Inbound Marketing: benefícios para as empresas

Nos últimos tempos, o termo Inbound Marketing tem sido constantemente abordado, especialmente nos canais digitais. Mas o que significa este conceito e que benefícios traz para as empresas?

 

Ao longo deste artigo vai conseguir perceber a importância do Inbound Marketing e que estratégias pode adotar para alavancar o seu negócio online.

 

Inbound Marketing: o que é e como funciona?

 

O Inbound marketing, ou marketing de atração, tem tido um papel fundamental para as marcas ao longo dos últimos anos.

 

A presença nos canais digitais é cada vez mais complexa e competitiva, pelo que exige uma preparação bem mais aprofundada e estratégica por parte das empresas a este nível. E é aqui que o Inbound Marketing entra e assume a função de atrair clientes (marketing de atração).

 

O Inbound Marketing é uma estratégia de atração de clientes para um negócio, gerando tráfego para os seus canais digitais – blog, website, etc. –, com base na criação de conteúdo.

 

Ao contrário do Outbound Marketing, não é o seu negócio que vai atrás do cliente. Com o Marketing de Atração, como o nome indica, o cliente procura-o porque se sentiu “atraído” pelo conteúdo que criou, sejam eles artigos de blog, e-books gratuitos, newsletters, entre outros. É, então, uma forma indireta de trabalhar o lado comercial da sua empresa.

 

Para além disso, esta estratégia, ao funcionar digitalmente, permite-lhe medir e monitorizar os resultados do seu trabalho de Inbound Marketing e perceber em tempo real o que funciona melhor com o seu negócio, o que atrai mais clientes, qual é a quantidade de potenciais clientes em cada tipo de conteúdo, entre outras métricas.

 

Para que esta estratégia seja bem-sucedida depende, essencialmente, de três fatores: um bom trabalho de SEO, conteúdos de qualidade e uma forte divulgação.

 

Como posso adotar esta estratégia no meu negócio?

 

São vários os métodos de aplicação do Inbound Marketing, uns mais simples do que outros, mas tudo depende das metas que quer atingir e da fase do funil de vendas em que se encontra. Das inúmeras possibilidades, selecionamos algumas formas de aplicar esta estratégia no seu negócio:

 

Criar conteúdo relevante – e que ajude verdadeiramente os clientes é a principal estratégia a adotar. Não se esqueça de criar conteúdo SEO friendly, isto é, de forma a que os motores de busca o encontrem facilmente, sempre que alguém pesquisa por algo relacionado com o seu negócio.

 

Utilizar blog – um dos canais mais importantes para esta estratégia, para promover os conteúdos que produz, funcionando como um complemento do seu site.

 

Promover os conteúdos em Redes Sociais – as redes sociais, funcionam como um apoio para ambos os canais, na medida em que divulgam os conteúdos criados, geram tráfego para os mesmos e ainda permitem uma aproximação direta e em tempo real com os utilizadores, fortalecendo a imagem do seu negócio.

 

Apostar em landing pages – também conhecidas como páginas de conversão, para convencer os visitantes a aceitar uma oferta em troca de informações, como o seu email e nome. Assim, vai conseguir aumentar a sua base de dados para mais tarde, por exemplo, enviar emails marketing.

 

Estimular o interesse com email marketing – não basta gerar leads, é necessário manter os clientes interessados. Nada melhor do que o email marketing para o fazer: é simples e permite um nível de customização muito elevado.

 

Que resultados posso esperar?

 

Os resultados que irá obter dependem dos objetivos definidos aquando a implementação da estratégia de Inbound Marketing, das ferramentas utilizadas e das ações realizadas. De forma geral, estes são alguns dos possíveis resultados:

 

  • Atrair potenciais clientes de forma orgânica;
  • Aumentar a visibilidade e notoriedade do seu negócio;
  • Otimizar os gastos em comunicação e marketing, reduzindo, por exemplo, o custo de aquisição de clientes através da captação de leads orgânicos;
  • Gerar vendas qualificadas e um maior retorno do investimento.
  • Fornecer conteúdos de qualidade, relevantes e que ajudem verdadeiramente os clientes;
  • Monitorizar as suas estratégias online e adequá-las aos resultados obtidos, melhorando a posição do seu negócio em buscas orgânicas;
  • Melhorar o posicionamento orgânico dos seus conteúdos e do seu negócio.

 

Com o Jasmin é ainda mais fácil adotar a uma estratégia de Inbound Marketing

 

Uma estratégia de Inbound Marketing só tem sucesso se se dedicar a executá-la de forma exemplar. Para isso, vai precisar de conseguir automatizar outros processos para ganhar tempo para se dedicar ao Marketing e às Vendas – com um software de gestão, como o Jasmin, conseguirá manter todas as contas organizadas e acelerar as tarefas administrativas do seu negócio.

 

O Jasmin Software foi desenvolvido a pensar em todo o tipo de negócios, dos empreendedores às PME. A possibilidade de integrar com mais de 1.000 aplicações e outros softwares (e até lojas online) tornam-no numa ferramenta central para qualquer negócio.

 

Muito mais do que um software de faturação. Um serviço global, integrado. Experimente já gratuitamente e comprove por si mesmo!

Nómadas Digitais: Quem são os profissionais dos tempos modernos?

A evolução do mundo do trabalho e da tecnologia transformou drasticamente as respostas a inúmeras questões, grandes e pequenas, que antes se davam por garantidas. Se, no tempo dos nossos pais ou avós, o típico horário de trabalho da manhã ao fim do dia dentro de portas era uma inevitabilidade do quotidiano, hoje em dia, graças à transformação digital, o mesmo nem sempre acontece.

É neste contexto que surgem os chamados nómadas digitais: profissionais que, como o nome indica, não criam raízes num só espaço físico que ocupam a cada dia útil, mas que podem trabalhar a qualquer hora e em qualquer lugar – sim, até debaixo do sol tropical das Caraíbas! Estes nómadas ‘desligam-se’ dos postos de trabalho fixos ligando-se à internet, através de dispositivos móveis, de forma a que possam continuar o seu trabalho onde quiserem, sem limitações.

Se esta noção lhe parece um sonho impossível, a boa notícia é que já é uma realidade para pessoas em todo o mundo; mas, claro, nada é perfeito e existem tanto vantagens como desvantagens para este estilo de vida trabalhadora diferente. Exploremos, então, o assunto para que saiba mais e perceba se esta é vida para si.

O que são os nómadas digitais?

Tal como explicamos antes, o que distingue os nómadas digitais é o horário e local de trabalho, ou, mais concretamente, a flexibilidade dos mesmos. De certa forma, pode até dizer-se que o seu local de trabalho é omnipresente, na medida em que qualquer sítio pode tornar-se um local de trabalho para estes profissionais, desde que lhes permita trabalhar (sendo o requisito mínimo, geralmente, uma ligação à internet).

O conceito de nómada digital está muito ligado à noção de trabalho remoto, mas não são exatamente a mesma coisa. O trabalho remoto é a ação em si de trabalhar fora de um escritório, ou seja, remotamente, mas que pode aplicar-se tanto a freelancers como a colaboradores que trabalham, por exemplo, a partir de casa. O nómada digital é, essencialmente, alguém cujo estilo de vida e modo de trabalho se baseia na liberdade que o trabalho remoto pode conceder.

De certa forma, ser nómada digital é uma filosofia de vida que associa o trabalho à viagem. Com a inexistência de barreiras a trabalhar em qualquer lugar, o nómada digital é aquele profissional que une o útil ao agradável e viaja ao mesmo tempo que trabalha; um profissional da Estónia, por exemplo, pode trabalhar para uma empresa do Reino Unido enquanto toma um café em Lisboa. Ao mesmo tempo, não estão simplesmente a fazer turismo; ficam a conhecer os locais que visitam, mas vão para além dos pontos turísticos e integram a comunidade, ao ponto de, em certos casos, contratarem inclusivamente pessoas locais para trabalhar nas suas empresas.

Vantagens e desvantagens do nomadismo digital

Por muito utópico que possa parecer a quem está farto da rotina tradicional, o nomadismo digital, tal como tudo na vida, tem tanto prós como contras.

Vantagens:

  • Trabalhar onde e quando quiser. Seja num café em Espanha ou numa praia solarenga nas Maldivas, qualquer local pode tornar-se o seu local de trabalho;
  • Maior independência. Quer seja um freelancer sem nenhum superior a dizer-lhe o que fazer, ou um colaborador num regime flexível de trabalho remoto, a verdade é que ser nómada digital significa que tem mais liberdade para se autogerir e escolher o que, como e quando o faz;
  • O trabalho vale mais do que as horas. Ao contrário do que possa acontecer num típico trabalho das 9h às 18h, o seu trabalho não é avaliado pelo número de horas que passa no escritório, mas sim pelo resultado final que apresenta. Como tal, em vez de se preocupar com a chegada a horas à empresa ou ter uma hora definida de trabalho, o próprio trabalho em si passa a ser o fator exclusivo de avaliação do seu desempenho;
  • Pode viajar a tempo inteiro. Deixamos para último aquele que será o objetivo de vida de qualquer nómada digital: a capacidade de viajar a tempo inteiro, visto que não há barreiras onde pode trabalhar. Para quem adora conhecer novos locais e novas culturas, é a forma ideal de trabalhar.

Desvantagens:

  • Trabalhar a toda a hora. Tal como muitos freelancers, mesmo os “sedentários”, poderão dizer, a desvantagem de poder trabalhar a qualquer hora é que, tipicamente, trabalha-se a qualquer hora. Isto significa que, para entregar um projeto a tempo, por exemplo, poderá dar por si a trabalhar noite e dia para cumprir prazos. Infelizmente, o estar sempre “on” significa que, onde quer que esteja, vai estar a trabalhar, pelo menos enquanto se habitua a novos métodos de trabalho;
  • Exige maior gestão e organização pessoal. A independência tem um preço: ter de se organizar com muito mais cuidado e controlar muito mais o seu trabalho, a sua produtividade, as suas entradas de dinheiro, a sua angariação de novos clientes (caso seja freelancer) e inclusivamente o seu budget. Tem de garantir que o seu volume de trabalho e respetiva compensação cobre todo o custo do seu estilo de vida;
  • Experienciar dificuldades técnicas. O principal requisito de trabalhar como nómada digital – a ligação à internet – é também a principal limitação. Wi-Fi fraco ou até inexistente passa de um pequeno inconveniente para a maioria das pessoas para uma verdadeira dificuldade de vida, com a internet a tornar-se vital para a sua subsistência. Isto significa também que nem todos os locais serão propícios ao seu estilo de vida;
  • Solidão. Esta é apontada como sendo a principal dificuldade pela maioria dos nómadas digitais. Uma vida de viagem e novas experiências também significa menos laços e “raízes” em certos locais. Por muito social que seja com novas pessoas, irá definitivamente, a certa altura, sentir a solidão de quem faz da vida uma viagem.

 

Como se tornar nómada digital

Se o seu sonho é trabalhar em viagem constante, cada novo dia uma nova aventura, pode tornar-se também um nómada digital, mas tenha em mente que a transição exige bastante adaptação, esforço e preparação para garantir a sua segurança, tanto pessoal como financeira.

Para começar, é importante destacar que certos cargos e competências adaptam-se melhor ao estilo de vida nomádico do que outros. Empregos criativos que requerem apenas um computador ou smartphone para trabalhar, como programador(a), designer, contabilista, criador(a) de conteúdos e gestor(a) de redes sociais, só para citar alguns, são mais fáceis de realizar em viagem constante, enquanto outros que têm uma componente mais social ou cooperativa, como por exemplo cargos de Recursos Humanos e gestor(a) de projetos, serão mais exigentes ao nível da sua presença física no local de trabalho e, portanto, menos propícios a nomadismo digital.

No entanto, se as suas competências e responsabilidades são adaptáveis e já tem um emprego fixo, não precisa necessariamente de se despedir para se dedicar à viagem. Pode começar por negociar com a sua entidade patronal um regime de trabalho remoto, dando as garantias necessárias de comprometimento com o trabalho e cumprimento de prazos. Se, por outro lado, já se integrou completamente na gig economy, já se apresentam as condições para se tornar nómada digital.

A partir daí, é necessário que reúna certos requisitos para poder começar a sua nova vida. Para começar, precisa de reunir o material de trabalho necessário, nomeadamente:

  • dispositivos móveis, como um computador portátil, um smartphone e/ou um tablet, dependendo das suas necessidades;
  • carregadores portáteis;
  • headphones com microfone que lhe permitam reunir com clientes ou colegas em qualquer lugar;
  • software de gestão que lhe permita organizar o seu trabalho e as suas contas;
  • um hotspot de Wi-Fi para que se possa ligar à internet em qualquer lugar.

Depois, deve também garantir que os seus documentos estão todos em ordem e devidamente atualizados para viajar. Terá, também, de manter algum tipo de morada fixa de forma a receber faturas, contas e todo o tipo de correio, seja uma morada sua, a de um familiar ou amigo ou um de diversos serviços que lhe podem alugar um endereço postal.

É inclusivamente recomendado, para sua estabilidade financeira, que prepare o seu projeto de nomadismo com alguma poupança antecipada, de forma a ter uma segurança adicional caso o seu fluxo de caixa seja abalado por alguma entrada tardia de capital. Terá também de fazer um budget de todas as despesas previstas de forma a que consiga equilibrar todos os gastos da vida em viagem com os seus ganhos.

Como o Jasmin lhe permite viver a vida de um nómada digital

Como já referimos, a base da vida de um nómada digital é a tecnologia e um software de gestão é uma componente essencial para a organização e controlo dessa vida para que tudo corra pelo melhor.

O Jasmin Software foi desenvolvido a pensar em todo o tipo de profissionais, já preparado para a evolução do trabalho moderno. Como tal, é o software de gestão ideal para os nómadas digitais, graças às suas funcionalidades pensadas à medida.

Sendo na cloud, o Jasmin permite-lhe aceder a toda a sua informação em qualquer lugar, adaptando-se na perfeição à sua vida em viagem, e permite faturação em todo o tipo de moedas, pelo que pode ter clientes de todo o mundo sem dores de cabeça. O Jasmin permite-lhe, também, consultar as suas informações de tesouraria, como os prazos médios de recebimento e pagamento, e seguir o cumprimento dos seus objetivos, pelo que pode gerir o seu budget com a segurança de que tem toda a informação completamente atualizada à distância de um clique.

Melhor ainda, o Jasmin é completamente gratuito durante o primeiro ano até atingir os 30 mil euros de faturação, pelo que pode apoiar-se na tecnologia potenciada pela Inteligência Artificial e Machine Learning sem qualquer custo inicial.

O Jasmin é para os nómadas. Experimente já e descubra por si todas as vantagens!

Blockchain: guia passo a passo para iniciantes

Blockchain é uma palavra que provavelmente já ouviu muito e há boas razões para isso. A tecnologia Blockchain é um sistema revolucionário e bastante complexo que, apesar de não ser propriamente novo, ainda está muito inexplorado.

De qualquer forma é inegável que a tecnologia Blockchain é parte da transformação digital dos negócios, e que é uma inovação responsável, também, pela indústria 4.0. Mas, exatamente, o que é esta tecnologia?

Blockchain: o que é, como funciona e para que serve, afinal?

Blockchain significa literalmente cadeia de blocos, e é mesmo isso: uma cadeia de blocos de informação digital, que forma uma base de dados. A grande diferença deste tipo de base de dados para uma tradicional é que a blockchain é descentralizada, distribuída, transparente e incorruptível.

Mas como assim? Vamos a específicos.

O que significa ser descentralizada?

A tecnologia Blockchain é descentralizada, o que significa que não precisa de um intermediário para mediar as interações entre os utilizadores (nodes). São exemplos de intermediários a Amazon, um intermediário entre um vendedor e um comprador; a Uber, entre um passageiro e um condutor; ou um banco, que media as transações entre duas contas. Os intermediários costumam cobrar pelos seus serviços, seja uma parte da transação ou uma taxa de serviço – e num sistema descentralizado, isto não acontece.

E distribuída?

Por outro lado, também é distribuída, o que significa que a informação (a base de dados, neste caso) não está armazenada numa só localização ou servidor. Pelo contrário: cada utilizador da rede tem uma cópia da base de dados no seu computador. Este “pequeno” detalhe faz com que as blockchains sejam muito menos suscetíveis a ataques (de hackers, por exemplo), já que para conseguir atacar a base de dados com sucesso, seria necessário atacar todo e cada um dos utilizadores e criar as mesmas alterações nas cópias que cada um tem dela.

Então e transparente?

Diz-se que a blockchain é transparente porque é pública para os seus utilizadores. Ou seja, todos os utilizadores de uma mesma rede conseguem ver que interações ocorreram – mas, e este ponto é importantíssimo, não conseguem ver entre quem ocorreram. A identidade dos nodes é confidencial.

Para ilustrar, imagine-se uma interação entre dois encapuçados a acontecer dentro de uma sala de vidro: é possível ver a interação mas não é possível saber a verdadeira identidade dos intervenientes. Esta situação traz simultaneamente segurança à interação e privacidade para os que nela participam.

E, assim, que quer dizer incorruptível?

Por último, como e porque é que a blockchain é incorruptível? De facto, a blockchain protege-se graças à sua própria arquitectura. Cada bloco contém essencialmente três coisas: informação, uma hash própria – que é criada conforme o tipo de informação que o bloco contém -, e a hash do bloco anterior. Uma hash é um código único, um número de identificação irrepetível que identifica determinado bloco. Diz-se que os blocos estão criptografados.

Pense-se nos blocos da blockchain como peças de um puzzle. Ao alterar-se a informação contida num bloco, a sua hash altera-se, neste caso, a forma da peça do puzzle muda, e esta passa a não encaixar na anterior nem na seguinte. O que isto faz na prática é invalidar a cadeia toda. Mas significa isto que a base de dados fica corrompida e inutilizável, e que a informação é perdida? Não! Como já vimos anteriormente, não existe apenas uma cópia desta base de dados – existem tantas quantos utilizadores da blockchain em questão.

Mas quem atesta a validade e confiabilidade da blockchain?

A resposta é simples: os utilizadores da rede. Todos os utilizadores da rede são iguais, mas nem todos têm a mesma função: uns estão na rede para utilizá-la, e outros estão na rede para criá-la bloco a bloco – os miners. Para criar um bloco com informação é necessário resolver um problema matemático bastante complexo e os miners que o fazem, e assim criam o novo bloco, ganham alguma coisa com isso.

Mas, antes de um bloco ser adicionado à cadeia, é necessário que seja validado. Por quem? Pelos muitos, muitos utilizadores da rede. Se os utilizadores confirmarem este bloco, ele é adicionado à cadeia. Isto explica porque é que é muito difícil adicionar informação falsa à cadeia – esta tem de ser validada pelos que usam a rede (para muitíssimo variados fins) e que, portanto, querem que ela funcione corretamente.

Podemos encontrar uma analogia do dia-a-dia para este sistema de validação: se alguma coisa acontecer em privado, é difícil provar a sua validade, ao invés de que se houver várias testemunhas, é tão mais fácil prová-la quanto mais forem estas testemunhas.

Na prática, para que se pode utilizar a tecnologia Blockchain?

As aplicações da blockchain são, em teoria, infinitas mas há algumas bem conhecidas como as criptomoedas e em especial a Bitcoin. A Bitcoin foi o fenómeno que lançou a blockchain para a ribalta, em 2009, mas é na realidade apenas uma aplicação desta tecnologia. Ou seja, a blockchain é a infraestrutura das criptomoedas. Passe-se o exemplo: se a criptomoeda for o carro, a blockchain é a estrada onde ele se move.

No entanto, a blockchain não tem apenas aplicação nas criptomoedas ou nas fintech. Pode usar-se esta fantástica tecnologia para assinar contratos (os smart contracts), para votar em eleições, para guardar registos médicos e bancários, ou até para situações mais mundanas, como manter um registo da origem dos alimentos.

Com recurso ao sistema blockchain, seria praticamente impossível falsear a procedência dos alimentos ou esconder se uma marca de cosmética recorre a testes em animais. Da mesma forma, no mercado de jóias seria possível rastrear as pedras preciosas desde a sua origem até à sua compra, e assim evitar comprar um “diamante de sangue”.

Em suma, a blockchain é muito mais do que uma base de dados segura. É um sistema de armazenamento de informação completamente fora do sistema tradicional no qual todos os utilizadores estão em posições equitativas. O facto de ter muitos “olhos” postos nela faz com que a informação na blockchain seja muito difícil de falsear, e ao ser transparente e descentralizada dá aos utilizadores um maior controlo dos seus dados.

Jasmin Software: segurança, confiança e controlo do negócio

Uma das razões pelas quais a tecnologia Blockchain tem vindo a conquistar o mundo digital, é porque oferece aos seus utilizadores mais segurança, mais confiança e mais controlo sobre os seus dados e interações digitais. Por isso mesmo o Jasmin, software expert em gestão, foi criado a pensar no empresário atual, que precisa de liberdade, de segurança e de espaço para ter o controlo do seu negócio.

Este software é bem mais do que um software de faturação. O Jasmin é um software totalmente cloud que lhe permite trabalhar a partir de onde quiser, quando quiser. Da mesma forma, a tecnologia cloud mantém os seus dados e do seu negócio perfeitamente seguros, replicados e acessíveis.

Além disso, o Jasmin dispõe de Inteligência Artificial e poder preditivo para ajudá-lo a tomar decisões (baseadas em dados) para o sucesso do seu negócio. Não acredita? Conheça os Jasmin Business Insights: a IA ao serviço das PME.

Está na hora de experimentar o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que precisa para conduzir o negócio ao sucesso.

Faturas sem papel: o que muda e como aderir

A utilização massiva do papel nos processos administrativos das empresas tem agora um fim à vista com a possibilidade de utilização das faturas digitais.

Procurando promover a simplificação legislativa e conferir uma maior segurança jurídica aos contribuintes, o governo começou a anunciar a nova data para o envio do ficheiro SAF-T e a possibilidade do fim das faturas em papel (o início da era “fatura sem papel”), em junho do último ano, ao abrigo do programa Simplex+.

Já em dezembro, foi aprovado em Conselho de Ministros este decreto-lei que reforçava a intenção de promover as potencialidades do sistema e-fatura no combate à fraude e evasão fiscais, simplificando também algumas obrigações em sede de IVA e criando condições para que a fatura deixe de ser impressa em papel.

A 15 de maio, com a publicação da Portaria nº. 144/2019 em Diário da República, foi formalizado oficialmente o regulamento relativo às faturas sem papel.

Quem pode usufruir e quais as condições?

Para que as empresas fiquem isentas de imprimir as faturas, é necessário que estas comuniquem à Autoridade Tributária (AT) essa mudança e que cumpram os seguintes requisitos:

  • O adquirente do bem ou serviço não pode ser sujeito passivo, devendo o cliente ser consumidor final. Assim, este processo não se aplica a transações entre empresas (B2B).
  • A empresa não pode estar em situação de incumprimento da comunicação dos elementos das facturas à AT. Se este for o caso, deve primeiro corrigir a situação de irregularidade na comunicação com a AT.
  • É exigido que a emissão de faturas seja feita através de um software certificado.
  • Neste ponto há 2 cenários alternativos, pelo que as empresas poderão optar por um dos dois:
    1) A comunicação das faturas à AT deve ser feita em tempo real;
    2) A empresa deve comunicar as faturas à AT através do ficheiro SAF-T, contudo deve comunicá-las em tempo real aos clientes, via meio eletrónico, como por exemplo, email ou SMS.

Caso a empresa adira à fatura sem papel, é importante referir que, caso o cliente peça, a empresa continuará a ser obrigada a ceder este documento físico.

Para aceder aos documentos, as empresas poderão consultar as faturas no Portal das Finanças imediatamente após a emissão, enquanto os clientes poderão consultar na sua área pessoal do e-fatura, podendo ter de esperar até 10 dias para a conseguir consultar.

Como aderir à fatura sem papel?

Para aceder às faturas sem papel, necessita de seguir alguns passos:

1. No Portal das Finanças, selecione o serviço do e-balcão e escolha a área de atendimento e-balcão.

2. Carregue no botão para registar uma nova questão

3. No preenchimento do formulário, selecione “e-fatura” na opção área e depois “Adesão fatura s/ Papel” no tipo de questão. No campo questão escolha:
– “Nos termos art. 4º n.1” se a sua empresa comunica em tempo real as facturas à AT
– “Nos termos art. 4º n.2” se a sua empresa possui o método SAF-T para comunicar à AT

4. Por fim, no assunto coloque “Portaria 144/2019 – Comunicação Opção – NIF XXXXXXX” e no campo mensagem coloque “Declaro que pretendo optar pela dispensa de impressão de fatura em papel reunindo as condições previstas no Art. 4.º da Portaria 144/2019 de 15 de maio”.

No final destes passos, já está feito o pedido à AT para a adesão à fatura sem papel.

Como emitir faturas sem papel no Jasmin

Emitir faturas sem papel é muito simples com o Jasmin. Poderá optar por faturas eletrónicas (através da integração com a YET) ou enviar as suas faturas em pdf (digitalmente assinadas), salvaguardando sempre o cumprimento das obrigações legais e fiscais impostas pela AT.

Conheça o Jasmin Express um software de gestão cloud grátis, no primeiro ano até 30.000€ de faturação.

Conta Caucionada: será para o meu negócio?

Conta caucionada consiste de uma solução de crédito a curto prazo que tem como objetivo gerir insuficiências de tesouraria. A conta caucionada é um acordo entre uma empresa e uma instituição financeira ou de crédito que permite ao negócio ter acesso a determinadas quantias de dinheiro, ainda que não tenha liquidez naquele momento.

Este tipo de crédito a curto prazo é também chamado de conta corrente caucionada ou crédito de tesouraria.

Conheça formas alternativas de financiamento empresarial!

 

Será uma Conta Caucionada a solução para o meu negócio?

Um destes créditos de tesouraria, uma conta caucionada, ajuda as empresas que estão a passar por momentos de dificuldade de tesouraria. Ou seja, e uma forma de financiamento indicada para necessidades pontuais de uma empresa, como por exemplo um negócio que precisa de liquidez enquanto espera pelo recebimento de um cliente.

Como funciona a conta caucionada

Este tipo de financiamento destinado às empresas segue um conjunto de normas. As condições do montante a crédito e respetivas taxas de juro são definidas no acordo, tendo em conta as necessidades da empresa e a análise comercial levada a cabo pelo banco. Da mesma forma, a periodicidade do pagamento de juros é, em regra, mensal ou trimestral e o prazo varia de entre 180 dias e até um ano com possibilidade de renovação.

Ou seja:

  • A entidade bancária define um valor de crédito variável;

  • A empresa fica obrigada a criar uma nova conta que será articulada com a conta à ordem, para que se possa transferir montantes da conta caucionada para a conta à ordem até ao limite estipulado pelo banco;

  • Os juros são calculados diariamente de acordo com o valor do crédito em cada momento e são cobrados periodicamente na conta à ordem da empresa – mensal ou trimestralmente;

  • A entidade bancária poderá exigir uma garantia à empresa, como uma livrança com aval dos sócios.

Saiba como gerir a sua conta corrente com o Jasmin.

Vantagens

A solução de conta caucionada tem uma grande vantagem que é a facilidade de utilização do crédito. Além disso, a empresa pode dispôr do crédito com muita flexibilidade, segundo as necessidades individuais de tesouraria, sem ter que se sujeitar a um plano pré-definido de amortização.

Os juros associados à conta corrente são proporcionais aos montantes usados, isto é, transferidos da conta caucionada para a conta corrente. As taxas de juro neste tipo de financiamento a curto prazo são, normalmente, bastante competitivas (mas além das taxas de juro, há gastos com comissões).

Assim, uma conta caucionada pode ser a solução fácil e rápida que uma empresa que enfrenta um momento menos bom precisa, para conseguir fazer face a despesas de tesouraria e manter o funcionamento num curto período.

Desvantagens

Apesar de geralmente vantajosa, a solução de conta caucionada apresenta, claro, algumas desvantagens para a empresa que solicita o crédito. A utilização prolongada e sistemática deste tipo de crédito pode ter custos elevados relacionados com os serviços associados à renovação da conta corrente.

Além disso, é necessário ter em conta que a grande maioria dos bancos cobram às empresas várias comissões aquando da contratação do crédito de tesouraria ou conta caucionada. Estas comissões são:

  • Comissão de Dossier ou de Formalização – comissão cobrada independenetmente do pedido de concessão de conta caucionada ser ou não aprovado. Esta comissão pode ser fixa ou variável – no caso de ser variável, o valor pode ser muito elevado;

  • Comissão de Abertura – comissão que deve ser paga no momento de abertura de conta caucionada. Está normalmente associada ao valor limite do crédito;

  • Comissão de Imobilização – cobrada sobre o valor do limite da conta corrente caucionada que não está em utilização.

Mas estas três comissões, apesar de serem as mais comuns, não são as únicas que podem ser cobradas. Pode ainda existir comissão de gestão de conta ou uma comissão de utilização da conta caucionada.

Desta forma, tendo em conta todas as comissões e mais os juros aplicados diariamente, se usada a médio prazo esta forma de financiamento pode vir a ser bastante dispendiosa para uma empresa. É necessário que, antes de contratar este tipo de serviço de conta caucionada se avaliem bem todos os parâmetros do acordo bem como as finanças da empresa, para perceber se esta modalidade é adequada ao negócio e momento em questão.

E para a gestão do negócio, Jasmin Software

O Jasmin, software expert em gestão, ajuda-o a gerir o seu negócio em todas as áreas, incluindo a gestão financeira. Agora, o Jasmin está equipado com Inteligência Artificial para que a gestão financeira e tomada de decisão sejam agilizadas. Os Jasmin Business Insights apresentam periodicamente statements de negócios com informação relevante baseada em dados (nos dados da sua empresa), que lhe permitirão ter uma visão mais aprofundada da situação do seu negócio.

Está na hora de experimentar o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o parceiro que o seu negócio precisa.

Coaching: de buzzword a fator crítico de sucesso

O coaching, especificamente o coaching empresarial, é um método que consiste em acompanhar, instruir ou treinar uma pessoa, grupo de pessoas ou organização, com o objetivo de cumprir metas ou desenvolver capacidades específicas. Todo o processo de coaching alia formação, aprendizagem, autonomia, fortemente apoiados em motivação, responsabilidade e criatividade, e tem por finalidade o crescimento.

 

Assim, o coaching empresarial é orientado para micro-empresas e PME e a sua ação é, principalmente, ao nível da melhoria da estrutura da empresa. Será que a sua empresa e a sua equipa estão a precisar de coaching? Certamente que podem beneficiar (e muito!) desta prática.

 

Como aplicar o coaching empresarial na sua PME e conduzi-la ao sucesso

 

Antes de mais, vamos a definições. Coach é a pessoa que faz coaching. Coachee é quem recebe a orientação do coach. Já pensou em procurar serviços de coaching de negócios ou empresarial? Pode ainda não ter pensado, mas cada vez mais startups, micro empresas e PME o fazem, no nosso país. Seja para gestores, líderes ou equipas de trabalho, o coaching é uma ferramenta que pode fazer a diferença e ser um fator de sucesso. E porquê? O coaching funciona, especialmente em três àreas:

 

  • resolução de conflitos e problemas;

  • desenvolvimento e cumprimento de metas a longo prazo;

  • aumento e melhoria da performance.

 

Se, por outro lado, assume o papel de líder e quer ser o próprio a fazer coaching à sua equipa, confira dicas e orientações para ser o coach que a sua equipa e que o seu negócio precisam.

 

1. Crie relações verdadeiras e de confiança

 

Os verdadeiros líderes concentram-se mais no sucesso da sua equipa do que no seu próprio. Sempre que as ações de um líder não refletem esta filosofia, podem surgir obstáculos. É por isto que a confiança é muito importante. Se a confiança não for estabelecida a princípio, será gradualmente mais difícil ganhá-la. Sim, porque um líder não deve assumir que o seu título está necessariamente acompanhado da noção de confiança – em vez disso, os líderes precisam de ganhá-la das suas equipas.

 

Para consegui-lo é essencial que se foque real e intencionalmente em conhecer cada um dos membros da sua equipa e dos colaboradores do seu negócio e conhecer os seus objetivos, metas e ambições profissionais e pessoais. Só assim conseguirá oferecer uma experiência de coaching aos seus colaboradores: só se tornarão coachees se perceberem que um dos seus focos são eles.

 

2. Desconstrua os objetivos em metas menores

 

Fazer coaching a uma única pessoa pode ser um esforço intimidante e ainda mais se for uma equipa ou organização inteira. Assim, os melhores coaches desconstroem os objetivos finais – aumento de produtividade, por exemplo – em metas mais pequenas, e mais visualizáveis a curto prazo. Se escolher não fazer isto, pode aperceber-se que a sua audiência está muito menos recetiva a adotar novas estratégias e métodos.

 

3. Ouça, escute, compreenda a sua equipa

 

O papel do coach é guiar, certo. Mas é também ouvir. O coaching não pode desenvolver-se sem conhecer os coachees e os seus objetivos ou dificuldades. Assim, para tornar-se um ótimo coach – ou até um mentor! – o caminho a seguir é ouvir, ouvir, ouvir. Valorize as vozes dos seus colaboradores, dê importância e relevância às suas preocupações e, essencialmente, guie-os com as indicações que lhe deram.

 

4. Use a positividade como base

 

Grandes líderes são, fundamentalmente, grandes encorajadores e motivadores. O papel do coaching, por outro lado, é pegar nessa motivação dos colaboradores e empregá-lo em objetivos concretos e alcançáveis através de esforço individual e em equipa. Assim, é imediato que a liderança e o coaching andam de mãos dadas no mundo empresarial.

 

5. Seja uma presença consistente

 

Tal como no marketing, uma aproximação consistente e cumulativa e altamente eficaz para construir e criar mudança e progresso. Assim, líderes produtivos são consistentes no seu temperamento, disponibilidade e missão.

 

E, apesar de haver vários estilos de liderança, todos eles têm os cinco pilares básicos: desenvolver confiança, ouvir atentamente, reforço positivo, targeting e consistência.

 

Jasmin Software: coaching de negócios

 

O Jasmin, software de faturação expert em gestão, ajuda-o a alavancar a sua empresa. E como? Através de ferramentas poderosas que são uma ajuda à gestão de todos os aspetos do seu negócio. O Jasmin permite-lhe controlar todas as atividades da sua empresa, vendas, compras, inventários e armazéns, contas correntes e tesouraria. Além disso, com recurso à automação, o Jasmin poupa-lhe tempo e liberta-o de tarefas repetitivas e tediosas, para que se possa focar no crescimento do negócio.

 

Mas não é só! Com a nova funcionalidade Jasmin Business Insights, o Jasmin torna-se um verdadeiro coach de negócios, com recurso a Inteligência Artificial. Sim, está a ler bem: o Jasmin dá-lhe insights de negócio personalizados, baseados nos dados e informações da sua empresa!

 

Parece bom demais? É ainda melhor, pois existe uma versão gratuita. Experimente já o Jasmin Express! 100% cloud, certificado pela AT e gratuito, é o coaching que o seu negócio precisa.