OKR: o que é e como aplicar à sua empresa

Em qualquer aspeto da vida, incluindo (e sobretudo) no trabalho, os objetivos são importantes.

Definir um objetivo é estabelecer uma meta para a qual caminhar, um futuro a atingir. No entanto, muitas vezes, esse objetivo é uma indicação vaga, um conceito abstrato que não está a, ou não pode, ser medido. Por exemplo, pode definir um objetivo de aumentar a sua produtividade ou a da sua empresa, mas como é que atinge esse objetivo? Como é que mede se está a conseguir atingi-lo?

A metodologia OKR foi criada exatamente para que objetivos não sejam ambíguos ou impossíveis de realizar, permitindo a indivíduos e organizações definirem metas a atingir e medirem o progresso que é feito até lá chegar, e é uma tendência crescente na área da gestão de pessoal que deve ficar a conhecer.

O que é “OKR” e para que serve?

OKR é um acrónimo que significa “Objective and Key Results” – em português, objetivos e resultados-chave. Criado nos anos 70 e popularizado pelo investidor John Doerr, que ajudou a financiar empresas como a Google (onde introduziu o método em 1999), o Twitter e a Amazon, o sistema dos OKR baseia-se em duas perguntas muito simples:

  1. Para onde é que quero ir?

  2. Como é que vou saber se lá cheguei?

A grande diferença dos OKRs face ao conceito semelhante dos Indicadores de Desempenho (KPI) é que, enquanto os KPIs são ao nível da organização, os OKRs são muito mais individuais, pessoais até; todas as pessoas numa organização podem e devem criar os seus próprios OKRs. Para além disso, os Indicadores de Desempenho, como o nome indica, espelham o desempenho de uma empresa ou projeto ao longo do tempo; um OKR, por sua vez, é uma representação de um objetivo, ou seja, algo que será alcançado a certo ponto e que deve ser bastante ambicioso, com os resultados-chave a servirem para medir quando esse ponto é atingido.

A principal vantagem dos OKRs é que, pela sua clareza e transparência, servem para unir objetivos pessoais, de equipa e empresariais de forma a que todos os elementos consigam caminhar em conjunto rumo a um resultado comum. Os OKRs dos cargos de liderança serão, pela natureza desses mesmos cargos, mais “big picture” e orientados para os resultados globais da empresa; os OKRs dos restantes membros de uma equipa, por sua vez, serão dirigidos para o seu próprio trabalho, mas todos colaborando para cumprir os resultados-chave dos objetivos de liderança.

Para os OKRs funcionarem, é importante que os resultados-chave sejam mensuráveis, preferencialmente avaliáveis numericamente (a Google, por exemplo, usa uma escala de 0.0 a 1.0), e transparentes, na medida em que todos os membros da organização devem poder ver em que é que os outros elementos estão a trabalhar. No entanto, não devem ser interpretados como uma “lista de afazeres”, nem devem ser julgados quando a avaliação fica abaixo da média; os resultados inferiores devem ser avaliados como dados para ajudar a definir os próximos OKRs e as metas devem continuar a ser ambiciosas, caso contrário, perde-se o efeito principal desta metodologia.

Como os OKRs têm por base objetivos de nível elevado, difíceis de alcançar – os chamados “stretch goals” –, na prática o que acontece é que as equipas acabam por alcançar muito mais do que acreditam ser possível, ultrapassando as expectativas.

Como implementar OKRs na sua empresa

A implementação de OKRs na sua empresa deve vir de cima, ou seja, da liderança. Os líderes e gestores da sua empresa não devem simplesmente exigir que os membros das equipas usem OKRs, mas devem implementá-los, inicialmente, desde o topo, numa abordagem top-down. É importante que seja claro para toda a equipa o que são os OKRs e quais as suas vantagens, tanto ao nível individual como empresarial.

Para começar, defina o período temporal segundo o qual vai definir os objetivos e medir os resultados-chave. Geralmente, este período é trimestral, mas pode adaptá-lo para o formato que for mais conveniente para a sua empresa.

De seguida, escreva os seus objetivos, tendo sempre em conta as duas questões referidas acima: para onde é que quero ir e como é que vou saber se lá cheguei. Lembre-se que estes devem ser mensuráveis e ambiciosos – não caia no erro de definir objetivos que são, essencialmente, “mais do mesmo” e não desafiam a sua empresa. Tenha também em conta que a definição dos objetivos deve ser uma cooperação com toda a equipa, de forma a que todos os participantes se comprometam com os objetivos definidos de forma a garantir maior compromisso e empenho.

A partir daí, perceba quais os resultados-chave que deve medir para comprovar a realização dos objetivos. Se o seu objetivo for duplicar as vendas no próximo trimestre, por exemplo, um resultado-chave válido será aumentar o número de contactos de potenciais clientes – leads – em 150%. Serão estes resultados-chave que motivarão e definirão o percurso da sua empresa para o próximo trimestre, por isso escolha-os cuidadosamente e com o feedback da sua equipa.

Por fim, ao terminar o período do OKR, avalie os seus resultados-chave para perceber a taxa de sucesso para os seus objetivos. Se atingiu os 100% em todos os seus objetivos, não se congratule: significa que os seus objetivos não eram ambiciosos o suficiente! A taxa que procura estará entre os 60% e 70% – um sucesso, sem dúvida, mas ainda longe do seu objetivo ambicioso e com potencial para melhorar. Afinal, se o objetivo era uma grande ambição, ter chegado aos 70% é bastante positivo. Se, por outro lado, esteve longe de atingir alguns dos seus objetivos, com resultados abaixo dos 40%, não significa insucesso, simplesmente que apontou alto demais e deve reajustar os seus OKRs para o período seguinte de forma a que sejam mais realistas.

A adaptação a um sistema de OKRs não é imediata e poderá gerar alguma confusão inicial, mas se tiver estes passos em mente e implementá-los enquanto equipa, com o input dos seus elementos, verá o impacto estrondoso que terá na sua organização – o mesmo impacto que tornou empresas como a Google, Amazon e Twitter líderes dos seus respetivos mercados!

Como o Jasmin pode ajudar a controlar e a medir os seus objetivos

Controlar os seus resultados-chave e verificar se os atingiu é fulcral para que os OKRs funcionem, mas nem sempre é simples ou prático controlar todos os indicadores. Felizmente, o Jasmin Software pode ajudar, centralizando toda a informação num só sítio e controlando a sua evolução com o apoio da Inteligência Artificial.

O Jasmin permite-lhe consultar os principais dados relevantes para a gestão da sua empresa, organizando e interpretando esses dados para lhe trazer insights sobre o estado do seu negócio. Isto não só lhe permite minimizar o tempo que perde à procura das informações importantes, como também controlar o cumprimento dos seus objetivos, mostrando-lhe um ponto de situação quanto às vendas, receitas, despesas ou resultados. Desta forma, pode implementar OKRs na sua empresa e segui-los através da informação de um único software de gestão que está disponível em qualquer lugar, a qualquer hora, graças à cloud.

Se quer controlar os seus objetivos e resultados da melhor forma, as boas notícias são que o Jasmin é gratuito até aos 30 mil euros de faturação no primeiro ano. Não há razão para não o usar, por isso experimente já!

Faturação online: aqui e em qualquer lado

No dia a dia de uma empresa, a faturação é o processo central. A viabilidade financeira depende muito da estratégia global de negócio delineada, mas o modelo e processos de faturação também têm um papel crucial. De nada servirá ter excelentes produtos ou serviços e muitos clientes se estes não pagarem as suas faturas. De nada servirá vender muito se os processos administrativos se arrastarem em procedimentos morosos e pouco rigorosos.

Se até há pouco tempo os sistemas de faturação eram instalados localmente nos computadores, confinando as atividades administrativas ao espaço físico do escritório, hoje já existem sistemas de faturação online que permitem aceder aos dados do negócio em todo o lado, a partir de qualquer dispositivo com ligação à internet.

Com estes softwares de faturação online, o trabalho administrativo é acelerado ao máximo. Esteja onde estiver, pode aceder ao sistema e em alguns cliques enviar a fatura ao cliente. Dessa forma, estará a contribuir para agilizar todo o processo comercial e acabar com as burocracias que muitas vezes impedem as pequenas estruturas de evoluir.

A gestão do seu negócio em qualquer lado

Num negócio moderno, que endereça a um público exigente e utilizador das plataformas digitais que hoje proliferam nas mais variadas esferas pessoais e profissionais, utilizar um sistema de faturação offline, onde os dados são armazenados localmente, é meio caminho andado para a insatisfação e abandono dos clientes.

Optar por um software de faturação online é optar por proporcionar aos clientes a agilidade que hoje procuram. Com estas soluções, os seus dados passam a estar disponíveis em qualquer lado, bastando um dispositivo com ligação à internet.

Nos sistemas de faturação online é fácil saber em tempo real o estado das suas vendas, aceder a faturas, saber o estado dos stocks, controlar as despesas ou monitorizar as compras. Além disso, as interações com o sistema e a faturação são simplificadas, permitindo a qualquer pessoa emitir as suas faturas em apenas alguns segundos.

Para os gestores, este tipo de software poderá permitir um grande ganho de tempo, destacando-se as seguintes vantagens:

  • Facilidade de utilização do software, não requerendo conhecimentos de contabilidade para emissão de faturas, gestão de despesas ou compras.
  • Possibilidade de aceder a partir de qualquer dispositivo, não sendo necessário uma instalação de software
  • Gestão de base de dados de clientes em plataforma unificada
  • Preparação automática do ficheiro SAFT
  • Acompanhamento em tempo real de detalhes do negócio (vendas, compras, margens de lucro, etc)
  • Preços ajustado à dimensão das empresas, podendo usufruir de planos gratuitos
  • Armazenamento de dados na nuvem, permitindo aumentar a segurança dos seus ficheiros e garantindo os backups de todos os dados
  • Atualizações garantidas, integrando todas as alterações legislativas automaticamente
  • Linha de apoio constante para resolver qualquer problema ou esclarecer qualquer dúvida
  • Integração com as mais variadas plataformas

Ao utilizar um software de faturação online, como é o caso do Jasmin, muitas das operações recorrentes do dia a dia estão garantidas, facilitando toda a gestão do negócio a partir de funcionalidades como:

1. Faturar e responder a obrigações fiscais
2. Gerir compras e encomendas de fornecedores
3. Controlar entradas e saídas de stock
4. Obter previsão de resultados e margens de lucro
5. Analisar detalhadamente e estatisticamente os vários indicadores do negócio
6. Integrar com outras plataformas e permitir a comercialização a nível global através da possibilidade de faturar em diversas moedas
7. Ter um número ilimitado de acessos à plataforma
8. Gerir várias empresas num único software
9. Utilizar templates de documentos pré-definidos
10. Migrar facilmente os dados de outras plataformas

Integração com inteligência artificial

Dado que os sistemas de faturação registam todos os dados associados às vendas, área onde se centra grande parte da informação referente aos clientes, o seu historial de compra, as tendências de consumo, entre outros dados, torna-se fácil conhecer os comportamentos de consumo dos seus clientes. Estes dados são excelentes fontes de informação e permitem-lhe conhecer bem o seu negócio. Assim poderá tomar decisões mais fundamentadas.

No caso do Jasmin, um software de gestão e faturação online, beneficia de mecanismos de Big Data e Machine Learning que, através da análise dos dados disponíveis, e integrando com a inteligência artificial, fornece insights relevantes sobre negócio. Este software mostra o desempenho atual e prevê a evolução futura da empresa com base no historial, seja na área das vendas, compras e despesas ou contas correntes.

Software de faturação online – para uma gestão simples do negócio

Para os gestores que procuram uma gestão facilitada da sua faturação, com acesso a partir de qualquer dispositivo e localização e que permita também analisar detalhadamente o estado do seu negócio, o software de faturação online é a melhor ferramenta, permitindo que se centre realmente no que é importante: o futuro da sua empresa!

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Inbound Marketing: benefícios para as empresas

Nos últimos tempos, o termo Inbound Marketing tem sido constantemente abordado, especialmente nos canais digitais. Mas o que significa este conceito e que benefícios traz para as empresas?

 

Ao longo deste artigo vai conseguir perceber a importância do Inbound Marketing e que estratégias pode adotar para alavancar o seu negócio online.

 

Inbound Marketing: o que é e como funciona?

 

O Inbound marketing, ou marketing de atração, tem tido um papel fundamental para as marcas ao longo dos últimos anos.

 

A presença nos canais digitais é cada vez mais complexa e competitiva, pelo que exige uma preparação bem mais aprofundada e estratégica por parte das empresas a este nível. E é aqui que o Inbound Marketing entra e assume a função de atrair clientes (marketing de atração).

 

O Inbound Marketing é uma estratégia de atração de clientes para um negócio, gerando tráfego para os seus canais digitais – blog, website, etc. –, com base na criação de conteúdo.

 

Ao contrário do Outbound Marketing, não é o seu negócio que vai atrás do cliente. Com o Marketing de Atração, como o nome indica, o cliente procura-o porque se sentiu “atraído” pelo conteúdo que criou, sejam eles artigos de blog, e-books gratuitos, newsletters, entre outros. É, então, uma forma indireta de trabalhar o lado comercial da sua empresa.

 

Para além disso, esta estratégia, ao funcionar digitalmente, permite-lhe medir e monitorizar os resultados do seu trabalho de Inbound Marketing e perceber em tempo real o que funciona melhor com o seu negócio, o que atrai mais clientes, qual é a quantidade de potenciais clientes em cada tipo de conteúdo, entre outras métricas.

 

Para que esta estratégia seja bem-sucedida depende, essencialmente, de três fatores: um bom trabalho de SEO, conteúdos de qualidade e uma forte divulgação.

 

Como posso adotar esta estratégia no meu negócio?

 

São vários os métodos de aplicação do Inbound Marketing, uns mais simples do que outros, mas tudo depende das metas que quer atingir e da fase do funil de vendas em que se encontra. Das inúmeras possibilidades, selecionamos algumas formas de aplicar esta estratégia no seu negócio:

 

Criar conteúdo relevante – e que ajude verdadeiramente os clientes é a principal estratégia a adotar. Não se esqueça de criar conteúdo SEO friendly, isto é, de forma a que os motores de busca o encontrem facilmente, sempre que alguém pesquisa por algo relacionado com o seu negócio.

 

Utilizar blog – um dos canais mais importantes para esta estratégia, para promover os conteúdos que produz, funcionando como um complemento do seu site.

 

Promover os conteúdos em Redes Sociais – as redes sociais, funcionam como um apoio para ambos os canais, na medida em que divulgam os conteúdos criados, geram tráfego para os mesmos e ainda permitem uma aproximação direta e em tempo real com os utilizadores, fortalecendo a imagem do seu negócio.

 

Apostar em landing pages – também conhecidas como páginas de conversão, para convencer os visitantes a aceitar uma oferta em troca de informações, como o seu email e nome. Assim, vai conseguir aumentar a sua base de dados para mais tarde, por exemplo, enviar emails marketing.

 

Estimular o interesse com email marketing – não basta gerar leads, é necessário manter os clientes interessados. Nada melhor do que o email marketing para o fazer: é simples e permite um nível de customização muito elevado.

 

Que resultados posso esperar?

 

Os resultados que irá obter dependem dos objetivos definidos aquando a implementação da estratégia de Inbound Marketing, das ferramentas utilizadas e das ações realizadas. De forma geral, estes são alguns dos possíveis resultados:

 

  • Atrair potenciais clientes de forma orgânica;
  • Aumentar a visibilidade e notoriedade do seu negócio;
  • Otimizar os gastos em comunicação e marketing, reduzindo, por exemplo, o custo de aquisição de clientes através da captação de leads orgânicos;
  • Gerar vendas qualificadas e um maior retorno do investimento.
  • Fornecer conteúdos de qualidade, relevantes e que ajudem verdadeiramente os clientes;
  • Monitorizar as suas estratégias online e adequá-las aos resultados obtidos, melhorando a posição do seu negócio em buscas orgânicas;
  • Melhorar o posicionamento orgânico dos seus conteúdos e do seu negócio.

 

Com o Jasmin é ainda mais fácil adotar a uma estratégia de Inbound Marketing

 

Uma estratégia de Inbound Marketing só tem sucesso se se dedicar a executá-la de forma exemplar. Para isso, vai precisar de conseguir automatizar outros processos para ganhar tempo para se dedicar ao Marketing e às Vendas – com um software de gestão, como o Jasmin, conseguirá manter todas as contas organizadas e acelerar as tarefas administrativas do seu negócio.

 

O Jasmin Software foi desenvolvido a pensar em todo o tipo de negócios, dos empreendedores às PME. A possibilidade de integrar com mais de 1.000 aplicações e outros softwares (e até lojas online) tornam-no numa ferramenta central para qualquer negócio.

 

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Como efetuar o aumento de capital da sua empresa

O capital social de uma empresa corresponde aos montantes de entrada (em dinheiro ou espécie) fornecidos pelos sócios ou acionistas, para o início da atividade da sociedade. O valor do capital social é muito variável de negócio para negócio, e em certos tipos de sociedade há mínimos a respeitar. Contudo, em todos os negócios, o capital social é um importante indicador já que condiciona os direitos de cada sócio ao voto e aos lucros da empresa.

 

No desenrolar da atividade, surgem situações que “obrigam” os empresários a fazer um aumento de capital, tal como previsto no Código das Sociedades Comerciais.

 

Um aumento de capital de uma sociedade implica, portanto, uma alteração no contrato, pelo que segue regras definidas, quaisquer que sejam as modalidades.

 

Como posso fazer um aumento de capital na minha empresa?

 

No Código das Sociedades Comerciais (CSC) estão descritas duas formas de proceder ao aumento de capital social de um negócio: por incorporação de reservas e por subscrição de novas ações. No entanto, há uma outra efetuar o aumento de capital social, menos frequente, por transformação de dívida em capital.

 

Mas, ao certo, como funcionam estas três formas de proceder ao aumento de capital de uma empresa, e quais as vantagens e riscos associados? Explicamos-lhe tudo.

 

Aumento de capital social por Incorporação de Reservas

 

Segundo o artigo 91º do CSC, é possível aumentar o capital social de uma empresa pela incorporação de “reservas disponíveis para o efeito”. Na prática, isto significa pegar em parte dos lucros da empresa (obtidos em exercícios financeiros anteriores e ainda detidos) e acrescentá-los ao capital social. É uma forma simples, mas que obedece a regras. O reforço de capital por incorporação de reservas só pode ser realizado:

 

  • enquanto não estiverem vencidas todas as prestações do capital social inicial ou do capital social aumentado;

  • depois de serem aprovadas as contas do exercício anterior à deliberação. Caso tenham passado mais de seis meses sobre a aprovação, terá que ser realizado um balanço especial que deve ser organizado e aprovado nos termos do balanço anual, para averiguar e aprovar as reservas a serem incorporadas.

 

Nesta modalidade de aumento de capital social não há alteração da situação líquida de uma empresa, já que não há entrada de dinheiro. Nesta situação, contudo, o valor contabilístico e o valor de mercado por ação descem na proporção do número de novas ações emitidas. Da mesma forma, fica limitado o valor dos dividendos a distribuir.

 

Aumento de capital social por Subscrição de Novas Ações

 

Nesta modalidade de aumento de capital de um negócio, prevista no artigo 92º do CSC, o capital social é aumentado pela emissão e subscrição de novas ações ou quotas por sócios. Ou seja, a empresa emite novas ações que são compradas por sócios novos ou antigos, revertendo o produto dessa venda para reforço de capital. Há situações em que, não havendo criação de novas ações, o valor nominal das existentes é aumentado. Pode proceder-se a um aumento de capital desta natureza se estiverem definitivamente registados aumentos anteriores e quando estiverem vencidas todas as prestações de capital social inicial ou de capital social aumentado.

 

Nesta situação há uma alteração da situação líquida da empresa, devido à entrada de dinheiro (ou de bens) na empresa. O valor contabilístico por ação poderá aumentar, manter-se ou diminuir, e este tipo de aumento de capital social poderá estar reservado a acionistas antigos – em que o valor da emissão será inferior à de mercado – ou a novos acionistas – em que o preço da emissão é estabelecido pelo valor da cotação.

 

Aumento de capital social por Transformação de Dívida em Capital

 

Esta forma de aumento de capital é a menos comum de todas, já que na maioria dos casos significa que a empresa poderá estar com dificuldades financeiras. Na prática, os credores da empresa tornam-se seus acionistas, transformando a dívida em participação. Mas, note-se que esta modalidade está reservada às empresas que apresentem mais de um milhão de euros em faturação, entre outras cláusulas.

 

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Realidade aumentada: um longo caminho para um aumento de possibilidades

A realidade aumentada começa lentamente a chegar a mais utilizadores, especialmente através de aplicações de marcas e de jogos, como é o caso do fenómeno do Pokemon Go.

No entanto, sendo um termo que começa a surgir no nosso dia a dia, é importante perceber o que realmente significa.

O que é a realidade aumentada?

Conhecida também como “realidade ampliada” ou “realidade expandida”, a realidade aumentada consiste na sobreposição de objetos digitais ao mundo real, sendo para isso necessário apenas um software e um equipamento capaz de fazer a leitura das imagens (marcadores) no ambiente real e a exibição dos objetos digitais correspondentes. Geralmente, esta interação pode ser feita a partir de aplicações instaladas num tablet ou num smartphone com câmara.

Realidade aumentada vs realidade virtual

Para muitos, existe uma grande confusão entre os conceitos de realidade aumentada e realidade virtual. Embora aparentemente o significado possa parecer idêntico e ambas necessitem de um dispositivo móvel ou acessório para existirem, a verdade é que ambos representam realidades muito diferentes.

A realidade virtual utiliza um smartphone ou uns óculos específicos para substituir tudo o que uma pessoa vê por um mundo totalmente virtual. Já a realidade aumentada aproveita o mundo real e adiciona conteúdos virtuais através de marcadores específicos e o uso da georeferenciação.

Exemplo da realidade aumentada é o famoso jogo Pokemon Go através do qual é possível visualizar pokemons apontando apenas para os locais que nos rodeiam.

Como funciona a realidade aumentada?

A realidade aumentada é gerada através de um software. Para que funcione, é necessário um objeto com algum tipo de marca de referência que, ao ser captada por uma câmara, é processada por um software que entrega a mesma imagem com a incorporação de um elemento virtual.

Como aplicar a realidade aumentada nas empresas?

Hoje em dia, quase todas as pessoas têm um smartphone. Essa é a peça fundamental para interagir com o mundo que nos rodeia.

A realidade aumentada pode hoje ser usada em praticamente todas as áreas, de forma a criar uma experiência emersiva de contacto entre os clientes e os seus produtos. Temos como exemplo o caso de empresas de mobiliário que permitem apontar o smartphone para uma divisão da casa e antever como um determinado móvel iria ficar. No caso das empresas de moda, é já possível selecionar uma peça de roupa e ver como é que a mesma irá ficar no corpo do cliente. Já no caso das empresas associados ao turismo, é hoje simples ao utilizador apontar o seu equipamento para peças de um museu e visualizar toda a informação referente ao que o rodeia ou ao historial de uma determinada peça.

Com esta tecnologia, as empresas podem criar campanhas e experiências mais personalizadas para os seus clientes, permitindo que estes tenham contacto com os produtos mesmo antes de os comprar ou que consigam informações em espaços físicos sem a necessidade da presença de um colaborador.

Realidade mista – O melhor dos dois mundos?

Se a realidade aumentada por si só já apresenta um mundo de oportunidades para a sua empresa, a possibilidade de a misturar com a realidade virtual pode tornar esta oferta ainda mais interessante.

A realidade mista ou híbrida é a mistura destas duas realidades e já é utilizada nas áreas da saúde e educação, representando uma aposta da Microsoft para o futuro. No fundo, é uma forma de fundir o mundo real com o virtual para produzir novos ambientes e formas de visualização em que os objetos físicos e digitais coexistem e podem interagir em tempo real.

Esta tecnologia, que necessita de um grande poder de processamento, permite criar uma simbiose entre o mundo virtual e real, não se limitando apenas à sobreposição de elementos como é o caso da realidade aumentada.

Além de poderem mostrar o efeito de um produto num espaço através da sobreposição da realidade, através desta tecnologia as empresas permitem aos consumidores testar, mexer e visualizar os seus produtos, intensificando ainda mais a experiência do utilizador.

5 dinâmicas de grupo para motivar equipas de trabalho

A dinâmica de grupo é uma prática muito usada por empresas e empregadores, com várias finalidades como melhorar e incentivar a integração e a colaboração entre os colaboradores, encontrar soluções criativas, identificar lideranças naturais num grupo e motivar as equipas de trabalho. As dinâmicas de grupo podem ser muito práticas também no processo seletivo e recrutamento. No entanto, vamos focar-nos em como estas atividades podem ser ferramentas centrais para motivar equipas e assim aumentar a produtividade no local de trabalho.

 

5 ideias de dinâmicas de grupo para motivar equipas

 

As dinâmicas de grupo são atividades em equipa, onde os participantes são avaliados na sua interação com um grupo e com os membros individuais. Apesar de estas atividades realçarem as qualidades naturais dos colaboradores que poderiam passar despercebidas, também têm o poder de criar ligações entre colegas de trabalho, o que acabará por influenciar na produtividade e performance dos seus colaboradores. Confira 5 ideias de dinâmicas de grupo que pode pôr em prática com os seus colaboradores e ajudá-lo a motivar as suas equipas e grupos de trabalho.

 

#1. “Quem é quem?”

 

Para pôr em prática esta dinâmica de grupo, apenas tem de pedir aos seus colaboradores para escreverem num papel várias caraterísticas relacionadas com as vidas privadas e personalidade sobre eles mesmos. Depois, misture os papéis e entregue-os aleatoriamente. Os participantes deverão tentar perceber a quem pertence o papel que estão a ler. O objetivo desta dinâmica de grupo é conseguir que os elementos da equipa se conheçam uns aos outros, especialmente aspetos que não são notórios num ambiente de trabalho, tais como aspirações pessoais, fomentando as ligações entre eles.

 

Conheça 7 boas práticas para a resolução de conflitos no local de trabalho!

 

#2. “Vejo e recordo”

 

Esta dinâmica de grupo é de observação. Só tem que colocar a equipa em redor de uma mesa e pedir-lhes para eles se observarem com atenção. Depois, peça aos seus colaboradores que fechem os olhos e comece a fazer perguntas como “Quem tinha um casaco verde?”, “De que cor eram os brincos de…?”. Com este exercícios, os seus colaboradores ficarão mais cientes da necessidade de prestar atenção às pessoas com quem trabalham, enquanto poderão ainda criar laços e aprender algo sobre os outros.

 

#3. “A Ilha Deserta”

 

Comunique aos seus colaboradores que vão ser enviados para uma ilha deserta. A seguir, pergunte a cada um que três colegas levaria com ele para ilha (e por que razões), para maximizar a probabilidade de sobrevivência. Este exercício pode ser oral, em frente a todo o grupo, ou escrito, em que as respostas se mantêm anónimas, mas deverão ser lidas em voz alta. Serve esta dinâmica de grupo para evidenciar capacidades dos colaboradores, do ponto de vista dos colegas.

 

#4. “Os Ajudantes”

 

Da mesma forma que a atividade anterior, coloque situações diversas aos seus colaboradores e peça-lhes para escolherem uma pessoa para os ajudar e as razões. Desde situações mundanas como organizar uma festa de aniversário ou pintar a casa, a situações que envolvem trabalho e o mundo laboral, como “fazer X tarefa” ou “resolver tal problema”. Esta atividade vai realçar as caraterísticas positivas e úteis dos seus colaboradores (que até eles mesmos podem desconhecer) e elevar o espírito de “pertença” de todos e de cada um deles.

 

#5. “O Desafio”

 

Esta última dinâmica de grupo é uma que ensina determinação. Dê aos seus colaboradores, divididos em dois grupos, uma caixa fechada que contém um desafio por resolver. Coloque uma música e faça-os passar a caixa de um para o outro. Aquele que tiver a caixa na mão quando a música parar deve tomar uma decisão: 1) abrir a caixa e resolver o desafio; 2) passar a caixa a outro elemento do grupo; ou 3) passar a caixa a um elemento da outra equipa. Quem receber a caixa do primeiro elemento terá as mesmas três opções. Mas haverá regras! A mesma equipa não pode desistir do desafio mais do que 4 vezes, quem tentar resolver o desafio e acertar, ganha X pontos para a sua equipa, por outro lado, se falhar, é eliminado e o grupo perde Y pontos. O twist é que a caixa contém uma caixa de chocolates! Este desafio é interessante enquanto dinâmica de grupo, já que transmite a mensagem de que não se deve passar a “batata quente” para o outro mas sim enfrentar os desafios que se tem pela frente.

 

Jasmin: dinâmico e colaborativo – o software de gestão que o seu negócio precisa!

 

As dinâmicas de grupo são, de facto, ferramentas muito benéficas para motivar equipas e grupos de trabalho, e assim aumentar a produtividade no local de trabalho. Mas, encontrar tempo e oportunidade para fazê-las pode ser complicado… até conhecer o Jasmin.

 

O Jasmin, software expert em gestão, é uma ferramenta essencial para PMEs e negócios que precisem de agilizar a gestão e para empreendedores que necessitem de otimizar todos os processos empresariais.

 

Com recurso à automação de processos, o Jasmin liberta-o a si e ao seu negócio de tarefas repetitivas e que consomem tempo. Assim, permite-lhe focar-se noutros aspetos mais importantes, como planear e gerir o negócio em si.

 

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