetuada uma avaliação do seu nível de incapacidade, que pode resultar em:

  • incapacidade temporária parcial ou absoluta, em que o trabalhador está incapacitado de trabalhar durante um período de tempo limitado;
  • incapacidade permanente parcial ou absoluta, na qual existe perda total da capacidade de trabalhar e receber rendimentos, que pode ser para o trabalho habitual ou para todo e qualquer trabalho.

 

As prestações por incapacidade vêm definidas no artigo 48.º da referida Lei. Nestes casos, a compensação pode ser atribuída em percentagem dos rendimentos (incapacidade absoluta), ou em percentagem da redução na capacidade geral de ganho (incapacidade parcial), variando entre 50% e 80%.

 

Quando a incapacidade é absoluta e o trabalhador fica impedido de fazer qualquer tipo de trabalho, tem direito a uma majoração de 10% por cada pessoa a cargo.

 

Compensação em caso de morte

 

Caso o acidente provoque a morte do trabalhador, o seguro de acidentes de trabalho compensa monetariamente a família lesada: unidos de facto ou cônjuges, ex-cônjuges com direito a pensão de alimentos, descendentes menores ou estudantes e ascendentes.

 

A compensação, definida nos artigos 56.º e seguintes, é fixada em montante anual e atribuída em percentagem da retribuição do trabalhador, variando entre 10% (para ascendentes) e 80% (para descendentes órfãos de pai e mãe), dependendo dos casos.

 

Como comunicar um acidente de trabalho ao seguro

 

Em caso de acidente de trabalho, em primeiro lugar, o trabalhador deve ser socorrido e o empregador deve ser informado o mais rapidamente possível. Após tomar conhecimento, o empregador deve comunicar a ocorrência à seguradora no prazo de 24 horas.

 

À exceção de microempresas (empresas com menos de 10 trabalhadores), trabalhadores independentes e trabalhadores do serviço doméstico, a comunicação ao seguro deve ser efetuada online, na plataforma própria para participação eletrónica de acidentes de trabalho, que serve todas as seguradoras.

 

O seguro de acidentes de trabalho também é obrigatório para trabalhadores independentes

 

Uma obrigação desde 1913 para as empresas com trabalhadores a seu cargo, o seguro de acidentes de trabalho passou a ser obrigatório para trabalhadores independentes com a entrada em vigor da Lei nº 100/97, de 13/09.

 

O seguro de acidentes de trabalho para trabalhadores independentes rege-se pelas mesmas regras que o para os trabalhadores por conta de outrem, garantindo-lhes proteções semelhantes. 

 

No caso dos trabalhadores independentes, a cobertura do seguro abrange todo o país e todos os Estados-membros da UE onde exerçam atividade, desde que não seja por mais de 15 dias. Caso seja por mais de 15 dias ou a atividade ocorra fora da UE, deverá ser contratada uma extensão de cobertura.

 

Com os seus recursos humanos seguros, assegure os seus recursos financeiros

 

Os recursos humanos são uma parte fulcral do seu negócio e deve fazer tudo ao seu alcance para que estejam seguros. A outra parte fulcral são as operações e o capital por elas gerado e esses nunca podem ficar ao acaso – nem necessitam, uma vez que existe o Jasmin!

 

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Cibersegurança empresarial: o que ter em conta para proteger a sua empresa

As tecnologias continuam a evoluir e o mundo empresarial depende cada vez mais delas. Consequentemente, há uma preocupação cada vez maior com ataques digitais e com a proteção dos dados e sistemas. É aí que entra o conceito de cibersegurança empresarial, como forma de criar uma defesa contra as diversas ameaças à sua empresa.

 

Cibersegurança empresarial: o que é

 

A cibersegurança é a prática de proteger dispositivos e redes digitais contra acessos não autorizados e ataques digitais criminosos. A cibersegurança empresarial é a cibersegurança aplicada em contexto de empresa, ou seja, a proteção de dispositivos e redes empresariais contra ataques cibernéticos.

 

Riscos comuns de cibersegurança

 

Existe uma série de ameaças distintas à cibersegurança que é importante conhecer:

 

Phishing

 

O phishing é uma das estratégias de ataque digital mais comuns em Portugal e passa pela personificação de uma entidade de confiança, como, por exemplo, um banco ou uma empresa de distribuição de correio, de forma a enganar o utilizador e levá-lo a partilhar dados confidenciais. Tradicionalmente feito por e-mail, é cada vez mais comum ver-se também mensagens de texto (SMS) ou de WhatsApp.

 

Dentro destas estratégias existe ainda o spear phishing, uma variante do phishing em que o ataque é feito especificamente para uma pessoa, sendo, assim, mais personalizado. Uma forma comum deste tipo de ataques no contexto da cibersegurança empresarial é a submissão de um curriculum vitae falso infetado com malware para uma vaga de emprego. 

 

Malware

 

Malware é um termo geral para todo o tipo de software nocivo cujo objetivo é atacar dispositivos ou redes para alterar, danificar ou extrair dados. Neste estão incluídos os tradicionais vírus e worms, mas também spyware e ransomware, cujo dano para as empresas pode ser significativo.

 

O malware pode chegar num ataque direto, no entanto, muitas vezes é também provocado por phishing, com o utilizador a ser levado a clicar num link que leva à instalação do software malicioso. Em outros casos, o malware vem na forma de software aparentemente legítimo para incentivar à sua instalação, conhecidos como trojans, como referência ao cavalo de Tróia da mitologia grega.

 

Spyware

 

Spyware é um tipo de malware que é instalado secretamente sem conhecimento do utilizador para roubar dados confidenciais, entre os quais dados de acesso a plataformas, incluindo software empresarial. Este software pode atacar todo o tipo de dispositivos, incluindo smartphones, e espiar toda a atividade do utilizador, incluindo através da câmara do computador ou telemóvel.

 

O spyware geralmente é distribuído através de anúncios pop-up online ou como trojan. Em certos casos, é possível que um utilizador malicioso o instale propositadamente num dispositivo de terceiros, de forma a controlar as informações por lá partilhadas.

 

Ransomware

 

O ransomware é um tipo de malware cujo objetivo é chantagear e extorquir a vítima do ataque para benefício monetário. Cada vez mais empresas são alvo desta forma de ataque, com os seus dados a serem roubados, sob a ameaça de serem disponibilizados publicamente, ou bloqueados ao acesso pelos utilizadores genuínos (encriptados) e apenas desbloqueados após pagamento.

 

Os ataques de ransomware geralmente envolvem alguma forma de engenharia social, manipulando um utilizador com acessos privilegiados a dar controlo remoto através de malware aos atacantes.

 

Engenharia social

 

A engenharia social (Social Engineering) é uma estratégia de ataque que passa por estabelecer confiança com o utilizador de forma a transferir malware ou receber informações de acesso. Neste caso, o ataque não começa necessariamente com software, mas sim com um contacto direto e pessoal na tentativa de ludibriar o utilizador. O phishing é uma das formas mais antigas de engenharia social, mas existem cada vez mais estratégias de complexidade crescente no sentido de atacar utilizadores através da conquista da sua confiança, incluindo o uso de deepfakes com Inteligência Artificial.

 

Melhores práticas de cibersegurança empresarial

 

Já lá vai há muito o tempo em que instalar um simples antivírus garantia a segurança na utilização das novas tecnologias. Contudo, seguindo algumas melhores práticas, é possível reforçar a segurança da sua empresa nos meios digitais.

 

Implemente o modelo “Confiança Zero” (Zero Trust) na sua organização

 

O modelo de segurança “Confiança Zero” (Zero Trust) é uma abordagem à cibersegurança que se baseia num simples princípio: nunca confiar, sempre verificar. Por outras palavras, não confiar nunca em ninguém.

 

No modelo “Confiança Zero”, é necessário implementar fortes verificações de identidade antes de conceder acesso – por exemplo, através de verificação de dois fatores (Two-Factor Authentication ou 2FA) – e dar sempre o acesso mínimo necessário de segurança para as atividades do utilizador, de forma a não correr riscos desnecessários caso esse utilizador seja comprometido de alguma forma.

 

Mantenha o software e hardware sempre atualizados

 

Um dos passos mais simples, mas mais desvalorizados na cibersegurança é simplesmente manter o software e os dispositivos sempre atualizados. Quando foi a última vez que atualizou a BIOS dos computadores da sua empresa?

 

As atualizações de software trazem constantemente melhorias à segurança de forma a colmatar potenciais vulnerabilidades e responder a novas ameaças. Não deixe aquele update por descarregar! Muitas vezes, basta um clique para garantir uma maior segurança e minimizar o risco. Claro, o software na cloud está sempre atualizado, pelo que nesse terá maior segurança, mas não se esqueça de atualizar também os navegadores da Web que usa para aceder!

 

Ofereça formação de cibersegurança aos seus colaboradores

 

Como referido, uma das principais e mais eficazes estratégias para atacar uma empresa digitalmente não é com software, mas sim com manipulação humana através de engenharia social e phishing.

 

Consequentemente, para além de preparar os dispositivos, tem de preparar também as pessoas para prevenirem e se defenderem de ataques. Para tal, invista em formação de cibersegurança para a sua equipa. Se o dia chegar em que a sua empresa se torna o alvo de criminosos digitais, não se arrependerá!

 

Assegure a segurança dos dados da sua empresa com software de gestão na cloud

 

Nenhum software é imbatível a nível de segurança, mas software instalado diretamente nos seus dispositivos corre um risco acrescido, pois os dados estão localizados no mesmo, podendo ser extraviados ou comprometidos através de malware.

 

Com o software cloud, esse risco é mitigado, já que toda a informação está guardada online e protegida com as melhores práticas de cibersegurança, para que apenas os utilizadores que devem ter acesso o façam (dito isso, tenha sempre em atenção as informações que passa e a quem).

 

O Cegid Jasmin é um software de gestão 100% cloud que, para além de lhe dar todo o controlo da gestão da sua empresa onde estiver e quando quiser, também auxilia a ter essa segurança adicional nos dados mais vitais da sua empresa. Descubra o Cegid Jasmin e o que pode fazer pelo seu negócio!

6 dicas para uma gestão de clientes eficaz

Clientes satisfeitos e fidelizados são essenciais para o sucesso de qualquer negócio, pois além de representarem uma receita constante, podem recomendar os seus produtos ou serviços a outros e ampliar a presença da sua marca com custos muito reduzidos – ao contrário, clientes insatisfeitos podem ter efeitos nefastos. Por isso, é muito importante ter uma gestão de clientes eficiente.

 

O que é a gestão de clientes?

 

A gestão de clientes é o processo pelo qual uma empresa coordena as suas relações com os seus clientes atuais e potenciais. Tal significa que esta gestão começa desde o momento do primeiro contacto ou pedido por parte de um potencial cliente e continua após este se tornar um cliente efetivo e reincidente, sendo de particular importância conhecer a jornada e saber qual o estado da situação de cada um.

 

A gestão de clientes serve para assegurar a satisfação do cliente em todas as fases, bem como garantir que o serviço prestado tem qualidade – aqui “serviço” é a palavra-chave, pois, mesmo que o que o seu negócio vende sejam produtos, anexo a estes está sempre o serviço de valor que a sua marca oferece e que fideliza clientes.

 

O grande objetivo de gerir clientes eficientemente é construir e manter relações frutíferas e, principalmente, duradouras com eles e não centrar esforços apenas na aquisição de novos, até porque é muito mais fácil reconverter um cliente que já gosta da marca. 

 

Como fazer uma gestão de clientes eficaz

 

Clientes satisfeitos e fidelizados são a base do sucesso de qualquer negócio e isso implica não só iniciar, como também manter uma relação com eles, mesmo após já se terem convertido em vendas efetivas – não falamos apenas no pós-venda, mas nos esforços para se manter na mente do consumidor para futuras compras.

 

1. Faça uma gestão de expectativas realista

 

Desde o primeiro contacto com o seu potencial cliente, uma das coisas mais importantes a ter em mente é a gestão de expectativas, pois é aqui que fica determinado o que é que o cliente pode esperar, de modo a não pedir mais do que o que pode oferecer.

 

É, assim, importante logo à partida questionar o que é que o cliente pretende, enquadrar os limites do seu negócio e avisar de certos riscos ou desvios que poderão existir, deixando claro como funcionará a vossa relação. Fazer promessas que não pode cumprir pode fechar um negócio no início, mas é meio caminho andado para rapidamente se transformar num cliente insatisfeito, que pode manchar a sua reputação.

 

2. Foque numa boa comunicação

 

É através da comunicação, quer no início, quer no decorrer do projeto ou do processo de compra, que a conexão entre o seu negócio e o seu cliente é possível. Por isso, uma comunicação oportuna e constante e ter sempre uma resposta pronta são aspetos essenciais numa boa gestão de clientes.

 

Para tal, é importante que defina internamente quais vão ser os meios de contacto utilizados – call center ou telefone, e-mail, chat, WhatsApp, qualquer que seja – e guiar os seus clientes para a utilização desses meios. Além disso, é necessário definir que pessoas comunicam com cada cliente para garantir que não só as respostas são dadas, como são dadas corretamente.

 

Durante o processo, faça questão de que o cliente saiba que não se esqueceu dele. Esse exercício envolve ir enviando comunicações sobre o estado de um projeto ou, caso o seu negócio envolva uma plataforma ecommerce, ir enviando – ou ter um automatismo eficiente que o faça – atualizações sobre o estado das encomendas.

 

3. Peça feedback e use-o

 

O feedback, seja positivo ou negativo, é a base de melhoria de qualquer produto ou serviço e não há melhor do que fazer qualquer ajuste tendo por base aquilo que os seus clientes propõem.

 

As sugestões dos seus clientes não só ajudam a identificar áreas onde pode melhorar, como os faz sentirem-se importantes para o seu negócio e ajuda a cimentar uma relação frutífera entre as partes. Tal não se aplica apenas no final do serviço ou da venda, mas também durante, para poder ir ajustando com o tempo.

 

4. Implemente uma estratégia de Marketing Relacional

 

O Marketing Relacional trata-se de um conjunto de estratégias para manter relações duradouras com todos os stakeholders da sua empresa, o que inclui os seus clientes, passando, neste caso, por reter os consumidores já existentes e torná-los leais à marca. 

 

Adicionar clientes novos é importante, mas não menos importante é manter os existentes fidelizados e ativos, pois o custo de cada uma destas vendas é menor, quer em termos monetários, quer em termos de esforço.

 

Hoje em dia, há diversas ferramentas práticas para conseguir pôr em prática esta estratégia, desde as redes sociais, partilhando conteúdo que seja adequado ao seu público nas redes certas, e o email marketing, por exemplo, através de newsletters com novidades ou conteúdo relevante, ao marketing de conteúdo, através de blogs, com textos, infografias ou vídeos que respondam às necessidades dos seus clientes (e que pode também partilhar na sua estratégia de email marketing).

 

5. Use um sistema de CRM

 

Para uma boa gestão de clientes, toda a relação deve ser documentada, não só de modo a garantir que sabe qual é o estado atual de cada cliente, como também para ter a certeza de que não há erros e mal-entendidos. Pode fazer tudo manualmente, mas a forma mais prática e eficiente é recorrer a um software de CRM (Customer Relationship Management, traduzido para Gestão de Relacionamento com o Cliente).

 

Ao funcionar como uma base de dados de toda a informação dos seus clientes (potenciais e atuais), um software de CRM permite manter um registo dos respetivos dados de contacto, como foram adquiridos, qual o estado da relação (ainda em negociação, novo cliente, cliente existente e afins) e todas as transações, reuniões e comunicações com os mesmos num só lugar, incluindo, se assim entender, chamadas telefónicas.

 

Além disso, se tiver de mudar de gestor de clientes, fica mais fácil que este conheça os seus clientes, sabendo exatamente o que e como comunicar com eles, bem como não há extravio de informações relevantes, mantendo a relação estável que tem vindo a ser construída.

 

6. Premeie a lealdade dos seus clientes

 

Se os seus clientes são fiéis e de valor para a sua empresa ou marca, tornando-se até seus embaixadores, porque não lhes dar algo de volta? Boas estratégias neste campo incluem vantagens específicas para eles, como vendas privadas, informação sobre ou acesso antecipado a iniciativas (por exemplo, promoções), acesso antecipado a novos produtos/serviços ou ofertas no dia do aniversário (pode usar o seu software de CRM para isso).

 

A gestão do seu negócio e dos seus clientes facilitada com o Cegid Jasmin

 

Para se focar na gestão dos seus clientes precisa de tempo e para isso necessita de ter todas as partes do negócio sob controlo.

 

Com os automatismos eficientes do Cegid Jasmin, é rápido faturar, emitir recibos, gerir contas correntes e tesouraria, gerir compras e inventários e analisar resultados, de modo a que possa libertar tempo para outros aspetos, como tratar dos seus clientes, sendo que no Jasmin encontra ainda integrações com várias plataformas de CRM, permitindo-lhe poupar tempo na introdução de dados ao eliminar a necessidade de duplicar trabalho.

 

Mais ainda, o Jasmin utiliza mecanismos de inteligência artificial e machine learning para interpretar os dados existentes e usar essas informações para prever os resultados futuros. Tudo isto sem complicações, num software que pode andar no seu bolso, já que funciona na cloud e é acessível a partir de qualquer dispositivo.

O melhor é mesmo ver com os seus próprios olhos: experimente já o Cegid Jasmin gratuitamente!

Como criar uma estratégia de vendas de sucesso para o seu negócio

As vendas são o combustível de qualquer negócio e, como em todas as áreas, é necessário estipular um plano para atingir os níveis necessários e/ou desejáveis para que a sua empresa seja bem-sucedida. É aqui que deve entrar uma estratégia de vendas.

 

 Uma estratégia de vendas forte é a base para melhorar e dar coesão à abordagem da sua organização às vendas, assim como para alinhar os seus vendedores em torno de objetivos e procedimentos comuns. Com um plano estabelecido e vendedores alinhados com os objetivos da empresa, os resultados, sejam leads ou vendas de produtos, irão prosperar.

 

Em que consiste uma estratégia de vendas?

 

Uma estratégia de vendas consiste num planeamento detalhado onde são delineados os objetivos de vendas e as respetivas ações, sendo elaborada com o fim de servir de guia sobre como a sua empresa e os seus produtos serão posicionados junto dos seus clientes potenciais. 

 

A estratégia de vendas deve abranger todas as fases do funil de vendas, com indicações sobre como os seus vendedores devem proceder desde a captação até ao fecho das vendas. Deve também ter sempre espaço para correções com base nas tendências do mercado, na alteração dos objetivos da empresa ou, por outro lado, na modificação dos comportamentos dos consumidores.

 

O objetivo final da existência de uma estratégia de vendas é que sejam estabelecidas relações fortes e duradouras com os seus clientes, o que implica que o discurso de venda e o posicionamento dos produtos ou serviços e do negócio em si tenham de ser coerentes, ou seja, sigam uma linha clara e bem definida, inclusivamente em harmonia com a sua estratégia de marketing.

 

Importância de ter uma estratégia de vendas

 

Uma estratégia de vendas é essencial para o crescimento sustentado do seu negócio. Quando é bem executada, pode ajudar a:

  • preparar a sua empresa para o futuro, antecipando possíveis problemas;
  • aumentar a produtividade e o sucesso da sua equipa de vendas, dando-lhe orientações concretas de modo a que percebam que objetivos e ações priorizar;
  • identificar qual o seu perfil de cliente ideal e adequar o seu discurso e posicionamento em função dele; 
  • assegurar uma comunicação consistente junto dos clientes atuais e potenciais;
  • melhorar a alocação de recursos, uma vez que a estratégia de vendas delineia as prioridades e os recursos disponíveis, o que levará a equipa de vendas a focar-se em negócios com maior potencial.

 

6 passos para criar uma estratégia de vendas de sucesso

 

O processo de criação de uma estratégia de vendas deve seguir alguns passos básicos para ter sucesso, suscetíveis de adaptação à dimensão da sua empresa e às características dos seus produtos ou serviços.

 

1. Avalie a sua situação atual

 

O primeiro passo de qualquer planeamento, e a definição da estratégia de vendas não é exceção, é avaliar a situação atual do negócio. Neste caso, é importante analisar dados atuais e históricos relacionados com as vendas, como a receita, as margens de lucro e a retenção de clientes. Deste modo, poderá perceber em que ponto está e até onde poderá ir alicerçado em informação.

 

Numa perspetiva mais externa, deve também analisar as suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças – a chamada análise SWOT – para perceber a sua posição em relação ao mercado e à sua concorrência.

 

2. Defina os seus objetivos de vendas

 

A partir do momento em que sabe qual o ponto de situação atual nas suas vendas, o passo seguinte é definir os objetivos que pretende atingir com a implementação da estratégia de vendas.

 

Apontar objetivos de vendas e receita desde o início, definindo os respetivos KPIs (Key Performance Indicators, ou indicadores-chave de desempenho), permitirá medir de forma correta e objetiva o sucesso da estratégia, podendo, posteriormente, efetuar os ajustes necessários face a desvios.

 

Lembre-se que objetivos bem definidos devem ser SMART – Specific (específicos), Measurable (mensuráveis), Achievable (alcançáveis), Realistic (realistas) e Time-bound (num período de tempo determinado). É a partir da definição de objetivos claros que poderá traçar um plano para a sua equipa de vendas, quantificando o volume de vendas e de clientes necessários para os cumprir.

 

3. Defina o seu público-alvo

 

O cumprimento dos seus objetivos depende de ter clientes que queiram adquirir o que tem para lhes oferecer, o que, por sua vez, implica que a sua oferta tenha de dar resposta a alguma necessidade. Por outras palavras, todos os produtos ou serviços têm de ter um público-alvo e, na definição da sua estratégia de vendas, tem de definir o seu perfil de cliente ideal, a sua persona.

 

Comece por estudar o mercado para perceber tendências, incluindo nos comportamentos dos consumidores, e o feedback destes relativamente à oferta existente. Depois, associe estas informações a outras segmentações, como as demográficas e as geográficas, o tamanho das empresas (caso venda um produto B2B) e a indústria/área em que atuam.

 

Feito isso, deve perceber qual é o valor criado pelos seus produtos e até que ponto este valor dá resposta às necessidades do seu público-alvo. Quando estas duas partes se encontram, o fecho de negócios pela sua equipa é bem mais facilitado.

 

4. Escolha os seus canais de vendas

 

Tendo definido o seu perfil de cliente, com base nos seus comportamentos e preferências de compra, deve escolher quais os canais e as técnicas de vendas que serão mais persuasivas para ele. Os canais de venda podem ser online ou offline, diretos ou indiretos, dependendo ainda das características do seu produto ou serviço.

 

Por outro lado, é importante também decidir como comunicará o valor acrescentado pelos seus produtos ou serviços, combinando as preferências do público-alvo com o seu orçamento: pode usar métodos mais tradicionais, como o telemarketing, o rádio ou a televisão, ou então técnicas de marketing digital, geralmente mais económicas, como o e-mail marketing ou a publicidade online.

 

5. Dê formação à sua equipa de vendas

 

De nada lhe serve criar toda uma estratégia de vendas se a sua equipa comercial não perceber a qual é a proposta de valor que está a oferecer, quais as mensagens a passar ou para que clientes deve apontar. Muito menos esta equipa posicionará o seu negócio de forma consistente e falará numa linguagem que atraia os potenciais clientes.

 

É, por isso, importante dar-lhe formação para maximizar a sua capacidade de cumprir a estratégia definida, apresentando-lhe o plano, desde os objetivos e as ações até ao prazo de execução, e fornecendo-lhe guias e ferramentas para que o possa pôr em prática. Não se esqueça também de os atualizar sobre qualquer atualização da estratégia.

 

6. Implemente, avalie e melhore a sua estratégia de vendas

 

Concluídos os passos anteriores, a estratégia está preparada para ser posta em prática. Contudo, tal como acontece com todos os planeamentos, é necessário avaliá-la pontualmente para perceber a sua eficácia. Para tal, devem ficar estabelecidos prazos para essa avaliação contínua, que deve ser feita atentando no cumprimento dos KPIs definidos e comparando-os com os resultados efetivamente obtidos.

 

Esta análise permitirá perceber onde é que a estratégia pode ser sujeita a melhorias, até porque não só podem haver desvios por motivos internos, como o próprio mercado pode evoluir de forma diferente do previsto. Assim, terá a base necessária para a implementação de correções no sentido de tentar atingir os objetivos propostos.

 

A informação de que necessita para avaliar a estratégia de vendas na palma da sua mão

 

Para avaliar a eficácia da sua estratégia de vendas, necessita de dados sobre as vendas e os clientes e o Cegid Jasmin é o parceiro ideal nessa tarefa.

 

Com o Cegid Jasmin, pode gerir os seus clientes, atribuí-los a vendedores, criar orçamentos, faturar e perceber o volume de faturação por cliente e vendedor, gerir as contas correntes, receber pagamentos de forma facilitada, entre outros, ao mesmo tempo que cumpre com todos os requisitos fiscais. Pode também mapear e analisar os seus resultados em comparação com o orçamento mensal/anual ou com o período homólogo.

 

Nenhuma informação sobre as suas vendas lhe irá escapar, até porque a pode consultar em qualquer lugar e dispositivo, já que o Cegid Jasmin funciona na cloud. Comece já a trabalhar as suas vendas e experimente o Cegid Jasmin gratuitamente!

6 dicas para aumentar o lucro empresarial

O lucro é o indicador primordial de qualquer empresa, pois é da sua existência que advém a sua capacidade de sobrevivência e resiliência, além de ser um importante indicador para a satisfação dos shareholders. Apesar da sua importância, o difícil não é perceber como é calculado o lucro empresarial; o mais complicado é perceber como o controlar o que fazer para o aumentar.

 

Como é calculado o lucro empresarial?

 

De uma forma muito resumida, o lucro empresarial traduz-se na diferença entre as receitas e os gastos de uma empresa. De forma mais específica, conforme a análise que pretenda fazer e correspondentes ajustes para se colocar no positivo, existem vários tipos de lucros que pode calcular, que incluem:

 

  • o lucro bruto, imagem da eficiência da produção, que evidencia a capacidade de as atividades principais do negócio gerarem receita suficiente para cobrir os custos diretamente relacionados com a produção, obtido ao deduzir o custo dos bens vendidos à sua receita total;
  • o lucro operacional, que reflete a rentabilidade das atividades da empresa, ao deduzir à receita total todos os custos operacionais (por exemplo, salários, rendas, gastos de energia e afins), excluindo gastos não relacionados, como impostos e gastos financeiros;
  • o lucro líquido, que traduz a capacidade real de gerar lucro, correspondendo ao valor que sobra depois de deduzir ao total das receitas todos os gastos, incluindo os operacionais, os impostos e as despesas financeiras.

 

Como aumentar o lucro empresarial

 

Em teoria, um aumento do lucro empresarial obter-se-ia com um aumento da receita e uma redução dos gastos. Contudo, para cada negócio, existem diversas forças e um contexto que torna menos linear esta tarefa, pelo que deixamos algumas dicas.

 

1. Aumente os preços dos seus produtos e/ou serviços

 

Este passo parece o mais lógico no caminho para o aumento do lucro, tendo em conta as suas fórmulas de cálculo, mas não deve ser feito de ânimo leve. Em primeiro lugar, deve avaliar se tem uma margem de lucro suficiente – o mínimo dos mínimos é efetivamente chegar ao lucro.

 

Feito esse exercício, aumentar os preços pode ser arriscado se os seus clientes-alvo não estiverem interessados em pagar os valores correspondentes, por isso, deve avaliar o mercado e os preços praticados pelos seus concorrentes.

 

Além disso, deve ter alguma estratégia ao aumentar preços: por exemplo, perceba que áreas lhe poderão trazer mais rentabilidade e não faça aumentos de forma drástica – vá fazendo pequenos incrementos para perceber até onde o mercado os aceita.

 

2. Reduza os custos operacionais

 

Em conjunto ou em alternativa ao aumento dos preços, tente reduzir os gastos como caminho para aumentar o lucro. É importante saber exatamente onde o dinheiro do seu negócio está a ser aplicado, o que implica ter um registo atualizado para detetar possíveis gastos desnecessários.

 

Excluindo os desnecessários, veja onde pode poupar nos restantes. Avaliar se as suas instalações podem ser reduzidas ou relocalizadas, renegociar preços com fornecedores ou procurar novos para soluções equivalentes, bem como procurar formas de otimizar ou automatizar o processo produtivo são geralmente boas práticas.

 

3. Crie um programa de fidelização

 

Repetir vendas a clientes fidelizados é mais fácil e económico do que encontrar novos. A fidelização de clientes pode ocorrer em consequência de estes gostarem dos seus produtos e dos seus serviços. Mas nem sempre eles se lembram de voltar.

 

Esse processo pode partir da iniciativa da empresa ao criar um programa de fidelização, com incentivos que premeiem os clientes frequentes. Além disso, um programa de fidelização permite-lhe obter mais dados dos seus clientes para, se eles permitirem, comunicar mais com eles e lembrá-los ativamente de que existe.

 

4. Venda produtos em packs

 

A criação de packs de mais de um produto, oferecendo uma pequena vantagem no preço para o cliente, é uma forma de aumentar o valor médio por venda, o que implica que cada cliente contribuirá mais para a rentabilidade geral. Nesta estratégia, pode até combinar produtos mais populares com produtos de menos procura, sendo uma boa solução para escoar stocks que possa ter acumulado e/ou renovar o interesse por alguns produtos.

 

5. Disponibilize formas de pagamento acessíveis

 

Por vezes, pode acontecer que os seus clientes tenham interesse nos seus produtos ou serviços, mas não concluam as compras por incompatibilidade com os métodos de pagamento existentes. Perceba quais são os métodos mais usuais e práticos na sua área de atividade e disponibilize-os, simplificando a conclusão da compra.

 

Por outro lado, pode disponibilizar métodos de pagamento fracionado: estes são uma boa alternativa para ajudar os seus clientes na decisão mais imediata de finalizar a compra.

 

6. Use estratégias de cross-selling e upselling

 

As estratégias de cross-selling e upselling destinam-se a aumentar o valor médio de cada cliente:

  • cross-selling (ou venda cruzada) trata-se de mostrar aos seus clientes produtos ou serviços relacionados com ou complementares àqueles que ele procura ou comprou;
  • upselling trata-se de oferecer ao cliente um produto da mesma categoria, mas com características melhores, que lhe façam sentido, do que o que ele pretende comprar.

 

Estas estratégias fazem com que não perca a oportunidade de alcançar mais valor de clientes que estão dispostos a investir mais nos seus produtos ou serviços, muitas vezes, sem perceberem autonomamente que o podem fazer.

 

Só controlando os seus lucros é que sabe se precisa de os aumentar

 

No percurso de aumentar os seus lucros, só é possível definir as estratégias corretas se, por um lado, conhecer os seus clientes e, por outro, conhecer a situação atual do seu negócio.

 

É por isso que necessita de ter um software de gestão como o Cegid Jasmin: intuitivo, de acesso simples e com todos os indicadores essenciais para que possa tomar as suas decisões. Além disso, o Cegid Jasmin funciona na cloud, o que significa que não precisa de esperar para estar em frente ao seu computador habitual para obter as informações de que necessita.

 

Melhor ainda, até atingir 30.000 € de faturação, pode experimentar o Cegid Jasmin e perceber todas as suas vantagens sem qualquer custo!

5 formas de acelerar os pagamentos dos seus clientes

Uma das principais dificuldades com que qualquer empresa se defronta é a questão de receber os pagamentos dos clientes a tempo. A facilidade e velocidade dos pagamentos têm um impacto drástico no dia-a-dia das empresas, não só afetando a sua saúde financeira, como também criando todo um caos bancário e contribuindo, nos casos mais extremos, para quebras de liquidez recorrentes e cashflow negativo, um dos indicadores de desempenho fulcrais para qualquer negócio.

 

Tendo tal em conta, é natural que acelerar os pagamentos dos clientes e evitar os atrasos sejam uma prioridade para a sua empresa, pelo que, de seguida, oferecemos algumas sugestões para que consiga acelerar os seus recebimentos.

 

5 formas para que os seus pagamentos cheguem mais rápido:

 

1. Deixe bem claras as regras sobre os pagamentos

 

Uma das condições mais importantes para assegurar pagamentos a tempo é estabelecer bem quais as regras logo à partida. Defina a política da sua empresa no que toca aos prazos de recebimento e assegure-se que está descrita de forma clara e pormenorizada nos contratos.

 

Para além disso, seja firme e não facilite com exceções; caso contrário, cada cliente quererá a sua própria exceção e condições especiais, o que gera também mais flexibilidade para atrasar os pagamentos. Não se abstenha de lembrar a devedores recorrentes ou demorados os termos do seu contrato nas situações mais extremas.

 

2. Organize os seus procedimentos

 

É, também, importante estabelecer um conjunto interno de procedimentos para a sua empresa, tanto para prevenir futuros atrasos, como também para definir como lidar com atrasos existentes de pagamentos.

 

Estabeleça como é que a sua equipa deve lidar com clientes cujo pagamento está em falta e que medidas deverão tomar tendo em conta o período de tempo de cada atraso, tendo em conta que atrasos mais longos ou clientes com tendência para ficar em dívida deverão ser correspondidos com a mesma gravidade.

 

3. Identifique as situações para cada cliente

 

Cada caso é um caso. Certos clientes terão um melhor histórico de cumprimento dos prazos de pagamento e poderão inclusive ser clientes habituais, que façam novas encomendas regularmente e que já sabe que continuarão a fazer, pelo que já se poderá justificar uma política de cobrança mais leniente e flexível. Outros, por sua vez, poderão ser problemáticos ou não terem até histórico suficiente para justificar uma confiança acrescida, pelo que deverá, nesses casos, ser mais exigente na cobrança das dívidas.

 

Tudo remete, essencialmente, para a identificação do perfil e confiança que pode depositar em cada cliente e adaptar o seu processo conforme cada situação.

 

4. Alerte os seus clientes antes da data final de pagamento

 

Existe uma tendência para enviar uma fatura e depois aguardar para relembrar da mesma apenas depois do prazo estipulado de pagamento.

 

Não ceda à tentação de esperar pelo melhor e depois ter de lidar com a situação incómoda de lembrar de uma fatura que poderá ter ficado esquecida; em vez disso, relembre regularmente os seus clientes à medida que o prazo de pagamento se aproxima. Não só garante, assim, que clientes mais esquecidos não têm razão para deixar as dívidas por pagar, como também exerce maior pressão sobre o pagamento de uma forma mais leve, evitando situações mais complicadas.

 

5. Facilite o processo de pagamento

 

Simplificar a forma como os seus clientes lhe pagam os valores em dívida é uma excelente forma de assegurar que os pagamentos são feitos a tempo e horas, visto que, quanto mais simples e imediato for o processo, menos tempo e esforço os seus clientes têm de dedicar a pagar-lhe.

 

Em particular, pagamentos online podem ser significativamente mais simples e rápidos do que métodos tradicionais de pagamento como transferências bancárias, dado que o seu cliente pode proceder ao pagamento através do computador ou até de um dispositivo móvel, como tablet ou mesmo smartphone. Desta forma, o pagamento de uma fatura fica apenas à distância de alguns cliques, pelo que pode até ser feito imediatamente ao receber a mesma.

 

Como o Cegid Jasmin pode ajudar a acelerar os pagamentos dos seus clientes

 

Enquanto software de gestão com uma forte vertente em faturação, o Cegid Jasmin preza pela sua simplicidade, acessibilidade e utilidade, estando disponível na cloud para que possa aceder a todas as suas funcionalidades em qualquer lugar.

 

Para os dilemas da faturação, o Jasmin apresenta diversas funções que tornam todo o processo mais rápido, simples e intuitivo. Entre as funcionalidades de faturação incluem-se a criação de faturas, orçamentos, notas de crédito ou débito e emissão de recibos, em diferentes moedas para negócios globalizados. É certificado pela AT e está todo pré-configurado para que seja mais fácil responder a todas as obrigações fiscais e legais. Sendo a faturação um dos pontos-chave de qualquer negócio, isto significa que o Cegid Jasmin pode tornar-se uma peça integral da sua empresa e agilizar bastante o seu processo de gestão e faturação!

 

Melhor ainda, o Cegid Jasmin conta também com opções de pagamentos online para, como referido anteriormente, facilitar o processo de pagamento aos seus clientes e poupar tempo nos processos de cobrança. O Cegid Jasmin disponibiliza vários métodos de pagamento online, como pagamento por referências Multibanco, Cartão de Crédito, PayPal e Stripe, garantindo que, seja qual for o seu mercado-alvo – nacional ou internacional –, o Jasmin está preparado com os métodos de pagamento online adequados a cada mercado. Saiba mais sobre as nossas opções de pagamento online.

 

Para além da faturação, o Cegid Jasmin consegue também apoiar o seu negócio em várias outras frentes, contando também com módulos de inventários e multi-armazém, registo e gestão inteligente de despesas, para além de todos os insights que lhe permitem avaliar os resultados das vendas, o estado atual do inventário, os prazos médios de recebimento e pagamento e o ponto de situação face aos seus objetivos de negócio.

 

Milhares de clientes já contam com o Jasmin para responder às suas necessidades de gestão do seu negócio. A boa notícia é que o Cegid Jasmin é grátis para quem está a começar, pelo que só tem razões para experimentar o nosso software revolucionário. Adira já!