Contrato de trabalho a termo incerto: tudo o que precisa de saber

Sabe quando deve ser celebrado um contrato de trabalho a termo incerto? Está familiarizado com os fatores que influenciam a duração do contrato, os termos do período experimental e os direitos do trabalhador associados a esta modalidade contratual?

 

O que é um contrato de trabalho a termo incerto?

 

O contrato de trabalho a termo incerto é aquele que é celebrado entre uma empresa e um trabalhador, sempre com o objetivo de suprir necessidades específicas e temporárias da empresa. Ao contrário do contrato de trabalho a termo certo, neste tipo de contratos a termo incerto não é fixada uma data específica de término no momento da assinatura do contrato.

 

A duração depende sempre do caso específico em questão. Ou seja, do tempo necessário para que determinada tarefa seja concluída.

 

7 perguntas sobre o contrato de trabalho a termo incerto

 

1.      Qual a duração do contrato?

 

O contrato a termo incerto, ao contrário do contrato a termo certo, não tem uma duração estabelecida. Depende do tempo necessário para execução e conclusão das atividades ou substituição de outro colaborador.

 

No entanto, este tipo de contrato tem uma duração máxima: quatro anos.

 

2.      Qual a duração do período experimental?

 

No contrato de trabalho a termo incerto, o período experimental tem a duração de:

 

  • 90 dias para a generalidade dos trabalhadores;
  • 180 dias para trabalhadores que exerçam cargos de complexidade técnica, elevado grau de responsabilidade ou que pressuponham uma especial qualificação, desempenhem funções de confiança, estejam à procura de primeiro emprego e desempregados de longa duração;
  • 240 dias para trabalhador que exerça cargo de direção ou quadro superior.

3.      Qual a forma e os elementos obrigatórios do contrato?

 

Para celebrar um contrato de trabalho a termo incerto, é necessário que contenha os seguintes elementos:

 

  • Identificação, assinaturas e domicílio dos intervenientes;
  • Função a desempenhar pelo funcionário e respetiva retribuição;
  • Local e período normal de trabalho;
  • Data de início do trabalho;
  • Indicação do termo estipulado e do respetivo motivo justificativo;
  • Data de celebração do contrato.

4.      Quando pode ser celebrado um contrato de trabalho a termo incerto?

 

Segundo os termos previstos artigo 140.º do Código do Trabalho, esta modalidade de contratação poderá apenas ser aplicada nas seguintes situações:

 

  • Substituição de trabalhador ausente ou temporariamente impedido de trabalhar;
  • Substituição de trabalhador em situação de licença sem retribuição;
  • Substituição de trabalhador cuja relação contratual esteja pendente em juízo ação de apreciação da licitude de despedimento;
  • Atividades sazonais ou acréscimo excecional do trabalho;
  • Tarefa ocasional ou serviço de curta ou média duração;
  • Execução de obra, projeto ou outra atividade definida e temporária.

5.      Que direitos tem um trabalhador sob este regime contratual?

 

Num contrato de trabalho a termo incerto, o funcionário tem direito a férias e aos respetivos subsídios de Natal e de férias. Por lei, tem também direito a baixa médica.

 

Subsídios no contrato de trabalho a termo incerto:

 

  • Subsídio de Férias: 2 dias úteis por cada mês completo de duração do contrato no primeiro ano (até um máximo de 20 dias úteis); Nos anos seguintes, tem direito a 22 dias de férias.
  • Subsídio de Natal: 1 vencimento por cada mês de trabalho.

6.      Como rescindir um contrato de trabalho a termo incerto?

 

A antecedência mínima para rescindir um contrato de trabalho a termo incerto é a seguinte:

 

  • Contrato Inferior a 6 meses: 7 dias de aviso prévio;
  • Contrato entre 6 meses e 2 anos: 30 dias de aviso prévio;
  • Contratos com mais de 2 anos: 60 dias de aviso prévio.

7.      Quais os benefícios em caso de despedimento?

 

Quando chega ao fim um contrato de trabalho a termo incerto, o trabalhador tem direito a receber a seguinte compensação:

  • 18 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo (até aos primeiros 3 anos) e 12 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo pelos anos seguintes;
  • Dias de férias não gozadas do ano anterior e respetivo subsídio;
  • Subsídio de Natal e subsídio de férias proporcionais aos meses trabalhados antes da rescisão de contrato;
  • Crédito de horas referente a horas de formação não prestadas;
  • Subsídio de desemprego (Dependente das regras específicas deste apoio).

Nota: para este cálculo o valor do salário e diuturnidades não podem ser superiores a 20 vezes o salário mínimo. Além disso, o montante global da compensação não pode exceder 12 vezes o salário e diuturnidades, ou, quando o valor do salário e diuturnidades for superior a 20 vezes o salário mínimo, a 240 vezes o salário mínimo.

 

Quando a rescisão do contrato de trabalho a termo incerto surge por parte do colaborador, existe apenas a necessidade das seguintes compensações:

 

  • Subsídio de Natal e subsídio de férias proporcionais aos meses trabalhados antes da rescisão de contrato;
  • Dias de férias não gozadas do ano anterior e respetivo subsídio;
  • Crédito de horas referente a horas de formação não prestadas.

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8 passos para quem quer começar um negócio online

Começar um negócio online nunca foi tão fácil e a verdade é que muito se deve ao elevado número de ferramentas e dispositivos tecnológicos disponíveis num mercado em constante evolução. Além disso, se está pronto para tomar as rédeas do seu próprio destino, mas não tem capital para comprar um franchising ou abrir uma loja física, um negócio online poderá ser a rampa de lançamento perfeita!

 

Este tipo de atividade permite chegar a milhões de clientes com as características mais diversas e, como tal, aumentar potencialmente o público-alvo desta nova aventura empreendedora.

 

Começar um negócio online em 8 passos

 

Começar um negócio online poderá ser a mudança de carreira que tanto ambiciona ou então, o complemento ideal para aumentar o seu rendimento mensal. Seja qual for o objetivo, recomendamos que siga estes 8 passos para criar um negócio online de sucesso.

 

1. Encontrar uma necessidade

 

Para aumentar as hipóteses de sucesso, e caso não tenha nenhuma ideia milionária, comece por encontrar um nicho de mercado que seja necessário preencher, seja pela venda de produtos, seja pela prestação de serviços.

 

Para tal, poderá pesquisar na internet e visitar fóruns online a fim de perceber melhor o que está em falta e quais os problemas que as pessoas mais procuram ver resolvidos.

 

2. Realizar pesquisas de mercado

 

Avalie se o produto ou serviço tem procura. Para isso, pesquise num motor de busca as principais tendências do mercado. Podem até existir várias empresas que, aparentemente, dão resposta às necessidades que apurou, mas ainda assim há a possibilidade de superar as expectativas do público-alvo. O importante é definir estratégias orientadas por objetivos concretos quando está a começar um negócio online.

 

3. Avaliar a concorrência

 

Agora que já tem a ideia de negócio, está na hora de investigar mais sobre a concorrência: o que fazem, como fazem, quais os pormenores únicos e distintivos de cada negócio, o que pode ser melhorado… São todos estes pormenores que permitirão definir melhor a sua marca, bem como o respetivo posicionamento no mercado.

 

4. Saber mais sobre legislação online

 

Informe-se sobre as regras que legislam os negócios online, principalmente no que diz respeito à questão de transporte, considerações de marca registada e proteção de dados.

 

5. Pesquisar e caracterizar o público-alvo

 

Como dissemos anteriormente, com a criação de um negócio online poderá alcançar milhares de pessoas em simultâneo, porém, nem todas são as mais indicadas para receber informação sobre o que está a vender.

 

Como tal, deverá definir o mais cuidadosamente possível quem é o seu público: idade, sexo, interesses, formação profissional, área de atividade, hobbies… São informações importantes para ajudar a personalizar o produto e a experiência do site, ajudando assim a para atrair o cliente.

 

6. Criar marca e site

 

Depois de ter pensado nas características que irão diferenciar o seu produto da concorrência e ter pesquisado sobre as leis do mercado, está quase pronto para começar um negócio online.

 

Falta apenas definir nome, logo e o meio por onde vai vender, ou seja, website. Se não tiver esta possibilidade de investimento numa fase inicial, não descuide a parte da logomarca, visto que será a representação visual de todo o seu trabalho e do que vai vender, pelo que deve ser feito por um profissional. No caso do website, numa primeira fase poderá colocar esta tarefa em segundo plano, optando por vender através das redes sociais.

 

No entanto, se puder investir num site, deixamos algumas dicas importantes, dado que tem menos de 5 segundos para captar a atenção de um potencial cliente:

 

  • Escolher uma ou duas fontes simples num fundo branco ou de cor neutra;
  • Melhorar a experiência do utilizador através de uma navegação simples, rápida e intuitiva;
  • Usar gráficos, áudio ou vídeos para transmitir a mensagem que pretende. Texto em demasia é algo que não funciona;
  • Incluir uma oferta para quem se registar no website, de modo a conseguir acumular e-mails e informações para criação de base de dados;

 

Além disso, para que os clientes se sintam valorizados, poderá ainda:

 

  • Disponibilizar produtos que complementem a compra original;
  • Enviar vouchers como prémio para a fidelização de clientes.

 

7. Comprar publicidade online

 

Comprar publicidade online é a maneira mais fácil de obter tráfego para um site novo e apresenta uma grande vantagem: o seu anúncio aparecerá imediatamente nas páginas de pesquisa e bem.

 

8. Criar uma marca com história e reputação

 

A partir daqui, cabe-lhe a si gerir o negócio online da melhor maneira, tendo sempre em vista a reputação da marca – algo fundamental em qualquer tipo de negócio.

 

Para tal, poderá disponibilizar informações sobre a sua marca a outros sites (sempre com hiperligação para a sua página) e em redes sociais. Poderá também criar parcerias com bloggers, vloggers ou instagrammers que ajudarão a impulsionar a marca, bem como investir em assessoria de imprensa que ajude a divulgar a marca junto dos meios de comunicação social – se houver essa possibilidade e interesse.

 

Outra questão importante é a criação de conteúdo, não só sobre a marca, mas sobre temas relacionados. Por exemplo: imagine que cria uma loja online de venda de produtos alimentares sem glúten, uma boa forma de gerar conteúdo interessante é a criação de receitas com esses mesmos produtos.

 

 

O melhor parceiro para começar um negócio online

 

Embarcar numa grande aventura como a criação de um negócio online poderá ser algo bastante desafiante, pelo que todas as ferramentas que ajudem a facilitar o percurso são bem-vindas. E é aqui que entra o Jasmin.

 

O Cegid Jasmin, software de gestão cloud e certificado, foi desenvolvido para pessoas ou pequenas empresas que pretendem trabalhar de forma autónoma e cumprir com todas as obrigações fiscais, mantendo os processos administrativos atualizados e seguros.

 

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Employer Branding: conceito e importância no negócio

Employer branding, diz-lhe alguma coisa? Se não, devia. Esta expressão da língua inglesa nasceu nos Estados Unidos nos anos 60 e popularizou-se décadas mais tarde, nos anos 80 e até há pouco tempo atrás era um conceito que apenas preocupava grandes empresas.

 

Hoje em dia, o employer branding ganha destaque de forma transversal em PMEs. Sabe porquê? Conheça o conceito e entenda qual a importância para o seu negócio.

 

Employer branding: o que é, como aplicar e quais as vantagens

 

O employer branding traduz um processo de construção de reputação que visa promover uma empresa ou organização como entidade empregadora de escolha dentro de um certo grupo-alvo. Ao contrário do branding, que é um conjunto de estratégias voltadas para fortalecer a marca (brand) junto dos vários stakeholders (consumidores, clientes, potenciais clientes, etc), o employer branding assume-se como técnicas e estratégias para fortalecer a entidade empregadora como marca junto de colaboradores e candidatos.

 

Por outras palavras, o employer brand é nada mais que a marca de uma empresa como empregadora. É, assim, uma ferramenta essencial para empresas que querem destacar-se e atrair talentos e os melhores candidatos.

 

Vantagens de criar employer branding

 

Porque é que o employer branding é tão importante? Bem, tal como é da maior importância criar uma marca que atraia consumidores e os converta em clientes – e que retenha os clientes atuais –, é da mesma importância transformar o seu negócio enquanto entidade empregadora num local com que os colaboradores se identificam, se revêm e onde gostam de trabalhar.

 

A vantagem mais direta de aplicar estratégias de employer branding na sua empresa é a retenção de talento através da satisfação dos seus colaboradores no local de trabalho que terá ação direta no seu compromisso para com a empresa. Mas não só: o employer branding, além de reter talento, é extremamente eficaz para atrair talento para uma empresa, reforçando a ação dos Recursos Humanos.

 

Uma empresa com um employer branding bem estruturado ganhará ainda popularidade e notoriedade no mundo empresarial, aumentando assim a força e a solidez da marca.

 

Mas as vantagens não se ficam por aqui. O ambiente geral na sua empresa só tem a beneficiar com esta estratégia e de duas formas: pela atitude positiva dos colaboradores e pelas qualidades dos profissionais que se tornam colaboradores. Além disso, a melhoria da comunicação entre colaboradores e entre os colaboradores e os gestores é outra das vantagens do reforço do employer branding.

 

Exemplos de estratégias de employer branding

 

Que ações e medidas fazem parte de uma estratégia de employer branding? De forma geral, são todas aquelas que contribuam para a satisfação dos seus colaboradores mas que também façam a sua empresa distinguir-se das demais, tais como:

 

  • Boa remuneração e múltiplos benefícios;

  • Maior flexibilidade no horário de trabalho – horário de trabalho de quatro dias é para si?;

  • Remuneração adequada às funções;

  • Oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional – como progressão na carreira;

  • Oferta de formação;

  • Atividades de teambuilding;

  • Envolvimento em causas ambientais e sociais;

  • Preocupação com a saúde, bem-estar e lazer dos seus colaboradores;

  • Ambiente organizacional saudável com liberdade criativa;

  • Comunicação fluida e honesta.

 

Precisa de exemplos concretos? Há muitos e bastante conhecidos.

 

Google:

 

A Google é munidalmente conhecida pelas suas instalações que fazem lembrar um campus universitário mas as estratégias de employer branding da Google vão mais além de mesas de ping-pong, playstations ou uma decoração cool. A Google disponibiliza aos seus colaboradores transporte gratuito, salas de descanso, férias generosas, viagens, ajudas de custo em formações ou aconselhamento legal, entre muitos mais benefícios.

 

Netflix:

 

A Netflix consegue distinguir-se como uma employer brand devido à confiança que depositou nos seus colaboradores. Sob o lema “liberdade e responsabilidade” a Netflix oferece baixa por paternidade ou maternidade e férias ilimitadas, assistência médica ou refeições com a única condição de que os que lá trabalham assumam a responsabilidade de cumprir com o seu trabalho. O resultado? Os colaboradores da Netflix são dos principais embaixadores da marca – especialmente nas redes sociais.

 

Starbucks:

 

A famosa cadeia americana destaca-se pela positiva entre os clientes e consumidores pelas políticas sustentáveis adotadas, entre outras, mas também entre os empregadores pelas oportunidades de formação que oferece aos seus colaboradores. A Starbucks, nos EUA, oferece licenciaturas gratuitas aos seus colaboradores via e-learning, numa parceria com a Universidade de Arizona.

 

Mas não precisamos de ir ao outro lado do Atlântico! Aqui no nosso país há muito bons exemplos de employer branding a seguir. É o caso da Prozis ou BLIP.

 

Cegid Jasmin: gestão impecável, marca reforçada

 

E como é que o Jasmin pode ajudar nas estratégias de Employer Branding no seu negócio? É simples: o Cegid Jasmin, software cloud expert em gestão, ajuda-o – a si, enquanto gestor – a gerir de forma impecável a sua empresa, permitindo um fluxo de trabalho mais fluido. Permite-lhe trabalhar onde e quando quiser, com total liberdade, já que é cloud e liberta-lhe tempo de tarefas tediosas e repetitivas.

 

Então e os seus colaboradores? A proposta do Jasmin é um fluxo de trabalho organizado e transparente, liberdade e flexibilidade no trabalho remoto, resposta à fiscalidade portuguesa e agilidade nos processos do dia-a-dia, entre outros. Difícil de acreditar?

 

Mas o melhor, mesmo, é aderir ao Jasmin Express! Um software 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa. Pronto para ver pelos seus próprios olhos?

Semana de 4 dias: 4 vantagens para as empresas

Nos últimos anos, tem havido um aumento significativo no interesse pela adoção da semana de 4 dias de trabalho em todo o mundo. Em Portugal, essa tendência também está a ganhar destaque, com muitas empresas a adotar esse novo modelo de trabalho.

 

Neste artigo, vamos explorar as vantagens da semana de 4 dias para as empresas em Portugal e como essa abordagem pode impulsionar a produtividade e a satisfação dos funcionários.

 

4 vantagens da semana de 4 dias para as empresas

 

Aumento da produtividade

 

Ao adotar uma semana de 4 dias, as empresas podem colher os benefícios de uma força de trabalho mais produtiva. Com menos tempo para concluir as suas tarefas, os colaboradores tendem a trabalhar de forma mais eficiente. A pressão para cumprir prazos mais curtos também pode incentivar a criatividade e a inovação, resultando em melhores resultados e maior qualidade de trabalho.

 

Quando os colaboradores têm uma semana mais curta, geralmente têm que ajustar a sua carga de trabalho para garantir que tudo seja concluído dentro do prazo. Isso muitas vezes resulta num aumento da concentração e produtividade durante o período de trabalho, pois há uma maior conscientização sobre o tempo limitado disponível.

 

Além disso, os colaboradores podem ter a liberdade de experimentar novas abordagens e explorar novas ideias, sabendo que têm menos tempo disponível. Essa mentalidade de “fazer mais com menos” pode levar a avanços significativos e melhorias no trabalho realizado.

 

Melhoria do equilíbrio entre vida pessoal e profissional

 

A semana de 4 dias permite que os colaboradores tenham mais tempo livre para dedicar às suas famílias, hobbies e interesses pessoais. Isso leva a um equilíbrio mais saudável entre vida pessoal e profissional, reduzindo o stress e a exaustão. Colaboradores mais satisfeitos e equilibrados tendem a ter maior motivação e comprometimento com a empresa, o que, por sua vez, impacta positivamente a cultura organizacional e a retenção de talentos.

 

O equilíbrio entre vida pessoal e profissional é um fator crucial para o bem-estar. Quando os colaboradores têm tempo adequado para descansar, relaxar e dedicar-se a outras áreas de suas vidas, eles tendem a voltar ao trabalho mais energizados e motivados. Isso pode levar a uma diminuição do absenteísmo, do esgotamento profissional e de outros problemas de saúde mental relacionados ao trabalho.

 

Redução dos custos operacionais

 

Embora possa parecer contraintuitivo, a adoção da semana de 4 dias pode levar a uma redução nos custos operacionais para as empresas. Menos dias de trabalho significam uma diminuição no consumo de energia, uso de escritório e manutenção de infraestrutura. Além disso, a empresa pode aproveitar a oportunidade para implementar uma política de trabalho remoto nesse dia extra, reduzindo ainda mais os custos associados ao espaço físico e transporte dos colaboradores.

 

Com um dia a menos de deslocamento para o trabalho, os colaboradores economizam em custos de combustível, transporte público ou estacionamento. Essa poupança pode beneficiar tanto os funcionários quanto a empresa, além de contribuir para a redução da emissão de poluentes e do trânsito nas áreas urbanas.

 

Aumento da satisfação e retenção de funcionários

 

A semana de 4 dias é um benefício atraente, o que pode ajudar a atrair e reter talentos. Os profissionais valorizam a flexibilidade e a possibilidade de ter mais tempo para si mesmos. Ao oferecer essa opção, as empresas demonstram preocupação com o bem-estar e a qualidade de vida dos seus colaboradores, fortalecendo a relação de confiança e lealdade entre ambas as partes.

 

A satisfação dos funcionários é um fator-chave para o sucesso de uma empresa. Funcionários satisfeitos tendem a estar mais comprometidos, motivados e produtivos. Eles também são mais propensos a permanecer na empresa a longo prazo, reduzindo os custos associados à rotatividade de pessoal.

 

A semana de 4 dias de trabalho é para si?

 

A semana de 4 dias está a tornar-se cada vez mais popular em Portugal, com benefícios claros para as empresas. Através dessa abordagem, as empresas podem impulsionar a produtividade, melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, reduzir custos operacionais e aumentar a satisfação dos colaboradores.

 

É importante destacar que a implementação bem-sucedida desse modelo requer uma análise cuidadosa das necessidades de cada empresa e a criação de políticas eficazes de gestão do tempo e das tarefas. No entanto, os benefícios potenciais para as empresas e colaboradores tornam a semana de 4 dias uma opção atraente a ser considerada. A adoção deste modelo pode gerar uma força de trabalho mais produtiva, satisfeita e equilibrada, resultando em melhores resultados para as empresas e uma melhor qualidade de vida para os funcionários.

 

Aumente ainda mais a produtividade com um software de gestão

 

Sejam 4 ou 5 dias de trabalho por semana, a produtividade pode ser otimizada com um simples fator: um software de gestão. 

Com o Cegid Jasmin todas as tarefas são automatizadas e o tempo que poupa em tarefas burocráticas pode ser usado para o que realmente importa! E pode, até, começar a utilizar de forma gratuita – conheça o Cegid Jasmin Express.

Planeamento anual de negócio: 9 dicas para vencer em 2023

Se houve uma coisa que aprendemos nos últimos anos foi a trabalhar lado a lado com a incerteza, a fazer planos flexíveis e a curto prazo e a ser criativos com os recursos disponíveis. Na altura de fazer o planeamento anual do negócio, mesmo que o cenário pandémico pudesse ter sido previsto, teria sido muito complicado formular uma linha coerente e rigorosa, tendo em conta que o mundo dos negócios sofreu voltas repentinas de 180º.

 

Em 2023, é nesta incerteza que nos devemos focar para fazer um planeamento anual à prova de contratempos.

 

Negócio preparado para o futuro

 

Fazer um planeamento anual de negócios adequado é como organizar uma viagem para um lugar desconhecido. E, certamente, que o ano anterior foi desconhecido. Mas 2023 está também repleto de incertezas. Por isso, ter um guia estruturado com todas as informações que influenciam direta e indiretamente os resultados é de extrema importância para o sucesso de qualquer negócio, independentemente da dimensão. Este plano estruturado permite medir riscos, avaliar alternativas e evitar decisões erradas.

 

Planeamento anual: como começar e o que ter em conta?

 

Não existe uma fórmula mágica, mas existem orientações!

 

Conheça o seu negócio e a sua situação atual

 

É o ponto de partida: conhecer o negócio como a palma da sua mão. Seja do ponto de vista estrutural, seja financeiro. Faça um levantamento de todas as informações mais relevantes, uma análise do setor de atuação, do mercado e do capital da empresa. Apoie a sua pesquisa na conhecida análise SWOT e defina as forças e fraquezas do seu negócio ou as oportunidades e ameaças do mercado.

 

Defina metas e crie um plano de ação

 

Com o levantamento de todas as informações relevantes, é possível começar a estruturar um plano de ação. Para tal, é preciso definir metas. A questão mais importante é: onde quer chegar? Defina o volume de faturação que pretende atingir, os limites de despesas, o valor que quer investir com recursos operacionais ou o lucro esperado.

 

Para atingir estes objetivos é fundamental criar um plano de ação. Nesta etapa pode incluir os recursos da organização e restruturar vários aspetos, como a criação de departamentos de marketing, finanças ou recursos humanos.

 

Defina timings realistas

 

Definir quais os passos a seguir, as metas a atingir e os timings certos facilita a monitorização de resultados e o desempenho do seu negócio. O segredo – e grande desafio – é encontrar um equilíbrio entre os objetivos a atingir e timings realistas.

 

Encontre formas de analisar e medir os resultados

 

Atingiu os valores de faturação que pretendia? E os outros objetivos? Chegou ao número de clientes desejados? Cumpriu os timings definidos? Ao elaborar um planeamento anual de negócios, deve ter em conta as ferramentas e os recursos a utilizar para perceber se está no caminho certo, analisar ações e medir resultados.

 

Evite o improviso

 

Apesar de 2020 ter sido marcado pelo improviso – e de 2023 poder ser um ano muito volátil no que respeita a acontecimentos – é importante seguir algumas linhas de ação e evitar decisões improvisadas. E em tempos adversos como o atual, também é importante não deixar o destino do seu negócio nas mãos da sorte. Tudo isto não significa que o plano seja estático, ele  deve adaptar-se sempre às circunstâncias.

 

Pense a curto prazo

 

Pensar a curto prazo e adaptar planos a novas circunstâncias são os aspetos-chave para garantir a rentabilidade do negócio. Isto não quer dizer que o planeamento anual tem de alterar o seu core ou o propósito do negócio. O objetivo é especificar as diferentes ações e estratégias fundamentais para alcançar os resultados estimados.

 

Antecipe diferentes cenários futuros

 

Além de pensar a curto prazo, é fundamental imaginar ainda diferentes cenários futuros e adaptar o plano a diversas situações. Por exemplo, consideremos que as restrições se irão manter: os restaurantes terão de adaptar espaços para responder às limitações do número de pessoas ou reformular os modelos de negócios, considerando o delivery ou take-away. O mesmo se aplica a negócios que apostaram ou poderão apostar no e-commerce e o planeamento anual deverá considerar todos os canais de vendas.

 

Inovação e criatividade

 

Reduzir custos já não é suficiente. O segredo é inovar e oferecer soluções criativas, aportem valor. Apostar em canais digitais, explorar as redes sociais ou oferecer outros métodos de compra ou pagamento.

 

Foque-se no cliente

 

Não é uma novidade que surgiu com a pandemia, mas o cliente deve ser sempre o centro de todas as estratégias. Considere as preferências do cliente e capte novas oportunidades de negócio com base nos seus comportamentos e necessidades.

 

Jasmin, um aliado na gestão do seu negócio

 

Além da estruturação de um planeamento anual, ter as ferramentas certas para avaliar o desempenho do seu negócio de forma intuitiva e estratégica também é importante.

 

Com funções de orçamentação e demonstração de resultados, o Jasmin, um software de gestão cloud, ajuda-o a levar o seu negócio ao próximo patamar.

 

Por lhe dar a flexibilidade de controlar o negócio em qualquer lugar e em qualquer equipamento com acesso à internet, o Jasmin é o parceiro ideal para criar e cumprir um plano de negócios eficiente, especialmente numa altura marcada pelo trabalho à distância.

 

Comece por criar o seu plano financeiro (ou orçamento) anual e acompanhe toda a informação financeira da sua empresa, ao longo do tempo. O Jasmin permite-lhe gerir as contas correntes, os movimentos de caixa e bancos, definir limites de crédito, monitorizar valores pendentes e respetivos prazos de vencimento.

 

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Quiet Quitting: uma ameça ou oportunidade para as empresas?

O Quiet Quitting é tudo menos um movimento silencioso. Começou no TikTok e tornou-se um assunto sério e razão de preocupação nas empresas. Mas será realmente uma ameaça para os empregadores? Ou uma oportunidade para fazer melhor e reter talento?

 

Mais do que uma tendência, está a transformar-se numa cultura de trabalho. Esta “demissão passiva” – mais conhecida como o quiet quitting – ainda pode passar despercebida, mas a nova geração de trabalhadores está a transformá-la num grande e impactante movimento no mundo do trabalho. Mas o que é o quiet quitting realmente?

 

De uma cultura “workaholic” para a cultura “quiet quitting”

 

O que é o Quiet Quitting?

 

Umas vezes interpretado como “não fazer mais do que aquilo para que pagam”, outras como uma questão de preservar a saúde mental e evitar o famoso burnout.

 

Mas desengane-se quem pensa que se trata de uma verdadeira demissão – de todo! Ao contrário do que possa parecer, o quiet quitting passa pela adoção de uma postura de cumprimento de tarefas associadas à função pela qual o colaborador é pago. Com base nesta mentalidade, não é feito nem mais, nem menos do que o trabalho pedido e definido, dentro do horário estabelecido.

 

Estamos a transitar de uma cultura “workaholic” para uma cultura “quiet quitting”.

 

Por muito positiva, apetecível e romantizada que a postura workaholic possa parecer para as empresas e os empregadores, a verdade é que é também sinónimo de burnout, excesso de trabalho e desgastes provocados pelo mesmo. Estamos perante um cenário negativo, tanto para o colaborador, como para a empresa. É aqui que o quiet quitting pode ser a grande oportunidade para combater muitos dos aspetos menos positivos que a nova geração de trabalhadores repudia nas empresas.

 

Quiet quitting significa promover o work-life balance

 

Os limites entre a vida pessoal e a vida profissional ganharam novo destaque nos últimos tempos – principalmente desde a pandemia. Este é um tema que afeta, não só hierarquias, mas gerações de profissionais que as empresas querem contratar e reter. A grande questão que se coloca é: como reter estes profissionais tão desejados?

 

Uma geração que se preocupa, acima de tudo, com o work-life balance, com a flexibilidade e não descarta o teletrabalho não é uma geração que se permite entrar numa bola de neve de excesso de trabalho e desgaste psicológico. Por outro lado, estas são também as pessoas que as empresas querem manter. Então, como podem fazê-lo? Apostar no teletrabalho, na flexibilidade de horários, na recompensa por desempenho e na preocupação com o work-life balance.

 

O movimento do quiet quitting pode passar de um tabu para uma oportunidade para ambos.

 

Refletir sobre o quiet quitting é uma oportunidade para as empresas construírem ambientes de trabalho que oferecem aos profissionais um cenário no qual se sentem motivados, envolvidos, inspirados e produtivos.

 

O quiet quitting tem vantagens

 

Nas últimas duas décadas, a cultural global de excesso de trabalho tornou-se banal e o trabalho não remunerado passou a ser realidade em muitas empresas. Mas após uma pandemia global que mudou hábitos sociais, os millenials e, especialmente, a geração Z, deixaram de contribuir e aceitar essa realidade ultrapassada. Entramos num cenário no qual o work-life balance é o mais valorizado por estes profissionais. Este equilíbrio traz inúmeras vantagens, entre as quais:

 

  • Melhor saúde mental
  • Melhores relações no trabalho
  • Maior produtividade

 

Mas como reter talento e tirar o máximo partido desta cultura de quiet quitting?

 

Já percebemos que esta cultura do quiet quitting não traz apenas vantagens para os profissionais, mas também para as empresas. Então, como pode ser implementada?

 

Redução da carga de trabalho:  A carga de trabalho pode ser reexaminada para descobrir quais as tarefas que aumentam de forma significativa os resultados dos negócios.

 

Ofereça os recursos necessários: As empresas devem fornecer aos seus colaboradores as ferramentas e materiais necessários e mais apropriados para a realização das suas tarefas de forma eficaz e eficiente dentro do horário de trabalho estabelecido.

 

Motivar os colaboradores: É, hoje, mais importante do que nunca investir no employer branding. Um profissional já não é conquistado apenas pelo valor monetário, mas pelos valores culturais das empresas. Por isso, ofereça oportunidades para desenvolver novas competências e desfrutar de novas experiências.

 

Investir nos benefícios: Como já vimos, nem sempre as recompensas financeiras são o único motivo para reter talento e, tampouco, uma opção viável em todos os casos. É agora que o “salário emocional” começa a ganhar relevo. A cultura de trabalho está a evoluir e os colaboradores têm hoje expectativas maiores sobre as empresas. Por isso, invista em benefícios extra-salariais, como team buildings, oferta de formação aos colaboradores, festas internas, etc.

 

Poupe tempo na gestão do negócio e foque-se nas pessoas

 

Esta saída silenciosa não se trata de evitar o trabalho, mas sim de não perder uma vida significativa fora do trabalho. O que significa que tanto os colaboradores de uma empresa tanto os gestores valorizam mais do que nunca o work-life balance.

 

E o que de melhor há para impulsionar este work-life balance? A tecnologia e o recurso a ela para minimizar a carga de trabalho.  

 

É simples: o Jasmin, software cloud expert em gestão, ajuda-o – a si, enquanto gestor – a gerir de forma impecável a sua empresa, permitindo um fluxo de trabalho mais fluido. Permite-lhe trabalhar onde e quando quiser, com total liberdade já que é cloud e liberta-lhe tempo de tarefas tediosas e repetitivas com as suas ferramentas de automação.

 

Então e os seus colaboradores? Também irão sentir as vantagens de usar o Jasmin, um software desenhado para o empreendedor moderno e para os negócios da atualidade que precisam de crescer e acompanhar o desenvolvimento tecnológico. A proposta do Jasmin é um fluxo de trabalho organizado e transparente, liberdade e flexibilidade no trabalho remoto, resposta à fiscalidade portuguesa e agilidade nos processos do dia-a-dia, entre outros. Difícil de acreditar?

 

Mas o melhor, mesmo, é aderir ao Jasmin Express! Um software 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa. Pronto para ver pelos seus próprios olhos?