Gestão de equipas: como distribuir tarefas e aumentar a produtividade?

Distribuir tarefas é diferente de transferir responsabilidades. A capacidade de gestão de equipas não se deve medir apenas pela capacidade de realização de tarefas com qualidade dentro dos prazos adequados. Envolve o ajuste de processos às capacidades de cada elemento da equipa. Tudo isto implica a confiança na distribuição de tarefas e transparência na definição de objetivos.

 

Gestão de equipas: porquê distribuir tarefas?

 

O sucesso na gestão de equipas não significa fazer tudo sozinho. Significa que o gestor é realmente bom em identificar a pessoa mais adequada para liderar uma tarefa ou um projeto. Esta distribuição de tarefas promove uma gestão mais estratégica, aumenta a motivação, facilita o cumprimento de prazos, possibilita a formação de talento e elimina potenciais erros.

 

É necessário um trabalho conjunto, contínuo e bem delimitado. A verdade é que nenhum elemento da equipa possui todas as capacidades, habilidades ou aptidões necessárias para realizar um projeto. Ao aliar a experiência ao know-how de todos, um bom gestor será mais forte, mais produtivo e mais eficiente. E saber distribuir tarefas é uma capacidade fundamental para um bom líder: significa poder dedicar mais tempo a aspetos que não podem ser realizados por outras pessoas, facilitando o trabalho mais estratégico.

 

Distribuir tarefas, não só evita a subcarga de trabalhos, como traz vantagens não só para a gestão da equipa como um todo, mas para toda a empresa:

 

Melhora a produtividade

 

Ao aproveitar as capacidades e habilidade de cada elemento da equipa, o rendimento e a eficiência aumentam.

 

Reduz o stress

 

Quando a carga de trabalho se divide entre várias pessoas, é mais simples alcançar os objetivos e os prazos estabelecidos.

 

Aumenta a motivação

 

Quando a autonomia e o poder de decisão são colocados ao serviço de um elemento da equipa, a sua motivação aumenta significativamente.

 

Impulsiona as relações e a comunicação

 

Quando toda a equipa se sente valorizada e parte integrante do projeto, o ambiente de trabalho é mais positivo e é potenciado o poder de comunicação.

 

Aumentar a produtividade na gestão de equipas: aprenda a distribuir tarefas

 

Distribuir tarefas não significa dizer a alguém o que tem de fazer. Sugere, sim, a transferência de responsabilidade e poder na tomada de decisão. Mas como é que isso é conseguido?

 

1.      Conseguir uma equipa de trabalho de confiança

Trabalhadores motivados trabalham mais e melhor. Por isso, a gestão de equipas envolve valorizar o papel de cada membro da organização. A confiança é um pilar fundamental: quando um colaborador sente esta confiança, será mais produtivo e estará mais motivado para desenvolver ainda melhor o seu trabalho.

 

2.      Definir as tarefas a distribuir

Ao construir uma lista de tarefas a realizar, é importante definir as que podem ser distribuídas. Entre elas estão:

 

  • Aquelas que não domina totalmente;
  • As que podem representar uma aprendizagem para algum membro da equipa;

Após estarem definidas as tarefas, deve ser escolhido o elemento da equipa com as capacidades adequadas para cada uma.

 

3.      Criar um bom briefing

Confiança, informação e transparência. É o que não pode faltar na gestão de equipas. Ao definir uma tarefa, é fundamental garantir uma descrição completa do que se pretende, com instruções claras do que deve ser feito para se consigam obter os melhores resultados.

 

4.      Definir objetivos

Garanta que toda a equipa trabalha pelo mesmo objetivo. Cada colaborador deve estabelecer metas individuais que estejam de acordo com as metas coletivas. Uma boa gestão de equipas requer que todos os elementos remem na mesma direção, rumo a melhores resultados.

 

5.      Estipular prazos

A gestão de tempo é uma disciplina essencial na gestão de equipas. Além da desmotivação, equipas sobrecarregadas podem atrasar, com frequências, as entregas de projetos. Simultaneamente, a gestão de tempo ajuda no acompanhamento da produtividade, tanto coletiva, como individual, sendo um aliado na gestão de equipas.

 

6.      Comunicar

Uma gestão de equipas sem comunicação é sinónimo de ineficiência. Se um colaborador não sabe no que o outro está a trabalhar ou qual o estado dos objetivos coletivos, torna-se impossível garantir que o trabalho esteja de acordo com as necessidades gerais da equipa.

 

As falhas na comunicação são as principais responsáveis pelos atrasos e erros, o que resulta em perdas de recursos para a empresa.

 

7.      Partilhar resultados

Ao partilhar resultados do trabalho dos elementos da equipa a partir de um ponto de vista construtivo, a motivação aumenta, é impulsionada a produtividade e a confiança é reforçada.

 

8.      Garanta as ferramentas certas

 

A tecnologia também é um importante instrumento na gestão de equipas. Não só de uma gestão de tarefas se desenvolve um negócio eficiente. Uma boa gestão administrativa e comercial é o segredo para uma gestão global equilibrada.

 

Com as ferramentas certas, é mais simples conseguir esse equilíbrio. O Jasmin é um software de gestão que coloca a Inteligência Artificial ao serviço das pequenas e médias empresas. Ao agilizar a gestão e otimizar processos empresariais com recurso à automatização de processos, o Jasmin liberta-o de tarefas repetitivas e que consomem tempo. Assim, permite-lhe focar-se noutros aspetos mais importantes, como planear e gerir o negócio em si.

 

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Artigo atualizado a 18 de agosto.

Subsídio de férias: 6 coisas que precisa de saber sobre ele

Sabe como é calculado o subsídio de férias? Quem tem direito? Quando e como é pago?

 

Se ainda tem dúvidas sobre o subsídio de férias, neste artigo respondemos às questões mais frequentes sobre o também conhecido “14.º mês”.

 

6 coisas que precisa de saber sobre o subsídio de férias

 

1.      O que é o subsídio de férias?

 

O direito a este pagamento extra está previsto no artigo 264.º do Código de Trabalho. O subsídio de férias é uma “compensação atribuída aos trabalhadores com contrato de trabalho (sem termo, a termo certo ou incerto), quando tiram uns dias para lazer, por forma a que possam gozar este período com maior folga financeira”.  

 

O subsídio de férias corresponde a um salário extra atribuído ao trabalhador, em função do seu direito a férias, que não pode ser afastado ou reduzido, não importa os dias de férias de que os trabalhadores usufruam. Isto significa que se o trabalhador usufruir de 20 dias em 22 (o mínimo), o valor do subsídio de férias mantém-se.

 

2.      Quem tem direito?

 

O direito a este vencimento extra adquire-se com a assinatura de um contrato de trabalho e prestação de trabalho ao abrigo dele.

 

As exceções aplicam-se no ano de admissão (ou de celebração do contrato) e no ano de rescisão do contrato de trabalho. Nestes casos, o direito a dias de férias e subsídio de férias são proporcionais aos dias ou meses de trabalho efetivamente prestados no ano.

 

O subsídio de férias é apenas pago a:

 

  • Trabalhadores por conta de outrem (com contrato)
  • Pensionistas e Reformados
  • Funcionários Públicos

 

De fora ficam os trabalhadores independentes.

 

3.      Como se calcula?

 

Para a generalidade dos trabalhadores, o valor a pagar de subsídio de férias corresponde a um mês de retribuição extra por ano.

 

Este subsídio deve ser calculado com base no salário bruto e tendo em conta os descontos legais obrigatórios. O subsídio de férias também está sujeito a retenções para IRS e Segurança Social. 

 

subsídio de férias engloba:

 

  • Vencimento base;
  • Isenção de horário de trabalho;
  • Trabalho noturno;
  • Trabalho por turnos.

 

De fora do cálculo do subsídio de férias ficam os extras:

 

  • Subsídio de refeição;
  • Subsídio de transporte;
  • Subsídio de representação;
  • Ajudas de custo;
  • Abonos de viagem.

4.      Como calcular o subsídio de férias no ano de admissão?

 

Quando falamos do primeiro ano do contrato de trabalho, é importante ter em conta que o valor também é diferente. A forma mais indicada para calcular o subsídio de férias é com base no  valor hora ou salário-hora, no número de horas mensais trabalhadas e no número de dias de férias por direito, considerando a proporção de dois dias por mês.

 

O salário-hora é calculado através da remuneração base mensal multiplicada por 12 meses, dividida pelo total de horas trabalhadas no ano:

 

Salário-hora = (Remuneração base mensal x 12) / (52 x período normal de trabalho semanal)

 

Tendo esse valor em mente, o proporcional de subsídio de férias é calculado da seguinte forma:

 

Subsídio de férias = (Salário-hora x (horas semanais x 52 semanas / 12 meses) / 22 dias) x dias de férias por direito

 

5.      Quando é pago?

 

  • Trabalhadores do privado – “Deve ser pago antes do início do período de lazer e proporcionalmente, em caso de gozo interpolado de férias. Ou seja, se tirar 10 dias em julho e 12 em agosto, deve receber o proporcional do valor nesses dois períodos. Porém, muitas empresas optam por pagar este valor por inteiro, num dos meses do verão (quando a maioria das pessoas gozam estes dias).”
  • Trabalhadores da função pública e pensionistas – “Neste caso, o valor é pago integralmente no mês de junho. Caso só tenha direito a gozar estes dias depois de junho, recebe o valor em conjunto com a remuneração mensal do mês antes de tirar os dias de descanso.”
  • Pensionistas – “Os reformados e pensionistas recebem o montante no mês de julho”. 

Conforme previsto no n.º 3 do artigo 264.º do Código do Trabalho, “salvo acordo escrito em contrário, o subsídio de férias deve ser pago antes do início do período de férias e proporcionalmente em caso de gozo interpolado de férias”. Isto significa que o subsídio de férias deve ser pago conforme o colaborador tira férias.

 

Contudo, é uma prática comum às empresas pagarem este subsídio todo de uma vez antes do verão, por volta de junho ou julho, antes do habitual período de férias mais prolongado dos trabalhadores.

 

6.      Como é pago?

 

O valor a ser pago, como vimos previamente, deve corresponder a um salário extra, na generalidade dos casos. Contudo, mediante acordo escrito entre o empregador e o trabalhador, é ainda possível a opção pelo pagamento do subsídio de férias em duodécimos, acordo que deve ser feito individualmente por trabalhador, sendo que podem nem todos optar.

 

Nesta modalidade de pagamento, só pode ser pago em duodécimos (12 vezes) 50% do valor do total do subsídio, sendo o restante pago no prazo previsto legalmente.

 

Aproveite as férias. O seu negócio está controlado

 

Com o sol e o calor, chega também a altura de parar, relaxar e refletir. É esta a hora certa para pensar nas ambições e planos futuros. Porque as boas ideias não têm pausas: esteja na praia, numa caminhada ou numa corrida, com o Jasmin leva sempre o seu negócio na palma da mão.

 

O Jasmin é um software de gestão ideal para empreendedores e pequenas empresas. Por ser cloud, permite controlar todos os aspetos da gestão em qualquer lugar e a qualquer hora. E ao incluir mecanismos de IA e Machine Learning, ajuda-o a tomar as melhores decisões para o sucesso da sua empresa.

 

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Nómadas digitais: os benefícios de trabalhar em qualquer lugar

Trabalhar a viajar. Trabalhar em casa, no jardim ou na praia. Em Portugal, no Japão ou em Itália. É isso que fazem os nómadas digitais.

 

Não estar preso a uma localização geográfica específica e não ter horários certos é a essência do trabalho remoto. Um paradigma que tem ganho cada vez mais adeptos. Estes nómadas digitais são, muitas vezes, trabalhadores independentes. Mas serão estes os profissionais dos tempos modernos?

 

Quem são os nómadas digitais?

 

Chegam de todos os pontos do mundo e trabalham em qualquer lugar. Têm ocupação própria e estão ávidos por conhecer novos locais. Os nómadas digitais são trabalhadores que podem fixar-se em qualquer ponto do mapa. Isto acontece por apenas necessitarem de um computador ou outro dispositivo móvel para desempenhar a sua atividade profissional.

 

Por gostarem de viajar, aproveitam o facto de poderem trabalhar à distância para conhecer sítios diferentes. E se, antigamente, os nómadas digitais eram vistos como turistas, hoje já representam uma comunidade que mobiliza a economia e que está a reformular um novo paradigma laboral.

 

Se esta realidade já estava em constante crescimento, a verdade é que a pandemia da COVID-19 veio fazer, para muitos, do teletrabalho regra. O escritório dividiu-se em milhares de casas, mas estas casas não precisam de ser um local fixo.

 

Quais os grandes benefícios de trabalhar em qualquer ponto do mapa?

 

Uma das grandes vantagens deste nomadismo profissional é a possibilidade de explorar uma cultura local diferente como semiresidente. Tendo em conta que, muitas vezes, o período de permanência a trabalhar se prolonga para lá do que seria uma curta visita de férias, muitos países até já criaram vistos para os nómadas digitais. O nomadismo digital já tinha chegado. Mas, agora, com as quebras do turismo que a pandemia provocou, é a fórmula perfeita para combater o impacto negativo no mundo laboral.

 

A maior vantagem deste estilo de vida e modo de trabalho é a flexibilidade. Aliando a mobilidade à flexibilidade, temos a receita ideal para um estilo de vida que foge à rotina tradicional.

 

No fundo, as vantagens são inúmeras:

 

  • Trabalhar onde quiser: qualquer local pode tornar-se um local de trabalho;
  • Maior independência: quer seja um freelancer ou um colaborador num regime flexível de trabalho remoto, os nómadas digitais são autónomos no seu trabalho;
  • Trabalhar a qualquer hora:o trabalho dos nómadas digitais não é avaliado pelo número de horas trabalhadas, mas sim pelo resultado final apresentado. Como tal, o próprio trabalho em si passa a ser o fator exclusivo de avaliação de desempenho;
  • Viajar a tempo inteiro:a possibilidade e capacidade de viajar a tempo inteiro é uma das maiores vantagens.

E as desvantagens?

 

Não são muitas, mas as mais relevantes são a solidão e a necessidade de conseguir um elevado nível de disciplina, rigor e responsabilidade. Sem responsabilidade profissional, os nómadas digitais não conseguem o sucesso desejado neste paradigma remoto.

 

E a nível legal e fiscal onde ficam os nómadas digitais?

 

Não existe uma lei própria para os nómadas digitais. Não sendo um turista nem um cidadão de um país (quando se trata de profissionais que escolhem outros países para trabalhar), os nómadas digitais não estão abrangidos por uma lei específica.

 

A legislação ainda não consegue responder de forma ajustada no que respeita a seguros de saúde, impostos ou mesmo vistos específicos.

 

Incentivo à economia e ao turismo

 

Para responder à atual crise pandémica – e como em todas as crises nascem novas oportunidades – , alguns países, como é o caso de Espanha, já começaram a convidar estrangeiros a trabalhar remotamente, atribuindo vistos de residência de um ano. Isso permitiu aos nómadas digitais viver legalmente a partir de outro país.

 

Também a Alemanha tem um programa de permissão destinado a freelancers e trabalhadores remotos. O mesmo acontece com a Estónia e as Bermudas.

 

E Portugal?

 

Há muito tempo que Portugal já é um destino favorito para os nómadas digitais – seja pelo clima, os preços acessíveis, as infraestruturas de qualidade, a facilidade de acesso a cuidados de saúde ou a segurança.

 

No final de 2020, a Madeira lançou um projeto inovador, o Digital Nomad Madeira. O objetivo foi atrair 700 trabalhadores remotos de todo o mundo e combater o impacto na economia nacional.

 

Mas as iniciativas legais e fiscais não se ficam por aqui. A proposta do Orçamento do Estado 2022 inclui uma medida facilitadora para os nómadas digitais em Portugal.

 

O Governo propõe alargar o Regime de Residente Não Habitual (RNH) aos nómadas digitais para atrair profissionais das áreas científica, técnica ou artística.

 

Caso a medida seja aprovada, o RNH será alargado aos nómadas digitais para incluir atividades que passarão a ser tributadas com uma taxa de IRS de 20%.

 

Trabalhe em qualquer lugar e a qualquer hora com o Jasmin

 

A receita para a vida de um nómada digital é o trabalho remoto e a tecnologia e um software de gestão são os ingredientes para a organização e controlo para que tudo corra pelo melhor.

 

O Jasmin é um software 100% cloud, desenvolvido a pensar em todo o tipo de profissionais e já preparado para a evolução do trabalho remoto. É o software de gestão ideal para os nómadas digitais, graças às suas funcionalidades pensadas à medida. Pode aceder a qualquer altura e em qualquer lugar a toda a informação do seu negócio.

 

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Como calcular o valor hora do trabalho como freelancer?

Todas as empresas com colaboradores têm salários a pagar todos os meses – que podem ser fixos ou variar consoante as horas trabalhadas. Mas os trabalhadores em regime freelancer não têm este salário fixo. Neste caso, saber calcular o valor hora é um passo fundamental para chegar ao valor justo a receber pelos serviços prestados. Mas como calculá-lo?

 

Antes de mais, o que é o valor hora?

 

Uma das maiores dificuldades no início de um trabalho como freelancer é saber como calcular o valor hora a cobrar. Seja um orçamento por hora de trabalho ou por serviço, perceber o valor certo é uma das maiores dificuldades.

 

De forma simples, o valor hora, é o valor cobrado por um trabalhador por cada hora de trabalho prestado. Nos casos em que o salário tem um valor fixo, o valor hora passa despercebido, mas quando o vencimento depende das horas trabalhadas, como acontece com os freelancers, esta é uma variável importantíssima.

 

Como calcular o valor hora?

 

Por onde começar? É importante definir um valor desejado a receber mensalmente. Ter este valor de referência é o primeiro passo para calcular o valor hora. Ora vejamos em termos práticos.

 

Pretende receber 1200€. Agora, o cálculo é o seguinte:

 

Ao trabalhar 22 dias úteis (1 mês), 8 horas por dia, está a trabalhar 176 horas (22 x 8h). Dividindo 1200€ pelas 176 horas, o valor hora será (aproximadamente) 6,82€.

 

É este o valor hora a cobrar? Não. Como trabalhador em regime de freelancing, é importante não esquecer os períodos de férias e outras despesas. Para tal, tenha e consideração todas as despesas.

 

Enumere todas as despesas relacionadas com a sua atividade:

 

  • Equipamento e material de escritório;
  • Internet e eletricidade;
  • Renda do espaço onde trabalha;
  • Deslocações;
  • Preços de programas informáticos e serviços;
  • Impostos (Finanças, Segurança Social);
  • Contabilista.

As despesas que nunca devem ser ignoradas são os impostos e os descontos dos trabalhadores independentes.  

 

Como contabilizar as férias e descanso?

 

Os freelancers não têm o benefício do subsídio de férias. Para garantir o bem-estar e qualidade de vida, é importante ter alguns dias de férias durante o ano.

 

Mas não existindo nenhum subsídio destinado a isso, cabe a cada freelancer criá-lo. Como? Adicionando uma pequena percentagem ao valor hora para que seja possível fazer uma poupança regular para usufruir de férias.

 

Calcular o valor hora ou por serviço?

 

Ao trabalhar como freelancer, irá receber, tipicamente, dois pedidos de orçamentos: o valor hora e o valor por um serviço ou projeto.

 

  • O valor hora, como já vimos, é o valor cobrado por cada hora trabalhada, seja qual for o trabalho a realizar.
  • O valor por serviço é, contudo, o valor total cobrado por determinado serviço.

No entanto, qualquer que seja a forma utilizada para fazer o orçamento, ambos os preços devem estar alinhados. Apesar de se tratar de dois orçamentos diferentes, a verdade é que o valor hora e o preço por serviço estão associados e é impossível ter um bom orçamento de serviço ou projeto sem existir um valor hora fixado.

 

Gerir, planear, faturar e cumprir as obrigações fiscais

 

 

No meio de tantos projetos e responsabilidade, é normal que nem sempre consiga ter tempo para gerir todas as tarefas administrativas a que a sua atividade está sujeita: cobrar a clientes, pagar os impostos, analisar os lucros… Estas são apenas algumas das suas responsabilidades financeiras enquanto freelancer.

 

Para simplificar a gestão do seu negócio, o Jasmin, um software de gestão desenvolvido para trabalhadores independentes, através da automatização de processos, elimina as tarefas administrativas entediantes e permite-lhe concentrar-se naquilo que é realmente importante.

 

Por ser 100% cloud, é muito rápido faturar e gerir todos os aspetos do negócio, controlar contas correntes e responder às obrigações fiscais, monitorizar a evolução do negócio e dos indicadores de gestão, sempre que quiser.

 

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Quando e a quem se aplica a tolerância de ponto?

A premissa que se repete todos os anos é esta: perto do Carnaval, do Natal, Ano Novo ou Páscoa, a tolerância de ponto vem à baila. Já todos ouvimos falar deste conceito, especialmente ligado ao setor público – decretada pelo Governo –, mas também as empresas privadas podem oferecer um período de tolerância. Mas sabe como funciona? E o que diz a Lei acerca deste tema? A quem se aplica e quais são os benefícios?

 

Em que consiste a tolerância de ponto?

 

Em termos práticos, a tolerância de ponto dispensa os funcionários de comparecerem no local de trabalho em determinada data. É o caso das festividades mencionadas acima. A tolerância de ponto não é considerada um feriado, nem tampouco o gozo de férias. Este benefício traduz-se na dispensa de comparência ao serviço concedida aos trabalhadores que, num determinado dia útil estão vinculados ao dever de assiduidade.

 

O que diz a Lei sobre a tolerância de ponto?

 

Quem pode beneficiar da tolerância de ponto?

 

A lei determina a possibilidade de ser decretada tolerância no setor público. De um ponto de vista jurídico, a tolerância de ponto aplica-se apenas a estes trabalhadores. Na verdade, a tolerância não existe no setor privado, mas as empresas pertencentes ao setor privado podem ou não seguir o exemplo e aplicar tolerância nos mesmos moldes.

 

Como e por quem é decretada a tolerância de ponto?

 

No que respeita ao setor público, esta tolerância é concedida por despacho do primeiro-ministro e tem de ser publicado em Diário da República. No setor privado são, portanto, os gestores que autorizam os seus trabalhadores a não ir trabalhar. Em alguns casos, esse dia poderá significar uma perda de remuneração.

 

A tolerância de ponto é, então, considerada uma falta autorizada. No artigo 255.º do Código do Trabalho, explica que uma falta autorizada ou aprovada pelo patrão corresponde a uma perda de retribuição ao período em questão.

 

Tolerância de ponto não é o mesmo que férias ou feriado

 

É importante não confundir estas situações. A tolerância de ponto não suspende as férias: se um funcionário estiver de férias na data da tolerância de ponto não tem direito a um dia extra. Pela mesma razão, importa referir que nesse dia, o subsídio de refeição não é pago aos trabalhadores.

 

Quando existe tolerância de ponto?

 

Regra geral, existem tolerância de ponto em dias festivos, como por exemplo:

  • Terça-feira de Carnaval: O Carnaval não é, nem nunca foi, um feriado. Contudo, tradicionalmente, sempre foi dada tolerância de ponto neste dia.
  • 24 de dezembro, véspera de Natal e 31 de dezembro, véspera de Ano Novo: Muitas vezes, são dadas à escolhas 2 datas – ou no Ano Novo ou no Natal.
  • Visitas papais a Portugal

     

Garanta uma gestão mais simples e eficaz do negócio

 

Controlar o negócio e todos os processos administrativos que este envolve é tão importante como gerir da melhor forma as férias, as faltas ou as tolerâncias dos trabalhadores.

 

Para uma boa gestão, simplificar todos os aspetos do negócio é crucial. O Jasmin é um software de gestão que automatiza todos os processos, para um aumento da produtividade, libertando-o de tarefas repetitivas. A toda a hora e em qualquer lugar permite-lhe faturar de forma rápida, controlar despesas, gerir compras, inventários e armazéns, acompanhar contas correntes e a tesouraria.

 

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Freelancing e contracting: conheça as novas formas de trabalho

São formas mais transparentes, mais eficientes, mais flexíveis de trabalhar. Viajar enquanto trabalha, saltar de projeto em projeto e definir os horários preferíveis. Estas são algumas vantagens das novas formas de trabalho. O freelancing e o contracting ainda são modelos menos convencionais, mas já estão a conquistar o seu espaço no mundo laboral.

 

Embora um trabalhador em regime de freelancing e um contractor sejam semelhantes, estas funções envolvem padrões de trabalho e benefícios diferentes. Em comum têm o facto de serem ambos trabalhadores independentes. Mas o modo de trabalhar é ligeiramente diferente e, normalmente, estão associados a setores diferentes.

 

Mas é a liberdade difícil de abdicar que faz com que os trabalhadores em regime freelancing ou contracting não queiram estar vinculados a uma empresa. Estes regimes laborais estão carregados de vantagens, mas destaca-se a flexibilidade e mobilidade de trabalhar onde e quando quiser, sem contrato laboral ou regime de exclusividade.

 

Mas antes de mergulharmos pelas vantagens destes modelos de trabalho menos convencionais, vamos perceber a diferença entre o freelancing e o contracting.

 

O que é o freelancing?

 

Já não é novidade para ninguém este termo. Um freelancer é um trabalhador independente que oferece os seus serviços a empresas ou clientes, mediante o pagamento de um preço estipulado por ele mesmo.

 

Ao não ter vínculo com nenhuma empresa, os trabalhadores em regime freelancing não precisam de dedicar o tempo integral apenas a uma empresa. Podem trabalhar em vários projetos em simultâneo.

 

“Freelancing” é uma forma de definir o modelo de trabalho. Modelo este que engloba várias indústrias e setores e podem ir desde copywriters, fotógrafos, web developers ou tradutores. As possibilidades são infinitas.

 

E o contracting?

 

Talvez menos falados do que os freelancers, os contractors – como são conhecidos – são também trabalhadores independentes, mas trabalham num projeto de cada vez.

 

Este regime oferece grande flexibilidade, benefícios fiscais e cria desafios apelativos a quem trabalha e agilidade a quem contrata. Para a empresa que contrata este tipo de profissional, existe a vantagem da flexibilidade e a da rapidez dos processos de recrutamento. Para o trabalhador, mais dinheiro, mais autonomia e liberdade de carreira.

 

Do ponto de vista tributário não há, realmente, qualquer diferença entre os freelancers e os contractors. Mas, na prática, os contractors trabalham de forma um pouco diferente.

 

Normalmente, um trabalhador em regime de contracting trabalha a tempo integral, por um determinado período de tempo, para o mesmo cliente, ao contrário dos freelancers. Esta é a grande diferença entre os dois regimes laborais.

 

O setor do IT é o mais comum para se encontrar trabalhadores em regime de contracting. Vejamos um exemplo: um developer pode trabalhar durante seis meses para desenvolver algum projeto para uma determinada empresa. Depois de seis meses, quando termina o projeto, salta para um novo desafio, mas nunca em simultâneo.

 

Freelancing vs contracting: qual a melhor opção?

 

Os freelancers entregam projetos, os contractors cumprem funções específicas durante um período de tempo. Freelancers e contractors trabalham de forma temporária para organizações. Têm maior independência financeira e profissional do que o típico funcionário. Contudo, trabalhadores em regime de freelancing e contracting diferem em vários aspetos principais:

 

Aceitar clientes

 

Como a maioria dos trabalhadores em regime freelancing trabalham de forma flexível, geralmente respondem a vários projetos e clientes de forma simultânea.

 

Os contractors também trabalham com vários clientes, mas um de cada vez. Isso oferece a possibilidade de assumirem projetos maiores.

 

Aceitar projetos

 

Os trabalhadores independentes em regime freelancing têm controlo quase total da escolha de quais os trabalhos a fazer e quais os projetos a rejeitar. Como freelancer, pode optar por trabalhar em projetos mais importantes que ocupam a maior parte das horas de trabalho ou trabalhar numa gama mais ampla de pequenos projetos.

 

Como contractor, pode também escolher seus projetos. Ao contrário dos freelancers, no entanto, os projetos escolhidos têm maior dimensão, mas são em menor quantidade.

 

Estabelecer timelines

 

Os projetos em freelancing têm prazos e deadlines pré-determinados. Como freelancer, os trabalhos podem durar parte do dia, uma semana inteira, um mês, um ano ou até mais.

 

Mas tal como os freelancers, os contractors também assumem funções temporárias. No entanto, geralmente, aceitam projetos com prazos mais longos e, muitas vezes, flexíveis.

 

Horários de trabalho

 

Trabalhando como freelancer, é possível estabelecer os próprios horários, desde que a deadline seja cumprida.

 

Como contractor, o horário pode ir ao encontro de um funcionário típico de uma empresa, tendo em conta que, muitas vezes, este trabalho pode ser feito no próprio espaço físico da empresa.

 

Obrigações fiscais

 

Tanto os trabalhadores independentes em regime freelancing como os contractors são autónomos no que respeita às obrigações fiscais. Desde a contribuição à Segurança Social, como o IRS ou o IVA são da responsabilidade de cada um.

 

Gerir, planear, faturar e cumprir as obrigações fiscais

 

No meio de tantos projetos e responsabilidade, é normal que nem sempre consiga ter tempo para gerir todas as tarefas administrativas a que a sua atividade está sujeita: cobrar a clientes, pagar os impostos, analisar os lucros… Estas são apenas algumas das suas responsabilidades financeiras enquanto freelancer e contractor.

 

Para simplificar a gestão do seu negócio, o Jasmin, um software de gestão desenvolvido para trabalhadores independentes, através da automatização de processos, elimina as tarefas administrativas entediantes e permite-lhe concentrar-se naquilo que é realmente importante.

 

Além de ser um software cloud e certificado pela AT, com o Jasmin fatura e ainda tira proveito de indicadores de gestão sobre o futuro da sua atividade.

 

Com o Jasmin pode ter informação em tempo real sobre os recebimentos ou clientes, em qualquer lugar e a qualquer hora. Por ser 100% cloud, é muito rápido faturar e gerir todos os aspetos do negócio, controlar contas correntes e responder às obrigações fiscais, monitorizar a evolução do negócio e dos indicadores de gestão, sempre que quiser.

 

E o melhor de tudo é que o Jasmin apresenta uma versão gratuita, o Jasmin Express.  

 

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