Social commerce: como transformar os canais sociais em vendas

Aliar o melhor do e-commerce às redes sociais resulta no que hoje chamamos de social commerce.

 

No fundo, a essência do social commerce é esta: o processo de vender os produtos diretamente nas redes sociais. Imagine: está a navegar no Instagram e uma marca de moda que segue publica uma story a anunciar uma nova linha de roupa. Nessa publicação está um sticker que diz “Shop now”. Ao clicar, está a adicionar ao carrinho os artigos que chamaram a sua atenção.

 

Acaba, então, de tirar partido do social commerce. Porque não apostar neste modelo de negócio para a sua marca? É simples, ágil, intuito apelativo e – o mais importante – está na moda.

 

Porque apostar no social commerce?

 

As medidas de distanciamento social impostas expuseram a importância de ter múltiplos canais de venda e o social commerce, também conhecido como Social Selling, é mais importante que nunca.

 

As redes sociais são, cada vez mais, palco para a promoção das marcas e também para a venda de produtos e serviços. De forma simplista, o social commerce consiste na integração do e-commerce nas redes sociais para a promoção de marcas, mas também para aumentar as vendas. Contudo, é bem mais do que só isso.

 

O grande objetivo é vender, mas também se pretende criar buzz em torno da marca. Como? Colocando os consumidores a falar dela, idealmente de forma positiva.

 

  • O social commerce torna a experiência de compra numa experiência social, transformando-a numa forma muito mais interativa de fazer compras.
  • Minimiza a fricção no momento da compra, facilitado a jornada desde a procura à compra: o consumidor vê o post, clica e compra.
  • É o local onde os Millenials e a Geração Z estão: se o target são consumidores entre os 18 e os 35 anos, eles já estão online e prontos para comprar enquanto fazem scroll.

 

Como funciona?

Com o social commerce, toda a experiência de compra – desde a descoberta e pesquisa do produto até o processo de check-out – ocorre diretamente numa rede social.

 

Uma coisa é certa: o social commerce é o ato de utilizar as suas contas das redes sociais para vender os produtos aos clientes. Mas, quando implementado da melhor forma, oferece aos consumidores uma maneira simples de procurar e comprar produtos online, sem sair da rede social. Mas como tirar o máximo partido dos canais sociais para aumentar as vendas?

 

Como transformar as redes sociais em canais de vendas?

 

Quando se trata de ferramentas para agradar o cliente que pode usar para vender nas redes sociais, o Instagram e o Facebook estão a liderar o mercado. São estas as redes onde deve concentrar os seus recursos.

 

Loja do Facebook

 

Tire Partido da sua Business Page do Facebook para partilhar novidades e conectar-se com os seguidores. E porque não utilizar esta rede para vender artigos? As lojas do Facebook – Facebook Shops – são personalizáveis. Escolha os artigos a vender e personalize as fontes, as imagens e as cores de acordo com a imagem da sua marca.

 

Loja do Instagram

 

Vender no Instagram significa tirar partido de um conjunto de funcionalidades que permitem que as pessoas comprem facilmente através de fotos e vídeos da sua marca. Os perfis profissionais podem criar uma página de loja personalizável que atua como uma coleção selecionada de produtos à venda. Cada produto obtém sua própria página de detalhes, apresentando preços e descrições detalhadas.

 

Mas além do Facebook e Instagram há outras redes sociais para entrar na era do social commerce. O Pinterest ou o Snapchat são dois dos exemplos.

 

Dicas para tirar o máximo partido do social commerce

 

Interaja com os seus seguidores

 

Para criar uma ótima experiência de social commerce, a parte “social” não pode ficar esquecida.  

 

Não pode simplesmente colocar o seu catálogo nas redes sociais e esquecê-lo. Responda a perguntas, ofereça conteúdo interessante e de valor, seja humano e autêntico.

 

Pense de forma estratégica

 

No social commerce está a tirar partido de um lugar na primeira fila para o seu público. Aproveite-o ao máximo.

 

Fique de olho nos comentários e partilhas e responda quando necessário. Estude o seu público e as melhores formas de publicar, incluindo as melhores horas.

 

Incentive reviews

 

Um comentário pode ser decisivo no momento da compra. Se tem um artigo com o qual as pessoas estão satisfeitas, peça que ajudem a divulgá-lo.

 

Depois de obter alguns comentários positivos, partilhe-os nas redes sociais de formas criativas, por exemplo, criando um carrossel de comentários positivos.

 

Segmente o seu alcance

 

Aproveite o poder dos dados disponíveis para colocar os seus artigos na frente das pessoas certas.

 

Aposte nas redes sociais e tire o máximo partido do social commerce

 

Os consumidores já estão a comprar nestes canais sociais. O desafio é apostar nas ferramentas certas para conseguir responder da mesma forma: uma plataforma que integre com múltiplos canais de venda, simplificando processos como a faturação, o controlo de stock ou a gestão de preços e artigos.

 

E essa ferramenta já existe. O Jasmin é um software de gestão que integra os vários canais de distribuição num único local e torna a faturação, a gestão logística e o controlo comercial mais simples e ágil.

 

E com um POS para negócios de comércio e retalho que funciona online e offline é mais simples conseguir um serviço de excelência! Com o Jasmin, além de garantir a máxima rapidez das operações em loja, ao usufruir de uma gestão totalmente integrada das várias lojas e dos canais de venda, deixa de se preocupar com contagens de artigos, contas complicadas de gestão de campanhas promocioanis e com as dores de cabeça da gestão de caixa. 

 

O Jasmin garante:

 

  • Gestão centralizada dos pontos de venda e do negócio online
  • Gestão das operações a partir de qualquer lugar e dispositivo
  • Rapidez e fluidez de trabalho com o sistema de POS online e offline
  • Controlo eficiente das compras e dos stocks
  • Flexibilidade na definição de preços
  • Rigor na gestão de caixa
  • Cumprimento de todos os requisitos legais e fiscais
  • Integração com outras plataformas de e-commerce
  • Informação de apoio à gestão do negócio

O que são as retenções na fonte para os trabalhadores independentes?

Se está a pensar em abrir uma atividade como trabalhador independente, vai precisar de saber muito bem quando é que os seus rendimentos serão sujeitos a retenções na fonte. Isto porque, não estando isento, as retenções na fonte farão parte do seu dia-a-dia e deverá contar com uma pequena percentagem a menos nos seus recebimentos – a parte que será retida pelo seu contratante. Perceba neste artigo do que se tratam.

 

O que são as retenções na fonte?

 

As retenções na fonte são um montante entregue mensalmente ao Estado por trabalhadores independentes, trabalhadores dependentes e algumas empresas a título de adiantamento do imposto sobre o rendimento (IRS, no caso de pessoas singulares, e IRC, no caso de pessoas coletivas).

 

A designação de “retenção na fonte” advém do facto de os contribuintes sujeitos não pagarem diretamente este montante. Pelo contrário, os trabalhadores não chegam a receber o valor: o empregador ou adquirente entrega ao trabalhador ou prestador o valor devido depois de reter essa percentagem. Depois, é da responsabilidade deste a sua entrega mensal ao Estado.

 

No caso dos trabalhadores dependentes, o empregador trata de todo o processo de fazer as retenções na fonte devidas aquando do processamento salarial. Já no caso dos trabalhadores independentes ou empresas, cabe a si a indicação da sujeição a retenção na fonte no documento de venda, seja emitido no Portal das Finanças ou num software de faturação.

 

Feito o balanço aquando do apuramento do imposto, o acumulado dos valores pagos a título de retenções na fonte é deduzido, tendo o contribuinte de pagar apenas o restante ou, por outro lado solicitar o reembolso, quando fez pagamentos em excesso.

 

Para que servem as retenções na fonte?

 

Os impostos sobre o rendimento são apurados uma vez por ano, mediante as respetivas entregas das declarações de rendimentos. Por este motivo, se os contribuintes tivessem de pagar todo o imposto de uma só vez, este poderia ser um montante incomportável.

 

As retenções na fonte servem para suavizar o pagamento deste imposto através de adiantamentos ao longo do ano civil. Por outro lado, também funcionam como meio de o Estado se financiar ao longo do ano para prossecução das suas políticas sociais, além de garantirem o recebimento destes valores.

 

Retenções na fonte para os trabalhadores independentes: quando se aplicam

 

As retenções na fonte sobre rendimentos da categoria B de IRS (rendimentos empresariais e profissionais) incidem sobre determinadas atividades de prestação de serviços, nomeadamente as constantes dos artigos 151.º e 101.º do Código do IRS (CIRS).

 

Por outro lado, são obrigadas a fazer retenção na fonte aos seus prestadores de serviços não isentos todas as entidades que tenham ou sejam obrigadas a ter contabilidade organizada mediante a aplicação das respetivas taxas aos rendimentos ilíquidos (antes da incidência do IVA, quando aplicável) de que sejam devedoras.

 

Taxas de retenção na fonte

 

As taxas de retenção na fonte a aplicar variam conforme as atividades exercidas. Estas vêm estipuladas no já referido artigo 101.º do CIRS e são quatro taxas diferentes:

 

  • 11,5% para quaisquer atividades de prestação de serviços, incluindo as de carácter científico, artístico ou técnico e os subsídios ou subvenções no âmbito do seu exercício, não previstas no artigo 151.º;
  • 16,5% para rendimentos provenientes da propriedade intelectual ou industrial ou da prestação de informações sobre uma experiência adquirida no setor industrial, comercial ou científico;
  • 20% para atividades de elevado valor acrescentado, com carácter científico, artístico ou técnico, realizadas por residentes não habituais em território português;
  • 25% para rendimentos das atividades profissionais classificadas de acordo com a Classificação das Atividades Económicas (CAE) ou com os códigos mencionados na tabela de atividades aprovada;
  • 25% para rendimentos da categoria F (rendimentos prediais).

 

Que trabalhadores independentes são isentos de retenções na fonte?

 

Podem ficar isentos de retenções na fonte de IRS os trabalhadores independentes que:

  • no ano de início de atividade, não prevejam ultrapassar 12.500 euros de rendimentos da categoria B, situação que indicam à Autoridade Tributária aquando do início de atividade;
  • ou que não tenham ultrapassado, no ano anterior, 12.500 euros de rendimentos da categoria B.

 

No entanto, se durante o ano esse limite for atingido, as retenções na fonte devem começar a ser feitas no mês seguinte.

 

É ainda importante referir que a dispensa de retenções na fonte é facultativa, podendo os trabalhadores fazê-la na mesma para reduzirem a sua carga de imposto no final, mediante inclusão na fatura ou fatura recibo da menção “sem retenção, nos termos do n.º 1 do artigo 101.º-B do Código do IRS”.

 

Não sabe por onde começar? Comece com o Jasmin

 

No seu negócio, além de faturar, necessitará de controlar as outras vertentes do seu negócio e isso inclui saber o acumulado das suas vendas e das suas despesas, gerir as contas correntes, gerir os stocks, se tiver, e, sobretudo, saber se está a gerar resultados. Com o Jasmin, não precisa de fazer isso “à mão”.

 

O Jasmin funciona na cloud para que tenha a portabilidade de que necessita para pôr o seu negócio sobre rodas em qualquer lugar, o que significa que pode também, a qualquer momento, saber quando atingiu o nível de faturação que obrigará à sujeição a retenções na fonte.

 

Se a sua preocupação são os custos iniciais, temos mais boas notícias: pode começar a usar o Jasmin de forma gratuita. Experimente já!

6 dicas para criar um pequeno negócio de sucesso

Criar o seu próprio negócio é um sonho de muitos, mas a dificuldade em saber por onde começar, quais serão os imprevistos e os riscos inerentes, muitas vezes, colocam esse sonho em pausa. Neste artigo, reunimos algumas dicas para ajudar nessa jornada.

 

1. Encontre algo que gosta de fazer

 

Quando pensa em abrir o seu negócio, certamente procura realização profissional e pessoal, a liberdade de poder tomar as suas próprias decisões, um crescimento a nível financeiro, entre muitos outros fatores, pelo que não será algo para começar a abandonar logo de seguida. Tal significa que é importante que escolha uma atividade da qual não se vai cansar rapidamente.

 

Parece algo utópico, mas, para que o seu pequeno negócio tenha sucesso, é importante que se centre em algo que gosta de fazer, em que o seu conhecimento e as suas competências profissionais, pessoais e sociais se destaquem. Claro que a isto é essencial juntar o mercado, procurando que o seu negócio solucione problemas ou satisfaça necessidades existentes em algum segmento.

 

Encontrar o equilíbrio entre aquilo que gosta de fazer e o que o mercado procura é uma boa base para o bom desenvolvimento e o sucesso do seu negócio e para a sua realização pessoal.

 

2. Planeamento é chave: faça um plano de negócios

 

Por muitas competências e aptidões que tenha, para ter sucesso num negócio, seja pequeno ou grande, o planeamento é essencial para saber quais são os seus objetivos de curto, médio e longo prazo, quais as ações necessárias para os atingir e em que prazos. Para isso, é importante ter um plano de negócios.

 

O plano de negócios é o documento escrito em que irá detalhar os principais aspetos do seu negócio, descrevendo-o e explicitando a estratégia a ser seguida, os produtos e/ou serviços que irá oferecer, qual será o seu público-alvo e a respetiva caracterização no mercado em que vai localizar/atuar, bem como a concorrência existente, e quais serão os meios de publicidade a usar, incluindo também um planeamento financeiro com as respetivas projeções tendo em conta o crescimento previsto.

 

O plano de negócios é uma forma de colocar o seu negócio por escrito, não deixando nada ao acaso e servindo para estruturar as suas operações, sem se esquecer dos objetivos que definiu.

 

3. Conheça os aspetos legais inerentes ao seu negócio

 

Conhecer a legislação aplicável em termos de formas jurídicas dos negócios, impostos e outras obrigações fiscais e licenciamentos necessários não só permitirá ter o seu negócio legal, como serão fatores decisivos na tomada de decisões.

 

Abertura do negócio

 

As especificidades a nível legal começam logo com a própria abertura do negócio, que pode fazer ao abrir uma empresa (pessoa coletiva) ou ao abrir atividade como trabalhador independente. É importante que se informe sobre as implicações de cada opção, pois dela vão depender as suas obrigações fiscais, bem como dos trâmites para o fazer.

 

Licenciamento

 

Além disso, certos negócios têm especificidades que implicam o pedido de licenças para poderem operar ou são abrangidos pelo regime de licenciamento zero e têm comunicações prévias a fazer, ao passo que outros têm a vida mais facilitada nesse sentido. Deve saber qual é a situação do seu.

 

Obrigações fiscais

 

Fora esses trâmites, as obrigações declarativas à Autoridade Tributária e à Segurança Social, bem como os respetivos impostos e contribuições a pagar interferem diretamente no planeamento financeiro do seu pequeno negócio (sendo que as obrigações das empresas e as obrigações dos trabalhadores independentes diferem). Se não contar com isso, pode ver a sua viabilidade em risco.

 

4. Defina as suas fontes de financiamento para os investimentos necessários

 

Nenhum negócio arranca sem capital e, tendo o seu plano de negócios com o respetivo planeamento financeiro, saberá qual será o capital necessário que terá de ser investido para poder começar. Pode começar com capital próprio – dinheiro ou até bens –, com um empréstimo ou ambos.

 

No que toca ao financiamento e não só, pode ainda ter em conta que existem diversos apoios públicos ao empreendedorismo para incentivar o crescimento da economia e a criação de empregos.

 

5. Prepare-se para as mudanças no mercado

 

Nenhum mercado é estático e, mesmo que escolha uma atividade que adore, é importante não se prender demasiado à forma como a delineou e ter alguma abertura para acompanhar as modificações alheias a si que possam existir.

 

Prepare-se para ouvir o feedback dos seus clientes – afinal, sem eles o seu negócio muito dificilmente sobrevive –, aprenda com os dados recolhidos e adapte-se, seja mudando o modelo de negócio, a estratégia de preços, a sua plataforma de vendas ou até a própria forma de comunicar com o seu público-alvo.

 

6. Utilize meios que lhe permitam uma boa gestão diária do seu negócio

 

Por último, mas não menos importante, a gestão do seu negócio é o que lhe vai permitir que ele cresça para que possa cumprir e ultrapassar os seus objetivos e até definir novos. Por isso, deve optar por meios que lhe permitam aumentar a eficiência sem perder a qualidade da informação. Ferramentas que lhe permitem isso são, por exemplo, software de ERP e CRM.

 

Um software de ERP (Enterprise Resource Planning) é um software que facilita a gestão integrada de todos os aspetos de um negócio numa única plataforma, onde pode faturar aos seus clientes, gerir stocks, compras e contas correntes e controlar os seus resultados. Permite ainda a automatização de diversos procedimentos, ao permitir a integração e duplicação de documentos, contribuindo para o aumento da produtividade e a eliminação de erros que resultem daí.

 

Um software de CRM (Customer Relationship Management) ajuda na gestão dos seus clientes desde o primeiro contacto até ao término da relação, de forma integrada, numa plataforma que permite armazenar todos os seus detalhes e acompanhar todas as interações, desde chamadas e emails, a orçamentos e vendas.

 

Cegid Jasmin: o parceiro de gestão certo para o arranque da sua empresa

 

Como referimos, o seu pequeno negócio precisa de muita atenção e de uma gestão aprimorada para poder crescer com saúde. Pensado para dar resposta às necessidades de gestão de empreendedores e PME, o Cegid Jasmin é o parceiro de que necessita para controlar todas as operações.

 

Com o Cegid Jasmin não só pode faturar, gerir as suas compras e os seus stocks, controlar as suas contas correntes e monitorizar a evolução dos seus resultados, como pode fazê-lo em qualquer lugar e em qualquer dispositivo.

 

Para que possa começar com segurança, o Cegid Jasmin é ainda gratuito durante os primeiros 30.000 euros de faturação. Experimente já!

Como melhorar a gestão de despesas do seu negócio?

Quando o objetivo é ter um negócio rentável e valorizado, a gestão de despesas tem de ser uma preocupação primordial. Um volume de faturação elevado no seu negócio não serve para nada se tem mais do que esse valor em despesas e/ou não está a atingir uma margem de lucro que lhe permita subsistir.

 

Neste artigo, deixamos algumas boas práticas para que consiga não só ter conta de todas as suas despesas, como também implementar meios de as reduzir, quando necessário, começando a traçar um caminho certo em direção à rentabilidade.

 

Porque é importante ter uma gestão de despesas eficiente?

 

A quantidade de despesas necessárias à manutenção de um negócio é grande e, se não forem geridas, de preferência, de forma eficiente, é muito fácil perder-lhes o rasto – e, se for o caso de ter contratos assinados, podem ser difíceis correções imediatas.

 

Quando se fala em despesas, é importante ter em consideração não só as previsíveis do dia a dia, mas também as imprevistas (como multas, por exemplo) e aquelas que derivam de obrigações fiscais, que, por sua vez, só podem ser previstas se tiver controlo sobre as suas receitas e despesas. 

 

Ter uma gestão de despesas eficiente é importante por vários motivos:

  • ajuda a ter controlo mais apertado sobre a gestão financeira da empresa;
  • permite identificar áreas em que as despesas podem ser reduzidas ou são desnecessárias, podendo ser eliminadas;
  • permite tomar decisões mais rápidas, com base em informação em tempo real (ou quase real), em relação à eliminação de despesas ou a respetiva realocação;
  • assegura que as políticas de gastos da empresa são cumpridas, evitando o excesso de despesas;
  • contribui para o aumento a rentabilidade do negócio.

 

Como melhorar a sua gestão de despesas

 

A gestão de todas as despesas pode ser uma tarefa bastante complexa – ou seria, se não existissem algumas boas-práticas que pode adotar para o seu negócio para uma gestão ágil, precisa e eficiente.

 

Estabelecer uma política de gastos

 

Definir e comunicar uma política clara, bem como reforçar a necessidade do seu cumprimento, é um passo certo em direção a uma boa gestão de despesas, já que dá aos colaboradores envolvidos um guia de regras para poderem seguir.

 

Esta política deve incluir tanto as despesas que são aceites e as que podem ser reembolsadas quando suportadas pelos funcionários (sem esquecer as normas tributárias), como as que não o são, como despesas pessoais, por exemplo. Além disso, deve definir quais os trâmites necessários, se for o caso, para ser solicitada a aprovação das despesas ao departamento financeiro.

 

Categorizar as despesas

 

Gerir todas as despesas de um negócio requer saber de que despesas se tratam. A melhor forma de conseguir um controlo mais aprimorado é categorizá-las, dividindo-as em rubricas claras – pode, inclusivamente, dividir por tipo de despesa e por área da empresa.

 

Esta categorização permite não só ter os seus dados financeiros mais organizados, como também lhe servirá de base para fazer uma orçamentação mensal e anual. Assim, poderá mais facilmente perceber onde está a ser gasto o dinheiro e identificar em que rubricas/áreas pode poupar, seja por decréscimo ou por realocação estratégica.

 

Por outro lado, ao ter categorias de despesas claras, será mais fácil o estabelecimento de uma política de gastos que todos percebam e cumpram.

 

Manter um registo atualizado das despesas e recolher os respetivos documentos

 

Uma gestão de despesas eficiente tem de contar com um registo permanentemente atualizado de todos os valores gastos, bem como com a presença de todas as faturas e outros comprovativos. Assim, é-lhe possível saber a qualquer momento se estas estão dentro do planeado e se a política de gastos está a ser cumprida, ao mesmo tempo que garante que não haverá problemas fiscais e contabilísticos no seu registo.

 

Fazer uma análise regular das despesas feitas

 

Nenhum negócio em funcionamento é estático, o que significa que o que é realidade hoje pode não ser dentro de uns meses. Para manter as suas despesas adequadamente geridas, é importante que avalie regularmente a sua pertinência em função dos objetivos estratégicos da empresa, o que, mais uma vez, tem de ter em conta não só o tipo de despesa como a área a que esta está alocada.

 

Pela mesma lógica, o mercado também muda e é importante reavaliar os preços e os fornecedores em busca de soluções mais vantajosas ao seu negócio.

 

Automatizar o registo e o reporte de despesas

 

Se o objetivo é não perder noção das despesas em que o seu negócio incorre, conhecendo-as por categoria e de forma atualizada, podendo extrapolar dados para análises e possíveis correções, o melhor é largar os registos manuais e automatizar o seu registo e reporte com um software de gestão.

 

Especificamente, o software de gestão Cegid Jasmin permite registar todas as despesas, gastos e compras de forma organizada e centralizada, inclusivamente através da simples submissão de uma fotografia do documento original. Isto com ligação à gestão de tesouraria, para que não só saiba a qualquer momento quais as despesas registadas por categoria, como também quais delas estão efetivamente liquidadas.

 

Com o Cegid Jasmin pode extrair mapas de despesas e receitas por rubrica ou, em alternativa, emitir demonstrações de resultados para uma análise mais abrangente, tendo em conta todas as facetas do seu negócio, incluindo vendas e compras de inventários.

 

Mais ainda, como funciona na cloud e permite acesso a vários utilizadores, a qualquer hora, todas as partes envolvidas na gestão de despesas têm acesso à mesma informação atualizada.

 

Não perca mais tempo e comece desde já a gerir as suas despesas eficientemente: pode experimentar o Cegid Jasmin gratuitamente até atingir 30.000 euros de faturação!

O que é a declaração mensal de remunerações?

A declaração mensal de remunerações é um documento que todas as entidades empregadoras têm a obrigação de apresentar perante a Segurança Social e a Autoridade Tributária e Aduaneira. A entrega desta declaração é, também, uma obrigação mensal das entidades devedoras de rendimentos de trabalho dependente sujeitos a IRS, perante a Administração Tributária e Aduaneira. 

 

Saiba a quem se destina, que informação deve conter, as datas de entrega, entre outras informações importantes.

 

Declaração mensal de remunerações: tudo o que precisa saber

 

A declaração mensal de remunerações é mais uma das obrigações mensais exigida às empresas. Nesta declaração devem constar  todas as remunerações pagas aos trabalhadores a vinculados à empresa. 

 

Fazem parte da Declaração Mensal de Remunerações todos os rendimentos de trabalho dependente sujeitos a descontos para a Segurança Social e IRS. Ou seja, os rendimentos destinados a pessoas singulares residentes em território português.

 

A Declaração Mensal de Remunerações deve ser entregue tanto à Segurança Social como à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), uma vez que é a partir dela que se aferem tanto as contribuições para a Segurança Social como os impostos.

 

Que informação deve conter a declaração mensal de remunerações?

 

Todos os meses, no momento da entrega da declaração mensal de remunerações, as entidades empregadoras têm que comunicar ao Estado o valor das remunerações sujeitas a descontos, os tempos de trabalho e a taxa contributiva aplicável referente a cada um dos seus funcionários.

 

Quem está obrigado a entregar a declaração mensal de remunerações?

 

  • Entidades empregadoras, inscritas no Sistema de Segurança Social, com um ou mais trabalhadores a cargo;
  • Entidades empregadoras com membros de órgãos estatutários remunerados;
  • Representantes legais das entidades contribuintes;
  • Pessoas singulares que sejam entidades empregadoras, com um ou mais trabalhadores a cargo.

 

Quem não tem de entregar a Declaração Mensal de Remunerações? 

 

Não são obrigadas a entregar a Declaração Mensal de Remunerações as entidades que não tenham trabalhadores a si vinculados. Simultaneamente, a obrigatoriedade existente cessa caso deixe de os ter, quando deixe de ter membros dos órgãos estatutários ou quando os últimos não sejam remunerados e descontem para outro sistema de proteção social obrigatório.

 

Onde entregar a declaração mensal de remunerações?

 

A entrega da declaração é feita online, na página da Segurança Social Direta ou no Portal das Finanças uma vez que ambas permitem a entrega dos documentos para as duas entidades.

 

No momento da entrega da Declaração Mensal de Remunerações, a entidade empregadora tem de preencher, relativamente a todos os seus trabalhadores dependentes, o valor das remunerações sujeitas a contribuições, os tempos de trabalho e a taxa contributiva aplicável.

 

As entidades empregadoras que tenham vinte ou mais funcionários ao seu serviço devem, obrigatoriamente, escolher a opção “Entregar ficheiro declaração de remunerações”. No caso das empresas com menos de vinte funcionários ao serviço, podem escolher uma das três opções:

 

  • “Entregar ficheiro declaração de remunerações”
  • “Entregar formulário declaração de remunerações pré-preenchido”
  • “Entregar formulário declaração de remunerações vazio”

Qual é a data limite para a entrega da declaração mensal de remunerações?

 

A declaração deve ser entregue, na página online, até ao dia 10 do mês seguinte àquele a que dizem respeito as remunerações. Caso a data limite coincida com um fim-de-semana ou feriado, a entrega pode ser feita no dia útil seguinte.

 

Se for necessário corrigir a declaração após a entrega, é possível fazê-lo na declaração seguinte, com a indicação do mês a que as correções respeitam – se falhar este prazo, só será possível corrigir através de uma declaração autónoma, porém, será considerada como entregue fora do prazo.

 

É possível anular uma declaração mensal de remunerações?

 

Sim, contudo, para o efeito, é necessário que as empresas ou os seus representantes, solicitem a anulação ao serviço competente da área da sede da empresa. Para isso, será necessário apresentar documentos que fundamentem a anulação.

 

Erros, atrasos e falhas na declaração mensal de remunerações: quais são as penalizações?

 

  • Pessoa Singular: 1.250,00€ a 6.250,00€, se praticada por negligência; 2.500,00€ a 12.500, 00€, se praticada com dolo.
  • Pessoa Coletiva com menos de 50 trabalhadores: 1.875,00€ a 9.375, 00€, se praticada por negligência; 3.750,00€ a 18.750,00€, se praticada com dolo.
  • Pessoa Coletiva com 50 ou mais trabalhadores: 2.500,00€ a 12.500,00€, se praticada por negligência; 5.000, 00€ a 25.000,00€, se praticada com dolo.

 

Para saber mais informações sobre esta obrigação não deixe de consultar o Guia Prático – Declaração de Remunerações.

 

Declaração mensal de remunerações: garanta que cumpre!

 

Com tantas obrigações impostas às empresas, é fácil perder o fio à meada. O Jasmin é um software de gestão, 100% cloud, intuitivo, simples e seguro, criado a pensar nos empreendedores, startups e nas pequenas e médias empresas. Garanta que cumpre as obrigações exigidas pela Segurança Social e pela Autoridade Tributária e Aduaneira, com o software que, entre outras funcionalidades, garante:

 

  • Acessos sem limite;
  • Gestão de várias empresas;
  • Suporte técnico incluído;
  • Biblioteca de artigos úteis e dicas;
  • Gestão de compras e encomendas;
  • Controle entradas e saídas de stock;
  • Emissão de documentos em segundos (faturas, créditos, guias de transporte, comunicação à ATA, etc.);
  • Cumprimento das obrigações fiscais;
  • Previsão de resultados;
  • Planeamento de recebimentos e pagamentos;
  • Identificação da margem de lucro;
  • Análises estatísticas;
  • Diferentes taxas de IVA e várias moedas;

O Jasmin é o software de gestão que o seu negócio precisa e é gratuito para queme stá a começar! Experimente a versão grátis!

 

5 formas de acelerar os pagamentos dos seus clientes

Uma das principais dificuldades com que qualquer empresa se defronta é a questão de receber os pagamentos dos clientes a tempo. A facilidade e velocidade dos pagamentos têm um impacto drástico no dia-a-dia das empresas, não só afetando a sua saúde financeira, como também criando todo um caos bancário e contribuindo, nos casos mais extremos, para quebras de liquidez recorrentes e cashflow negativo, um dos indicadores de desempenho fulcrais para qualquer negócio.

 

Tendo tal em conta, é natural que acelerar os pagamentos dos clientes e evitar os atrasos sejam uma prioridade para a sua empresa, pelo que, de seguida, oferecemos algumas sugestões para que consiga acelerar os seus recebimentos.

 

5 formas para que os seus pagamentos cheguem mais rápido:

 

1. Deixe bem claras as regras sobre os pagamentos

 

Uma das condições mais importantes para assegurar pagamentos a tempo é estabelecer bem quais as regras logo à partida. Defina a política da sua empresa no que toca aos prazos de recebimento e assegure-se que está descrita de forma clara e pormenorizada nos contratos.

 

Para além disso, seja firme e não facilite com exceções; caso contrário, cada cliente quererá a sua própria exceção e condições especiais, o que gera também mais flexibilidade para atrasar os pagamentos. Não se abstenha de lembrar a devedores recorrentes ou demorados os termos do seu contrato nas situações mais extremas.

 

2. Organize os seus procedimentos

 

É, também, importante estabelecer um conjunto interno de procedimentos para a sua empresa, tanto para prevenir futuros atrasos, como também para definir como lidar com atrasos existentes de pagamentos.

 

Estabeleça como é que a sua equipa deve lidar com clientes cujo pagamento está em falta e que medidas deverão tomar tendo em conta o período de tempo de cada atraso, tendo em conta que atrasos mais longos ou clientes com tendência para ficar em dívida deverão ser correspondidos com a mesma gravidade.

 

3. Identifique as situações para cada cliente

 

Cada caso é um caso. Certos clientes terão um melhor histórico de cumprimento dos prazos de pagamento e poderão inclusive ser clientes habituais, que façam novas encomendas regularmente e que já sabe que continuarão a fazer, pelo que já se poderá justificar uma política de cobrança mais leniente e flexível. Outros, por sua vez, poderão ser problemáticos ou não terem até histórico suficiente para justificar uma confiança acrescida, pelo que deverá, nesses casos, ser mais exigente na cobrança das dívidas.

 

Tudo remete, essencialmente, para a identificação do perfil e confiança que pode depositar em cada cliente e adaptar o seu processo conforme cada situação.

 

4. Alerte os seus clientes antes da data final de pagamento

 

Existe uma tendência para enviar uma fatura e depois aguardar para relembrar da mesma apenas depois do prazo estipulado de pagamento.

 

Não ceda à tentação de esperar pelo melhor e depois ter de lidar com a situação incómoda de lembrar de uma fatura que poderá ter ficado esquecida; em vez disso, relembre regularmente os seus clientes à medida que o prazo de pagamento se aproxima. Não só garante, assim, que clientes mais esquecidos não têm razão para deixar as dívidas por pagar, como também exerce maior pressão sobre o pagamento de uma forma mais leve, evitando situações mais complicadas.

 

5. Facilite o processo de pagamento

 

Simplificar a forma como os seus clientes lhe pagam os valores em dívida é uma excelente forma de assegurar que os pagamentos são feitos a tempo e horas, visto que, quanto mais simples e imediato for o processo, menos tempo e esforço os seus clientes têm de dedicar a pagar-lhe.

 

Em particular, pagamentos online podem ser significativamente mais simples e rápidos do que métodos tradicionais de pagamento como transferências bancárias, dado que o seu cliente pode proceder ao pagamento através do computador ou até de um dispositivo móvel, como tablet ou mesmo smartphone. Desta forma, o pagamento de uma fatura fica apenas à distância de alguns cliques, pelo que pode até ser feito imediatamente ao receber a mesma.

 

Como o Cegid Jasmin pode ajudar a acelerar os pagamentos dos seus clientes

 

Enquanto software de gestão com uma forte vertente em faturação, o Cegid Jasmin preza pela sua simplicidade, acessibilidade e utilidade, estando disponível na cloud para que possa aceder a todas as suas funcionalidades em qualquer lugar.

 

Para os dilemas da faturação, o Jasmin apresenta diversas funções que tornam todo o processo mais rápido, simples e intuitivo. Entre as funcionalidades de faturação incluem-se a criação de faturas, orçamentos, notas de crédito ou débito e emissão de recibos, em diferentes moedas para negócios globalizados. É certificado pela AT e está todo pré-configurado para que seja mais fácil responder a todas as obrigações fiscais e legais. Sendo a faturação um dos pontos-chave de qualquer negócio, isto significa que o Cegid Jasmin pode tornar-se uma peça integral da sua empresa e agilizar bastante o seu processo de gestão e faturação!

 

Melhor ainda, o Cegid Jasmin conta também com opções de pagamentos online para, como referido anteriormente, facilitar o processo de pagamento aos seus clientes e poupar tempo nos processos de cobrança. O Cegid Jasmin disponibiliza vários métodos de pagamento online, como pagamento por referências Multibanco, Cartão de Crédito, PayPal e Stripe, garantindo que, seja qual for o seu mercado-alvo – nacional ou internacional –, o Jasmin está preparado com os métodos de pagamento online adequados a cada mercado. Saiba mais sobre as nossas opções de pagamento online.

 

Para além da faturação, o Cegid Jasmin consegue também apoiar o seu negócio em várias outras frentes, contando também com módulos de inventários e multi-armazém, registo e gestão inteligente de despesas, para além de todos os insights que lhe permitem avaliar os resultados das vendas, o estado atual do inventário, os prazos médios de recebimento e pagamento e o ponto de situação face aos seus objetivos de negócio.

 

Milhares de clientes já contam com o Jasmin para responder às suas necessidades de gestão do seu negócio. A boa notícia é que o Cegid Jasmin é grátis para quem está a começar, pelo que só tem razões para experimentar o nosso software revolucionário. Adira já!