Teletrabalho Inteligente: os ingredientes e a receita

A receita é simples. Cria-se o setting ideal para o teletrabalho, acompanha-se com recursos tecnológicos apropriados e tempera-se com Inteligência Artificial (IA). O resultado? Teletrabalho Inteligente, claro! 

 

Teletrabalho: o que é? 

 

Ao contrário do que se possa pensar, a definição de teletrabalho é bem mais ampla do que à primeira vista parece. Embora seja muito comum associar o teletrabalho a trabalhadores independenteshoje em dia, o teletrabalho pode simplesmente significar a possibilidade de trabalhar fora do espaço fixo do escritório. Há, inclusive, quem combine este estilo de trabalho com alguns dias no escritório. 

 

Entre as inúmeras vantagens associadas ao teletrabalho estão a conveniência, a flexibilidade e a poupança. Sem colegas a poucos metros de distância, terá a oportunidade de se tornar mais proativo e independente. Nesta modalidade, é possível ajustar as tarefas diárias à sua disponibilidade. Aproveitar as pausas para estar com a família ou adiantar compromissos pessoais. Poupar tempo e recursos em deslocações. Ser verdadeiramente produtivo e aplicar as suas próprias regras.  

 

Ora, com tantas vantagens, não será de estranhar que o teletrabalho seja um regime de trabalho cada vez mais popular. No entanto, há sempre espaço para melhoria e, com as ferramentas tecnológicas certas, teletrabalho inteligente está ao alcance de qualquer um. 

 

Teletrabalho Inteligente: a receita para a produtividade   

 

Aquela que outrora seria apenas considerada como parte de um cenário de ficção científica, acabou por saltar para dentro do nosso quotidiano. À medida que cada vez mais pessoas optam pelo teletrabalho, a constante evolução tecnológica tende a acompanhar as crescentes necessidades de quem trabalha à distância. Desde assistentes virtuais a relatórios preditivos, a Inteligência Artificial está a mudar a forma como se gerem negócios ou concretizam processos rotineiros e repetitivos. 

 

Inteligência Artificial (IA) 

 

Um chavão muitas vezes repetido e exaustivamente utilizado, a Inteligência Artificial é um dos subcampos mais antigos da ciência da computação que, quando conjugado com o teletrabalho, traz vantagens competitivas a qualquer empresa ou profissional. 

 

Mais tempo para o que realmente importa 

 

Com máquinas capazes de tomar decisões inteligentes e alertar os gestores para erros, lapsos e imprecisões, torna-se muito simples aderir ao teletrabalho.  No conforto de sua casa, poderá usufruir de tecnologia especializada que lhe oferece tempo para o que verdadeiramente importa: a criatividade e a inovação.  

 

Algoritmos inteligentes dizem ao sistema o que fazer e como o fazer, sem qualquer necessidade de intervenção humana. Assim, elaborar relatórios ou outro tipo de tarefas morosas pode ser simples e rápido. No teletrabalho inteligente, tanto gestores como colaboradores podem usufruir de mais liberdade para realizar tarefas de verdadeiro valor acrescentado. 

 

Apoio na tomada de decisões 

 

Hoje em dia, o teletrabalho requer a utilização de um conjunto de tecnologias para que possa identificar, com rapidez e segurança, os pontos de melhoria do seu negócio ou da sua performance. Seja gestor de equipas à distância ou empreendedor, com a tecnologia apropriada, poderá dar impulso à sua atividade. 

 

Aliar as competências de um empreendedor, capaz de transformar ideias em iniciativas concretas, a um sistema que assume parte das responsabilidades da gestão é um procedimento simples que engloba múltiplas vantagens.  Basta implementar um sistema que lhe permite identificar tendências e padrões e agir em conformidade com os resultados obtidos. Desta forma, a tomada de decisão será sempre sustentada em dados fidedignos e criteriosamente trabalhados.   

 

Jasmin: o propulsor do Teletrabalho Inteligente  

 

Com mecanismos de Inteligência Artificial e Machine Learning, o Jasmin é o propulsor ideal para o teletrabalho inteligente. Este software de faturação e gestão cloud permite-lhe agilizar o trabalho administrativo, oferecendo-lhe insights pertinentes para a gestão do seu negócio. Não terá de se preocupar com lapsos e imprecisões. O sistema diz-lhe onde está o seu negócio está e pistas para onde deve ir. 

 

Tudo isto à distância de um clique. A qualquer momento e em qualquer lugar, poderá aceder à informação de que necessita. O Jasmin oferece-lhe a mobilidade necessária para que possa tirar o melhor proveito da tecnologia. Aderir ao teletrabalho inteligente torna-se fácil.  

 

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Crise COVID-19: que apoios existem para os trabalhadores independentes?

Com o mundo a sofrer os efeitos de paralisação da economia devido à crise COVID-19, os trabalhadores independentes são alguns dos profissionais mais afetados por esta emergência global de saúde pública. 

 

Portugal começou a sentir os efeitos desta ameaça global em março de 2020, altura em que o Governo decretou um conjunto de medidas que limita diversas atividades não essenciais. Essas medidas resultam numa quebra significativa da atividade, resultando em consequências nos rendimentos dos trabalhadores independentes.

 

Estes profissionais são compensados pelas horas que trabalham e correm o risco de sofrer com o cancelamento de projetos e falta de trabalhos, que pode resultar na quebra da receita. 

 

Foi na sequência da crise COVID-19, e com o objetivo de apoiar os trabalhadores independentes que não possam continuar a prestar serviço, por exemplo, através de trabalho remoto, que o Governo anunciou um conjunto de apoios financeiros extraordinários:

 

  • Apoio excecional à família para trabalhadores independentes
  • Apoio extraordinário à redução da atividade económica para trabalhadores independentes
  • Flexibilização do pagamento de impostos e contribuições sociais

Nota: as medidas divulgadas neste artigo estão apresentadas no Decreto Lei n.º 10 -2020 de 13-03-2020, emitido pela Presidência do Conselho de Ministros. Contudo, é fundamental que continue informado acerca de possíveis alterações a estas medidas excecionais e, sobretudo, sobre o assunto. Pode saber mais em covid19estamoson.gov.pt.  

 

Crise COVID-19: apoio excecional à família para trabalhadores independentes

 

Durante a conferência de imprensa que decretou o estado de alerta no país, foram detalhadas as medidas de apoio aos trabalhadores independentes. Entre elas, estava o apoio à proteção dos trabalhadores e das suas famílias. 

 

Uma das questões a dar resposta era o apoio aos pais que, perante o encerramento total dos estabelecimentos de ensino, se viram obrigados a ficar em casa. Apesar do apoio não ser igual para todos os trabalhadores, também os trabalhadores independentes tem direito a ficar em casa com os filhos.

 

O trabalhador independente tem direito a receber um apoio correspondente a um terço da base de incidência contributiva mensualizada, relativa ao primeiro trimestre de 2020. O Governo prevê um apoio financeiro com o limite mínimo do IAS, 438,81€, e um limite máximo de 2,5 do valor do IAS, 1097€.  

 

A quem se aplica?

 

Para os trabalhadores independentes terem direito a este apoio excecional à família, devem responder a alguns requisitos:

  • O outro progenitor não estar em regime de teletrabalho;
  • O trabalhador independente tem de ter pago as suas obrigações contributivas em, pelos menos, 3 meses consecutivos, durante um período mínimo de 12 meses;
  • Deve estar impedido de desenvolver a sua atividade profissional por ter de prestar apoio a filhos menores de 12 anos.

 

Como receber este apoio?

 

Para obter este apoio, os trabalhadores independentes devem preencher um formulário que pode ser obtido na Segurança Social Direta.

 

O pagamento do apoio extraordinário é realizado a partir do mês seguinte ao da apresentação do requerimento.

 

Se o pedido for feito em março, o apoio será entregue em abril.

 

Crise COVID-19: apoio extraordinário à redução da atividade económica para trabalhadores independentes

 

Em Portugal existem, atualmente, mais de 800 mil trabalhadores independentes que estão a ser atingidos por esta crise da atividade económica. Como resposta a esta redução drástica da atividade, e paralelamente à medida de apoio às famílias, o Governo decretou um apoio extraordinário à redução da atividade económica. Esta medida tem como objetivo ajudar os trabalhadores independentes que ficaram sem rendimentos devido ao atual estado do país. 

 

A quem se aplica?

 

Para aceder a este apoio deve estar abrangido exclusivamente pelo regime dos trabalhadores independentes, não ser pensionista e estar em situação comprovada de paragem total da sua atividade – ou atividade do setor – devido à crise COVID-19.

 

Como receber este apoio?

 

Para ter direito a este apoio, os trabalhadores independentes a recibos verdes estão obrigados a comprovar a paragem total da atividade. Este comprovativo é feito mediante a declaração sob compromisso de honra. No caso dos trabalhadores independentes em regime de contabilidade organizada, estes devem comprovar através do contabilista certificado.

 

Tal como no apoio excecional à família para trabalhadores independentes, deve ser preenchido o formulário disponível na Segurança Social Direta para aceder a este apoio.

 

Crise COVID-19: flexibilização do pagamento de impostos e contribuições sociais

 

A flexibilização do pagamento de impostos e contribuições é uma das medidas do Governo para trabalhadores independentes. Foram decretadas novas datas para o cumprimento de algumas obrigações fiscais, a possibilidade de pagamento fracionado de impostos e contribuições e o diferimento do pagamento de contribuições.

 

IRC

 

Em circunstâncias normais, este pagamento deveria ser efetuado durante o mês de março, mas pode ser feito até 30 de junho de 2020.

 

A entrega da declaração de rendimentos do IRC (Modelo 22), relativa ao exercício de 2019 pode, também, ser cumprida até 31 de julho. A data prevista na lei é 31 de maio.

 

Pagamento de impostos

 

Os trabalhadores independentes podem fracionar a entrega do IVA e das retenções na fonte do IRS e IRC. Com as medidas implementadas, o pagamento destes impostos passa a poder ser fracionado em três prestações mensais, sem juros, ou em seis prestações. Neste caso serão aplicados juros de mora às três últimas prestações mensais.

 

Esta flexibilização aplica-se aos trabalhadores independentes com um volume de negócios até 10 milhões de euros em 2018 ou com início de atividade a partir de janeiro de 2019.

 

Os restantes trabalhadores independentes podem beneficiar deste fracionamento do pagamento de impostos no segundo trimestre de 2020, caso registem uma quebra do volume de negócios de pelo menos 20% na média de três meses anteriores ao mês em que exista esta obrigação, face ao período homólogo do ano anterior.

 

Pagamento das contribuições sociais

 

O pagamento destas contribuições, devidas entre março e maio de 2020, pode ser reduzido a um terço nos meses de março, abril e maio, sendo o valor remanescente relativo aos meses de abril, maio e junho, liquidado a partir do terceiro trimestre de 2020.

 

Estão abrangidos por esta medida os trabalhadores independentes que nos últimos 12 meses tenham tido obrigação contributiva em pelo menos três meses consecutivos e que se encontrem em situação comprovada de paragem da sua atividade ou da atividade do respetivo setor, como consequência da crise COVID-19.

 

Trabalhadores independentes: manter as obrigações fiscais em dia

 

Trabalhar como trabalhador independente envolve, por si só, inúmeros desafios. E com a crise COVID-19 que está a afetar toda a atividade económica mundial, estes trabalhadores são os mais prejudicados.

 

Isto acontece, porque os trabalhadores independentes são compensados número de horas que trabalham.

 

Assim, para não acrescentar a esta crise na atividade uma má gestão do negócio, é fundamental escolher as ferramentas certas para manter uma gestão saudável.

 

Numa altura na qual o trabalho remoto está a ganhar força, gerir o negócio à distância já é possível com software cloud, como é o caso do Jasmin Software.

 

Por ser 100% cloud, pode aceder a todos os dados a qualquer hora e em qualquer lugar. Pode, assim, controlar todos os processos administrativos sem ter de ir ao escritório.

 

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Home Office: a melhor ferramenta para flexibilidade e produtividade laboral

Atualmente, com a evolução tecnológica, já é possível reunir profissionais que estão em diferentes locais e colaborar à distância. Este trabalho remoto, conhecido como Home Office, é cada vez mais aplicado nas empresas.  

 

Esta estratégia de trabalho proporciona mais flexibilidade e aumenta a produtividade. No entanto, é também um excelente método de trabalho para aplicar em situações como a atual pandemia de COVID-19, de modo a proteger a saúde pública.

 

Contudo, trabalhar em Home Office exige uma atenção redobrada a alguns aspetos da vida pessoal e profissional. Veja, neste artigo, quais são as vantagens deste método flexível e como pode garantir a produtividade mesmo trabalhando a partir de casa!

 

Home Office: uma tendência global de trabalho à distância

 

As diferenças entre trabalhar desde o escritório ou em casa são cada vez menos significativas.

 

Esta realidade, que está a conquistar empresas e profissionais em todo o mundo, está dependente, apenas, de conexão à internet e ferramentas de comunicação. Sem sair de casa, é possível ter uma maior liberdade e grande autonomia em questões de horários, métodos ou critérios de trabalho.

 

Vantagens do Home Office para a produtividade laboral

 

Agenda flexível: Trabalhar em Home Office permite controlar o horário conforme as necessidades de cada profissional. Pode escolher as horas para as pausas e optar pelas alturas nas quais se sente mais produtivo para trabalhar.

 

Ambiente mais descontraído: É fundamental estar confortável para manter a produtividade, podendo optar, também, pelo silêncio, ou por qualquer tipo de som enquanto trabalha.

 

Poupar dinheiro: Almoçar fora, fazer pausas para café ou snacks são formas de gastar dinheiro que em casa consegue poupar. Além do dinheiro, está a poupar também tempo essencial em deslocações ou outras distrações que são proporcionadas no escritório.

 

Aumentar os níveis de produtividade: Ganhar produtividade é consequência de trabalhar num espaço mais confortável, sem distrações externas e nos horários nos quais se sente mais produtivo.

 

Trabalhar em Home Office traduz-se em vantagens para a empresa, que mantém os profissionais focados, e para os profissionais, que conseguem manter a produtividade num espaço fora do escritório.

 

O facto de poder estar conectado a cada minuto de cada dia, graças ao poder da internet, permite alimentar a relação laboral, manter os níveis de produtividade e garantir a rentabilidade do negócio.

 

Dicas para o trabalho em Home Office funcionar da melhor forma

 

Definir o espaço de trabalho

 

Em Home Office é fácil cair na tentação de trabalhar de pijama, no sofá ou levar o computador portátil para a cama.

 

É fundamental saber distinguir o espaço de trabalho e o espaço de lazer. Escolher uma zona confortável e silenciosa para trabalhar, onde tem todas as ferramentas necessárias à mão é o primeiro passo para ser produtivo.

 

Evitar interferências

 

A casa de cada um é um lugar carregado de distrações. E este é um dos maiores desafios do trabalho remoto. Sejam as notificações das redes sociais, os animais de estimação ou familiares que partilhem o mesmo espaço.

 

Claro que é fundamental ter pausas. Use essas pausas para navegar nas redes sociais ou fazer alguma tarefa doméstica pendente. Deixe bem claro que não deve ser interrompido durante o seu horário de trabalho e trabalhe como se estivesse no escritório.  

 

Estabelecer uma rotina

 

Já sabemos que é proibido trabalhar de pijama, no sofá ou na cama. Estabelecer uma rotina é fundamental para ser produtivo. Planear o dia como se fosse trabalhar no escritório é o primeiro passo para evitar perdas de produtividade.

 

Coloque o alarme, prepare o pequeno-almoço e vista-se. Estruture o seu dia como se fosse trabalhar fora de casa. Planeie as tarefas diárias e não desvie o foco do que precisa de fazer.

 

Adote a disciplina do escritório e não perca o controlo entre a vida pessoal e profissional.

 

Fazer pausas

 

Deve evitar distrações, mas também não pode ficar oito horas sentado, só porque está em casa. No escritório está, muitas vezes, em movimento. Em Home Office deve garantir tempo para as pausas para café, para almoço ou para conversas com colegas.

 

Apesar da tendência ser trabalhar mais intensamente, deve aproveitar a sua independência para incluir atividades físicas na sua rotina e estabelecer momentos de lazer.

 

Garanta as ferramentas necessárias 

 

Trabalhar no escritório tem o benefício de oferecer todos os meios necessários para ser produtivo. Para garantir o mesmo nível de produtividade em casa, deve assegurar todas as ferramentas de trabalho essenciais. Desde o espaço ideal e confortável, um computador portátil, teclado e rato externos, um monitor, headphones, bloco de notas, até ao uso de tecnologia que lhe permita garantir conectividade.

 

Aposte na flexibilidade e aumente a produtividade com software cloud

 

Ao apostar no trabalho em Home Office, tenha em consideração que a tecnologia é a sua melhor aliada.

 

Manter um negócio saudável passa também por garantir a sua gestão controlada. Recorrer a um software de gestão cloud que permita monitorizar os resultados a qualquer hora e em qualquer dispositivo, de forma rápida e intuitiva, é fundamental para o desenvolvimento de um negócio.

 

E o Jasmin Software é o melhor exemplo para gerir o seu negócio dentro ou fora do escritório. Esta solução oferece-lhe toda a liberdade que procura.

 

Além disso, o Jasmin é um software cloud que garante a proteção dos seus dados com todas as regras de segurança e tecnologia existentes no mercado.

  

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Mindfulness: 5 dicas para aumentar a produtividade no seu dia-a-dia

Quantas vezes já deu por si a fazer algo importante e, de repente, algo desvia a sua atenção? Muitas, certo?

 

Isso acontece porque, seja por toda a informação que o seu cérebro armazena, seja por tudo o que acontece à sua volta a todo o momento, acaba por ser muito mais fácil ser distraído do que manter-se concentrado numa só coisa: o stress daquela tarefa que tem para completar mas ainda não completou e que, volta e meia, visita o seu pensamento, pensar no que será o jantar desse dia, aquela notificação que lhe apareceu no telemóvel ou no cantinho do computador, um pássaro que fez mais barulho a passar pela sua janela. Quando der por si, acaba por demorar muito mais tempo a terminar a tarefa que tem efetivamente em mãos, podendo afetar significativamente a sua produtividade.

 

Hoje em dia, já não tem de ser refém das divagações do seu cérebro. Através de práticas de Mindfulness, consegue uma maior capacidade de adaptação e resolução concreta das eventualidades do seu dia-a-dia, ao fazer com que a sua mente, mais relaxada, se concentre naquilo em que se deve realmente concentrar, não se deixando levar pelas distrações do quotidiano e controlando as suas emoções, reações e pensamentos.

 

O que é Mindfulness?

 

Com origem budista, Mindfulness significa, traduzindo para português, “Atenção Plena”. Ficou na mesma, não ficou? Trocando por miúdos, Mindfulness é colocar a sua atenção no momento presente e estar totalmente consciente dele, chegando a um ponto em que consegue distinguir, de entre a sua miríade de pensamentos, quais são úteis e quais não são.

 

Isto significa que, com a prática de Mindfulness, não vai mais deixar-se levar por distrações, sejam os seus pensamentos ou fatores externos a si (como o exemplo do pássaro a passar pela janela do seu escritório), que o impeçam de estar, trabalhar, no momento presente.

 

O que é que isto tem a ver com o incremento da produtividade? Ora, estar com atenção plena ao momento presente significa estar com atenção toda focada na tarefa em mãos, estando a pensar apenas nela e, consequentemente, obtendo melhores resultados quer a nível de tempo, quer a nível de qualidade – não é difícil de ver que, ao distrair-se muitas vezes a meio de algo, vai perdendo o seu fio condutor e, à medida que a deadline se aproxima, a qualidade pode ir decrescendo.

 

E antes que se questione: sim, tem a sua parcela de meditação, mas não, não tem de se sentar com as pernas “à chinês” e fazer aquele som de meditação que todos conhecemos. De seguida apresentamos algumas dicas para que consiga aumentar a sua produtividade com práticas de Mindfulness.

 

5 dicas de Mindfulness para aumentar a sua produtividade

 

1. Faça exercícios de atenção

 

No seu cerne exercícios de meditação, estes são exercícios que treinam o seu cérebro para que a desenvolva a sua capacidade de se focar em algo em particular, como um objeto, uma situação ou uma tarefa. Abordagens destes exercícios incluem a respiração consciente, a caminhada consciente e a examinação do próprio corpo.

 

Para levar a cabo o exercício de respiração, sente-se numa posição confortável e foque-se na simples sensação de respirar, em aspetos concretos como a entrada e saída de ar dos pulmões, ou o movimento causado no seu abdómen. Já em relação à caminhada, seja dentro ou fora de casa, foque-se na sensação da sua pele a tocar no chão, no ar fresco envolvente, ou num determinado aroma. Examine mentalmente cada uma das partes do seu corpo, desde os pés à cabeça, atentando no que sente em cada uma.

 

O importante é deixar que a sua atenção se foque num pormenor de cada vez; vai acontecer-lhe muitas desviar-se com alguma distração ou começar a pensar noutra coisa diferente – é normal. Simplesmente aceite e volte lentamente a focar-se no que estava a fazer. Depois de algum treino, é algo que lhe irá acontecer cada vez menos.

 

2. Foque-se numa tarefa de cada vez

 

Como referido, o principal fundamento do Mindfulness é o foco da atenção. Então, evite fazer multitasking! Pode dizer a si próprio que está a ser mais produtivo, porque tem a sensação de estar a fazer tantas coisas. No entanto, pelo contrário, o que está a fazer é a dispersar a sua atenção e o seu esforço entre várias tarefas em vez de os focar numa em específico; ao fazê-lo, tal não significa que cada uma das tarefas vai ficar pronta em menos tempo – se pensar bem, pode ter o efeito contrário, porque ao mudar para outra já se desconcentrou da primeira, tendo de voltar atrás e concentrar-se novamente – e a qualidade do produto final não será melhor.

 

3. Priorize os seus afazeres

 

Todos os dias, antes de sair do trabalho, consulte a sua lista de afazeres e veja os que concluiu, os que tem para concluir ou os que, entretanto, apareceram e que deve acrescentar. Mas uma lista de nada lhe serve se não for convenientemente organizada de modo a que possa prestar atenção a uma tarefa de cada vez; uma forma de o fazer, é organizar as suas tarefas por ordem de prioridade, nível de atenção requerido e quantidade de tempo necessário. Tendo esta listagem em vista, guarde para quando se sente mais produtivo (geralmente, de manhã) as mais prioritárias e mais complicadas e assim sucessivamente, deixando as menos urgentes e/ou menos exigentes para o fim do dia.

 

4. Crie um ambiente sem distrações

 

Tente ter no seu ambiente de trabalho apenas o essencial para o seu dia de trabalho. Por exemplo, dentro do que lhe for possível, escolha uma ou outra altura do dia para ler e responder aos seus emails e/ou retribuir as chamadas e desligue as notificações do seu telemóvel ou computador para não estar constantemente a ser alvo de distração. Além disso, as suas redes sociais são um grande ponto de distração e, em princípio, não lhe irão fazer falta durante o horário de trabalho, por isso, desligue também essas notificações, de modo a só as consultar nos intervalos.

 

5. Faça pausas durante o dia

 

O facto de passar 8 horas de trabalho em frente a um computador, além de não ser saudável, não significa que a sua produtividade seja superior. Ao invés disso, faça algumas pausas durante o dia para descansar e refrescar a mente. Faça por alguns minutos o que decretou não fazer no horário de trabalho, como dar uma breve olhadela nas redes sociais – assim, vai controlando a sua curiosidade e dar-se a si próprio algo menos em que pensar que possa atrapalhar a execução das suas tarefas.

 

 

Foque-se com o Jasmin

 

Com o Jasmin, a gestão diária da sua empresa será muito mais simples. Com este software de gestão que pode levar para todo lado, por funcionar na cloud, não precisa de se distrair de outras tarefas que tenha em mão; basta dedicar uns minutos do seu tempo para se pôr a par do dia-a-dia do seu negócio. Conta ainda com os insights para gestores, que lhe proporcionam informações úteis para as suas decisões em tempo real, logo que abre o software, para facilitar a sua consulta.

 

Gratuito para quem está a começar, mas sem decréscimo nas funcionalidades, se é freelancer ou gere uma PME, o Jasmin é o software para si.

 

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OKR: o que é e como aplicar à sua empresa

Em qualquer aspeto da vida, incluindo (e sobretudo) no trabalho, os objetivos são importantes.

 

Definir um objetivo é estabelecer uma meta para a qual caminhar, um futuro a atingir. No entanto, muitas vezes, esse objetivo é uma indicação vaga, um conceito abstrato que não está a, ou não pode, ser medido. Por exemplo, pode definir um objetivo de aumentar a sua produtividade ou a da sua empresa, mas como é que atinge esse objetivo? Como é que mede se está a conseguir atingi-lo?

 

A metodologia OKR foi criada exatamente para que objetivos não sejam ambíguos ou impossíveis de realizar, permitindo a indivíduos e organizações definirem metas a atingir e medirem o progresso que é feito até lá chegar, e é uma tendência crescente na área da gestão de pessoal que deve ficar a conhecer.

 

O que é “OKR” e para que serve?

 

OKR é um acrónimo que significa “Objective and Key Results” – em português, objetivos e resultados-chave. Criado nos anos 70 e popularizado pelo investidor John Doerr, que ajudou a financiar empresas como a Google (onde introduziu o método em 1999), o Twitter e a Amazon, o sistema dos OKR baseia-se em duas perguntas muito simples:

 

  1. Para onde é que quero ir?

  2. Como é que vou saber se lá cheguei?

A grande diferença dos OKRs face ao conceito semelhante dos Indicadores de Desempenho (KPI) é que, enquanto os KPIs são ao nível da organização, os OKRs são muito mais individuais, pessoais até; todas as pessoas numa organização podem e devem criar os seus próprios OKRs. Para além disso, os Indicadores de Desempenho, como o nome indica, espelham o desempenho de uma empresa ou projeto ao longo do tempo; um OKR, por sua vez, é uma representação de um objetivo, ou seja, algo que será alcançado a certo ponto e que deve ser bastante ambicioso, com os resultados-chave a servirem para medir quando esse ponto é atingido.

 

A principal vantagem dos OKRs é que, pela sua clareza e transparência, servem para unir objetivos pessoais, de equipa e empresariais de forma a que todos os elementos consigam caminhar em conjunto rumo a um resultado comum. Os OKRs dos cargos de liderança serão, pela natureza desses mesmos cargos, mais “big picture” e orientados para os resultados globais da empresa; os OKRs dos restantes membros de uma equipa, por sua vez, serão dirigidos para o seu próprio trabalho, mas todos colaborando para cumprir os resultados-chave dos objetivos de liderança.

 

Para os OKRs funcionarem, é importante que os resultados-chave sejam mensuráveis, preferencialmente avaliáveis numericamente (a Google, por exemplo, usa uma escala de 0.0 a 1.0), e transparentes, na medida em que todos os membros da organização devem poder ver em que é que os outros elementos estão a trabalhar. No entanto, não devem ser interpretados como uma “lista de afazeres”, nem devem ser julgados quando a avaliação fica abaixo da média; os resultados inferiores devem ser avaliados como dados para ajudar a definir os próximos OKRs e as metas devem continuar a ser ambiciosas, caso contrário, perde-se o efeito principal desta metodologia.

 

Como os OKRs têm por base objetivos de nível elevado, difíceis de alcançar – os chamados “stretch goals” –, na prática o que acontece é que as equipas acabam por alcançar muito mais do que acreditam ser possível, ultrapassando as expectativas.

 

Como implementar OKRs na sua empresa

 

A implementação de OKRs na sua empresa deve vir de cima, ou seja, da liderança. Os líderes e gestores da sua empresa não devem simplesmente exigir que os membros das equipas usem OKRs, mas devem implementá-los, inicialmente, desde o topo, numa abordagem top-down. É importante que seja claro para toda a equipa o que são os OKRs e quais as suas vantagens, tanto ao nível individual como empresarial.

 

Para começar, defina o período temporal segundo o qual vai definir os objetivos e medir os resultados-chave. Geralmente, este período é trimestral, mas pode adaptá-lo para o formato que for mais conveniente para a sua empresa.

 

De seguida, escreva os seus objetivos, tendo sempre em conta as duas questões referidas acima: para onde é que quero ir e como é que vou saber se lá cheguei. Lembre-se que estes devem ser mensuráveis e ambiciosos – não caia no erro de definir objetivos que são, essencialmente, “mais do mesmo” e não desafiam a sua empresa. Tenha também em conta que a definição dos objetivos deve ser uma cooperação com toda a equipa, de forma a que todos os participantes se comprometam com os objetivos definidos de forma a garantir maior compromisso e empenho.

 

A partir daí, perceba quais os resultados-chave que deve medir para comprovar a realização dos objetivos. Se o seu objetivo for duplicar as vendas no próximo trimestre, por exemplo, um resultado-chave válido será aumentar o número de contactos de potenciais clientes – leads – em 150%. Serão estes resultados-chave que motivarão e definirão o percurso da sua empresa para o próximo trimestre, por isso escolha-os cuidadosamente e com o feedback da sua equipa.

 

Por fim, ao terminar o período do OKR, avalie os seus resultados-chave para perceber a taxa de sucesso para os seus objetivos. Se atingiu os 100% em todos os seus objetivos, não se congratule: significa que os seus objetivos não eram ambiciosos o suficiente! A taxa que procura estará entre os 60% e 70% – um sucesso, sem dúvida, mas ainda longe do seu objetivo ambicioso e com potencial para melhorar. Afinal, se o objetivo era uma grande ambição, ter chegado aos 70% é bastante positivo. Se, por outro lado, esteve longe de atingir alguns dos seus objetivos, com resultados abaixo dos 40%, não significa insucesso, simplesmente que apontou alto demais e deve reajustar os seus OKRs para o período seguinte de forma a que sejam mais realistas.

 

A adaptação a um sistema de OKRs não é imediata e poderá gerar alguma confusão inicial, mas se tiver estes passos em mente e implementá-los enquanto equipa, com o input dos seus elementos, verá o impacto estrondoso que terá na sua organização – o mesmo impacto que tornou empresas como a Google, Amazon e Twitter líderes dos seus respetivos mercados!

 

Como o Jasmin pode ajudar a controlar e a medir os seus objetivos

 

Controlar os seus resultados-chave e verificar se os atingiu é fulcral para que os OKRs funcionem, mas nem sempre é simples ou prático controlar todos os indicadores. Felizmente, o Jasmin Software pode ajudar, centralizando toda a informação num só sítio e controlando a sua evolução com o apoio da Inteligência Artificial.

 

O Jasmin permite-lhe consultar os principais dados relevantes para a gestão da sua empresa, organizando e interpretando esses dados para lhe trazer insights sobre o estado do seu negócio. Isto não só lhe permite minimizar o tempo que perde à procura das informações importantes, como também controlar o cumprimento dos seus objetivos, mostrando-lhe um ponto de situação quanto às vendas, receitas, despesas ou resultados. Desta forma, pode implementar OKRs na sua empresa e segui-los através da informação de um único software de gestão que está disponível em qualquer lugar, a qualquer hora, graças à cloud.

 

Se quer controlar os seus objetivos e resultados da melhor forma, as boas notícias são que o Jasmin é gratuito para quem está a começar. Não há razão para não o usar, por isso experimente já!

Nómada digital: Quem são os profissionais dos tempos modernos?

Trabalhar a viajar. Trabalhar em casa, no jardim ou na praia. Em Portugal, no Japão ou em Itália. É isso que fazem os nómadas digitais.

 

Não estar preso a uma localização geográfica específica e não ter horários certos é a essência do trabalho remoto. Um paradigma que tem ganho cada vez mais adeptos. Estes nómadas digitais são, muitas vezes, trabalhadores independentes. Mas serão estes os profissionais dos tempos modernos?

 

Quem são os nómadas digitais?

 

Chegam de todos os pontos do mundo e trabalham em qualquer lugar. Têm ocupação própria e estão ávidos por conhecer novos locais. Os nómadas digitais são trabalhadores que podem fixar-se em qualquer ponto do mapa. Isto acontece por apenas necessitarem de um computador ou outro dispositivo móvel para desempenhar a sua atividade profissional.

 

Por gostarem de viajar, aproveitam o facto de poderem trabalhar à distância para conhecer sítios diferentes. E se, antigamente, os nómadas digitais eram vistos como turistas, hoje já representam uma comunidade que mobiliza a economia e que está a reformular um novo paradigma laboral.

 

Se esta realidade já estava em constante crescimento, a verdade é que a pandemia da COVID-19 veio fazer, para muitos, do teletrabalho regra. O escritório dividiu-se em milhares de casas, mas estas casas não precisam de ser um local fixo.

 

Quais os grandes benefícios de trabalhar em qualquer ponto do mapa?

 

Uma das grandes vantagens deste nomadismo profissional é a possibilidade de explorar uma cultura local diferente como semiresidente. Tendo em conta que, muitas vezes, o período de permanência a trabalhar se prolonga para lá do que seria uma curta visita de férias, muitos países até já criaram vistos para os nómadas digitais. O nomadismo digital já tinha chegado. Mas, agora, com as quebras do turismo que a pandemia provocou, é a fórmula perfeita para combater o impacto negativo no mundo laboral.

 

A maior vantagem deste estilo de vida e modo de trabalho é a flexibilidade. Aliando a mobilidade à flexibilidade, temos a receita ideal para um estilo de vida que foge à rotina tradicional.

 

No fundo, as vantagens são inúmeras:

 

  • Trabalhar onde quiser: qualquer local pode tornar-se um local de trabalho;
  • Maior independência: quer seja um freelancer ou um colaborador num regime flexível de trabalho remoto, os nómadas digitais são autónomos no seu trabalho;
  • Trabalhar a qualquer hora:o trabalho dos nómadas digitais não é avaliado pelo número de horas trabalhadas, mas sim pelo resultado final apresentado. Como tal, o próprio trabalho em si passa a ser o fator exclusivo de avaliação de desempenho;
  • Viajar a tempo inteiro:a possibilidade e capacidade de viajar a tempo inteiro é uma das maiores vantagens.

E as desvantagens?

 

Não são muitas, mas as mais relevantes são a solidão e a necessidade de conseguir um elevado nível de disciplina, rigor e responsabilidade. Sem responsabilidade profissional, os nómadas digitais não conseguem o sucesso desejado neste paradigma remoto.

 

E a nível legal e fiscal onde ficam os nómadas digitais?

 

Não existe uma lei própria para os nómadas digitais. Não sendo um turista nem um cidadão de um país (quando se trata de profissionais que escolhem outros países para trabalhar), os nómadas digitais não estão abrangidos por uma lei específica.

 

A legislação ainda não consegue responder de forma ajustada no que respeita a seguros de saúde, impostos ou mesmo vistos específicos.

 

Incentivo à economia e ao turismo

 

Para responder à atual crise pandémica – e como em todas as crises nascem novas oportunidades – , alguns países, como é o caso de Espanha, já começaram a convidar estrangeiros a trabalhar remotamente, atribuindo vistos de residência de um ano. Isso permitiu aos nómadas digitais viver legalmente a partir de outro país.

 

Também a Alemanha tem um programa de permissão destinado a freelancers e trabalhadores remotos. O mesmo acontece com a Estónia e as Bermudas.

 

E Portugal?

 

Há muito tempo que Portugal já é um destino favorito para os nómadas digitais – seja pelo clima, os preços acessíveis, as infraestruturas de qualidade, a facilidade de acesso a cuidados de saúde ou a segurança.

 

No final de 2020, a Madeira lançou um projeto inovador, o Digital Nomad Madeira. O objetivo foi atrair 700 trabalhadores remotos de todo o mundo e combater o impacto na economia nacional.

 

Mas as iniciativas legais e fiscais não se ficam por aqui. A proposta do Orçamento do Estado 2022 inclui uma medida facilitadora para os nómadas digitais em Portugal.

 

O Governo propõe alargar o Regime de Residente Não Habitual (RNH) aos nómadas digitais para atrair profissionais das áreas científica, técnica ou artística.

 

Caso a medida seja aprovada, o RNH será alargado aos nómadas digitais para incluir atividades que passarão a ser tributadas com uma taxa de IRS de 20%.

 

Trabalhe em qualquer lugar e a qualquer hora com o Jasmin

 

A receita para a vida de um nómada digital é o trabalho remoto e a tecnologia e um software de gestão são os ingredientes para a organização e controlo para que tudo corra pelo melhor.

 

O Jasmin é um software 100% cloud, desenvolvido a pensar em todo o tipo de profissionais e já preparado para a evolução do trabalho remoto. É o software de gestão ideal para os nómadas digitais, graças às suas funcionalidades pensadas à medida. Pode aceder a qualquer altura e em qualquer lugar a toda a informação do seu negócio.

 

Melhor ainda, o Jasmin é completamente gratuito para quem está a começar.

 

O Jasmin é para os nómadas. Experimente já e descubra por si todas as vantagens!