Social commerce: como transformar os canais sociais em vendas

Aliar o melhor do e-commerce às redes sociais resulta no que hoje chamamos de social commerce.

 

No fundo, a essência do social commerce é esta: o processo de vender os produtos diretamente nas redes sociais. Imagine: está a navegar no Instagram e uma marca de moda que segue publica uma story a anunciar uma nova linha de roupa. Nessa publicação está um sticker que diz “Shop now”. Ao clicar, está a adicionar ao carrinho os artigos que chamaram a sua atenção.

 

Acaba, então, de tirar partido do social commerce. Porque não apostar neste modelo de negócio para a sua marca? É simples, ágil, intuito apelativo e – o mais importante – está na moda.

 

Porque apostar no social commerce?

 

As medidas de distanciamento social impostas expuseram a importância de ter múltiplos canais de venda e o social commerce, também conhecido como Social Selling, é mais importante que nunca.

 

As redes sociais são, cada vez mais, palco para a promoção das marcas e também para a venda de produtos e serviços. De forma simplista, o social commerce consiste na integração do e-commerce nas redes sociais para a promoção de marcas, mas também para aumentar as vendas. Contudo, é bem mais do que só isso.

 

O grande objetivo é vender, mas também se pretende criar buzz em torno da marca. Como? Colocando os consumidores a falar dela, idealmente de forma positiva.

 

  • O social commerce torna a experiência de compra numa experiência social, transformando-a numa forma muito mais interativa de fazer compras.
  • Minimiza a fricção no momento da compra, facilitado a jornada desde a procura à compra: o consumidor vê o post, clica e compra.
  • É o local onde os Millenials e a Geração Z estão: se o target são consumidores entre os 18 e os 35 anos, eles já estão online e prontos para comprar enquanto fazem scroll.

 

Como funciona?

Com o social commerce, toda a experiência de compra – desde a descoberta e pesquisa do produto até o processo de check-out – ocorre diretamente numa rede social.

 

Uma coisa é certa: o social commerce é o ato de utilizar as suas contas das redes sociais para vender os produtos aos clientes. Mas, quando implementado da melhor forma, oferece aos consumidores uma maneira simples de procurar e comprar produtos online, sem sair da rede social. Mas como tirar o máximo partido dos canais sociais para aumentar as vendas?

 

Como transformar as redes sociais em canais de vendas?

 

Quando se trata de ferramentas para agradar o cliente que pode usar para vender nas redes sociais, o Instagram e o Facebook estão a liderar o mercado. São estas as redes onde deve concentrar os seus recursos.

 

Loja do Facebook

 

Tire Partido da sua Business Page do Facebook para partilhar novidades e conectar-se com os seguidores. E porque não utilizar esta rede para vender artigos? As lojas do Facebook – Facebook Shops – são personalizáveis. Escolha os artigos a vender e personalize as fontes, as imagens e as cores de acordo com a imagem da sua marca.

 

Loja do Instagram

 

Vender no Instagram significa tirar partido de um conjunto de funcionalidades que permitem que as pessoas comprem facilmente através de fotos e vídeos da sua marca. Os perfis profissionais podem criar uma página de loja personalizável que atua como uma coleção selecionada de produtos à venda. Cada produto obtém sua própria página de detalhes, apresentando preços e descrições detalhadas.

 

Mas além do Facebook e Instagram há outras redes sociais para entrar na era do social commerce. O Pinterest ou o Snapchat são dois dos exemplos.

 

Dicas para tirar o máximo partido do social commerce

 

Interaja com os seus seguidores

 

Para criar uma ótima experiência de social commerce, a parte “social” não pode ficar esquecida.  

 

Não pode simplesmente colocar o seu catálogo nas redes sociais e esquecê-lo. Responda a perguntas, ofereça conteúdo interessante e de valor, seja humano e autêntico.

 

Pense de forma estratégica

 

No social commerce está a tirar partido de um lugar na primeira fila para o seu público. Aproveite-o ao máximo.

 

Fique de olho nos comentários e partilhas e responda quando necessário. Estude o seu público e as melhores formas de publicar, incluindo as melhores horas.

 

Incentive reviews

 

Um comentário pode ser decisivo no momento da compra. Se tem um artigo com o qual as pessoas estão satisfeitas, peça que ajudem a divulgá-lo.

 

Depois de obter alguns comentários positivos, partilhe-os nas redes sociais de formas criativas, por exemplo, criando um carrossel de comentários positivos.

 

Segmente o seu alcance

 

Aproveite o poder dos dados disponíveis para colocar os seus artigos na frente das pessoas certas.

 

Aposte nas redes sociais e tire o máximo partido do social commerce

 

Os consumidores já estão a comprar nestes canais sociais. O desafio é apostar nas ferramentas certas para conseguir responder da mesma forma: uma plataforma que integre com múltiplos canais de venda, simplificando processos como a faturação, o controlo de stock ou a gestão de preços e artigos.

 

E essa ferramenta já existe. O Jasmin é um software de gestão que integra os vários canais de distribuição num único local e torna a faturação, a gestão logística e o controlo comercial mais simples e ágil.

 

E com um POS para negócios de comércio e retalho que funciona online e offline é mais simples conseguir um serviço de excelência! Com o Jasmin, além de garantir a máxima rapidez das operações em loja, ao usufruir de uma gestão totalmente integrada das várias lojas e dos canais de venda, deixa de se preocupar com contagens de artigos, contas complicadas de gestão de campanhas promocioanis e com as dores de cabeça da gestão de caixa. 

 

O Jasmin garante:

 

  • Gestão centralizada dos pontos de venda e do negócio online
  • Gestão das operações a partir de qualquer lugar e dispositivo
  • Rapidez e fluidez de trabalho com o sistema de POS online e offline
  • Controlo eficiente das compras e dos stocks
  • Flexibilidade na definição de preços
  • Rigor na gestão de caixa
  • Cumprimento de todos os requisitos legais e fiscais
  • Integração com outras plataformas de e-commerce
  • Informação de apoio à gestão do negócio

Gestão de lojas online: 7 estratégias para impulsionar as vendas online

Atualmente, devido à crescente concorrência no e-commerce, a gestão de lojas online exige uma maior análise e controlo sobre todos os processos. A forma como é realizada a gestão da sua loja online pode fazer toda a diferença a nível de vendas, fidelização de clientes e, no fundo, entre ser ou não um sucesso, pelo que é importante adotar estratégias que apoiem e dinamizem esta gestão.

 

Estratégias para a gestão de lojas online

 

Gerir uma loja online com sucesso requer ter em conta diversas frentes, desde a usabilidade da loja em si e a apresentação desta e dos produtos, até ao processo logístico e a própria divulgação.

 

1. Aposte nas imagens e descrições dos produtos

 

Quando os seus produtos são apresentados na sua loja online com uma imagem cuidada, os seus clientes ficam com uma boa primeira impressão e a probabilidade de concretização das compras será maior. Por isso, disponibilize fotos com qualidade e de diversos ângulos, demonstrando o potencial e a funcionalidade dos seus produtos.

 

Para além das imagens e vídeos, aposte também em descrições detalhadas e, se aplicável, em características técnicas e instruções de como usar os produtos. O objetivo é transmitir confiança e esclarecer potenciais dúvidas que possam surgir e que possam dificultar a compra.

 

A introdução de conteúdo de qualidade pode também favorecer o posicionamento da sua loja online nos resultados de pesquisa dos motores de busca.

 

2. Sugira produtos

 

Uma boa prática na gestão de lojas online é a implementação de funcionalidades que, quando um cliente demonstra interesse num produto, apresentem outros produtos que sejam complementares ou outras versões mais avançadas do mesmo tipo de produtos em que este está interessado – as chamadas estratégias de cross-selling e upselling.

 

Este tipo de estratégias de venda  estimula o cliente a explorar mais produtos e tem um grande potencial de elevar o ticket médio do seu e-commerce. Além disso, caso o primeiro produto a que o cliente acedeu não seja o suficiente para o convencer a comprar, este será abordado por outros produtos que poderão vir a adequar-se melhor ao que procura. É, portanto, uma forma de prevenir que os utilizadores que visitam a sua loja online saiam sem efetuar uma compra.

 

3. Desenvolva parcerias 

 

Uma boa gestão de lojas online passa também pelo planeamento de parcerias estratégicas com outras marcas e influenciadores da mesma área. Esta pode ser uma boa forma de impulsionar o reconhecimento da sua marca e, consequentemente, levar a um aumento das vendas.

 

Procure optar por marcas, especialistas ou personalidades influentes que já tenham um público significativo e que vão de encontro aos valores da sua loja online, para que o impacto seja maior e a mensagem transmitida seja positiva.

 

4. Invista num serviço de apoio ao cliente eficiente

 

É bastante comum os clientes terem dúvidas quanto a devoluções, trocas ou características dos produtos, o que torna importante a existência de um bom serviço de apoio ao cliente para que estes se sintam ouvidos e apoiados no processo de compra.

 

A existência de um bom apoio online irá aumentar a segurança e satisfação do cliente e a probabilidade de este realizar uma compra. Por isso, ouça as incertezas dos seus clientes e ofereça uma resposta o mais personalizada e adaptada possível às suas necessidades.

 

Tente, também, incluir formas de auxiliar os clientes no processo de compra quando não pode estar online, fomentado uma relação de confiança com a sua marca. Guias de compras, como tabelas de medidas, termos e condições claros e uma secção de perguntas frequentes costumam ser muito eficazes.

 

5. Disponibilize várias formas de pagamento 

 

O principal objetivo de implementar uma estratégia de gestão de lojas online deve assentar em proporcionar a melhor experiência possível aos clientes, o que implica um processo de compra acessível e intuitivo.

 

Com a crescente oferta de meios de pagamento, torna-se importante fazer um estudo de mercado para perceber quais são os mais selecionados pelos consumidores e integrá-los na sua loja online, oferecendo assim opções de pagamento seguras e variadas.

 

Avalie se o seu cliente sente dificuldades na hora do pagamento e se estas dificuldades estão diretamente relacionadas com as formas de pagamento que disponibiliza. Por vezes, esta pode ser a causa de muitas das vendas não se concretizarem, levando a uma má experiência de utilizador na sua loja.

 

6. Invista em Marketing Digital

 

Com o evoluir dos anos, notou-se um aumento substancial das pessoas que preferem realizar compras online ou simplesmente procuram por determinadas informações sobre os produtos mesmo antes de os comprar. Isto veio fazer com que as empresas tivessem de repensar toda a sua estratégia de marketing, indo além das estratégias tradicionais e orgânicas de publicidade, para que o negócio pudesse crescer e ser sustentável.

 

A gestão de lojas online deve, portanto, incluir o Marketing Digital como uma ferramenta essencial para que os seus produtos cheguem a mais pessoas interessadas nos mesmos e a sua marca seja reconhecida. Algumas técnicas que pode e deve incluir na gestão da sua loja online incluem:

 

  • criar campanhas personalizadas para o seu público-alvo;
  • otimizar a estrutura e a velocidade de carregamento do site;
  • implementar estratégias de retargeting;
  • comunicar diretamente com os seus clientes através de e-mail marketing, fazendo-os sentir especiais;
  • analisar métricas da sua loja online, como, por exemplo, quais as páginas mais visitadas ou quanto tempo permanecem em cada página, e identificar possíveis erros de usabilidade.

 

7. Garanta que os seus stocks estão sempre atualizados

 

Ter stocks desatualizados pode causar algum sentimento de frustração a um cliente, que, por exemplo, adicionou o produto que queria ao carrinho de compras e afinal não o pode comprar por indisponibilidade, ou até mesmo realizou todo o processo de checkout e acabou por receber uma mensagem a dizer que afinal o produto que comprou já não está disponível.

 

Se pretende que a gestão de stocks da sua loja online seja eficiente e sustentável a longo prazo, é fulcral que aposte num software que lhe permita ter um controlo frequente sobre os mesmos. Assim conseguirá facilmente identificar questões como quais são os produtos mais procurados, qual o stock mínimo que cada produto deve ter e que produtos devem ser repostos.

 

Potencie a gestão da sua loja online com o Cegid Jasmin

 

O Cegid Jasmin é o software indicado para otimizar a gestão de lojas online, pois permite ter acesso, numa só plataforma, a todos os aspetos do seu negócio, desde a faturação e a gestão de encomendas e devoluções, até à gestão de inventários, oferecendo inclusivamente integrações com diversas plataformas de e-commerce para que possa automatizar processos e sincronizar informações.

 

É um software de gestão na cloud, certificado pela Autoridade Tributária, intuitivo e fácil de utilizar, podendo aceder a qualquer hora e em qualquer dispositivo, permitindo-lhe também oferecer variados métodos de pagamento aos seus clientes. 

 

Obtenha toda a informação de que necessita e controle facilmente todo o stock da sua loja online: experimente gratuitamente o Cegid Jasmin até atingir 30.000 € de faturação!

Como funciona um sistema POS na prática e quais são os benefícios?

Se o seu negócio envolve o atendimento ao cliente, então fique a saber que tem de apostar numa ferramenta fundamental: um sistema POS.

 

Não sabe o que significa realmente? De forma muito simples, POS significa Point of Sale, ou seja, Ponto de Venda, e é o local onde os clientes pagam as compras.

 

Mas um sistema POS não serve apenas para vender. Sim, esse é o objetivo final, mas a verdade é que com acesso a esta ferramenta, torna-se possível conseguir um processo de venda mais célere e simplificado, mas também fazer um acompanhamento constante dos vários indicadores da empresa para garantir uma evolução gradual do negócio.

 

Para responder a esta que já se tornou uma necessidade dos negócios, o sistema POS surge como uma opção para unificar a venda de produtos e a gestão de operações rotineiras num único local.

 

Se ainda não utiliza esta solução no seu negócio, saiba como funciona e quais as vantagens para a sua operação.

 

O que é um sistema POS?

 

Além de permitir o pagamento de produtos, com a evolução das necessidades das empresas, com um sistema POS passaram a ser capazes de realizar uma grande variedade de processos, permitindo realizar todo o acompanhamento da evolução do negócio diretamente no terminal.

 

O sistema POS passou assim a ser uma ferramenta de apoio à gestão, garantindo não só o registo da compra, mas também outras operações como o controlo de stocks ou a análise de relatórios de vendas.

 

Como funciona um sistema POS?

 

Pode parecer um conceito semelhante a uma Caixa registadora, mas é muito mais. Centrados no registo e processamento de compras, os sistemas POS permitem adaptar a sua interface a cada negócio de forma a facilitar a interação do operador com o sistema e a manter as listas de produtos organizadas para uma consulta mais célere.

 

 

Quando um cliente realiza um pedido ou pretende adquirir um produto, este é registado no sistema POS que calcula automaticamente o preço total de venda e permite a realização imediata do pagamento (multibanco ou dinheiro).

 

Para os gestores, permite a atualização automática de stocks e o acompanhamento do desempenho da organização.

 

Quais os benefícios de um sistema POS?

 

Maior mobilidade e eficiência no processo de compra

 

Com a utilização de um sistema POS, o registo das compras torna-se mais simples e mais rápido.

 

Seja num posto fixo ou em mobilidade, ideal no caso dos restaurantes, todo o processo de venda se torna mais automatizado, permitindo reduzir o erro humano e libertar a atenção dos colaboradores para os clientes.

 

As campanhas de desconto, no caso dos negócios da área de retalho, podem também ser geridas com maior rigor, sendo possível automatizar as reduções de preços ou criar atalhos para campanhas de forma a garantir que todos os descontos sejam aplicados de forma célere e sem conflitos.

 

Maior controlo de stocks

 

Para que a falta de produto nunca seja uma surpresa, o sistema de Ponto de Venda pode realizar a atualização automática de stocks no fim de cada compra.

 

Desta forma, pode acompanhar em tempo real a disponibilidade dos seus produtos, garantindo a sua reposição atempada para que as ruturas sejam evitadas.

 

Gestão de vendas omnicanal

 

Se o seu negócio se encontra tanto no canal físico como no digital, pode integrar ambos os canais num único local de forma a simplificar a gestão omnicanal das suas encomendas.

 

Maior eficiência na tomada de decisão e identificação de tendências

 

Com todos os dados de venda a serem processados no sistema POS, poderá aceder a relatórios de venda, informações sobre variações de stock e insights sobre tendências para que possa acompanhar constantemente a evolução do seu negócio e tomar decisões mais sustentadas e ponderadas.

 

Garanta uma gestão eficiente do seu negócio

 

Quer seja responsável pela gestão de restaurantes ou por um negócio de retalho, a qualidade de serviço é um dos pontos mais importantes para garantir a lealdade do cliente.

 

Para isso, poderá contar com um sistema POS que irá permitir impulsionar o máximo potencial do seu negócio.

 

O Jasmin é um software de gestão cloud que responde às necessidades dos negócios de restauração e do retalho. Além de controlar o stock, faz a gestão das despesas e da tesouraria, fatura a qualquer hora e ainda acede a insights sobre o estado atual e a evolução futura do seu negócio!

 

Com um POS que funciona online e offline é mais simples conseguir um serviço de excelência! Com o Jasmin, além de garantir a máxima rapidez das operações em loja, ao usufruir de uma gestão totalmente integrada de pontos de venda, deixa de se preocupar com as dores de cabeça da gestão de caixa.

 

O POS do Cegid Jasmin é um sistema de ponto de venda fácil de utilizar, que acelera o seu processo de venda e permite gerir vários pontos de venda de forma centralizada. Compatível com os hardware de ponto de venda mais populares, funciona online e offline.

 

As vantagens?

 

  • Gestão centralizada dos pontos de venda e do negócio online;
  • Possibilidade de faturar com ou sem internet;
  • Gestão centralizada de artigos, preços e stock para os vários canais de venda;
  • Compatibilidade com uma grande oferta de hardware POS.

 

Quer conhecer o POS do Jasmin e dar ao seu negócio o impulso que falta para alcançar os melhores resultados? Descubra aqui todas as vantagens do módulo POS!

7 tipos de promoções que pode fazer na sua loja (e como implementá-las)

As promoções podem fazer maravilhas na receita de um negócio, mas ter sucesso na sua implementação não é fruto apenas da colocação de um cartaz na loja. Para tirar o máximo partido das promoções, é importante considerar o tipo de promoções a oferecer e há uma infinidade de opções, desde “leve 2, pague 1”, a percentagens de desconto.

 

Quais são os objetivos das campanhas promocionais?

 

São diversos e flexíveis, dependendo do objetivo da empresa: motivar o comportamento de compra, escoar stock antigo, mover inventário ou aumentar as compras com a finalidade de atingir uma meta de vendas. No fundo, estas promoções fazem sempre parte de uma estratégia de marketing das lojas. Estes são algus dos mais comuns objetivos:

 

  • Incentivar a experimentar e a comprar o produto;
  • Incentivar a fidelização com a marca;
  • Aumentar a notoriedade no mercado;
  • Aumentar as vendas;
  • Apresentar novidade e inovações do produto;
  • Reduzir a quantidade de stock.

 

Que tipos de promoções existem?

 

Cada negócio tem as suas particularidades, por essa razão devem ser implementadas campanhas promocionais que façam sentido para a marca. Baixar o preço, o que é, normalmente, associado de imediato à promoção, pode não ser a melhor opção.

 

Mas sabia que existem vários tipos de promoções? Estes são alguns exemplos:

 

  • Ofertas e descontos imediatos;
  • Cupões e vales de desconto;
  • Promoções acumuláveis;
  • Promoções com condições especiais;
  • Programas de Fidelização.

7 exemplos de promoções que podem implementar na sua loja

 

1.      Pague 1, leve 2

Esta é a tradicional campanha de oferta de um produto na compra de outro. E pode ter várias finalidades: a fidelização do cliente, a apresentação de um novo produto – por exemplo, na compra de um produto X, recebe um novo modelo do produto Y – ou a redução de stock.

 

2.      Oferta do produto de valor inferior

Esta é uma excelente estratégia para incentivar o cliente a aumentar o número de produtos por compra. Se, na compra de 3 produtos, for oferecido o de menor valor, o cliente, provavelmente, não irá comprar apenas um produto – irá comprar dois para receber o terceiro.

 

3.      Descontos progressivos

Trata-se de um desconto que aumenta à medida que o número de produtos (ou valor gasto) vai subindo. É mais do que uma forma de incentivar o cliente a aumentar o número de produtos por compra. Por exemplo, na compra de 2 produtos, tem 10% de desconto, mas se comprar 4 usufrui de 20%.

 

4.      Descontos ou ofertas especiais em compras superiores a um determinado valor

Ao oferecer um produto ou um desconto extra se o valor da compra ultrapassar o valor predeterminado pela marca é uma forma de dar a conhecer produtos novos e fazer com que o cliente gaste mais nos produtos que já conhece.

 

5.      Promoções em dias temáticos

Colocar em prática esta campanha pressupõe oferecer promoções em datas como o Dia da Mãe, o Dia da Mulher, o Natal, Carnaval, etc. Por exemplo: oferta de portes grátis em todos os produtos da coleção do Dia da Mulher.

 

6.      Códigos de desconto

Além de representarem uma boa forma de atrair novos clientes, os códigos de desconto são uma ótima forma de monitorizar a origem do cliente.

 

7.      Promoções para clientes habituais

fidelização é, sem dúvida, um dos pilares mais importantes de um negócio online. E pode ser feita através de campanhas promocionais, oferecendo certos benefícios aos clientes que regressam à loja online e voltam a fazer encomendas.

 

 

Como implementar uma promoção na sua loja?

 

Antes de qualquer ação, é fundamental conhecer o público-alvo e ter o perfil da empresa bem traçado. Apenas depois é que devem ser implementadas as promoções. Para tal, é importante definir:

 

  • Os objetivos gerais e específicos da ação;
  • O público que deverá ser atingido;
  • O conceito da campanha;
  • Estabelecer o período que a campanha estará em vigor;
  • Que tipos de ações serão realizadas e como;
  • Os recursos humanos e financeiros necessários;
  • Como será divulgada a campanha promocional;
  • Avaliar os resultados da ação.

Faça a gestão das promoções num único local

 

Se está a pensar investir numa campanha de promoções para o seu negócio, saiba que não basta ter em conta o objetivo da campanha. É fundamental um planeamento estruturado de todos os aspetos, desde a gestão logística à gestão administrativa e comercial.

 

A aposta em soluções de gestão administrativa e logística é a resposta aos desafios que o negócio online impõe.

 

Hoje, com recurso a tecnologia, esta gestão do negócio é simplificada e agilizada. Um software de gestão, como o Jasmin, além de otimizar a gestão diária, integra facilmente todos os canais de venda num único backoffice e consegue fazer a gestão do inventário disponível para cada canal de venda.

 

E com um POS para negócios de comércio e retalho que funciona online e offline é mais simples conseguir um serviço de excelência! Com o Jasmin, além de garantir a máxima rapidez das operações em loja, ao usufruir de uma gestão totalmente integrada das várias lojas e dos canais de venda, deixa de se preocupar com contagens de artigos, contas complicadas de gestão de campanhas promocioanis e com as dores de cabeça da gestão de caixa. 

 

O Jasmin garante:

 

  • Gestão centralizada dos pontos de venda e do negócio online
  • Gestão das operações a partir de qualquer lugar e dispositivo
  • Rapidez e fluidez de trabalho com o sistema de POS online e offline
  • Controlo eficiente das compras e dos stocks
  • Flexibilidade na definição de preços
  • Rigor na gestão de caixa
  • Cumprimento de todos os requisitos legais e fiscais
  • Integração com outras plataformas de e-commerce
  • Informação de apoio à gestão do negócio

6 tendências tecnológicas que estão a mudar a venda a retalho

Muitos negócios já estão irreconhecíveis quando comparados com há 10 ou até mesmo 5 anos atrás e as novidades continuam a surgir e a mudar a forma como se vende.  Neste artigo apresentamos-lhe seis das tendências tecnológicas que estão a transformar a venda a retalho.

 

As 6 principais tendências tecnológicas da venda a retalho:

 

Point of Sale

 

O Point of Sale (POS) é um sistema de ponto de venda que substitui a caixa registadora tradicional e permite não só tratar da faturação, como também controlar as vendas de todos os pontos de venda numa só plataforma, integrar com outras plataformas do processo de compra, automatizar as tarefas repetitivas e muito mais.

 

Devido ao controlo superior sobre as vendas e a sua integração direta com diversas outras vertentes da venda a retalho, o Point of Sale tem sido cada vez mais adotado devido às grandes vantagens que traz para este tipo de negócio.

 

Realidade aumentada

 

A realidade aumentada – não confundir com a realidade virtual (já lá chegamos) – é uma tecnologia que permite, como o nome indica, “aumentar” a realidade através de dispositivos inteligentes como smartphones ou tablets, utilizando elementos digitais para acrescentar mais informação ao mundo.

 

No retalho, a realidade aumentada consegue amplificar o processo de compra e criar uma maior ligação com o consumidor, permitindo visualizar e interagir com produtos e criar uma experiência de marca mais envolvente, para além de ser uma excelente ferramenta de marketing.

 

Já várias marcas adotaram o uso de realidade aumentada para potenciar a venda a retalho. A Burberry, por exemplo, fez uma parceria com a Google para poder apresentar versões virtuais dos seus produtos no ambiente real do consumidor quando o mesmo faz uma pesquisa no Google Search. A Gucci também adotou a realidade aumentada, neste caso em parceria com o Snapchat, para permitir aos utilizadores experimentar peças de calçado virtualmente. Já a IKEA usa realidade aumentada para que os clientes possam visualizar como a sua mobília irá ficar através da The Place App.

 

Carteiras digitais

 

As carteiras digitais são uma das inovações mais disruptivas da venda a retalho dos últimos anos e servem como um substituto aos métodos de pagamento tradicionais.

 

Em vez de pagar com dinheiro vivo ou cartão de crédito, o consumidor consegue pagar via app no telemóvel, indo buscar diretamente o valor à conta bancária ou a uma conta virtual de fundos de forma segura. Graças à tecnologia NFC (Near Field Communication), consegue até pagar apenas colocando o telemóvel quase encostado no terminal de pagamento.

 

Em Portugal, o principal sistema de carteiras digitais é o MB WAY, que já é usado por mais de 3 milhões de utilizadores para procederem a compras em lojas ou online. 

 

Checkout touchless

 

Por cá já temos o self-checkout e o contactless, que permite utilizar um cartão ou dispositivo compatível para compras de baixo valor sem ter de inserir código (ou até mesmo tocar no leitor de cartões), mas o touchless é um salto ainda maior na direção do futuro da venda a retalho.

 

O checkout touchless permite fazer compras sem sequer ter de pegar na carteira, sendo literalmente um sistema grab-and-go (traduzido, “pegar e levar”) que funciona detetando automaticamente o produto comprado à saída da loja e cobrando o custo à carteira digital do cliente.

 

Uma das empresas pioneiras neste avanço tecnológico foi a Amazon com a sua rede de lojas físicas Amazon Go (Amazon Fresh no Reino Unido), que combina o uso de QR Code, app e sensores na loja para finalizar as compras. 

 

Criptomoedas

 

As criptomoedas são outra grande tendência que, embora longe de ser novidade, estão a ser cada vez mais adotadas pelos consumidores e pelas lojas.

 

As criptomoedas funcionam como um sistema descentralizado em que todos os registos de posse e transação são gravados num registo virtual numa base de dados partilhada chamada de “blockchain”. 

 

Embora a penetração da criptomoeda em Portugal ainda seja baixa, já existem exemplos de grandes empresas a aceitarem este tipo de moeda, como o Sport Lisboa e Benfica, que foi o primeiro clube desportivo europeu a aceitar Bitcoin como pagamento. Internacionalmente, já várias marcas conhecidas aceitam criptomoedas para pagamentos, como Starbucks, Burger King, Pizza Hut, Twitch e AMC.

 

Realidade virtual

 

A realidade virtual distingue-se da já discutida realidade aumentada pela forma como cada interage, ou não, com o mundo real. Enquanto a realidade aumentada procura interagir com o mundo real, acrescentando elementos digitais por cima deste, a realidade virtual permite aceder e interagir com um mundo puramente digital (metaverso). Entre as empresas pioneiras neste ramo está a antiga Facebook, que mudou de nome para Meta para deixar claro o seu novo foco.

 

Embora a tecnologia de realidade virtual não seja recente, só agora é que a área da venda a retalho começa a aproveitar esta tendência. Um dos primeiros casos é o gigante do retalho americano Walmart, que criou em 2017 um conceito de loja virtual para que os consumidores possam comprar os produtos através da realidade virtual e recebê-los à porta de casa.

 

Esteja na vanguarda da revolução tecnológica do retalho com o Jasmin

 

Se quer dar os primeiros passos na evolução tecnológica do seu negócio, o Jasmin Software é a plataforma indicada para si. Um software de gestão cloud que integra um sistema Point of Sale inovador com a faturação, a gestão de inventário e a tesouraria, o Jasmin integra também a Inteligência Artificial e Machine Learning para lhe dar inputs sobre o futuro da sua empresa e recomendações para que consiga tomar as melhores decisões.

 

Experimente já gratuitamente e junte-se à revolução tecnológica!

5 formas de evitar a devolução de artigos nas vendas online

Troca e devolução de artigos é uma realidade de praticamente todas as lojas online e, salvo raras exceções, não pode ser impedida, pois é um direito imposto por lei para todos os consumidores.

 

A verdade é que muitas vezes, a devolução de artigos acontece por estes chegarem aos clientes com os tamanhos errados, com defeitos ou simplesmente não correspondendo às suas expectativas, o que, em muitos casos, pode ser evitado.

 

O que diz a lei sobre a devolução de artigos?

 

Os contratos celebrados à distância e os contratos celebrados fora do estabelecimento comercial, considerando-se aqui “contratos” os de prestação de serviços e os de compra e venda, são regulados pelo Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro.

 

O direito de livre resolução desses contratos vem estabelecido no artigo 10.º, que define que, nos contratos de compra e venda, o consumidor tem o direito à devolução dos artigos, sem necessidade de indicar o motivo, no prazo de 14 dias seguidos a contar:

  • do dia em que o consumidor ou um terceiro por si indicado adquira a posse física dos bens;
  • do dia em que o consumidor ou um terceiro por si indicado adquira a posse física do último bem, no caso de vários bens pertencentes a uma única encomenda e entregues separadamente, ou do último lote ou elemento, aquando da entrega de um bem que consista em diversos lotes ou elementos;
  • do dia em que o consumidor ou um terceiro por si indicado adquira a posse física do primeiro bem, no caso dos contratos de entrega periódica de bens durante um determinado período.

 

Na resolução dentro do prazo, o cliente tem de ser reembolsado pelo total pago, excetuando os custos adicionais de entrega, quando este solicitar uma modalidade de entrega diferente e mais onerosa do que a proposta pelo fornecedor, e os de envio pelo próprio dos bens devolvidos, quando o fornecedor não faça a recolha, a não ser que não tenha sido previamente informado de que tem o dever de pagar os custos de devolução.

 

O vendedor tem o dever de informar o consumidor sobre o direito à devolução de artigos

 

Entre outras informações, estabelecidas no artigo 4.º do referido Decreto-Lei, que devem ser prestadas antes de o consumidor fazer uma compra à distância e que, normalmente, constam de uma página de Termos e Condições na loja online, relativamente às devoluções de artigos, o vendedor tem de informar o consumidor:

  • da existência do direito de livre resolução do contrato, o respetivo prazo e o procedimento para tal, que pode ser através do envio do modelo de livre resolução constante da parte B do Anexo ao Decreto-Lei ou através de qualquer outra declaração inequívoca de resolução do contrato;
  • se for o caso, de que este suporta os custos da devolução dos bens e o montante desses custos, se os bens não puderem ser devolvidos pelo correio normal.

 

5 formas para evitar a devolução de artigos nas suas vendas online

 

1. Faça descrições corretas e completas dos artigos

 

Numa venda online, é importante ter em conta que os seus clientes não podem analisar fisicamente os produtos, o que pode levar a uma interpretação diferente daquilo que estão a comprar e, consequentemente, à sua devolução.

 

Para tentar ao máximo evitar devoluções dos seus artigos, o primeiro passo é ter as descrições muito bem feitas, completas e com pouco espaço para dúvidas, incluindo as dimensões. No caso de lojas de roupa e calçado, este último pormenor é de extrema importância: tabelas de medidas e instruções para a correta medição são essenciais para que os seus clientes saibam que tamanhos comprar e não necessitem de comprar mais do que um tamanho para depois devolverem os excessos.

 

2. Produza imagens realistas e de qualidade

 

As imagens são a primeira apresentação dos seus produtos e é impossível ter uma plataforma de Ecommerce sem elas. Para prevenir devoluções, as imagens dos seus produtos devem ser chamativas, ter qualidade e representar bem o produto a nível de proporção, de cor e de detalhes. Muitas vezes, pode ser boa ideia colocar os produtos no contexto em que habitualmente são usados.

 

Além disso, sempre que possível, é importante que tenha várias imagens, de vários ângulos, ou até pequenos vídeos, seja a mostrar os artigos em 360º, seja a demonstrar a sua montagem ou utilização. No caso de lojas online de moda, por exemplo, pode até juntar fotografias em pessoas e fotografias só de produto.

 

3. Facilite o esclarecimento de dúvidas dos seus clientes

 

Cumprir todas as boas práticas de apresentação dos produtos é um grande passo para esclarecer os seus clientes e evitar devoluções, mas pode não ser suficiente para todos. Uma boa prática a implementar em lojas online é a existência de um meio de fácil acesso e rápida resposta para esclarecer as suas dúvidas, como um mecanismo de chat presente nas páginas, por exemplo. 

 

Além de ser uma forma de prevenir futuras devoluções, esta atenção acrescida melhora o nível do seu serviço e a sensação de proximidade com a marca de que uma boa gestão de clientes necessita.

 

4. Forneça prazos de entrega razoáveis

 

Por vezes, mesmo que o seu produto tenha tudo para corresponder às expectativas do consumidor, se chegar atrasado, isso pode não chegar e resultar daí uma devolução.

 

Por um lado, é importante que tenha uma organização interna que permita enviar as encomendas num prazo breve – desde a gestão de stocks, aos processos de faturação, embalagem e expedição –, bem como um parceiro de logística e distribuição credível e com prazos curtos.

 

Por outro lado, é importante que dê aos seus clientes prazos de entrega realistas e de acordo com as suas possibilidades, de modo a que estes saibam com o que contar e não tenham a necessidade de devolver depois.

 

5. Invista em embalagens adequadas aos produtos

 

Depois das encomendas saírem do seu armazém, tem de ter em conta que qualquer coisa pode acontecer com o transporte e nenhum cliente vai querer ficar com um produto danificado. Por muito que possa imputar responsabilidades à transportadora, o cliente não ficará satisfeito e poderá ter de lidar com uma devolução.

 

Para prevenir, deve optar por ter embalagens à medida dos seus artigos e que os protejam convenientemente de choques, sujidade e humidade, devendo aumentar os seus cuidados conforme aumenta a fragilidade.

 

Controle as suas vendas e devoluções em tempo real

 

As devoluções são sempre algo que pode consumir tempo e dinheiro, mas esse transtorno pode ser minimizado com as ferramentas certas. Para uma boa gestão de todas as tarefas administrativas e logísticas, pode contar com o Jasmin.

 

Um software de gestão certificado na cloud, o Jasmin não só lhe permite faturar, gerir compras, stocks, contas correntes, tesouraria e resultados, como lhe oferece integrações com várias plataformas de Ecommerce.

 

Com o Jasmin, de forma centralizada e em tempo real, pode integrar as encomendas da sua loja online e Marketplaces e faturar automaticamente, gerir e atualizar o portefólio de artigos, preços e promoções das várias plataformas num backoffice único, controlar as encomendas e as devoluções e, assim, fazer a gestão dos inventários por canal de venda muito facilmente.

 

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