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Gestão agrícola: 10 aspetos a ter em consideração

por Mariana Gomes | 16 Julho, 2020

O mundo atual não conhece barreiras à gestão eficiente e sustentável dos negócios. No setor da agricultura, é importante ter um planeamento definido e estruturado, de modo a otimizar a gestão agrícola.

 

Não importa a dimensão, as maravilhas de uma gestão agrícola eficaz influenciam todo o tipo de negócio. E existem poucos outros tipos de negócios que dependem de produtos vivos, sejam culturas ou animais. Isto torna a gestão agrícola mais complexa no que respeita a ativos, passivos, custos e receita.

 

É por esta razão que um planeamento é fundamental para a saúde do negócio. Ainda que o potencial produtivo de uma cultura seja, muitas vezes, afetado pelas variações sazonais, sem um planeamento eficaz, a eficiência da exploração agrícola pode diminuir drasticamente. Consequentemente, os lucros serão minimizados.

 

E como todos os negócios de sucesso têm por base a obtenção de bons retornos financeiros, uma boa gestão agrícola torna-se completamente imprescindível.

 

Conheça, neste artigo, 10 aspetos a ter em consideração para transformar os seus esforços em bons resultados de negócio!

 

Gestão agrícola: transformar esforços em bons resultados

 

  1. De olho na sustentabilidade

Uma filosofia baseada nos objetivos humanos e na compreensão do impacto a longo prazo das atividades no meio ambiente e noutras espécies, a agricultura sustentável aplica a experiência prévia dos mais recentes avanços tecnológicos e científicos para criar sistemas agrícolas que conservem recursos.

 

Estes sistemas reduzem a degradação ambiental, mantêm a produtividade agrícola e promovem a viabilidade económica.

 

Não há como ter uma propriedade rural assente numa gestão agrícola saudável sem ter uma visão sustentável. É, por isso, importante que todo o planeamento se debruce em ideias e diretrizes que englobem a natureza nativa e preserve os recursos.

 

  1. Atenção na gestão de recursos humanos

A alta produtividade e eficiência de negócio não dependem apenas de fatores externos à agricultura. A mão de obra é um dos fatores centrais na gestão agrícola, tendo em conta que é necessário que os profissionais entendam a importância dos processos de trabalho e da forma como as suas ações interferem na cadeia de produção.

 

Nesta perspetiva, é fundamental que a prioridade na gestão agrícola seja também a capacitação e qualificação da mão de obra. Com um trabalho realizado com qualidade e atenção necessária, os melhores resultados são a consequência mais óbvia.

 

  1. Cuidado no planeamento financeiro

Desde o início do planeamento, qualquer aspeto relativo ao negócio agrícola deve estar definido no planeamento financeiro. Neste planeamento devem ser considerados todos os custos do projeto, desde o material, mão de obra, equipamentos, logística e encargos.

 

É importante que exista um projeto estruturado assente nos investimentos planeados e nos objetivos a curto, médio e longo prazo.

 

Aposte numa atenção redobrada a fluxo de caixa e a aspetos relevantes como a gestão de stock agrícola para garantir uma gestão agrícola estratégica. Com tudo organizado e controlado, torna-se mais simples gerir a produção e evita surpresas financeiras desagradáveis.

 

Para esta segurança de eficiência, aposte em ferramentas de gestão que lhe mostrem análises, relatórios e dados relevantes em tempo real. Assim, saberá exatamente onde está a ter prejuízos, que aspetos precisam de ser melhorados e onde pode investir ainda mais e aumentar o rendimento.

 

  1. Monitorizar cada passo da produção

Da mesma forma que o planeamento financeiro necessita de estar bem definido e estruturado, a monitorização de cada passo do negócio deve ser tida em consideração.

 

Esta monitorização constante permite perceber como está a evoluir o negócio e os processos envolventes, possibilitando uma maior quantidade de informação para tomar decisões de negócio mais fundamentadas.

 

Aposte na monitorização do seu negócio para que toda a gestão agrícola não seja prejudicada.

 

  1. A terra como principal ferramenta

É o principal meio para a produção agrícola. O solo é um fator essencial para o setor agrícola e representa uma das maiores despesas para uma exploração.

 

As terras agrícolas controladas de forma adequada e eficaz podem ser fonte de maior valor no que respeita à qualidade agrícola. Por outro lado, a terra que sofre de uma má gestão pode levar à lenta recuperação para retomar a produtividade, representando um obstáculo à rentabilidade.

 

Este custo de manutenção da terra deve sempre ser considerado no planeamento financeiro. Desde fertilizantes, sistemas de irrigação ou drenagem ou controlo de pH do solo à remoção de ervas daninhas ou controlo de pragas.

 

  1. Considerar mudanças no uso da terra

À medida que a economia se altera e os hábitos de consumo mudam, mesmo acontece com o tipo de agricultura realizada em terra. É fundamental adaptar a produção agrícola aos novos hábitos de consumo. Por exemplo, ao entrar numa sociedade cada vez mais adepta do veganismo, a criação de animais pode levar à produção de cereais, frutas ou vegetais.

 

Com o risco de ocorrer alguma mudança no uso da terra, é fundamental registar todas estas alterações no planeamento para uma gestão agrícola mais eficiente.

 

  1. Controlo total do stock

A maioria dos agricultores sabe quantos animais possui, de que tipo, raça e idade. O mesmo acontece com espécies vegetais. Contudo, tratando-se de produtos (ou stock) vivos, o número não permanece estático. Sem contar, também, todo o restante stock, como máquinas e ferramentas essenciais à produção agrícola.

 

Considerando esta alteração constante do número de stock, é fundamental monitorizar este controlo com recurso a ferramentas de gestão que automatizam várias tarefas manuais.

 

  1. Tirar máximo proveito da internet e da cloud

Já não é novidade que a internet tem influência em qualquer tipo de negócio e a agricultura não fica excluída. Além de modernizar, automatizar e simplificar vários processos da gestão agrícola, a tecnologia, como é o caso da cloud, apresenta várias vantagens:

 

  • Informações em tempo real
  • Dados sempre atualizados
  • Acesso em qualquer lado e a qualquer lugar
  • Maior flexibilidade
  • Monitorização constante
  • Partilha instantânea de informação
  • Controlo da evolução do negócio

Este acesso em tempo real a toda a informação relevante relativa ao negócio é crucial para a tomada de decisão. Com conhecimento atualizado de todos os dados, as decisões são fundamentadas e o risco de erro diminui drasticamente.

 

  1. Automatização e padronização de processos

Deriva da implementação de tecnologia na atividade agrícola. Já não se trata apenas de tecnologia de gestão – fundamental para a automatização de tarefas repetitivas. Este conceito de automatização e padronização vai mais longe: a aplicação de mecanismos de Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning.

 

Estas inovações podem ser aplicadas em software de gestão, como em robôs, drones ou qualquer equipamento autónomo utilizado na otimização da produção agrícola. É através de mecanismos de IA e Machine Learning que as máquinas aprendem (com a enorme quantidade de dados) e realizam tarefas de forma automática e padronizada. Todos estes aspetos, além de aumentarem a produtividade, diminuem significativamente o risco de erro humano.

 

A verdade é que processos manuais dão origem a relatórios pouco viáveis e, em consequência, decisões baseadas em dados inconsistentes.

 

  1. A tecnologia aliada à gestão agrícola

Com o crescimento do mercado agrícola, e para que os resultados acompanhem os objetivos e exigências de consumo, é fundamental apostar numa gestão agrícola bem definida e com todos os processos alinhados.

 

Para isso, pode apostar num software de gestão ideal para o setor agrícola que oferece maior facilidade no controlo de todos os aspetos do negócio. O Jasmin é um software de gestão cloud que oferece resultados em tempo real e, com recurso a mecanismos de IA e Machine Learning ainda lhe permite prever a evolução futura, para que tome decisões fundamentadas em dados concretos.

 

Além de permitir uma gestão de stock, simplifica e automatiza processos administrativos e responde às obrigações legais e fiscais.

 

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