Qual é o custo de um trabalhador para a empresa e como calcular?

Um trabalhador custa ao empregador bem mais do que o seu salário, apesar de ser este o item mais importante na negociação de um novo contrato de trabalho. Saber quais são os componentes do custo de um trabalhador para a empresa é essencial quer para perceber quanto poderá pagar, quer para tomar decisões importantes como o preço de venda dos seus produtos ou serviços.

 

Porque é importante saber qual é o custo de um trabalhador para a sua empresa?

 

Como referimos, o salário está longe de ser o único custo que a sua empresa terá com cada um dos seus colaboradores. Ora, como acontece com todos os custos associados à atividade, é importante saber calcular o custo que os seus trabalhadores representam, até porque este é dos itens com mais peso na sua estrutura de custos.

 

Por um lado, só sabendo qual será o custo total de um trabalhador é que saberá que salário poderá oferecer às suas contratações e até onde poderá negociar, bem como quanto poderá aumentar aos salários dos trabalhadores atuais. Caso contrário, virá a ter problemas de liquidez que impeçam de cumprir as suas obrigações contratuais e fiscais.

 

Por outro lado, o cálculo de todos os custos fixos e variáveis é essencial para perceber qual será o preço de venda dos seus produtos ou serviços para que possam gerar lucro e, dado o seu peso elevado, partes do custo imputado à mão-de-obra não podem ficar de fora.

 

Componentes do custo de um trabalhador para a empresa

 

Além do salário-base, são diversos os custos que um trabalhador representa para a empresa, muitos dos quais incidem precisamente sobre esse valor, como é o caso das contribuições para a Segurança Social na esfera do empregador, dos fundos de compensação do trabalho, dos seguros de acidentes de trabalho, entre outros. Vejamos os custos mais comuns:

 

Salário-base

 

O salário varia de trabalhador para trabalhador, consoante a sua categoria profissional, o horário de trabalho, o tempo de trabalho, a própria negociação entre as partes e o mercado de trabalho no geral. É essencialmente sobre este valor que são calculados os impostos e outros componentes do custo de um trabalhador.

 

Subsídios de férias e de Natal e mês de férias

 

Os subsídios de férias e de Natal são direitos adquiridos pelos trabalhadores em função do trabalho prestado e, geralmente, correspondem a um salário-base cada por ano, à exceção dos anos de admissão e de cessação dos contratos, em que são calculados proporcionalmente ao tempo trabalhado.

 

O subsídio de férias pode ser pago de uma vez antes do início do período de férias (na maior parte dos casos, nos meses de verão) ou proporcionalmente aos dias de férias tirados, se forem interpolados, antes do seu gozo. O subsídio de Natal é pago nos meses finais do ano, até ao dia 15 de dezembro.

 

Acresce também que os trabalhadores têm direito a 22 dias úteis de férias por ano (ou 2 dias por mês trabalhado no ano de admissão) que lhes são pagos como se estivessem a trabalhar, ou seja, recebem um total de 14 meses por ano.

 

Contribuições para a Segurança Social

 

As contribuições para a Segurança Social são feitas mediante a chamada Taxa Social Única (TSU). Na generalidade dos casos, a TSU aplicável é de 34,75% no total, dos quais 11% são da responsabilidade do trabalhador e retidos do seu vencimento e 23,75% são da responsabilidade da empresa, cabendo a esta última a entrega da totalidade do valor à Segurança Social até ao dia 20 de cada mês.

 

A TSU incide não só sobre o salário-base, como também sobre os subsídios de férias e de natal, o subsídio de refeição e ajudas de custo, na parte não isenta, as diuturnidades, as comissões, os prémios, as remunerações por horas extraordinárias e trabalho noturno, entre outras.

 

Subsídio de refeição

 

O subsídio de refeição (ou de alimentação) não é obrigatório no setor privado, mas a maior parte das empresas paga esse benefício aos colaboradores, que consiste num valor diário atribuído por cada dia de trabalho prestado.

 

Assim, não há um valor definido na lei – muitas empresas usam o valor de referência para a função pública de 4,77 € por dia –, mas há limites para o trabalhador e a empresa não serem tributados adicionalmente: 4,77 € por dia se for pago em dinheiro e 7,63 € por dia se for em cartão ou vale de refeição. Caso o subsídio exceda estes valores, será acrescido o custo de 23,75% de TSU sobre a parte excedente.

 

Fundos de compensação do trabalho

 

Os fundos de compensação do trabalho (FCT) são obrigatórios para todos os empregadores, para contratos celebrados após 1 de outubro de 2013, e servem como salvaguarda para garantir aos trabalhadores o pagamento de até 50% das suas indemnizações pela cessação dos contratos de trabalho.

 

O valor da contribuição mensal é de 1% sobre o salário-base e diuturnidades e deve ser pago pelo empregador entre os dias 10 e 20 de cada mês.

 

Seguro de acidentes de trabalho 

 

O seguro de acidentes de trabalho é obrigatório por lei para todas as entidades empregadoras, visando a compensação dos trabalhadores e respetivas famílias no caso de estes terem um acidente de trabalho. Este é contratado a uma seguradora da sua escolha e, em média, o custo do seguro de acidentes de trabalho é de cerca de 1% do salário anual, calculado na base dos 14 meses.

 

Outros custos

 

Além dos custos acima, é importante ter em conta outros, como aqueles com os serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho, a formação profissional obrigatória de 35 horas anuais e as ajudas de custo como o subsídio de transporte para o exercício de atividades em nome da empresa.

 

Como calcular o custo de um trabalhador para a empresa

 

Para calcular o custo mensal de um trabalhador para a empresa, deverá calcular e somar todas as parcelas aplicáveis acima, do seguinte modo:

  1. Calcular o salário médio mensal, incluindo os subsídios de férias e de Natal: salário-base x 14 / 12 
  2. Calcular o subsídio de refeição mensal, tendo em conta que não é pago no mês de férias (média de 21 dias úteis por mês): subsídio diário x 21 dias x 11 meses / 12
  3. Calcular a TSU: (salário-base x 0,2375 x 14 / 12) + excedente do subsídio de alimentação e afins x 0,2375
  4. Calcular os FCT: salário médio mensal x 0,01
  5. Calcular o seguro de acidentes de trabalho mensal: (salário-base x 14 x 0,01) / 12
  6. Adicionar os restantes custos.

 

Exemplo de cálculo do custo de um trabalhador

 

Aplicando os passos acima num exemplo prático, considerando um trabalhador que já tenha passado um ano na empresa com um salário-base de 1000 €, teremos:

  1. Salário médio mensal: 1000 x 14 / 12 = 1166,67 €
  2. Subsídio de refeição (consideremos 4,77 €/dia, isento de TSU): 4,77 x 21 x 11 / 12 = 91,82 €
  3. TSU: 1000 x 0,2375 x 14 / 12= 277,08 €
  4. FCT: 1166,67 x 0,01 = 11,67 €
  5. Seguro de acidentes de trabalho mensal: (1000 x 14 x 0,01) / 12 = 11,67 €

 

Neste caso, um trabalhador com um salário-base de 1000 euros custaria à empresa, sem considerar, por exemplo, custos de medicina no trabalho nem formação, um total de 1558,91€ por mês.

 

Tenha todos os custos e rendimentos debaixo de olho

 

Na gestão de uma empresa, todos os custos contam e um balanço entre estes e os rendimentos é essencial para a sua saúde financeira. Para ajudar nessa tarefa, existe o Cegid Jasmin, um software certificado destinado ao gestor que pretende saber sempre como está a correr o seu negócio.

 

No Cegid Jasmin conta com a faturação, a gestão de despesas e compras, a gestão de contas correntes, a gestão de tesouraria e o controlo de resultados, além de um dashboard intuitivo com os aspetos essenciais do negócio, na palma da sua mão, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo. O Cegid Jasmin permite-lhe ainda gerar um orçamento anual com todas as suas previsões de vendas, compras e gastos, incluindo de trabalhadores, para garantir que nada sai do controlo.

 

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Guia completo para a redução de despesas em 2024

Com as constantes mudanças no setor económico e a aproximação de um novo ano, a redução de despesas surge como uma necessidade. Perante este contexto, as empresas devem ser capazes de adotar estratégias de controlo financeiro para gerirem as suas despesas da forma mais eficaz e eficiente possível, uma vez que estas têm impacto direto sobre o seu desempenho financeiro.

 

Neste artigo, apresentamos um guia completo que fornece algumas orientações práticas para obter uma redução eficaz de despesas em 2024, sem comprometer a qualidade e a eficiência.

 

Analise as despesas atuais da empresa

 

O primeiro passo para uma redução de despesas eficaz passa por uma análise detalhada daquelas que são as despesas atuais da sua empresa. Através desta análise, consegue classificar cada gasto e perceber onde é que os seus recursos financeiros estão a ser investidos, além de identificar facilmente quais são as áreas de alto custo, os desperdícios que está a cometer e se está, efetivamente, a gerir bem o seu tempo e dinheiro.

 

Após esta avaliação, é possível fazer uma clara distinção entre os gastos que são essenciais para o normal funcionamento da sua empresa e os que não são. Esta discriminação é necessária para assegurar a alocação adequada dos seus recursos financeiros disponíveis.

 

Desenhe um orçamento

 

Depois de avaliada a situação financeira atual da empresa, deve desenvolver um plano financeiro para o próximo ano que identifique quais são os pontos fracos e as oportunidades de crescimento, de forma a não realizar as mesmas despesas supérfluas e a concentrar-se nas necessárias. Este plano será convertido num orçamento, que passa a ser a base de todas as decisões financeiras da empresa.

 

Durante o decorrer do ano de 2024, este orçamento deve ser analisado, revisto e ajustado sempre que necessário, para garantir a sua eficácia e eficiência a longo prazo.

 

Reduza os desperdícios

 

As pequenas despesas, quando acumuladas ao longo do tempo, podem vir a representar grandes custos para a sua empresa e, consequentemente, vir a gerar um impacto financeiro significativo. Portanto, é necessário registar e documentar todas as despesas, independentemente do seu valor e da sua origem. Ao manter um registo detalhado, fica mais fácil identificar quais são os gastos desnecessários e implementar melhorias para conseguir uma redução de despesas significativa.

 

Além disso, adote práticas sustentáveis que não apenas ajudem a reduzir os seus custos, mas também contribuam para tornar a sua empresa mais amiga do ambiente e ecologicamente responsável.

 

Reveja contratos e negoceie com fornecedores

 

Um contrato que anteriormente atendia às necessidades da sua empresa pode agora já não ser o mais relevante. Evite pagar por produtos ou serviços que já não utiliza. 

 

Realize análises de mercado, compare diferentes ofertas e preços e negoceie valores. Este processo de procura e negociação pode resultar em condições contratuais mais vantajosas ou em custos mais favoráveis. Enquanto realiza este estudo, procure sempre manter um equilíbrio entre a qualidade dos seus serviços/produtos prestados e a acessibilidade dos preços. 

 

Use a tecnologia a seu favor

 

A tecnologia desempenha um papel importante na otimização de processos e na redução de despesas. Analise ao detalhe todas as áreas de trabalho da sua empresa e implemente estratégias que promovam flexibilidade no dia a dia, nos procedimentos mais obsoletos ou demorados. 

 

Ao modernizar os métodos de trabalho, não só poupa tempo e recursos financeiros, como também facilita a comunicação com os seus clientes, oferecendo ao mercado uma empresa mais competitiva e mais inovadora.

 

Com a implementação de sistemas e softwares tecnológicos, está a ajudar a sua empresa a minimizar o risco de erro humano e a agilizar as tarefas, o que também melhora, por si, a qualidade do trabalho prestado.

 

Informe-se sobre as suas obrigações

 

Acompanhar as diferentes obrigações fiscais e assegurar o cumprimento pontual das datas de pagamento nem sempre é fácil. No entanto, é importante para qualquer empresa, independentemente da sua dimensão, compreender quais são os principais impostos que existem e aqueles a que está efetivamente sujeita para evitar gastos acrescidos com penalizações, como multas ou juros.

 

Atualizar-se sobre a Proposta de Orçamento do Estado para o ano de 2024 também é uma das formas de obter informação quanto a possíveis despesas que poderá ou não ter, uma vez que esta prevê alterações relevantes, especialmente no que diz respeito à diminuição da carga fiscal e à introdução de incentivos.

 

Para que possa tomar decisões estratégicas e otimizar a gestão financeira da sua empresa, é importante estar sempre atento e atualizado sobre mudanças que possam afetar direta ou indiretamente a sua contabilidade.

 

Controle as suas despesas com o Cegid Jasmin

 

A redução de despesas não é algo que acontece de um momento para o outro, mas sim um processo contínuo e demorado que exige a participação e empenho de todos os colaboradores. Portanto, para ser capaz de acompanhar a evolução das suas despesas em tempo real e implementar ajustes sempre que necessário, é fundamental dispor de um software de gestão capaz e intuitivo. 

 

O Cegid Jasmin é o software indicado para automatizar a gestão de despesas da sua empresa, pois pode facilmente fotografar as faturas dos fornecedores para serem registadas automaticamente, poupando tempo e reduzindo o trabalho administrativo. Além disso, o Cegid Jasmin permite não só consultar essas despesas, como também emitir faturas a qualquer hora e em qualquer lugar, garantindo o controlo sobre as suas contas correntes a partir de qualquer dispositivo.

 

Inicie 2024 da melhor forma possível, assumindo o controlo total das suas despesas com o Cegid Jasmin, que além de ser simples de utilizar, oferece a vantagem de ser totalmente gratuito nos primeiros 30.000 euros de faturação. Experimente já!

Controlo de gastos: 7 dicas para gerir as despesas da sua empresa

O objetivo primordial de qualquer empresa é ser rentável e, assim, gerar lucro. O lucro depende não só do valor das vendas que a sua empresa gera, mas também do valor das despesas. Em certos casos, estas despesas podem ser desproporcionais e em excesso em relação ao realmente necessário e um controlo de gastos eficiente é meio caminho andado para o sucesso.  

 

Do que trata o controlo de gastos?

 

O controlo de gastos, como o nome implica, trata-se de identificar e analisar todos os gastos da empresa e reduzir ou adaptar os excessivos ou desnecessários no sentido de aumentar a sua rentabilidade e os seus lucros.

 

Num mercado cada vez mais competitivo, com mais opções e modelos de compra e venda, são os negócios que controlam melhor os seus gastos que mais prosperam. Uma estrutura de custos muito elevada (e/ou descontrolada), mesmo com um nível de vendas que cumpre as expectativas, pode afetar o crescimento e, no limite, ser fatal para a sua empresa.

 

Um controlo de gastos bem conseguido começa com o planeamento, que passa pela criação de um orçamento com periodicidade adequada à dimensão do seu negócio – normalmente, mensal e anual. Este constituirá a base para que o gestor possa perceber se as despesas atuais estão dentro do plano e fazer os ajustes necessários para corrigir algo que não esteja.

 

Porque é importante o controlo de gastos

 

Controlar os gastos do seu negócio é importante por uma variedade de razões, entre as quais:

  • estabilidade financeira, ao permitir que as despesas estejam alinhadas com as receitas, prevenindo problemas de cash flow;
  • aumento da rentabilidade, ao minimizar despesas desnecessárias ou ao aumentar a receita com as existentes;
  • otimização da alocação de recursos, ao atribuí-los a áreas de maior necessidade ou produtividade;
  • tomada de decisões estratégicas baseada em informação clara e fidedigna.

 

Dicas para gerir as despesas da sua empresa

 

Tendo em conta a importância e a necessidade de manter um controlo de gastos aprimorado no seu negócio, eis algumas dicas para conseguir gerir melhor as suas despesas.

 

1. Faça um orçamento (e cumpra-o)

 

A base de qualquer passo estratégico é o planeamento e, no caso das despesas, após avaliar aquelas de que o seu negócio necessitará, é importante estabelecê-las por escrito. Por outras palavras, deve fazer um orçamento onde sejam detalhados não só os gastos, como também as receitas previstas para poder estabelecer limites.

 

Tão importante como definir um orçamento é cumpri-lo: mantendo-se as condições, deve cumprir à risca o que foi estabelecido. Caso, porventura, algo se altere e, por exemplo, não consiga atingir os níveis de receita planeados, deverá proceder a ajustes.

 

2. Controle todos os fluxos de caixa e mantenha um registo atualizado

 

Só será possível perceber se está a cumprir o planeado se controlar todos os fluxos de entradas e saídas de dinheiro. Deve manter um registo atualizado, de preferência em tempo real, acessível a todas as partes envolvidas na tomada de decisões.

 

Por mais irrisórios que possam parecer, todos os gastos devem ser registados, caso contrário, não se aperceberá de desvios que possam ocorrer.

 

Pontualmente, compare os gastos efetivos com os previstos, pois, mesmo que cumpra o plano em relação ao tipo de despesas, o valor associado pode sofrer variações. Este controlo permitir-lhe-á tomar ações imediatas para se manter no rumo.

 

3. Elimine ou reduza despesas desnecessárias ou excessivas

 

Não só na altura de elaborar o orçamento, como durante a sua execução, é importante perceber se existem despesas desnecessárias que podem ser eliminadas ou que requerem redução ou realocação. Pode, por exemplo, analisar se é possível poupar ao mudar de localização ou para um espaço mais pequeno ou optar por equipamentos de maior eficiência energética.

 

Mais do que isso, antes de dar o passo de efetuar uma compra, é importante analisar até que ponto ela é mesmo necessária.

 

5. Reveja os contratos e os preços dos fornecedores

 

Relacionado com o ponto anterior, é importante analisar os contratos que tem com os seus fornecedores e as condições oferecidas. Tal não implica necessariamente mudar um fornecedor de confiança, mas pode tentar renegociar o contrato para, por exemplo, obter prazos de pagamento mais alargados ou descontos de quantidade ou até procurar junto dele soluções mais eficientes ao nível do custo-benefício.

 

Por outro lado, pode fazer pesquisas de mercado para perceber se as soluções que tem poderiam ser mais vantajosas.

 

4. Separe as despesas pessoais das do negócio

 

Um problema que se coloca em muitos negócios, principalmente os de menor dimensão, é a mistura entre as despesas pessoais dos responsáveis e as efetivamente afetas e necessárias à atividade.

 

Este procedimento pode facilmente levar a que não seja possível prever e se perca o controlo dos gastos, arriscando a desfalcar inadvertidamente as contas do negócio e a afetar a realização de gastos necessários, prejudicando o seu crescimento.

 

6. Controle o fundo de maneio

 

O controlo de gastos não passa só por reduzi-los ou equilibrá-los, mas também por garantir que há disponibilidade financeira para efetuar os respetivos pagamentos – até porque os atrasos podem levar à aplicação de juros de mora ou agravamentos de preços, o que implica aumento nas despesas.

 

É importante ter um fundo de maneio (a diferença entre as entradas e as saídas monetárias previstas num determinado espaço de tempo) positivo para cobrir os pagamentos no curto-prazo. Quanto mais cedo receber e mais tarde tiver de fazer os seus pagamentos, por exemplo, maior será o seu fundo de maneio e deve organizar os seus processos de modo a que não fique negativo.

 

7. Otimize a gestão de inventário

 

É importante ter produtos disponíveis para responder aos seus clientes, mas a verdade é que, quanto mais stock acumular, maiores serão os seus custos de armazenamento, a probabilidade de obsolescência ou deterioração e os valores a pagar aos seus fornecedores.

 

Faça uma gestão de stock controlada para não ter falhas, com base no que espera vender, e negoceie prazos de entrega mais ágeis com os seus fornecedores.

 

Digitalize a sua gestão de tesouraria e tenha sempre os seus gastos controlados

 

Ter todas as suas despesas registadas em tempo praticamente real e esta informação estar acessível a todas as partes envolvidas na gestão é primordial para um controlo de gastos eficiente. Parece complicado? Ao usar o Cegid Jasmin, deixa de o ser.

 

O Cegid Jasmin é um software de gestão que funciona na cloud, o que quer dizer que está disponível 24 horas por dia, pode ser usado em qualquer dispositivo e consultado em qualquer lugar por qualquer utilizador com acesso.

 

O registo de despesas no Cegid Jasmin é facilitado, uma vez que basta fotografar as faturas recebidas e o software preenche os campos necessários com poucos cliques. Assim fica ainda mais fácil acompanhar as suas contas correntes e gerir a sua tesouraria, contando com um dashboard financeiro para saber o estado da sua tesouraria em poucos minutos.

 

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Como fazer a comunicação de inventários segundo as regras em vigor

Se a sua atividade inclui venda de produtos, independentemente do sistema de inventário que utilize, permanente ou intermitente, uma das tarefas mais importantes para a sua saúde é a gestão de stocks em termos de quantidades e de valor. Contudo, a importância desta gestão vai além disso, sendo imprescindível para a comunicação de inventários.

 

Uma obrigação comum a praticamente todos os negócios, a comunicação de inventários sofreu alterações no último ano relativamente à informação que é necessário fazer chegar ao fisco, bem como à estrutura do ficheiro utilizado para o efeito.

 

O que é e para que serve a comunicação de inventários?

 

A comunicação de inventários é uma obrigação declarativa de frequência anual que serve para informar a Autoridade Tributária (AT) sobre as existências finais, em quantidade e em valor, que cada empresa tem nos seus armazéns no último dia de cada exercício económico.

 

Esta é uma obrigação em vigor desde 2015, prevista no artigo 3.º-A do Decreto-Lei n.º 198/2012, de 24 de agosto, aditado pela Lei n.º 82-B/2014, de 31/12, que aprovou o Orçamento do Estado para 2015, e sofreu a sua última alteração através do Decreto-Lei n.º 28/2019, de 15/02.

 

A obrigação de comunicação de inventários foi anteriormente alterada para abranger mais sujeitos passivos, mantendo-se a sua estrutura. No entanto, para o ano de 2023, a informação necessária e a estrutura do ficheiro sofreram alterações importantes: passaram a ser previstos os ativos biológicos e os inventários passaram a ter de ser valorizados.

 

O que são inventários valorizados?

 

Desde a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 28/2019, de 15 de fevereiro, a comunicação de inventários tem de incluir a valorização dos mesmos – anteriormente, bastava comunicar à AT os inventários existentes em quantidade.

 

Inicialmente com entrada em vigor prevista para 1 de janeiro de 2020, relativamente aos stocks de 2019, esta nova obrigação foi adiada até entrar em vigor em 2023, com referência aos inventários relativos a 2022.

 

A comunicação de inventários valorizados, como o nome indica, trata-se de atribuir às suas existências um valor de custo unitário, tal como necessita de aferir para calcular os preços de venda e as margens de lucro. Este valor, para cada referência única de produto, é colocado na coluna correspondente do ficheiro de comunicação de inventário, correspondendo à multiplicação do número de unidades existentes pelo seu valor unitário.

 

Para quem é obrigatória a comunicação de inventários?

 

A comunicação de inventários à AT é obrigatória para as pessoas singulares ou coletivas que tenham sede, estabelecimento estável ou domicílio fiscal em território nacional, que disponham de contabilidade organizada e que estejam obrigadas à elaboração de inventário.

 

De notar que, mesmo que os sujeitos passivos não tenham inventários no final do período de tributação, devem comunicar na mesma esse facto à AT.

 

Quem fica dispensado da comunicação de inventários?

 

Atualmente, os únicos sujeitos passivos dispensados de comunicar os seus inventários à AT são as pessoas singulares ou coletivas a que seja aplicável o regime simplificado de tributação em sede de IRS ou IRC.

 

Prazos para a comunicação de inventários

 

Os inventários devem ser comunicados anualmente até ao dia 31 de janeiro. E devem ser comunicados com referência às existências e respetivos valores em armazém no último dia do ano anterior.

 

No caso dos sujeitos passivos que adotam um período de tributação que não coincida com o ano civil, pela mesma lógica, os inventários têm de ser comunicados até ao último dia do primeiro mês seguinte à data do fim desse período.

 

Estrutura do ficheiro de comunicação de inventários

 

A comunicação de inventários à AT é feita mediante a entrega, através do e-Fatura, de um ficheiro de comunicação de inventário, cuja estrutura é definida na Portaria n.º 2/2015, de 6 de janeiro. Este ficheiro pode adotar um de dois formatos: formato de texto ou formato XML.

 

Seguindo a referida estrutura prevista, o ficheiro deve conter uma tabela de inventário de onde constam as seguintes informações:

  • Tipo de produto (ProductCategory), que deve ser preenchido com:
    • “M” para mercadorias;
    • “P” para matérias-primas, subsidiárias e de consumo;
    • “A” para produtos acabados e intermédios;
    • “S” para subprodutos, desperdícios e refugos;
    • “T” para produtos e trabalhos em curso;
    • “B” para ativos biológicos.
  • Identificador do produto (ProductCode), correspondente ao código único do produto, que deve corresponder ao mesmo código utilizado no ficheiro SAF-T (PT) de faturação;
  • Descrição do produto (ProductDescription);
  • Código do produto (ProductNumberCode), correspondente ao seu código de barras – caso não tenha, deve preencher com o mesmo código do campo “identificador do produto”;
  • Quantidade (ClosingStockQuantity), correspondendo à quantidade de existência final do produto;
  • Unidade de medida (UnitOfMeasure), preenchida conforme a unidade utilizada para cada produto, por exemplo, “unidades”, “kg” ou “m”;
  • Valor (ClosingStockValue), preenchido com o valor total relativo à quantidade indicada.

 

Como comunicar os seus inventários à AT

 

O primeiro passo para comunicar os inventários é ter preenchido (ou extraído do seu software de faturação) o ficheiro destinado ao efeito. Caso preencha manualmente, pode encontrar o ficheiro exemplo na página de apoio ao contribuinte do Portal das Finanças (secção “Inventário”). 

 

Como referido acima, a comunicação de inventários é efetuada através do portal e-Fatura. Aqui deverá garantir que tem os seus dados de acesso ao Portal das Finanças atualizados.

 

Para comunicar os seus inventários, deverá seguir alguns passos simples:

  1. Após entrar no portal, clique na secção “Inventários”.
  2. Se ainda não tiver sessão iniciada, faça-o, a seguir ao que verá a secção de “Faturação” do perfil de “Emitente”;
  3. Na secção “Comunicação de Ficheiros de Inventário”, clique em “Enviar Ficheiro Inventário”;
  4. Na página seguinte, encontrará o número de contribuinte pré-preenchido e deverá indicar o ano a que corresponde o inventário e qual foi o último dia do período de tributação;
  5. Dispondo de inventário no final desse período, clique no botão “Adicionar” para submeter o ficheiro de inventário (ou os ficheiros, se forem vários);
  6. Selecione o(s) ficheiro(s) na pasta local do computador;
  7. Clique em “Validar” para verificar que não há erros e, estando tudo correto, em “Submeter”.

 

Pode submeter ficheiros as vezes que entender, até à data limite, sem penalizações. O que será considerado pela AT será o último envio, sendo anulados todos os anteriores. Assim, caso pretenda comunicar as suas existências em mais do que um ficheiro, deve submetê-los todos em simultâneo. Caso contrário, uns substituirão os outros.

 

Caso não tenha inventário a comunicar, não necessitará de enviar qualquer ficheiro. Basta clicar em “Não possuo existências” e, depois, em “Submeter”.

 

Comunique os seus inventários facilmente com o Cegid Jasmin

 

Com o Cegid Jasmin, a comunicação de inventários é muito mais fácil, já que não precisa de preencher o ficheiro de inventário manualmente. Pode criar uma declaração anual de inventário e exportar o ficheiro de inventário em poucos passos e com a certeza de que está a cumprir a última legislação em vigor.

 

A gestão dos seus stocks também fica facilitada. Além de conseguir gerir todos os movimentos de entradas e saídas de cada armazém, pode fazê-lo em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer dispositivo, já que o Cegid Jasmin funciona na cloud.

 

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Sabe o que é o ROI? Aprenda a calculá-lo

O objetivo de qualquer negócio é crescer e prosperar e grande parte desse crescimento passa pelas decisões de investimento que a empresa toma. Contudo, nem todos os investimentos geram o efeito desejado, pelo que é importante avaliar cada um deles de forma objetiva. É para que as empresas possam tomar decisões de investimento informadas que existe o ROI.

 

O que é o ROI?

 

Em inglês, ROI é a sigla para Return On Investment, que se traduz como Retorno Sobre o Investimento. Como o seu nome dá a entender, o ROI é um indicador que permite aferir diretamente o benefício obtido em relação a um determinado investimento. O resultado deste indicador financeiro apresenta-se sob a forma de percentagem. 

 

O cálculo do ROI permite perceber se cada investimento feito está a ter rentabilidade, uma vez que tem em conta apenas os ganhos gerados por esse mesmo investimento. Por esse motivo e pelo facto de ser relativo (em percentagem), através do ROI é possível comparar objetivamente investimentos de forma a poder-se “apostar no cavalo certo”.

 

Como calcular o ROI?

 

Como referimos acima, o cálculo do ROI é bastante simples, consistindo num rácio entre a receita líquida obtida pelo investimento e o valor gasto. A fórmula de cálculo do ROI é a seguinte:

 

ROI = (Receita – Custo) / Custo x 100

 

No âmbito deste cálculo, a receita corresponde a todos os valores recebidos relativamente aos quais se atribui responsabilidade ao investimento e o custo ao valor do investimento que gerou essa receita.

 

Pela fórmula é fácil de perceber que, quando o resultado é positivo, quanto maior for o ROI, maior é a rentabilidade gerada pelo investimento, ou seja, maior é o valor dos rendimentos obtidos. Neste caso, cabe ao empresário definir um objetivo de ROI e decidir se a rentabilidade do seu investimento corresponde ou, em comparação com outros, escolher o mais vantajoso.

 

 

Por outro lado, pode acontecer que o ROI seja negativo se os ganhos obtidos não atingirem o valor do investimento, caso em que está a gerar prejuízo e será para abandonar ou proceder a ajustes drásticos.

 

Para facilitar, vejamos dois exemplos:

 

Exemplo 1

 

Imagine que investiu em ações de uma determinada empresa que lhe custaram 1.200 euros e que as vendeu dois anos depois por 1.600 euros. Neste caso, há uma causa-efeito muito clara e o ROI é fácil de calcular:

 

ROI = (1600 – 1200) / 1200 x 100 = 33,33 %

 

Se, por outro lado, as vendesse por 1.100 euros, o ROI seria negativo:

 

ROI = (1100 – 1200) / 1200 x 100 = – 8,33 %

 

Exemplo 2

 

Considere-se agora que fez um investimento numa ação de marketing para aumentar as suas vendas. Neste caso, terá de ter formas concretas de medir quais das suas vendas foram provenientes do valor investido na campanha, ou seja, se tiver vendido 20.000 euros, mas só 15.000 euros puderem ser associados à ação, será este valor que será tido em conta no cálculo.

 

Para que serve o ROI?

 

O ROI é um indicador de cálculo simples, mas bastante versátil e pode ser usado para uma variedade de casos. Por exemplo, permite avaliar o retorno em investimentos em ações de empresas, a rentabilidade dos investimentos em ações de marketing ou até antecipar o retorno esperado no investimento numa nova máquina ou numas novas instalações.

 

No espetro geral da empresa, o ROI possibilita também a avaliação da rentabilidade de toda a empresa, comparando os seus gastos com os rendimentos, bem como é uma ferramenta útil para que investidores decidam ou não apostar em determinado negócio.

 

Pelo facto de ser um indicador relativo (percentual), o ROI é muito usado para comparar investimentos diferentes entre si, de modo a que a parte interessada possa escolher o que trará mais rentabilidade.

 

Mais ainda, além de permitir fazer uma avaliação a posteriori, se existirem expectativas ou previsões do valor que poderá ser gerado pelos investimentos, calcular o ROI permite fazer simulações e ajudar a decidir se um investimento avança ou não, seja isoladamente ou em comparação com outros.

 

Vantagens de usar o ROI

 

As vantagens de usar o ROI como indicador de desempenho dos investimentos já estarão patentes acima, mas, de forma resumida, incluem:

 

  • é fácil de calcular e de interpretar, uma vez que são necessários apenas dois valores, a receita e o custo associado;
  • possibilita a comparação fácil de projetos dentro da mesma empresa ou entre diferentes empresas, por considerar tão poucos fatores e ser percentual;
  • permite uma análise detalhada das várias partes individualizadas de uma empresa, de modo a poder-se atuar nas menos rentáveis e cortar em gastos desnecessários;
  • facilita a tomada de decisões de investimento ao permitir analisar a rentabilidade prevista dos investimentos.

 

Limitações no uso do ROI

 

O facto de ser uma fórmula de cálculo tão simples implica que há algumas limitações no uso do ROI e que, portanto, só esta fórmula não será adequada a todas as decisões:

 

  • não considera a duração dos investimentos, ou seja, para um mesmo ROI, um pode gerar rendimentos no espaço de cinco anos, enquanto o outro pode demorar o dobro do tempo a dar o mesmo resultado;
  • não tem em conta a sazonalidade, o que implica que um ROI mais positivo num determinado período de tempo em relação a outro pode não ter a ver com condições internas, mas sim de mercado;
  • não considera os efeitos da inflação, essencial para avaliar a rentabilidade de investimentos de longo prazo;
  • o cálculo pode sofrer manipulações, porque o facto de serem necessárias apenas duas informações não implica que em cada uma delas não tenham de ser considerados diversos fatores (por exemplo, diversos custos), que não sejam igualmente tidos em conta por duas pessoas diferentes.

 

O bom desempenho do seu negócio é importante e deve usar as ferramentas certas

 

Saber a qualquer momento quais são as suas vendas e os seus custos nunca foi tão fácil como agora através do Jasmin.

 

O Jasmin é um software de gestão que funciona na cloud, em qualquer dispositivo e lugar, que lhe permite, além das transações diárias de faturação e compras, consultar de forma rápida e intuitiva os principais indicadores do seu negócio: as vendas e os custos atuais, o stock atual, o estado da sua tesouraria, os resultados líquidos e mais.

 

Além disso, com recurso a Inteligência Artificial e Machine Learning, o Jasmin dá-lhe insights sobre o futuro do seu negócio, proporcionando-lhe o auxílio de que necessita para projetar os resultados futuros.

 

O futuro fica mais próximo com o Jasmin. Não deixe o seu negócio de fora e experimente-o de forma gratuita.

6 formas para otimizar a gestão de cash flow este ano

Qualquer empresa pode ter as suas demonstrações financeiras bem feitas, equilibradas e até ter lucro no fim do período, mas a verdade é que, se não circular o capital correspondente às transações registadas, o negócio não tem condições para funcionar. Esse capital constitui o cash flow.

 

Em períodos tão atribulados como os que se têm vivido em toda a economia e as dificuldades acrescidas na gestão das empresas, torna-se ainda mais importante otimizar a gestão do seu cash flow e garantir que tem meios de manter a sua empresa competitiva.

 

O que é o cash flow?

 

O cash flow, que se traduz em português para fluxo de caixa, corresponde aos fluxos de entrada e saída de capital da sua empresa, que são registadas numa demonstração financeira chamada mapa de cash flow ou demonstração de fluxos de caixa.

 

Deste mapa constam todos os movimentos de entrada (recebimentos) e todos os de saída (pagamentos) de capital, em numerário ou depósitos à ordem, resultantes da atividade diária do negócio, bem como identificar as fontes desses movimentos.

 

A diferença entre as entradas e as saídas de cash flow originam:

 

  1. O cash flow positivo, quando as entradas são superiores às saídas;
  2. Ou o cash flow negativo, quando acontece o contrário e quando a empresa começa a estar em maus lençóis.

 

Cash flow positivo e lucro são coisas diferentes

 

O cash flow é uma métrica objetiva e real do estado das contas da empresa, uma vez que dá ao empresário uma visão concreta do seu estado financeiro e da sua capacidade de gerar liquidez para fazer face às suas despesas e necessidades de investimento.

 

o lucro é um valor contabilístico, nominal, apurado consoante os movimentos de vendas e gastos documentados da empresa, sem ter em conta os movimentos de entradas e saídas de dinheiro.

 

Por esse motivo, pode acontecer a uma empresa ter lucro no final do período, mas ter um cash flow negativo. Isto porque o facto de ter tido um grande volume de vendas e registar um resultado positivo não significa que já tenha recebido o montante respetivo.

 

Como otimizar a gestão do seu cash flow este ano

 

Muitos dos problemas na gestão de cash flow residem nas dificuldades em gerar liquidez que, por sua vez, advêm das dificuldades em gerir os recebimentos dos clientes. Afinal, estes são a primeira fonte de capital de uma empresa!

 

Agilize a receção das faturas pelos seus clientes

 

Deve fazer as faturas chegarem rápido ao seu cliente para que, do lado dele, entrem no sistema rapidamente para não haver desculpas, o que passa tanto pela rapidez na emissão quanto pela rapidez no envio.

 

Use um software que lhe permita eficácia e rapidez na emissão das suas faturas e envie-as por meio eletrónico, seja por e-mail, seja diretamente a partir do seu software de faturação – assim, além de ser um processo instantâneo, não há papel perdido pelo caminho.

 

Facilite os pagamentos por parte dos seus clientes

 

Aumentar o cash flow também passa por simplificar ao máximo o processo de pagamento para os seus clientes.

 

Se usar um método mais tradicional, como a transferência bancária ou o cheque, garanta que as informações de pagamento estão bem visíveis e não passam despercebidas, informando o cliente sobre as mesmas a priori. 

 

Para um procedimento ainda mais simplificado e rápido, pode optar por disponibilizar aos seus clientes métodos de pagamentos online (multibanco, PayPal, cartão de crédito e outros) nas faturas digitais, que lhe permitem fazer o pagamento em qualquer dispositivo, e sem precisar de mais informação que não uns poucos cliques.

 

Tenha um mapa de tesouraria permanentemente atualizado

 

Ter um mapa de tesouraria onde sejam registados todos os recebimentos e pagamentos efetuados e previstos no curto prazo é essencial para controlar tudo o que tem de receber e de pagar e respetivas datas, bem como perceber qual será a liquidez gerada pelo seu dia-a-dia. Deste modo, terá uma boa base para tomar decisões atempadas caso precise de, a qualquer altura, fazer ajustamentos.

 

Preveja as suas vendas de forma realista

 

Saber que vendas terá previstas para o futuro é meio caminho andado para uma boa gestão do cash flow e é dessa previsão sai o planeamento dos seus gastos e investimentos futuros para fazer o seu negócio crescer.

 

Bem sabemos que não tem uma bola de cristal para adivinhar, mas um bom princípio é começar pelo histórico da sua empresa e pelo crescimento ano a ano.

 

Tenha a informação do seu inventário em dia

 

É importante que perceba que itens do seu stock têm menos rotatividade para não cair no erro de encomendar mais quantidades que vai ter de pagar, mas que vão ficar em armazém muito tempo.

 

Por outro lado, é importante encontrar o equilíbrio entre ter em armazém o mínimo possível de stock e ter bons preços por parte dos fornecedores, que muitas vezes requerem quantidades mínimas para melhores condições.

 

Coordene os seus prazos médios de recebimento com os de pagamento

 

Equilibrar o cash flow também implica adiantar ao máximo os seus recebimentos e adiar o mais possível os seus pagamentos, de modo a ter sempre o capital de que necessita para os seus gastos e investimentos.

 

Por isso, negoceie com os seus clientes prazos de pagamento mais curtos, por exemplo, ao propor-lhe descontos de pronto pagamento ou pagamentos em duas tranches, uma antes de começar e outra quando terminar o serviço ou entregar o produto.

 

Do lado dos fornecedores, negoceie prazos de pagamento mais alargados sempre que possível – às vezes, o desconto e pronto pagamento não compensa o custo de poder ficar com a conta por pagar e com uma má relação com o fornecedor.

 

Otimize a gestão do seu cash flow com o Jasmin

 

O Jasmin é um software de gestão na cloud que traz diversas vantagens ao empresário preocupado em gerir o seu cash flow com cuidado. Além de lhe permitir enviar as suas faturas de forma digital e ágil, ainda lhe permite disponibilizar métodos de pagamento online para que o seu cliente pague com muito pouco esforço.

 

A gestão de tesouraria também fica simplificada com a emissão de recibos automáticos para os pagamentos online, bem como o acompanhamento do estado atual das suas contas bancárias e caixa. E mais: através de Inteligência Artificial e Machine Learning, o Jasmin fornece-lhe insights sobre o futuro do seu negócio com base no histórico.

 

Pode ver a evolução com os seus próprios olhos ao experimentar o Jasmin de forma gratuita!