O que são os juros de mora e como calculá-los?

A falta de pagamentos atempados e prazos esquecidos são o grande motivo da instabilidade na gestão da tesouraria das empresas. Quando estes atrasos na liquidação de prestações acontecem, as empresas ficam sujeitas ao pagamento de juros de mora.

 

Esta taxa é aplicada ao período de atraso de pagamento e acumulada ao valor a liquidar.

 

O que são os juros de mora?

 

Ao entrar em incumprimento no pagamento de um crédito, isto não só fica registado no seu historial de crédito, como acabará por pagar uma taxa extra que a instituição financeira pode exigir como compensação pelo atraso na liquidação de obrigações fiscais que tenha, que podem ser dívidas ao Estado ou empréstimos de entidades privadas. Isto são os juros de mora.

 

Estas penalizações referentes ao montante a pagar pela entidade devedora são uma forma de compensação à entidade lesada pelo atraso no pagamento da dívida. Assim, o valor destes juros acresce aos que já existia para liquidar.

 

Simultaneamente, esta taxa de juro varia conforme a classificação das entidades a quem é solicitado o empréstimo. Isto acontece porque as entidades públicas têm uma taxa diferente das entidades privadas.

 

Quais são as taxas aplicadas?

 

As taxas a aplicar relativas aos juros de mora de dívidas a entidades públicas são definidas anualmente pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública. Atualmente, segundo o Aviso n.º 369/2021, a taxa de juro em vigor a partir de 1 de janeiro de 2021 para as entidades públicas é de 4,705 %.

 

Quando se trata de entidades privadas, as taxas de juros de mora diferem. O que significa isto? Se, por um lado, as taxas dos juros de mora de dívidas ao Estado são definidas anualmente, por outro, se o atraso nas prestações for relativo a créditos a bancos, a Lei prevê uma taxa máxima para os juros moratórios, à qual se somam os restantes encargos.

 

Neste contexto, às taxas de juros aplicáveis a entidades privadas, poderá aplicar-se uma sobretaxa anual a ser acrescentada à taxa do contrato, até um máximo de 3%. Esta sobretaxa serve para proteger as famílias e os consumidores em dívida, bem como de práticas arbitrárias ou abusivas de juro.

 

Além desta taxa, as entidades lesadas podem ainda aplicar uma comissão de recuperação por cada prestação em atraso. Esta comissão só pode ser cobrada uma única vez e não pode ser superior a 4% da comissão, devendo variar entre os 12 euros e os 150 euros.

 

Como se calculam estes juros de mora?

 

Para calcular os juros de mora é obrigatório conhecer o valor em dívida, além do número de dias de atraso de pagamento. Se se trata de uma entidade pública, é essencial saber qual a taxa de juros de mora, mas, caso seja uma entidade privada, é fundamental conhecer a taxa anual nominal (TAN) do empréstimo que contraiu.

 

Dívida a entidade privada

 

A taxa de juros de mora é calculada através da soma da taxa de juros remuneratórios (TAN) com os 3% de sobretaxa anual definida.

 

Ou seja, imagine que tem uma dívida de 500 euros, em atraso há 20 dias, com uma TAN de 4%. A taxa de juros de mora = TAN + os 3% = 4% + 3% = 7%.

 

O total a pagar é, assim, o valor em dívida + os juros de mora (valor em dívida x taxa de juros moratórios / n.º de dias em atraso x 365) + comissão (valor em dívida x TAN).

 

Total a pagar = 500€ + (500€ x 7%/365 x 20) + (500€ x 4%)

 

Dívida a entidade pública

 

Caso tenha uma dívida de 500 euros, em atraso há 20 dias à Autoridade Tributária.

 

Total a pagar = (Montante em dívida x taxa de juros de mora) / 365 dias x nº de dias de atraso

 

Total a pagar = 500€ x 4,705% / 365 x 20

 

Evite os juros de mora e tenha a gestão da tesouraria sempre controlada

 

A gestão da tesouraria é crítica em qualquer negócio e fazê-la corretamente pode ser desafiante. Para superar os muitos desafios, é extremamente importante recorrer ao que há de mais moderno na tecnologia para automatizar os muitos (e muitas vezes manuais) fluxos de trabalho.

 

O Jasmin pode ajudá-lo a manter a tesouraria controladaantecipar cenários de risco e, de uma forma geral, tomar as melhores decisões.

 

Com uma forte componente de IA e Machine Learning, o Jasmin simplifica a gestão diária do seu negócio, aumentando a produtividade nas tarefas administrativas mais rotineiras, e isso inclui a gestão da sua tesouraria.

 

Experimente gratuitamente e sem compromisso o Jasmin Express!

Como gerir o fundo de maneio nas pequenas empresas

Quando falamos em problemas com gestão de tesouraria, falamos de um tema transversal a todas as empresas. Qualquer empresa, grande, média ou pequena, não importa quão positiva a sua viabilidade financeira seja, por motivos diversos, é passível de ter problemas financeiros que a impeçam de poder cumprir com os seus encargos – pagamentos ao Estado, de salários, de créditos ou a fornecedores, por exemplo. A situação parece-lhe familiar?

 

Não é preciso muito: basta um atraso ou falha no recebimento de um valor substancial de um cliente para desequilibrar toda a sua projeção de fluxos de caixa e, consequentemente, deixar um “buraco” no lugar do montante necessário para cumprir determinadas obrigações.

 

Ora, quando falamos em pequenas empresas, normalmente com as contas mais modestas, menos capacidade e/ou pessoal para lidar com as cobranças atempadas e menos poder negocial para com os fornecedores, com consequentes prazos mais apertados para pagamentos, estes problemas podem ter proporções ainda mais graves.

 

Se não tiver um mapa de cashflow que preveja estes desvios e não constituir um fundo de maneio que tenha em conta as necessidades e particularidades da sua empresa, poderá estar em maus lençóis.

 

O que é o fundo de maneio?

 

Por muito que tenha um conhecimento transversal da sua empresa e um planeamento bem executado, não consegue adivinhar o futuro, certo? Era ótimo, mas a realidade é que é muito difícil ter o controlo completo dos eventos futuros e a gestão de tesouraria não é isenta de incertezas, muito pelo contrário. Mas pode sempre tentar prevenir-se e atenuar os efeitos que as situações imprevistas podem ter. É aqui que entra o fundo de maneio.

 

O fundo de maneio consiste numa salvaguarda que todas as empresas devem ter e que lhes permite prevenir e minimizar os efeitos disruptivos dos referidos imprevistos e as consequentes falhas de tesouraria, gerando liquidez no curto prazo. Numa definição concreta, não é mais do que a capacidade que uma empresa tem de financiar o seu ciclo operacional e assegurar, no curto prazo, a sua atividade normal, traduzida pela diferença entre os ativos circulantes e os passivos circulantes. Simplificando, o fundo de maneio é calculado através da seguinte fórmula:

 

Fundo de maneio = Ativo corrente – Passivo corrente

 

Trocando por miúdos, o ativo corrente inclui todos os valores que a empresa espera que gerem entradas financeiras no curto prazo, como as dívidas de clientes, as existências e as disponibilidades de caixa; já o passivo corrente representa todos os encargos a serem pagos no mesmo espaço temporal, como as dívidas a fornecedores, impostos, salários ou empréstimos bancários.

 

O fundo de maneio permite saber o estado da saúde operacional da empresa, no sentido em que um fundo de maneio negativo significa que a empresa não terá fundos para manter a sua atividade operacional, havendo falha de liquidez.

 

Formas de controlar o seu investimento em fundo de maneio

 

Existem muitas medidas que pode tomar para controlar e reduzir as suas necessidades de fundo de maneio, sendo que estas variam muito não só de empresa para empresa, como também na própria empresa ao longo do tempo. Idealmente, e tendo em conta a fórmula de cálculo, a sua empresa deveria receber no mínimo tempo possível e pagar no máximo tempo possível, mantendo as existências num valor mínimo.

 

Abaixo apresentamos as três medidas principais para reduzir o seu investimento em fundo de maneio, aquelas que mais diretamente afetam a sua atividade, especialmente se gere uma pequena empresa.

 

Controle os prazos de recebimento

 

Quanto mais tempo as dívidas demorarem a ser cobradas, maior será a necessidade de investimento em fundo de maneio. Este é, talvez, o “calcanhar de Aquiles” de grande parte das empresas, e não só das mais pequenas: a eficiência nas cobranças de dívidas. Nenhuma empresa pode fazer uma fatura e esperar receber o montante automaticamente à data do vencimento; é importante saber quais são os seus clientes mais cumpridores e quais os que precisam mais do seu esforço para receber o montante em dívida e ter isso em consideração para o fundo de maneio.

 

Contudo, há algumas medidas que pode tomar para facilitar este processo. Por exemplo, seja claro quanto aos prazos de pagamento aquando da entrega do seu orçamento e faça questão de que essa e outras condições sejam claras no contrato ou na fatura; pode até negociar com o seu cliente um desconto de pronto pagamento para adiantar o recebimento. Por outro lado, seja veloz na emissão da fatura para que não haja pretextos para atrasos e facilite o processo de pagamento ao seu cliente, pois, quanto menos entraves ele encontrar, mais predisposto vai ficar para lhe pagar.

 

Controle os prazos de pagamento

 

Como referido, quanto mais alargados forem os prazos de pagamento a fornecedores, menor será a necessidade de investimento em fundo de maneio. Para uma pequena empresa, principalmente se estiver a começar, conseguir prazos de pagamento alargados será possivelmente mais complicado, não só pela falta de confiança, como também pela necessidade de liquidez do fornecedor – como uma pequena empresa necessitará, possivelmente, de comprar quantidades menores, por vezes, poderá ter de recorrer a fornecedores que, em si, também são pequenas empresas.

 

Alternativamente, se a sua posição de tesouraria permitir, pode tentar negociar descontos de pronto pagamento e, assim, reduzir o peso dessas faturas nas suas despesas.

 

Controle as quantidades de stocks

 

Tendo em conta a fórmula de cálculo, o ideal seria manter os níveis de inventário – desde matérias-primas a produtos acabados – no estritamente necessário. Claro que é mais fácil dizer do que fazer, pois não depende só da sua empresa. Grande parte das vezes, depende dos seus fornecedores, que exigem quantidades mínimas para produzir algo, ou cujos preços variam com a quantidade e, para obter melhor preço, necessita de encomendar uma quantidade superior. Tenha em atenção se o desconto de quantidade compensa o custo de manutenção e financiamento das quantidades extra de stock.

 

Numa pequena empresa, pode tentar produzir conforme as necessidades ou encomendas. Numa empresa industrial, por exemplo, se não conseguir melhor negócio junto dos fornecedores de matérias-primas, pode tentar reduzir o stock de produto acabado e, assim, reduzir o custo da mão-de-obra necessária. Mas atenção: principalmente ao trabalhar com quantidades de stock inferiores, é muito importante ter sempre na ponta da língua as existências para que não lhe falhe nada.

 

O Jasmin ajuda-o na gestão de fundo de maneio

 

Se tem uma pequena ou média empresa, o Jasmin é o software de gestão para si. Funciona na cloud de forma a que possa ter à mão toda a informação de que necessita, a toda a hora, em qualquer lugar.

 

Com integração de orçamentos e encomendas, não precisa de deixar nenhum cliente à espera, pois o Jasmin permite-lhe fazer uma fatura em poucos minutos, ao importá-la do orçamento aprovado, e enviá-la diretamente para o email do cliente. Além disso, com o módulo de pagamentos online, permite-lhe adiantar os seus recebimentos, oferecendo ao seu cliente várias opções para proceder ao pagamento da sua fatura em poucos cliques, seja por multibanco, por PayPal ou por cartão de crédito.

 

Graças à sua forte vertente de inteligência artificial, o Jasmin permite-lhe também inserir todas as despesas em pouquíssimo tempo, bastando importar uma fotografia da fatura original, pelo que não há desculpa para não ter sempre as despesas atualizada. E, melhor, como está tudo na cloud, essa informação está à distância de um simples smartphone.

Adira ao Jasmin sem custos e veja tudo o que ele pode fazer por si!

O que é o Agile e porque deveria usar esta metodologia?

O Agile é um conceito global que ajuda as empresas a projetar e construir o produto certo. Com origem na indústria de IT, é uma buzzword que descreve um método alternativo de desenvolvimento de software.

 

À medida que o mundo se altera – especialmente todo o ecossistema dos negócios –, também os métodos de trabalho sofrem mudanças significativas, nomeadamente nas formas de organizar, analisar e desenvolver projetos. Aqui, surge a metodologia Agile.

 

O que é a metodologia Agile?

 

Dificuldades em cumprir prazos, falta de integração entre os colaboradores e a equipa, requisitos do produto diferentes do pedido originalmente. Na gestão de projetos é comum enfrentar estes desafios. Pensada para desenvolver projetos que exigem rapidez e flexibilidade, a metodologia Agile já se converteu numa filosofia de trabalho e organização.

 

Responder aos pedidos dos clientes de forma dinâmica, com grande flexibilidade e alta produtividade não é uma tarefa simples. A metodologia Agile surge como uma alternativa aos obstáculos enfrentados pelo desenvolvimento de software com a utilização de técnicas de gestão tradicionais.

 

Este modelo assenta numa abordagem interativa. Caracteriza-se por dividir cada projeto em pequenas partes que devem ser completadas semanalmente – ou em curtos períodos de tempo. Assim, torna-se mais simples compreender prioridades e introduzir mudanças no desenvolvimento do projeto, caso seja necessário.

 

Trata-se, no fundo, de um modelo de trabalho em equipa, pensado para levar a cabo projetos organizados segundo os objetivos e necessidades dos clientes.

 

Agile: da indústria de software para o universo da gestão

 

Este modelo surgiu em 2001 pelas mãos de 17 developers que tinham em vista resultados tangíveis, com a implementação de novos processos e técnicas de trabalho. Surge, então, o manifesto Agile, um modelo que promove a planificação, os resultados e a melhoria contínua.

 

Os 4 valores do manifesto Agile

 

  • Valorizar mais indivíduos e interações ao invés de processos e ferramentas;
  • Valorizar o software em funcionamento ao invés da documentação abrangente;
  • Valorizar a colaboração com o cliente ao invés da negociação de contratos;
  • Valorizar a resposta à mudança em vez de seguir um plano.

Daqui, foram criados 12 princípios de desenvolvimento de software com base na metodologia Agile:

 

  1. Proporcionar satisfação ao cliente, fornecendo, continuamente, software com valor;
  2. Aceitar sempre as mudanças de requisitos, não importa em que estado se encontre o projeto;
  3. Entregar software funcional no menor período de tempo possível;
  4. Tanto os developers como os gestores devem trabalhar juntos, diariamente, durante toda a duração do projeto;
  5. A informação é melhor transmitida entre as partes em conversas presenciais;
  6. Motivar as pessoas a desenvolver o projeto, criando um ambiente de apreciação e autonomia necessários;
  7. O software em funcionamento é a principal medida de progresso;
  8. O processo Agile promove o desenvolvimento sustentável;
  9. A atenção contínua à excelência e qualidade no desenvolvimento técnico e design aumentam a agilidade;
  10. Simplicidade é uma parte vital da gestão ágil eficaz;
  11. Equipas auto-organizadas produzem melhor arquitetura, requisitos e design;
  12. As equipas devem refletir através de inspeção e adaptação para serem mais efetivas.

Utilização sem fronteiras

 

As fronteiras das empresas de desenvolvimento de software foram ultrapassadas, pouco tempo após a publicação do manifesto e a consolidação da metodologia Agile. Hoje, as técnicas, pressupostos e filosofias deste método são aplicados em empresas de diversas outras áreas.

 

A popularização do Agile acabou, então, por criar subtipos para a gestão “ágil”, cada um com as suas particularidades: os “frameworks” ágeis.

 

Algumas “frameworks” utilizadas nas organizações

 

Como fruto dos valores e pressupostos da metodologia Agile, surgiram novas ferramentas – mais específicas – que assentam nos princípios ágeis e podem ser implementados em equipas ou empresas que querem adotar a metodologia Agile. Por essa razão, é fundamental que estes princípios sejam adaptados à realidade de cada departamento ou organização. Estes são os frameworks mais comuns:

 

Scrum

 

A metodologia Scrum caracteriza-se pela inovação, flexibilidade, competitividade e produtuividade. Estas são as características chave de uma metodologia que se baseia numa estrutura de desenvolvimento incremental. Assente no Scrum, o projeto desagrega-se em pequenas tarefas que se dividem em três etapas: análise, desenvolvimento e teste.

 

Kanban

 

A metodologia Kaban consiste na estrutura de um quadro ou diagrama com três colunas onde estão refletidas as tarefas pendentes, as tarefas em progresso e as tarefas terminadas. Este quadro deve estar disponível para todos os colaboradores da equipa para que todos tenham conhecimento do estado das tarefas. Além de se adaptar a quase todos os tipos de projeto, esta metodologia potencia a produtividade e eficiência da equipa.

 

Design Sprint

 

Esta framework consiste num processo de cinco dias, no qual devem ser resolvidas todas as questões relacionadas com o design, protótipo e teste do produto. O objetivo passa por reduzir o trabalho de meses em poucos dias para que, ao terminar, seja possível obter toda a informação necessária para saber se o produto ou serviço está pronto para ser lançado ao mercado.

 

Quais as vantagens da metodologia Agile?

 

Além de se distanciar das tradicionais formas de gestão, desenvolvimento e implementação de projetos, a metodologia Agile apresenta outros benefícios:

 

Versatilidade

 

A organização do trabalho está orientada à concretização de objetivos reais e tangíveis. Desta forma, a equipa entrega a solução “pouco a pouco” e de forma contínua.

 

Transparência

 

O processo é 100% transparente, sendo que o cliente tem o controlo em todos os momentos, estabelecendo prioridades ou possíveis alterações.

 

Qualidade

 

Os erros reduzem-se ao mínimo, tendo em conta que a análise de todas as etapas é realizada com maior frequência, melhorando a experiência e a qualidade do produto.

 

Compromisso

 

Apesar de ser realizado um processo de trabalho autónomo, a metodologia Agile envolve o trabalho em equipa. Isto impulsiona o compromisso de todos no mesmo projeto.

 

Produtividade

 

Com maior dinâmica e processos ajustados à realidade empresarial, são definidos objetivos e prazos concretos, o que melhora, significativamente, a produtividade.

 

Gestão mais ágil, resultados otimizados

 

Além de uma organização estratégica de processos, é fundamental ter sempre todas as ferramentas necessárias para simplificar e automatizar a gestão do negócio.

 

Flexibilidade, produtividade, consistência e mobilidade são, hoje, as palavras de ordem para conduzir o negócio a outros patamares de sucesso. Para isso, é fundamental não descurar a gestão administrativa. O Jasmin, um software de gestão cloud, é o parceiro ideal para atingir as metas e objetivos de negócio.

 

A qualquer hora e em qualquer lugar, o Jasmin controla todos os aspetos do negócio, desde a faturação ao acompanhamento das contas correntes. E além de responder a todas as obrigações legais e fiscais, é grátis para quem está a começar.

 

Experimente o Jasmin Express e tenha todas as ferramentas para a gestão do seu negócio na mão.

 

Como melhorar a gestão de despesas do seu negócio?

Quando o objetivo é ter um negócio rentável e valorizado, a gestão de despesas tem de ser uma preocupação primordial. Um volume de faturação elevado no seu negócio não serve para nada se tem mais do que esse valor em despesas e/ou não está a atingir uma margem de lucro que lhe permita subsistir.

 

Neste artigo, deixamos algumas boas práticas para que consiga não só ter conta de todas as suas despesas, como também implementar meios de as reduzir, quando necessário, começando a traçar um caminho certo em direção à rentabilidade.

 

Porque é importante ter uma gestão de despesas eficiente?

 

A quantidade de despesas necessárias à manutenção de um negócio é grande e, se não forem geridas, de preferência, de forma eficiente, é muito fácil perder-lhes o rasto – e, se for o caso de ter contratos assinados, podem ser difíceis correções imediatas.

 

Quando se fala em despesas, é importante ter em consideração não só as previsíveis do dia a dia, mas também as imprevistas (como multas, por exemplo) e aquelas que derivam de obrigações fiscais, que, por sua vez, só podem ser previstas se tiver controlo sobre as suas receitas e despesas. 

 

Ter uma gestão de despesas eficiente é importante por vários motivos:

  • ajuda a ter controlo mais apertado sobre a gestão financeira da empresa;
  • permite identificar áreas em que as despesas podem ser reduzidas ou são desnecessárias, podendo ser eliminadas;
  • permite tomar decisões mais rápidas, com base em informação em tempo real (ou quase real), em relação à eliminação de despesas ou a respetiva realocação;
  • assegura que as políticas de gastos da empresa são cumpridas, evitando o excesso de despesas;
  • contribui para o aumento a rentabilidade do negócio.

 

Como melhorar a sua gestão de despesas

 

A gestão de todas as despesas pode ser uma tarefa bastante complexa – ou seria, se não existissem algumas boas-práticas que pode adotar para o seu negócio para uma gestão ágil, precisa e eficiente.

 

Estabelecer uma política de gastos

 

Definir e comunicar uma política clara, bem como reforçar a necessidade do seu cumprimento, é um passo certo em direção a uma boa gestão de despesas, já que dá aos colaboradores envolvidos um guia de regras para poderem seguir.

 

Esta política deve incluir tanto as despesas que são aceites e as que podem ser reembolsadas quando suportadas pelos funcionários (sem esquecer as normas tributárias), como as que não o são, como despesas pessoais, por exemplo. Além disso, deve definir quais os trâmites necessários, se for o caso, para ser solicitada a aprovação das despesas ao departamento financeiro.

 

Categorizar as despesas

 

Gerir todas as despesas de um negócio requer saber de que despesas se tratam. A melhor forma de conseguir um controlo mais aprimorado é categorizá-las, dividindo-as em rubricas claras – pode, inclusivamente, dividir por tipo de despesa e por área da empresa.

 

Esta categorização permite não só ter os seus dados financeiros mais organizados, como também lhe servirá de base para fazer uma orçamentação mensal e anual. Assim, poderá mais facilmente perceber onde está a ser gasto o dinheiro e identificar em que rubricas/áreas pode poupar, seja por decréscimo ou por realocação estratégica.

 

Por outro lado, ao ter categorias de despesas claras, será mais fácil o estabelecimento de uma política de gastos que todos percebam e cumpram.

 

Manter um registo atualizado das despesas e recolher os respetivos documentos

 

Uma gestão de despesas eficiente tem de contar com um registo permanentemente atualizado de todos os valores gastos, bem como com a presença de todas as faturas e outros comprovativos. Assim, é-lhe possível saber a qualquer momento se estas estão dentro do planeado e se a política de gastos está a ser cumprida, ao mesmo tempo que garante que não haverá problemas fiscais e contabilísticos no seu registo.

 

Fazer uma análise regular das despesas feitas

 

Nenhum negócio em funcionamento é estático, o que significa que o que é realidade hoje pode não ser dentro de uns meses. Para manter as suas despesas adequadamente geridas, é importante que avalie regularmente a sua pertinência em função dos objetivos estratégicos da empresa, o que, mais uma vez, tem de ter em conta não só o tipo de despesa como a área a que esta está alocada.

 

Pela mesma lógica, o mercado também muda e é importante reavaliar os preços e os fornecedores em busca de soluções mais vantajosas ao seu negócio.

 

Automatizar o registo e o reporte de despesas

 

Se o objetivo é não perder noção das despesas em que o seu negócio incorre, conhecendo-as por categoria e de forma atualizada, podendo extrapolar dados para análises e possíveis correções, o melhor é largar os registos manuais e automatizar o seu registo e reporte com um software de gestão.

 

Especificamente, o software de gestão Cegid Jasmin permite registar todas as despesas, gastos e compras de forma organizada e centralizada, inclusivamente através da simples submissão de uma fotografia do documento original. Isto com ligação à gestão de tesouraria, para que não só saiba a qualquer momento quais as despesas registadas por categoria, como também quais delas estão efetivamente liquidadas.

 

Com o Cegid Jasmin pode extrair mapas de despesas e receitas por rubrica ou, em alternativa, emitir demonstrações de resultados para uma análise mais abrangente, tendo em conta todas as facetas do seu negócio, incluindo vendas e compras de inventários.

 

Mais ainda, como funciona na cloud e permite acesso a vários utilizadores, a qualquer hora, todas as partes envolvidas na gestão de despesas têm acesso à mesma informação atualizada.

 

Não perca mais tempo e comece desde já a gerir as suas despesas eficientemente: pode experimentar o Cegid Jasmin gratuitamente até atingir 30.000 euros de faturação!

Big Data Analytics: o que é e porque é importante?

A cada dia que passa, são cada vez mais os dados produzidos a nível mundial. De forma a tirar maior proveito para a organização de toda a informação, é importante saber medi-los e interpretá-los para compreender o passado, interpretar o presente e prever o futuro, tarefa essa entregue ao Big Data Analytics.

 

O que é o Big Data?

 

O Big Data é um conceito que começou a ganhar força em 2000, quando a Google e a Yahoo começaram a usar este recurso para melhorar as suas plataformas e aumentar o alcance.

 

De forma resumida, descreve a quantidade e complexidade de dados estruturados e não estruturados que são gerados e armazenados a cada segundo (como logs de acesso, email, localizações, dados de redes sociais,entre outros) e que podem ser analisados e interpretados para para retirar insights que poderão apoiar a decisão estratégica nos negócios.

 

De forma a tirar valor desses dados, o Big Data centra-se em algumas bases conhecidas como os 5 V’s:

 

  • Volume – O Big Data permite um armazenamento de grandes volumes de informação com origem em várias fontes como sensores, dados comerciais, dados de redes sociais, entre outros.
  • Velocidade – Todos os dados recolhidos devem ser analisados com o máximo de velocidade possível de modo a apoiar a tomada de decisão no momento certo.
  • Variedade – No Big Data são recolhidos uma grande quantidade de dados, com origem em várias fontes, que necessitam de ser estruturados e organizados.
  • Veracidade – Este pilar refere-se aos dados captados da dinâmica humana, como motores de pesquisa e redes sociais, uma vez que são entendidos como interações reais.
  • Valor – O Big Data tem a capacidade de distinguir dados e informações que apresentam um maior volume para o negócio.

Big Data Analytics – O que é?

 

O Big Data Analytics é o estudo de uma grande quantidade de dados com o objetivo de retirar padrões de comportamento, descobrir correlações desconhecidas, conhecer as tendências do mercado e descobrir as preferências dos consumidores.

 

Para isso, são usados modelos preditivos, algoritmos estatísticos e análises realizadas por sistemas analíticos de grande desempenho que permitem recolher, armazenar, processar, analisar e descobrir padrões nos dados recolhidos.

 

Tipos de Big Data Analytics

 

Quando falamos de Big Data Analytics, existem quatro tipos que devemos considerar:

 

  • Análise descritiva – Esta é a técnica que ocupa mais tempo na análise e que transmite um menor valor. Através desta análise, é possível perceber o que aconteceu no passado e ter uma ideia das tendências a explorar no futuro. Este é um tipo de análise focado em comparações e descrições e que pode ser útil para detetar padrões ou segmentar alguns dados.
  • Análise de diagnóstico – Quando se pretende saber porque algo aconteceu, este é o método correto a utilizar, pois permite analisar os indicadores de Churn (taxa de desistência dos clientes) ou tendências de utilização de um produto/serviço.
  • Análise preditiva – Esta é o tipo de análise mais utilizada. Através do uso de modelos preditivos, consegue prever o que irá acontecer em cenários específicos no futuro. Permite, por exemplo, perceber quais os melhores produtos a comercializar ou o risco de perda de cliente.
  • Análise prescritiva – Considerada a mais valiosa, mas também a análise menos usada, a prescritiva é aquela que consegue transmitir mais valor para a organização. É baseada em procedimentos autónomos ou testes A/B e sugere processos que permitem tirar o máximo proveito/valor do caso analisado. Consegue prever, por exemplo, o melhor local num website para colocar um banner, qual a próxima ação para retenção do cliente ou qual o melhor posto de abastecimento para utilizar caso se pretenda fugir ao trânsito.

Vantagens de utilizar o Big Data Analytics

 

Ao utilizar um dos tipos de Big Data Analytics, as organizações poderão beneficiar das seguintes vantagens:

  • Redução de custos – A utilização de serviços cloud baseados em Big Data, permite reduzir os custos associados ao armazenamento de grandes quantidades de ficheiros na organização.
  • Melhoria do processo de decisão – Através do Big Data Analytics, os decisores poderão ter à sua disposição uma grande quantidade de dados resultantes da análise do histórico e da previsão de futuras ações.
  • Melhorar ou criar novos produtos e serviços – Através da análise das tendências e das necessidades dos clientes, as empresas podem melhorar ou desenvolver novos produtos e serviços otimizados para oferecer real valor ao seu público-alvo específico.
  • Deteção de fraude – O Big Data Analytics é também muito utilizado por instituições financeiras para prevenir as fraudes.

Num mundo cada vez mais repleto de dados, o Big Data Analytics será uma das ferramentas chave para o crescimento das organizações, para a melhoria da relação com o cliente e para o melhoramento dos produtos ou serviços.

 

Antes de tomar uma decisão, o gestor pode ter na sua posse o desfecho de todos os cenários possíveis, permitindo minimizar o risco de erro e aumentar a probabilidade de sucesso de cada ação.

 

A pensar nisso, o Cegid Jasmin lançou um conjunto de insights de negócios que apoiam os empreendedores na apoio à tomada de decisão – produz informação que aumenta a perceção do gestor sobre o que está a acontecer. É a informação a vir ter consigo em vez de ter de ir à procura, sem esforço.

 

Comece já a tomar melhores decisões para o seu negócio: experimente já o Cegid Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa.

Nota de crédito vs nota de débito: sabe o que são e para que servem?

Fatura errada. E agora? É preciso emitir uma nota de crédito. Mas como, quando e para quê?

 

Se, por um lado, a faturação é um processo crucial em qualquer negócio, por outro, está a tornar-se cada vez mais simples, devido à forte aposta em plataformas de faturação que automatizam muito do que, outrora, era feito manualmente. Contudo, existem sempre casos em que há a necessidade de retificar uma fatura. E como resolver estas questões? Recorrendo à nota de crédito ou nota de débito.

 

Mas, então, qual é a grande diferença entre a nota de crédito e a nota de débito? Ambos os documentos servem para corrigir faturas já emitidas, mas cumprem objetivos diferentes. Conheça as principais características de cada uma e as principais diferenças.

 

O que é a nota de crédito?

 

No sentido literal significa que é utilizada para dar crédito ao cliente. Trata-se de um documento comercial com força legal usado para eliminar totalmente o valor de uma fatura já emitida, uma parte desse valor ou para fazer apenas correções nos dados de emissão da fatura.

 

A nota de crédito deve ser impressa em duplicado e enviada para o cliente. Este duplicado deve ser assinado e devolvido pelo cliente ao vendedor para que possa ser inserida no registo contabilístico.

 

Quando deve ser emitida?

 

A emissão de uma nota de crédito deve ser realizada em várias situações. Por exemplo:

 

  1. Quando ocorre um erro no preenchimento da fatura

Ou seja, quando existe a necessidade de corrigir algum – ou vários – dados, deve ser emitida uma nota de crédito no valor total da fatura, de forma a anulá-la. Posteriormente deve ser emitida uma nova fatura com a informação correta.

  1. Quando existe uma troca de produtos

Nas situações que o cliente pretende trocar um produto, deve ser emitida uma nota de crédito referente aos produtos que serão trocados e emitida uma nova fatura.

  1. Em situações de devolução de produtos

Sempre que o cliente devolve um produto deve ser emitida uma nota de crédito no valor desse produto.

O que deve incluir uma nota de crédito?

As notas de crédito devem conter as seguintes informações:

  • Data de emissão;
  • Numeração sequencial de acordo com o programa de faturação;
  • Informações sobre o comprador;
  • Informações sobre o vendedor;
  • O motivo da sua emissão (devolução de produto, troca, inclusão de NIF, nome ou outro dado na fatura);
  • A fatura que está a ser retificada.

As notas de crédito só são necessárias no caso de já ter enviado a fatura ao cliente, e de este já a ter registado para efeitos contabilísticos. No caso de se ter enganado na fatura, por exemplo, e não a ter enviado ainda, pode simplesmente anulá-la e emitir uma nova.

 

Então, qual a diferença entre uma nota de crédito e uma nota de débito?

 

A confusão instala-se quando percebemos que tanto a nota de crédito como a nota de débito são utilizadas para retificar faturas. Neste caso, quais são as diferenças?

 

Se por um lado a nota de crédito é utilizada para modificar dados na fatura, por outro, a nota de débito tem como objetivo corrigir aspetos relacionados com o IVA nas faturas.

 

A nota de débito é, no fundo, um documento retificativo que permite corrigir o valor de uma determinada fatura, quando o IVA não tiver sido aplicado ou para aplicar uma taxa de IVA diferente da que tinha sido aplicada originalmente. Por exemplo, se uma fatura for emitida sem taxa de IVA de 23% sobre um determinado produto, pode ser usada uma nota de débito para corrigir esse erro.

 

Como emitir notas de crédito com poucos cliques

 

Agora que sabemos como funcionam as notas de crédito, como é que se emitem? Com programas de faturação é simples! Por exemplo, com o Cegid Jasmin, um software de gestão cloud , pode emitir notas de crédito em poucos segundos. Como? Veja como criar uma nota de crédito ou débito em vendas e como retificar uma fatura pendente com nota de crédito ou débito.

 

Com o Cegid Jasmin pode trabalhar a qualquer hora e sem limitações geográficas. Acede a todos os dados em tempo real e controla a tesouraria, as despesas, monitoriza as compras, inventário e armazéns. Trata de todas as questões comerciais de forma ágil e ainda acompanha a tesouraria. Tudo num único software.

 

Precisa de ver para crer? Então experimente já a versão grátis. 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa!